Mostrando postagens com marcador rumo ao título. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador rumo ao título. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 20 de junho de 2011

Foco no gol, bola pra dentro.

Tem coisas que só acontecem ao Botafogo... como neste domingo, em que mais uma vez jogamos melhor e não superamos o adversário. E olha que o Flamengo jogou com um a menos a partir da metade do primeiro tempo.

E foi este o princípio desnorteador: enquanto jogavamos de igual para igual tinhamos o domínio da partida, mas depois da expulsão... parece que tinhamos feito um gol - tanto na comemoração da expulsão, quanto no comportamento do time no tempo que se seguia: administramos um empate que teve sabor amargo de derrota para a gente e de vitória agri-doce para os urubu-negros.

Registro importante: Elkeson mesmo gripado jogou mais que todo o time. E Maicosuel, nosso Mago, deixou-se enfeitiçar pelos bloqueios psicológicos - estava pesado, sem confiança.

Parece este ser o verdadeiro problema de nosso time: contentar-se com pouco, por falta de confiança. Não ousar. Não partir para cima ciente do poder que tem. E temos, nosso time é muito melhor do que este mero empate.

Foco no gol, bola pra dentro.

Com os prometidos reforços Libertadores é uma obrigação e o título uma possibilidade cada vez mais real.

SAN

K1

quarta-feira, 19 de maio de 2010

Rumo ao título

Começamos bem o Brasileiro 2010.

Empatamos com o Santos e viramos contra o São Paulo - não importa se não estavam completos, o plantel deles supera muito time titular por aí.

Lançamos uma camisa linda, sem patrocínio, digna de se comprar duas - uma para usar e outra para se guardar emoldurada.

Renovamos com o patrocinador - cuja marca fora fundada há décadas pelo meu avô! Mais um motivo para comprar a camisa sem patrocínio - e depois outra com a NeoQuímica para honrar a família.

Vamos repatriar Magosuel e reintegrar Jóbson.

Que time vai ser esse?

CAMPEÃO BRASILEIRO, eu lhes digo com fé.

Está escrito e aqui transcrevo - como o fiz ao analisar a apresentação do Joel e, ainda em Janeiro, avisar que seriamos campeões cariocas.

Viramos contra o São Paulo em pleno Morumbi quebrando um tabu de 15 anos - 1+5=6.

O jogador que fez o gol vestia a camisa 15 - novamente e duplamente o resultado é o 6 o resultado e novamente o reforço do número 15, que numa viagem no túnel do tempo nos leva a 1995, ano do campeonato brasileiro.

Juntando a isto tudo o nome Re-nato, renascido, digo com fé que renasceremos para o cenário nacional. E para o mundo.

Vamos apoiar, vamos acreditar.

Fé no Glorioso, seremos campeões.

K1