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domingo, 8 de abril de 2012

Blitzkrieg já - Quanto maior a demora, maior a expectativ

E maior a chance de se frustrar.

Ou de realizar o seu destino e apesar da, não, graças à pressão brilhar com todo seu potencial.

Poderia ser a saga deste blog, que ressurge das cinzas e procura respirar e ter sua vida em meio aos espaços que brotam nas atividades cotidianas.

Mas trata-se tanto de Jobson, quanto do próprio Glorioso.

O Botafogo precisa demonstrar que superou as quedas ao final da caminhada e que está apto a disputar o páreo internacional - espaço justo, cenário perfeito para a estrela brilhar.

Por outro lado, os torcedores precisam apoiar pata transmitir força para o time e suprir carências - como reclamar da gana de vencer e da dedicação à vitória se boa parte da torcida aceita passivamente situações e rótulos que só nos serve porque deixamos nos enquadrar e aceitamos o destino que nos impõem.

Não adianta esperar o time, temos que dar o exemplo e incendiar os jogadores. Não dar espaço para desmotivação.

Está na hora da torcida entrar em campo e parar de reclamar - ao menos nas vezes que está na arquiba, apoiar incondicionalmente para ver no que dá.

Experimenta gritar mais um logo que fizermos um gol ao invés de se acomodar na cadeira ou começar a temer levar sufoco, atraindo tal situação com o falso silêncio da angústia, aquela que grita nas vísceras "putaqueopariu, acaba logo essa merda".

Temos que extirpar tal mal de nossas gloriosas entranhas.

Temos que vibrar e pedir mais jogo. Dizer sim a cada jogada. Usar tudo para motivar nosso time. Depois do apito final nos posicionamos a favor ou contra - in loco ou indo aos treinos, escrevendo ou comentando; na nossa casa? Apoio incondicional.

Temos que adotar a tática Blitzkrieg - guerra relâmpago - surpreender, avançar, fuzilar, sufocar, acabar com o jogo e só então cessar, mas nunca o Fogo - que queima sempre em nossos corações e nos desperta e mantém em estado de alerta.

Temos este direito divino de brilharmos e não de nos acovardarmos atrás de resultados. Isto vale tanto para o time, quanto para a torcida.

E também para o Jobson - o Botafogo provou hoje que ganha sem ele, mas ele já tem no Botafogo a última vitrine favorável para desfilar seu talento, que, se bem aproveitado, qualifica ainda mais o Glorioso à glória das Vitórias incontestáveis.

A Constelação Gloriosa tem um brilho especial com a presença de Jobson, que sozinho, contudo, é mais uma estrela cuja Luz se confunde e perde na vastidão de estrelas...

Aproveitemos nossos valores, honremos nossa história - comprovemos nossa glória em campo, ressuscitemos o glorioso espírito que fez deste manto sinônimo de seleção.

Blitzkrieg - seremos campeões.

SAN,

K1

segunda-feira, 19 de julho de 2010

Que papo de água, isso aqui é FOGO!

A sequencia não é a esperada e muito menos a das melhores, mas o campeonato está embolado e, convenhamos: por mais que estejamos a seis jogos sem ganhar, o deste domingo contra o Guarani teríamos ganho se não fosse a atuação desastrosa do juiz.

Claro que  a defesa precisa melhorar: levamos dois gols idênticos na mesma semana; bola cruzada na pequena área com o goleiro fechando corretamente o chute é do zagueiro se antecipando e não do atacante sozinho, NUNCA!

Claro que o ataque não pode perder gol de bobeira. O Herrera luta sozinho, o Caio caiu de produção mesmo e o Jobson traz movimentação, mas falta-lhe pontaria. E falando nele...

...claro mesmo foi a penalidade não marcada: até a grama dentro da grande área, incluindo parte da linha da mesma fora levantada, mas o juiz - incompetente e/ou mal intencionado - marcou cobrança de falta apenas.

Claro que foi gol e não impedimento, mas como argumentar com algo que estava tão claro quanto a regra.

O que não pode é cairmos na escuridão do medo e da ignorância que a FLApress tenta nos empurrar. O grupo não é ruim e ainda se reforçou; precisa se reforçar mais com um lateral e um volante, talvez um zagueiro (aliás, não entendi por que o Joel não aproveitou o Wellington; gostava dele).

Mas sobretudo não podemos começar uma caça às bruxas: nada de #ForaLucioFlavio ou coisas do gênero; até porque se for pra sair tem gente antes e o cara mal ou bem é um excelente banco, então não vale queimar nosso investimento e nosso grupo. Não adianta agora dizer que Joel só entende de carioca - até porque já provou em nosso arquirrival exatamente o contrário. E nada de dizer que a água subiu mais um pouco; aqui é FOGO, p#$%34o$Q#$@rr#@$Q2a.

Está na hora da torcida se amadurecer, aprender a se controlar e apoiar, desenvolvendo sua inteligência emocional.

Vamos crescer pra cima do Palmeiras e voltar a subir na tabela.

Libertadores 2011, tamo aí!

SAN

K1

sábado, 20 de fevereiro de 2010

Reflexões pré-jogo

Que será um jogão, não tenho dúvidas.

A única dúvida que tenho é por qual motivo continuam afirmando que nosso problema é a defesa, quando claramente é nosso meio-campo que não dá a devida proteção e combate.

Acerta a cozinha, Joel, que eu tô com fome de títulos!

Seremos campeões, amanhã todo mundo no maraca, APOIO INCONDICIONAL!

SAN

K1

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

Vamos ganhar! Épico APOIO INCONDICIONAL

A vibe era de vitoriosos guerreiros do clã alvinegro.

Em todos meus anos de maraca, engenhão, caio martins, portuguesa e outros confins NUNCA VI E SENTI NADA IGUAL!

Começou simbólico, com a faixa de protesto contra os mesmos jogadores de sempre sendo retirada a pedidos da própria torcida - forjava-se ali a união que a tudo e todos vence.


A entrada do time em campo foi recebida com o BLACK HELL que encheu de fumaça, piscas e sinalizadores a nossa arquibancada verde - a amarela ainda espera por você, que lê este post e não tem comparecido. Chegou a hora de lotarmos o maraca.

Mas BOTAFOGO nunca foi quantidade, sempre foi qualidade e intensidade. Estavamos em MENOR NÚMERO, mas tinhamos MAIOR PRESENÇA.

E isto cada um dos torcedores tinha de sobra - como a garra do time em campo: se faltou na técnica, conquistou na vontade e na seriedade do trabalho, afinal, do nosso lado ninguém "pulou carnaval".

Cada um de nós gritava e pulava, se conectava ao time de maneira ímpar, tornando-nos uma só Estrela que brilhou e ofuscou até a tentativa - reincidente - do juíz de nos prejudicar: o critério de faltas e amarelos era mais do que duvidoso, era tendencioso.

Do futebol pouco vou falar, pois pouco compareceu. Do lado de lá a cachaça e a sapucaí fizeram a mira atravessar o samba. Do lado de cá a falta de um meio campo mais presente e consistente nos fazia dar chutões esperançosos que buscavam ligar a defesa ao ataque através da cabeça de Loco Abreu e do coração guerreiro de Herrera - bravos e habilidosos combatente celestiais.

Mas a noite era de Marcelo Cordeiro, que além de marcar o primeiro gol, corria e cruzava; foi também de Jefferson, nosso gigante arqueiro, seguro, preciso e decisivo; e de Lucio Flavio, que alçou boas bolas para a área - inclusive a que resultou no primeiro gol - e lutou, por mais que falte a ele um companheiro ali no meio para dividir a responsabilidade.

E responsabilidade é algo que o jovem Caio tira de letra, metendo entre as canetas e levando duras faltas - nenhuma sendo punida com amarelo -, pois parte pra dentro - ainda mais inflamado pela torcida, que ensandecida clamava por seu nome.

E dos gritos da torcida em APOIO INCONDICIONAL vinha a certeza de uma vitória épica de superação.

Quando tomamos o gol em um vacilo do competente zagueiro Fabio Ferreira em bola no ataque, dando contra-ataque à escória, da arquibancada veio a certeza de escrevermos uma nova história: VAMOS GANHAR!

Simples assim. VAMOS GANHAR!

Não importa o gol levado, as faltas roubadas, desopilamos tudo, estavamos de almas lavadas; prontos para ascendermos aos céus do olimpo futebolístico e acendermos como estrelas que somos.

Brilhante é a união das Estrelas Solitárias em Gloriosa Constelação.

Domingo, eu, você e todos os alvinegros vamos ao Maracanã... é um dever cívico de todo glorioso.

Tiramos a nhaca do urubu, agora o "Bicho certo" voltou.

SAN - seremos campeões

K1

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

Pegou, mordeu e meteu de quatro!

Papai Joel é isso aí, faz Alessandro jogar um bolão, arruma a defesa e mete de quatro no pequeno bicho-papão do Carioca 2010, o Madureira. É mais um degrau rumo ao título, TREZE anos depois de ter nos dado o carioca!

Mas pé no chão: falta arrumar o meio, que ainda tá avacalhado. Chegaremos embalados às semifinais e vitoriosos nas finais.

Contudo, precisamos apoiar mais. O público presente hoje vaiava e xingava mais que cantava o hino e apoiava o time. E olha que estavamos ganhando, hein.

A personalidade do Lucio Flavio não é de receber vaias e se superar: ele precisa de apoio. E porque precisamos dar apoio para ele? Porque não temos ninguém melhor que ele no banco e porque ele é um de nossos jogadores mais caros, além de saber jogar bola, só precisa se encontrar. E não é com vaias que ajudaremos.

Notem que também concordo que foi só ele sair e o Caio - que é PHODDA! -entrar que metemos 3 gols em 20 minutos.

Mas, repito, sou contra vaiarmos.

Quer reclamar? Escreve pro Botafogo, pra imprensa, faz um blog, entra nas comunidades do orkut, vai lá em GS na diretoria e nos treinos, mas, uma vez em campo, todo mundo ali é BOTAFOGO e vaiar o cara é dar força pro adversário.

Alessandro e Eduardo fizeram boa partida, temos que lhes dar o devido crédito.

Como a todo o time que melhorou muito de produção. Vamos juntos, somos fortes. Seremos campeões,

SAN - Apoio Incondicional!

K1 - que gosta do Engenhão, nossa casa, mas que estava morrendo de saudades do maraca e de ficar no seu lugar cativo de sempre, encontrando os amigos que só vê ali, no mesmo lugar, apoiando o Glorioso.

terça-feira, 26 de janeiro de 2010

Puti Fairi

E Joel é nosso técnico.

Disseram numa das comunidades no orkut que ele é o cara certo para dar forma ao time e botar aquela malandragem.

Eu já acho que ele põe malandragem, gelo e melzinho a gosto.

Mas a piada mesmo é que ele era o menos ruim de todas as opções apresentadas.

Todavia, é como sempre: APOIO INCONDICIONAL!

Por Amor Glorioso, Avante! Pois no alto sempre estaremos, este é o privilégio de ser nascer alvinegro, brilho eterno de tradição.

SAN

K1

sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

Botafogo nas alturas e até debaixo d`água

Comprei o ingresso 16h de bicicleta na Lagoa, voei para casa. Antes fui tirar dinheiro, quando passo pelo Itahy, a chuva despenca e me leva ao chopp.

Morreria em 20 reais e abandonaria o Glorioso? Ainda mais por causa daquele pequeno dilúvio e presságio do fim dos dias? Nem pensar! Jamais.

Lagoa entupida. Plano B: metro+trem ao invés de dois ônibus.

Cantagalo, Central e... trem com defeito após inúmeros atrasos. Saldo?

Quase 30 minutos de espera e a perda completa do primeiro tempo.

Felicidade apenas por não ter visto Lucio Flavio perder "bisonhamente" (sic) a penalidade.

Aliás, boa a tática do goleiro ficar fechando completamente um canto e observar o pé do batedor - Lucio Flavio caiu na malandragem: cnutou crente que o goleiro iria pular que nem um doido no canto aberto: tem mais bobo no futebol não, o mundo já perdeu a inocência há muito, Lucio Flavio.

No segundo tempo voltamos - segundo meu primo Bruno "El, Ael" - melhor e passamos de pressionados a pressionar.

De fato, pressionamos bem, faltando chutes a gol e a precisão nas tabelas - LF além da perda da penalidade ainda deveu bom futebol: tem que se cuidar, pois Renato Cajá pode ocupar seu lugar, afinal, entrou e mostrou habilidade e disposição.

Disposição, teu nome é Herrerra - como se apresenta bem o hermano que, diga-se de passagem, teve seu nome aclamado à bater nossa segunda penalidade: converteu com personalidade quando o Glorioso já vencia pela magra e perigosa vantagem de um tento e estava com um jogador a mais em campo após justa expulsão do defensor friburguense em falta dura e desleal.

E nosso primeiro gol saiu em jogada primorosa, nascida de um passe açucarado de Eduardo (!) para Renato Cajá, que domina driblando e invadindo a área tomando o tempo do zagueiro e avançando no espaço, penetrando na área e fazendo um golaço em chute cruzado - tal qual se encontravam nossos dedos.

No final, festa conclamando ao Domingo, com direito à gritos de guerra hostilizando Dodô - Íh, tá maneiro, o Dodô só quer dinheiro! -, exaltando Herrerra - Ô Dodô, vai ... quem tem Herrerra não precisa de você! -, gritos anunciando e prometendo um belo espetáculo em campo.

Domingo este time e Estevam tem a primeira prova de Fogo: que atuem como Jefferson, absoluto - mesmo quando comete penalidade infantil, conta com a sorte da trave na cobrança. Trave que nos salvaria também uma segunda vez.

Goleiro bom e time campeão tem essas sortes.

Domingo, faça sua Estrela brilhar, vá ao Engenhão e dê seu apoio incondicional.

SAN

K1

domingo, 17 de janeiro de 2010

Gloriosas Reflexões

Tomando umas e outras cervejas com amigos, teorizei sobre nossa situação e teci comentários sobre nosso passado recente ao buscar defender nossas glórias frente aos ataques inconsequentes e sem base da massa acefálica rubro-negra.

Que todos os times tem altos e baixos e que isto se reflete inclusive em décadas disto qualquer ser normal tem conhecimento, exceto os papagaios urubus e toda a mídia.

O Flamengo só é o Flamengo, esse mesmo, pentacampeão brasileiro, devido ao final da década de `70, a toda década de `80, lampejos nos `90 e essa primeira década do novo milênio, onde coincidentemente foi auxiliado aqui e acolá, tal qual na década de `80 - ou alguém se esquece do jogo contra o Atlético-MG que os levou a disputar uma Libertadores sem argentinos.

Eis como se construiu este mito VErmeLHO e preto, impulsionado pelo interesse da ditadura militar e da Rede Globo - tudo isto comprovado em tese de doutorado em Minas e registrado em depoimentos inclusive de ex-funcionários, que recebiam ordens para exaltar o time dos urubus e até aumentavam o som da torcida em detrimento ao adversário, para dar a sensação de maior poder.

E é sobre poder que refleti e venho lhes falar.

A importância de recuperarmos nosso glorioso poder - e falo isto principalmente para nós, torcedores, pois vejo o clube no caminho certo. Pois vejamos.

Ficamos 21 anos sem ganhar NADA, nem par ou ímpar. Ganhamos logo em cima da mulambada, invictos. Mas essa vitória, seguida do bi-campeonato, não foi uma vitória da estruturação e sim de um plantel criado com dinheiro do bicheiro Emil Pinheiro - a quem devemos agradecer, lógico.

Fato, contudo, é que não houve uma reestruturação e, mesmo assim, fomos vice-brasileiros em 1992, apenas 3 anos depois de quebrarmos o jejum de 21 anos. Ao invés de festejarmos isto, deixamos que zoem da gente. Em `93 Conmebol, em `95 nosso brasileiro, `96 Tereza Herrera em cima da toda-poderosa Juventus, em `98 a Rio-SP... e depois as trevas da segundona.

E no meio dessa escuridão toda começamos a nos reestruturar e brilhamos mais fortes, pois um clube é feito de mais do que apenas títulos, um clube é feito de tradição, bons valores e pessoas dignas e isto o Botafogo tem de sobra.

Recuperamos a sede histórica, recolocamos o Glorioso no cenário internacional, conquistamos o estádio mais moderno do Brasil e botamos as finanças em dia. A atual diretoria pensa de maneira estável em um clube grande, não apenas em um time de futebol.

Lógico que isto incomoda. Tanto que quando montamos o time que encantou o país e mudamos o paradigma de como torcer apaixonadamente só nos pararam no roubo e na armação - vide carioca 2007, copa do Brasil e o brasileiro do mesmo ano: nunca antes na história deste país um clube foi tão prejudicado.

Não é choro, são fatos.

Não se deixem convencer do contrário por esta mídia que propaga convenientes falsas verdades para vender, vender, vender uma vez mais, vender até encher.

Aí caimos na sombra dos 21 anos sem título, na síndrome do coitado, do sofredor... não deixe que lhe imponham algo que não nos pertence: não somos estas duas décadas, somos mais de um século de vitórias e conquistas, de base da seleção brasileira e berço dos maiores craques do país do futebol.

Tentam roubar-nos? Temos mais recursos, são inesgotáveis os recursos de quem nasce glorioso. Para cada roubo, um gol, já disse isto.

Por isso é hora de reeditarmos as gloriosas festas, de voltarmos a ser a torcida mais bonita, a torcida das bandeiras, pioneira e guerreira na paz e no Amor ao Botafogo.

É hora de mostrarmos a fortaleza que somos, loucos pelo Glorioso, alvinegros apaixonados que nunca se rendem.

Vamos lotar o Engenhão e darmos as mãos à diretoria e aos jogadores para construirmos juntos uma realidade gloriosa para o Botafogo.

Quinta, todos no Engenhão: APOIO INCONDICIONAL.

SAN

K1

domingo, 3 de maio de 2009

Pura ilusão, tudo.

Antes de mais nada, parabéns ao Cuca e ao Bruno. Ao primeiro porque livrou-se da nhaca e ao segundo porque foi o único do lado de lá que fez por merecer o título. Porque apesar de falarem da torcida deles, a nossa, em beeem menor número, calou-os durante todo o segundo tempo. E porque o Cuca, como sempre, recua o time e mexe mal. Pra eles não faltou nada, a não ser duas expulsões e uma penalidade a nosso favor no primeiro jogo, mas atemo-nos a este.

Aliás, se eles acham que estão com um bom time, vai vendo... só pra lembrar que até aqui reina a igualdade de placares, onde só levaram a melhor nas penalidades - tirando 2008, 2007 e 2009 as quatro partidas foram empate de 2x2. Coisas que só acontecem ao Glorioso...

Mas estamos falando de Botafogo e temos muito o que dar parabéns também.

Primeiramente a Maicosuel, o artilheiro e craque do campeonato, cruelmente caçado e machucado pelos urubus.

Parabéns também à parte da torcida que compareceu e lotou a cadeira verde. À parte da torcida que não foi e deixou a amarela vazia, meus lamentos, porque vocês não sabem o que perderam: a chance de dar aquele algo a mais que poderia fazer a diferença. Os jogadores fizeram.

Não se pode negar que o time todo lutou muito até o fim e que o Ney Franco mexeu muito bem dentro das limitações de elenco que tem.

E quantas limitações, algumas até auto-impostas: como perder uma penalidade em um momento crucial de uma final - e que poderia lhe confirmar como artilheiro do campeonato? Como bater duas penalidades 'manjadas' e entregar a disputa?

Meu primo Caio, 15 anos, é que comentou comigo: Bruno pula sempre no 'canto bom' do batedor. Foi assim que pegou o do Victor Simões e do Leandro Guerreiro - e de certa maneira também o do Juninho. Léo Silva que acabou trocando de lado - bate normalmente no outro, no qual o Bruno pulou - marcou com tranquilidade. Vale ressaltar que de todos que perderam o único menos mal batido foi o do Victor Simões: o do Leandro Guerreiro foi a meia altura e nem no canto foi direito;o do Juninho também foi a meia altura, no meio e aquém da tradicional força; o do Victor Simões apesar de mais pro canto também foi a meia altura e sem muita força.

Vale, contudo ressaltar alguns jogadores pelo conjunto da partida: Juninho, que além do golaço de falta ainda jogou muito bem, evitando inclusive um gol claro do Emerson (dessa vez o deles!); Leandro Guerreiro incansável no combate e desarme, bem como preciso nos lançamentos - não merecia ter perdido a penalidade, tal qual Juninho; Tulio Souza que reencontrou o bom futebol e mostrou que vai ser muito útil nesta temporada, que golaço - aliás, Túlio Souza acabou não aguentando e foi substituido.

Aliás, vale analisar isto: todos que jogaram e correram muito durante a partida acabaram perdendo a penalidade, reparem só. Será que o Ney Franco não deveria ter prestado atenção nisto? Será que todo o time estava tão desgastado? Será que 'aquilo' eram nossos melhores batedores? Devemos confessar que os do lado rubro-negro da força eram melhores batedores, deixando Renan sem chance de se consagrar. Mas não dava para treinar?

Quando tudo estava igual e o capitão deles foi expulso, reprisando com papéis trocados a final de 2007, achei que finalmente a sorte havia mudado de lado: o empenho dos jogadores e a torcida que apoiou sem parar mereciam.

Mas tudo bem, pura ilusão achar que com um banco aquém das necessidades do Glorioso conseguiriamos chegar mais longe - e o banco volta a ser o mesmo problema das duas outras finais perdidas. Eduardo e Tulio Souza entraram bem, mas Diego, Jean Carioca e cia não estão a altura de Maicosuel e Reinaldo. E já viu que não dá pra depender de Victor Simões, que perdeu a chance de coroar não apenas o Glorioso, mas também a si próprio.

Agora é segurar o Maicosuel, contratar mais dois atacantes e um meia que joguem bola e focar no brasileiro pra morder uma Libertadores.

Pela lógica seremos campeões cariocas ano que vem, já que esse ano repetiu 2007 e em 2006 fomos campeões.

Não há derrotas para quem nasce Glorioso e luta até o fim, jamais nos renderemos.

SAN

K1

sábado, 2 de maio de 2009

Botafogo é superação!

Perdemos Reinaldo e Maicosuel na mesma jogada, levamos dois gols contra do mesmo jogador, Juan não é suspenso, não marcam penalidade a nosso favor, invertem faltas... jogaremos desfalcados do craque do campeonato, estaremos em menor número na arquibancada e Kleber Leite manda uma ameaça ao TJD - de que o Flamengo pode tudo e que há forças ocultas tramando contra o Flamengo (hahaha, faz-me rir!).

Mas é quando tudo parece estar contrário, quanto mais escura a noite, mais brilha a Estrela.

Seremos campeões!

Meu palpite? Fla 2 x 3 Botafogo.

Talvez seja pressentindo isto que o Kleber Leite já tenha começado a ensaiar tal discurso.

Fiz uma promessa: fazer uma bandeira especial para comemorar a vitória do bem contra o mal. Na segunda, conto o projeto.

Não estou cantando vitória antes do tempo, isso não se faz: atrai má sorte, menospreza o adversário e é de uma arrogância deselegante.

Estou apenas muito confiante e certo de que jogará aquele Botafogo que nos faz ter orgulho de sermos alvinegros: será uma gloriosa apresentação do escrete da superação.

Alvinegro que está com ingresso na mão: vá, leve sua bandeira e cante sem parar. Apoio incondicional.

SAN, seremos campeões,

K1

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009

Homenagem à Enciclopédia

O dia era de homenagem ao Nilton Santos, este patrimônio que temos a honra e a responsabilidade de caber apenas a nós e à seleção tê-lo na história circunscrita pela quatro linhas e inúmeras alegrias que nos deu este que é Glorioso e sempre será: a Enciclopédia do Futebol.

Justas homenagens, mesmo levando um susto de início, revertido corretamente em goleada, como merece nosso mestre. E com direito a centésimo gol no Engenhão, marcado por Fahel. E a artilharia do campeonato, com 5 gols, 2 dos quais Victor Simões marcou hoje: e anota o que escrevo, ele cavou o amarelo e está mordido para jogar a final antecipada no domingo. A arquibancada já urrava: "ô urubu, pode esperar, a sua hora vai chegar".

Cantei, mas confesso que apreensivo, pois se levamos sorte em duas bolas na trave e um gol entre tantas outras jogadas de desatenção e falta de entrosamento de um time aquém como é o Bangu, com apenas um ponto ganho por motivos óbvios, preocupo-me quando penso em enfrentar Zé 'entortador' Roberto e cia. sob a batuta do Cuca, que sabe armar uma retranca-ofensiva como poucos: e foi assim que dançamos contra o Volta Redonda. Mas, clássico é clássico e somos os únicos que podem acabar com essa vergonhosa sequência e restituir o que é nosso de direito: o campeonato carioca, que seria o tetra!


Resumindo o jogo, amplo domínio e algumas falhas gritantes como a falta de pernas e de bocas de Juninho e Renan, cuja indecisão, de ambos, levou ao gol adversário. A bola de Reinaldo que teimava em não entrar, apesar de ter dados dois bons passes para os gols e se movimentar bem. E Thiaguinho: definitivamente tem que se parar de aplaudir suas corridas para evitar laterais, porque isto só acontece porque ele não está corretamente posicionado, deixando de ocupar a lateral de maneira a se tornar de fato opção de jogadas.

Victor Simões foi o nome do jogo pela raça, precisão e faro de gol de sempre. Até aqui a melhor contratação do Glorioso, disparado. Fahel marcou o primeiro dele pelo Botafogo, terceiro na partida e centésimo do Engenhão. Que os números sejam cada vez mais positivos.

Vale ressaltar que podia ter sido uma goleada ainda maior se a pontaria estivesse mais afiada - de todos que, e isso é positivo, chutaram a gol - e Reinaldo com sua estrela na órbita correta, ele ainda está se alinhando à Constelação! Alessandro teve sua dedicação e superação recompensada pelo quarto gol da partida, em primoso cruzamento que penso ter sido do Maicosuel, que aliás bateu o córner para a cabeçada do primeiro gol com precisão: quando vi que ele iria bater sabia que seria gol, tanto que tirei foto.

Vamos subir à serra para pegar o Friburguense, que venceu o Volta Redonda em VR city: ou seja, não será jogo fácil. Melhor ainda, pois nos prepararemos para o domingo, que é quando teremos um tira-teima de quem é o melhor do Rio de verdade: só não vale roubar, avisa pro pessoal de lá!

E vamos comparecer torcida! Hoje tinha menos de 4mil pagantes e renda em torno de R$65 mil... isso não paga nada no final do mês. Depois ficam reclamando que o clube não paga salários em dia, que não contrata à altura da nossa tradição de seleção... e você, tem se comportado como? Tem ido apoiar? Tem pago ingresso, contribuido como sócio-torcedor ou algo neste sentido?

Vamos fazer valer, tem jogadores querendo no time: vamos lotar a arquibancada de torcedores com vontade de apoiar incondicionalmente que é isso que, somado a uma diretoria pé no chão, fará a gente brilhar acima das nuvens!

SAN

K1

sábado, 27 de dezembro de 2008

A hora é de realismo.

Otimismo é bom na hora da bola rolando: apoio incondicional! O otimismo acaba sempre ajudando para dar aquele incentivo a mais.

Agora, na hora de montar o time, o momento é de realismo nu e cru.

Na comunidade do Botafogo no Orkut havia dois tópicos sérios sobre futebol que valem ter seu conteúdo debatido aqui.

O primeiro questionava sobre quem seria nosso goleiro titular.

As respostas variavam um tanto. Das sérias que se revezavam entre Renan, Castillo, tendo até uma menção ao Lopes, às brincadeiras como a menção ao nosso eterno Manga. Na minha opinião deve jogar quem estiver em melhores condições, pois todos os três goleiros tem qualidades e defeitos e ouso até dizer que tem de maneira complementar: Castillo sai bem por baixo e se posiciona muito bem, enquanto Renan sai bem pelo alto. Todos tem bons reflexos.

Mas o que me chamou a atenção foi que teve gente pedindo contratação de goleiro!

Com tanto setor carente - zaga, meio e ataque - questiona-se contratação de goleiros?

Na boa, estamos bem servidos de arqueiros. Garanto que este não será nosso problema nesse ano que tem tudo para ser, digamos, difícil pra gente. Vejamos algumas indagações que podem nos dar pistas do motivo de tanta preocupação:

Qual é nossa zaga titular agora mesmo?

E o meio campo? Laterais?

Ataque vai ser Reinaldo e quem mesmo?

Bem, de banco nem se fala, né?

O segundo tópico tratava exatamente do nível do time para 2009 e as opiniões eram divergentes. Uns dizendo que lutaria para não cair, outros que teremos uma grata surpresa e a maioria afirmando se tratar da manutenção do mesmo nível que tivemos.

Aqui vale reforçar o que foi dito no início do post: é bom ver otimismo... mas ele é bom na hora do campeonato, para dar a base para apoiarmos incondicionalmente... agora o realismo é fundamental para nos estruturarmos corretamente, sem nos iludirmos com o brilho otimista.

Fato é que o time está abaixo dos dois últimos anos, basta comparar os nomes e os rendimentos...

Concordo com quem fala que Carlinhos Bala é atacante, não é o genuíno camisa 10 que tanto precisamos! Mas logicamente é mais que bem-vindo - ainda mais porque parece ter demonstrado muita vontade de vir.

Ter as melhores contratações do carioca nao é lá grandes coisas... ainda mais quando temos também a maior lista de dispensa e debandada.

Estão falando que não temos banco e isso é uma verdade... mas mais verdade ainda é que nem time temos ainda! Como as indagações acima levam a concluir.

Minha maior preocupação é com a zaga - Emerson e ? - e com a armação no meio, que nem nome tem ainda.

Ao menos dispensaram alguns jogadores aquém do nível Glorioso... mas também dispensaram alguns que eu acho que mereceriam uma segunda chance. E venderam quem não devia! Cito nominalmente Jorge Henrique e Diguinho, pra não falar dos nossos zagueiros e de Lúcio Flávio e Túlio. Alexandro e Luciano Almeida são dois outros que eu gostaria de ver ao menos em nosso banco.

E renovaram com Thiaguinho: até que gosto dele, mas será que ele já estará curado e terá boas condições de jogo?

Enfim, depois de até o Bebeto sair antes do prazo, resta dizer que 'o último que sair apague as luzes', porque 'quanto mais escura a noite, mais brilham as Estrelas' (Lenin).

Tenho que confiar nas palavras do revolucionário bolchevique e nas de Nietzsche, quando diz que 'é necessário haver caos aqui dentro para nascer uma Estrela'.

Que 2009 seja um ano surpreendentemente Glorioso para todos nós.

SAN

K1

quinta-feira, 23 de outubro de 2008

Faça sua parte: divulgue e compareça!

ooow ooow ooow ooow ooow ooow ooow


Aliás, nós, da Constelação Gloriosa, acreditamos sempre no Glorioso Botafogo!

Faça o download, use como perfil do orkut, facebook e afins... coloque no seu álbum de fotos, publique em seu blog, use no msn e mensageiros instantâneos afins...

Vamos loootaaaaar, o Engenhããããoo: TORCER! GRITAR! É CAMPEÃO!

SAN

K1

sexta-feira, 10 de outubro de 2008

A hora é essa: fazemos a diferença!

O próximo confronto épico rumo à Libertadores é no sábado, dia 18.

Tá na hora de lotarmos o Engenhão! Fazemos a diferença!

Quinta foram meia dúzia de três ou quatro gatos pingados. Mesmo assim o resultado veio com muita garra e categoria.

Enquanto isso a mulambada já vendeu mais de 60mil ingressos 'devido a boa campanha do time no campeonato brasileiro', segundo a globo.com.

Peraí! Os caras estão só um tiquinho na nossa frente e tem uma boa campanha e nós ficamos chorando pelos cantos? Com o mesmo site dizendo que 'voltamos a sonhar'?

Acorde! Não podemos vacilar e cochilar no ponto.

Entendeu agora como funciona a manipulação emotiva?

Liberte-se! Crie sua própria realidade. O mundo é uma oásis de possibilidades infinitas e constantes. A cada respiração tudo pode mudar.

Apoie o Glorioso independente de tudo e ele lhe dará o retorno merecido.

CRER PARA VER. Apoio incondicional!

Vamos lootaaaar, o Engenhããão: TORCER! GRITAR! É CAMPEÃO!

SAN

K1

quinta-feira, 25 de setembro de 2008

Terceira derrota seguida - o que se passa?

Novamente o post foi escrito no Itahy ao ver o jogo. Novamente derrota, a terceira consecutiva. E novamente o time jogou aquém de seu potencial.

O que está acontecendo, Ney Franco?

Antecipo que o placar de 1 x 0 contra o América de Cali é totalmente reversível e cabe a nossa torcida lotar o estádio para ajudar a conseguir a classificação.

Mas já há dezenas de histéricos advogando o apocalipse alvinegro; a eles digo, calma!

Primeiro tempo

Cheguei com nem 10 mintos de jogo, no máximo.

Botafogo está jogando 'pra cima', mas sem foco e precisão, o que resulta na supremacia adversária em quase todo o primeiro tempo, com destaque às defesas difíceis, únicas por sinal, de Castillo.

Até uns 20 minutos eram 6 faltas para o Botafogo, 2 apenas para o América de Cali. E um cartão amarelo pro Glorioso. Dois! Túlio acaba de receber um por simulação. E isto de fato não corresponde à realidade.

Primeiro que foi de fato falta no Túlio; segundo que estão batendo mesmo.

Aos 28 minutos cabeçada perigosa do atacante colombiano que subiu sozinho; alô defesa, agora é sério!

Só calor colombiano: falta, escanteio defesas (difíceis) de Castillo. Roubada na luta de Jorge Henrique, falta, mas nada de cartão.

Impedimento alvinegro aos 38 minutos!

39 minutos: enfim marcada falta em Wellington Paulista, atropelado na correria em direção à meta.

Publico o intervalo e o fim no decorrer desta quinta... até lá, boa ressaca.

Domingo temos duas obrigações: ânimo é fundamental; apoiar incondicionalmente

SAN

K1

segunda-feira, 25 de agosto de 2008

Um empate que vale uma derrota e acorda para o restante do campeonato

E o fraco - poder-se-ia afirmar medíocre - time do Vasco empatou aos 44 minutos do segundo tempo em um jogo onde a tônica era simples: ali, daonde eu estava, só vi o Botafogo dominando e atacando e o Vasco se defendendo, sem sequer passar do meio-campo - apenas a Globo.com complicou, dizendo que foi equilibrado.

1 x 1 foi um resultado justo apenas se encararmos o fato de que quem não amplia, leva.

E logo em uma rodada onde tudo conspirou a favor de passarmos uma semana inteira como vice-líderes. Mas o caminho AlviNegro sempre foi assim: árduo, de luta e superação após bobeadas próprias.

Afinal, já diz o nosso hino: não podes perder, perder pra ninguém. E como não se pode ganhar sempre, acabamos volta e meia perdendo para nós mesmos.

E olha que dessa vez a derrota foi um empate.

Devido à desorganização na venda de ingressos de meia - que haviam esgotado em General Severiano durante a semana - em meio ao tumulto causado pela falta de um gradeamento e organização das filas entrei com 7 a 10 minutos de jogo - apesar de ter chegado 17h25 ao maraca.

Soube que o Vasco começou melhor, mas depois que pisei no 'maior do mundo' só vi dar Botafogo. Nosso domínio era amplo e irrestrito. Durante boa parte do jogo o time da colina nem sequer passava de seu meio-campo e suas tentativas eram facilmente desarmadas por nosso competente meio-campo.

Mas a competência faltou no ataque que ainda carece de um homem-gol a altura do restante do elenco. Wellington Paulista até deixou o dele, mas Gil e Fábio provaram mais uma vez que não são solução para a ausência de Jorge Henrique. Tomara que o Zárate resolva, pois até mesmo o Wellington Paulista precisa fazer mais para se dizer titular de um time como o Glorioso Botafogo.

Ademais, jogamos quase metade do segundo tempo sem atacante de ofício, pois Wellington Paulista fora substituído por Fábio, que como o primeiro também se lesionou e teve que ser substituído logo após entrar, queimando uma substituição de Ney Franco, que havia trocado o ineficiente Gil pelo Zé Carlos, passando o endiabrado Carlos Alberto para o ataque.

E foi ali pelo lado do lento Zé Carlos - que muitos ficam chamando de sem-sangue - que o recém-entrado vascaíno Madson usou seu frescor e velocidade para dar uma corrida no Triguinho, que além de cansado esteve mal no apoio à defesa: o resultado foi uma falta perto da grande área e um amarelo, além do gol, claro.

Sobre o gol, ficam três registros:
  1. Se é pra fazer falta, faz no meio-campo. Até uma expulsão teria valido a pena por esses 2 pontos perdidos.
  2. A zaga não pode ser impecável 99,9% do tempo e ter esta falha de atenção na hora do adversário bater a falta.
  3. O goleiro não pode ficar vendido daquele jeito - aqui vale o registro desta ser uma das bolas mais difíceis para o guarda-metas, por se tratar de tiro direto ao gol com alta possibilidade de desvio em um curto espaço e jogada muito rápida. Todavia Castillo estava no canto e deu um passo para o lado, sem objetividade, sem ter tentado interceptar a bola.

Com este tipo de situação, lembrando o fatídico jogo contra o Corinthians em Sampa, onde ele falhou bisonhamente no gol de falta, e com as recentes atuações primorosas de Renan, começo a puxar o coro de "Ah, ah, ah, Renan é titular!" - emendo clamando por espaço no time e/ou banco para o Luciano Almeida e para o Wellington Jr.

Na comunidade do Botafogo no Orkut tem gente criticando e pedindo a cabeça de nosso maestro Lúcio Flávio - meu comentário aqui é o mesmo que lá: sem ele o Glorioso provou que joga pior, ele cadencia o time. E tem umas cabeças a serem pedidas antes: Gil, Fábio, Zé Carlos...

Lúcio Flávio precisa melhorar? Sim, mas não é cornetando com o time invicto e na cola do líder, mostrando disposição e vontade que iremos conseguir algo. A hora é de apoio incondicional. É a vez da torcida mostrar que faz a diferença e que acredita no time: vamos lotar o Engenhão no sábado contra o Náutico e deixar os jogadores deles Aflitos. ;)

Finalizo registrando a saudade do Maracanã: o Engenhão é nossa casa, mas o 'maior do mundo' tem um charme só seu. É bom voltar lá de vez em quando: poderiamos fazer ao menos um jogo por mês lá. Ainda mais que lá tem ambulante vendendo cerveja pelo clandestino preço de R$5 a latinha. É a imperadora falta de organização que atrapalha as coisas - vale o registro da saudade de poder ver o Glorioso tomando uma cervejinha e comendo um amendoim.

Mas o empate que valeu por uma derrota também serviu para nos acordar para o restante do campeonato: seremos vice-líderes em uma ou duas rodadas.

Próxima semana o Grêmio perderá do embalado Vasco; o jogo Cruzeiro e Coritiba - dois que estão na briga com o Glorioso - terminará empatado ou com vitória do Coxa; o Palmeiras tropeçará no Furacão Atlético Paranaense, que necessita de uma vitória para não parar na zona de rebaixamento; o São Paulo empatará ou perderá do Santos; e nós faremos nosso dever de casa.

No sábado é simples:

Vamos simbora, pro Engenhão: Torcer! Gritar! É Campeão!

SAN

K1

segunda-feira, 21 de julho de 2008

Quem não faz, leva

E levamos nos últimos minutos de jogo, um gol de cabeça de um baixinho chamado Dagoberto.

Quem quer lutar por títulos e Libertadores não pode se dar a esses luxos.

O saldo positivo deste São Paulo 2 x 1 Botafogo, foi o fato de nossa equipe ter se mostrado aguerrida e ter dominado a maior parte do jogo. Mas temos que transformar isto em resultado, em gols, senão continuaremos com o estigma do 'quase'.

Os 'quando' do jogo:

  • Quando Castillo saiu para fazer a defesa nos pés do jogador são-paulino já sabia que ia ser penalidade. Tinha que ter saído mais em arco, era evidente que chegaria atrasado e que derrubaria o jogador.
  • Quando Carlos Alberto entrou algo me disse que ele mudaria o jogo a nosso favor. Chamou pra si a responsabilidade - algo que nosso maestro, Lúcio Flávio, tem que começar a fazer mais
  • Quando se empata um jogo e não se faz mais gols por falta de competência ofensiva, não se pode dar o mole de deixar um jogador, por mais baixo que seja, sozinho na área

O 'se' do campeonato e do ano:

  • Se acertarmos mais a pontaria e acertarmos nossa defesa, parando de 'dar mole' em momentos cruciais, esse time tem chance de brigar pela Libertadores e de ser campeão da Sul-Americana.

É crer para ver, torcer para acontecer.

Apoio incondicional.

SAN

K1

domingo, 20 de julho de 2008

Maioria aprova a contratação de Ney Franco - Resultado da 7. enquete

A sétima enquete perguntava uma coisa e apontava para o futuro. Não versava apenas sobre a contratação do técnico, mas sobre os rumos que este daria e qual seria a previsão para nosso Glorioso.

Você aprova a contratação do Ney Franco?

Sim, rumo ao título
0 (0%)

Sim, Libertadores
5 (50%)

Sim, Sul-Americana
0 (0%)

Tanto faz, vamos ficar ali pelo meio mesmo
2 (20%)

Não, lutaremos para não cair
1 (10%)

Não, independente de qualquer coisa, o cara é retranqueiro
2 (20%)

O resultado provavelmente foi influenciado pelos bons resultado obtidos nos dois últimos jogos, mas de toda maneira vale dar crédito à confiança que ao menos 50% estão depositando na Libertadores, enquanto que apenas 30% não curtem sua contratação. Vejamos se a maioria tem razão ou se a minoria é visionária.

Enquanto isto, apoio incondicional, até porque a postura dele tem sido correta e tem tudo para render frutos.

SAN

K1

quinta-feira, 17 de julho de 2008

Desorganização

19h30 é um horário meio ingrato para quem trabalha e nem sempre dá para comprar ingresso antecipado.

Com toda a torcida comprando para as Lestes, em especial superior, tem que se providenciar um melhor atendimento.

Cheguei em cima da hora e só consegui entrar perto daquele que seria o terceiro gol.

Fora os cambistas atuando na frente dos guardas que nada faziam para coibir tal crime, por muito acenando amigavelmente para os criminosos que vendiam ingressos de meia entrada pelo preço cheio.

Quando o funcionário, já na terceira fila, me disse que "a carga de ingressos de meia-entrada" havia esgotado, retruquei dizendo que a lei não possibilita esta "jogada", que ele teria que me dar o ingresso cheio pelo preço da meia - afinal, sou estudante de pós em filosofia, antes que você me pergunte por que cargas d'água um trintão quer pagar meia. Afetado, ficou "chateado" com minha resposta e resolveu parar de vender. Tive que comprar no guichê ao lado, que pediu uma "nova" carga, sem contudo solicitar aos integrantes da fila para não ter que enfrentar minha quarta.

Nesse interim, acenei para uns policiais, que nada fizeram. Posteriormente, soube que eles queriam que eu fosse lá, isso enquanto que onde eu estava é que se encontrava o delito descrito no Estatuto do Torcedor. Soldado Dias, com toda sua pose, parecia não enxergar que havia desordem, confusão ou o crime da venda de ingressos, logo ali à sua frente.

E é assim, por trás dos panos e à frente da razão que não conseguimos nos organizar para nada, deixando de sermos efetivamente grandes.

O fato da Oeste custar R$45 - ou algo assim -, só corrobora com isto.

Espero que baixem a Oeste também, façam promoção de meia para todo mundo e pacotes atraentes: assim evitamos ter torcida apenas de um lado, evitamos cambistas e fidelizamos o torcedor.

Acabamos também com a zoação que ouvi hoje de um tricolor amigo: "vou levar um gringos lá no vazião, digo, Engenhão".

Vamos lotar! Apoio Incondicional!

SAN

K1

domingo, 13 de julho de 2008

Botafogo B: garoto novo - Chocolate Suiço

Espero que a excursão à Suiça renda muito, mas muito dinheiro.

Porque manchar nossa história com um vexaminoso 6 x 0 para um tal de Young Boys que nem sei daonde é não tem dinheiro que pague - apenas ameniza.

O time tava zoando?

A matéria que li era muito superficial e não detalhava a catástrofe, mas de fato gostaria de saber quem foram os (ir)responsáveis por esse vexame, esse fiasco, essa desgraça que mancha nosso currículo. Os culpados devem pagar por isto.

Em pensar que os europeus lembram da gente pelas primorosas exibições do Garrincha e, mais recentemente, pela corajosa e voluntariosa conquista da Taça Teresa Herrera, que jogamos com uniforme do La Coruña porque não levamos o segundo uniforme ao estádio e a final era contra o Juventus de Turim, que vencemos nos pênaltis após empate de 4x4.

Era um Botafogo que não deixava a chama se apagar, que honrava o manto - mesmo quando jogava com camisa de outro clube por falta de organização e competência da diretoria.

Diretoria aliás que, segundo o Rotenberg, 12 anos depois, tem feito o seu papel. Tem? Não vejo isso bem dessa forma não: acho que falta a contratação de craques, chega de apostas. Dispensa a maior parte, fica apenas com os melhores e recomeça tudo de novo.

Deixo aqui o vídeo da final do Botafogo superando a Juventus - 10 minutos memoráveis e que valem cada momento.



Tem que mostrar isso para os jogadores. É assim que se representa o Glorioso.

Isto no intuito de lembrarmo-nos de que fazemos história a cada segundo e que, ao menos de nossa parte, primeiro devemos apoiar incondicionalmente, depois cobrar conscientemente.

SAN

K1