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domingo, 25 de janeiro de 2009

Glorioso realismo

Conversei hoje com meu tio - responsável por eu ter revelado minha Gloriosa essência -, alvinegro dos bons, do tipo realista doa-a-quem doer, pé-no-chão. Foi taxativo: 'com esse time que está aí, do jeito que está brigaremos para não cair no brasileiro'.

E no Carioca?

'No classificaremos apenas com sorte para as finais. Mas basta pegar o Zé Roberto pela frente que ele deixa todos pra trás e prontos para serem internados: nossa defesa é muito ruim'.

Suas palavras em maioria encontraram eco em mim: já comentara de como acho Leandro Guerreiro mal aproveitado ali atrás. Muito melhor seria ele no meio, tornando-o mais combativo. Atrás não tem o 'cacoete', como disse meu tio.

No post sobre o jogo já questionara: Emerson? Lento, sem impulso... e Juninho, bem, poderia ser o líbero e tal, mas o fato é que precisamos de alguém mais ágil. As bolas pelo alto, como vimos no jogo contra o fraco Boavista, cujos gols foram marcados em falhas gritantes de marcação. Não pode o atacante deles ganhar daquela maneira de nossa defesa: ele pulou meio corpo a mais. Não pode o rebote sobrar livre nem dentro e nem perto da grande área - por mais competente que tenha sido o chute, um golaço, todos os peladeiros sabem do que falo.

E na linha do que o Fernando Gonzaga comentou no post abaixo, meu tio completa: Léo Silva (e Emerson) é banco!

Meu tio segue quebrando as ilusões iniciais: Lucas Silva é um Lúcio Flávio piorado; Eduardo é banco também, pois irresponsável, perde infantilmente a bola e não volta para brigar por ela - deveriam ter mantido o Luciano Almeida, uma opção financeiramente viável, gostava dele também; Reinaldo vira e mexe está machucado, o que é um problema, pois o Diego é lento.

'E o esquema tático do Ney sempre foi esse', dispara meu tio: 'tem é que acertar aquela zaga, levar o Leandro Guerreiro pro meio e liberar o ataque, senão não vamos conseguir nada'. Ele não elogiou, mas deu pra perceber que, como eu, acha que o sistema ofensivo é o que pode nos dar mais alegrias este ano.

Enfim, o ápice da conversa foi a frase de meu tio: 'uma folha salarial de hum milhão e cem, hum milhão e poucos é folha de time que briga para não cair. Não é para nos iludirmos. O pessoal até que contratou direito, dentro da nossa realidade'.

Eu, como otimista que sou, lembro que a realidade se molda de acordo com as nossas vontades, de nosso pensamento: basta realizarmos as transformações necessárias dentro que isto se espelhará fora.

Atenção à defesa, combate no meio, precisão no ataque e seja o que o Glorioso quiser!

SAN

K1

domingo, 9 de novembro de 2008

10controle - Estudiantes e Flamengo

Mais uma vez não postei sobre os jogos realizados.

Por um lado devido ao meu avô ter voltado ao CTI e inspirar cuidados, por outro por precisar de um tempo para respirar e colocar as coisas no lugar.

Faltam 5 jogos no brasileiro, estamos a 12 pontos do Palmeiras, último do G4 – que tem um jogo a mais no momento desta projeção, ou seja, essa diferença pode cair para 9 – e o Flamengo, o quinto, está apenas a 8 pontos a nossa frente e no momento em que escrevo nos enfrentamos no Maracanã.

Jogo no qual já começamos a ser roubados no primeiro minuto, com penalidade não marcada de Bruno em Jorge Henrique – aliás: fica JH! Também, com o juiz escalado, queria o quê: o cara foi o décimo-segundo jogador do último título roubado pelo Flamengo das mãos e pés do Botafogo.

E quando não nos metem a mão, metemos a mão nós mesmos, no caso no cartão amarelo do juiz, desestruturando e desequilibrando uma arrancada que poderia render algo mais: afinal, fizemos dois gols e faltavam ainda 25 minutos no segundo tempo. Tem time que faz 3 gols em 10 minutos. A torcida estava apoiando, chegou com o espírito do ‘eu acredito’, enfim...

Tudo começou mal quando Renan, nosso promissor goleiro, aceitou uma bola cruzada defensável com menos de 5 minutos no primeiro tempo. E olha que até ali vínhamos jogando muito bem, atacando. Mas o segundo gol dos argentinos surgiu da falta de combate do meio-campo e fragilidade e exposição da defesa – tal qual surgiu a penalidade convertida pelo Flamengo no jogo de hoje: falta de combate do meio-campo, exposição da defesa e falta/falha do Renan.

Aliás, com a derrota para o Flamengo caimos para oitavo lugar e o time já não demonstra muita organização tática: o que acontece, Ney Franco? O time se desestruturou em campo no segundo tempo, perdemos o meio por completo!

Eduardo entra pra ser expulso. Que descontrole: retrato do Botafogo nos últimos tempos.

Mas o que eu queria comentar é que já jogamos a toalha, declarando que usaremos os jogos restantes para acertar o planejamento para o próximo ano.

Eu acho que no mínimo deveríamos lutar para sermos os melhores cariocas da competição: isso deveria ser obrigação!

SAN

K1

domingo, 2 de novembro de 2008

dERROtaS: duas vezes prejudicados

Vi os jogos contra o São Paulo e contra o Atlético Mineiro da TV do hospital do Amparo, que fica na Rua Estrela, pois meu avô fora internado com pneumonia: fui escalado titular do turno noturno e obviamente me senti honrado por ter sido convocado, afinal devo a ele muito mais que 2/3 do meu nome. Dedicação ao trabalho, humildade, força de vontade, simpatia indiscriminada, seriedade e muitas outras qualidades mais vieram a reboque na história que vem sendo escrita há mais de 95 anos e que tanto me inspira.

Menos inspiradora, melhor dizendo, brochante, é a novela dos roubos contra o Glorioso: contra o São Paulo fomos prejudicados pelo gol mal anulado. Aliás, muiiiiito mal anulado. Até a Globo saiu em nossa defesa!

E hoje, contra o Atlético Mineiro também, a transmissão foi clara ao afirmar que o Botafogo não só merecia ter ganho a partida como foi claramente prejudicado com a marcação da penalidade, inexistente, e da expulsão, que valeria ao Rodrigo Sá - que vinha fazendo uma partida a meu ver correta - um cartão amarelo. Só a globo.com é que não registrou nada disso...

O time mostrou força de vontade, correu, se entregou, com destaque a meu ver para Renan - que mostrou que não se abalou com a falha no jogo contra o São Paulo - e fez importantes defesas, inclusive com arrojadas saídas com o pé; Jorge Henrique, sempre incansável e habilidoso ajudando na frente, atrás e executando o que lhe fora pedido taticamente - esse é identificado com o manto e joga, deve ficar para 2009, alô diretoria! -; Diguinho, outro identificado, lutador e que comandou o meio, aparecendo bem na frente; e, Carlos Alberto em uma de suas melhores exibições pelo Glorioso, fazendo jus à faixa de capitão sendo premiado com um golaço.

Destaques negativos, na minha visão foram dois: Wellington Paulista, que nada fez a não ser cair e fazer falta; e Eduardo, que entrou com cabelo estiloso, chuteiras idem e com um jogador a menos do nosso lado quis ficar enfeitando nos dribles e passar por três adversários mais de uma vez, sempre perdendo a bola e enfrentando contra-ataques, sem falar no gol perdido no bico da grande área, que isolou relativamente perto... mas dali, sem marcação, era rede!

Pecamos novamente nas finalizações, tendo acertado o travessão mais de duas vezes e com o goleiro deles fazendo importantes defesas. Decisivo novamente foi o juíz a favor do adversário, inclusive deixando de marcar faltas próximas à grande área mineira e, fiquei na dúvida, uma penalidade em Carlos Alberto logo no finzinho.

Enfim, quarta tem decisão e é o que foi dito na transmissão: o glorioso conta com a torcida e o apoio incondicional para seguir vivo na Sul-Americana.

No Brasileirão é ganhar todas pra beliscar uma Libertadores, cada dia mais distante.

Vamos apoiar! O exemplo dado pelas torcidas do Vasco e do Fluminense hoje deveria nos inspirar.

SAN

K1

sexta-feira, 15 de agosto de 2008

Freguês que deu trabalho - Botafogo 3 x 1 Atlético Mineiro

Vencemos, mas deixamos a desejar.

Faltou algo e apenas no final a coisa ficou boa e embalou. Deu pra sentir falta do maestro Lúcio Flávio. Bem como que deu pra sentir falta da torcida, que apareceu em pequeno número.

Destaque para Carlos Alberto com seus dois gols e para Eduardo, que entrou direitinho e fez o primeiro seu: mas ambos tem que firular menos e jogar mais sério.

O que me preocupou foi que me pareceu o tempo inteiro que o time não passava a bola para o Tiaguinho: espero que não seja um boicote contra a nossa nova Estrela. Depois que ele saiu o time abriu muit0 mais por aquele lado.

Túlio Souza e Zé Carlos mais uma vez deixando a desejar; Lucas Silva se mostrando uma boa opção de banco para o meio (Carlos Alberto e Lúcio Flávio); Renato Silva soberano na defesa.

Confesso que se o Atlético-MG fosse mais time, teriamos tido problemas hoje. Mas o que importa, além de ficarmos atento a isto, é que fizemos o dever de casa.

Nosso time parou no gol deles, que abriu o placar. Belo gol, necessário admitir. Mas eles recuaram e o Botafogo apesar de não jogar seu costumeiro futebol, deu conta do recado com um golaço de falta do Carlos Alberto, empatando ainda no primeiro tempo, que ainda viu uma bola na trava em cobrança de falta do Zé Carlos.

No segundo melhoramos um pouco e empatamos em bela jogada finalizada por Eduardo. No minuto final, ele, Carlos Alberto, estufou a rede com frieza e categoria sacramentando a vitória e a freguesia do Galo que toda vez que vai ao Engenhão vira galinha.

Vamos simbora, pro Engenhão: Torcer! Gritar! É Campeão!

Vamos comparecer!

SAN

K1

quarta-feira, 9 de julho de 2008

Semana boa

Após a confiante vitória sobre o Grêmio, onde o time jogou como há muito não jogava, podemos dizer que as últimas mudanças da semana passada deixaram o Glorioso novamente leve e de volta ao rumo.

Isto poderá e deverá se confirmar no jogo de amanhã contra o Vitória, no qual sentiremos novamente o desfalque de Carlos Alberto.

Gil deve estar fechando, mas, sinceramente, não sei o que dizer. Vamos ver como se comporta vestindo o manto. Mesma situação do Zárate, que teve um pequeno entrave, mas que parece estar garantido para o dia 03 de agosto - que é logo ali, depois de amanhã praticamente.

O que me preocupa é a ida da jovem promessa Luis Guilherme como goleiro do time B que vaí à Suiça disputar torneio e tentar fazer caixa. Esse tem que ficar, atenção diretoria! Ainda mais depois de sua declaração que demonstra seu amor pelo clube: "Sempre sonhei com esse momento [de jogar profissionalmente pelo Botafogo], e ele acontecerá fora do Brasil, o que é uma responsabilidade ainda maior. Eu e meus companheiros estaremos levando o nome do Botafogo para o mundo, e isso é motivo de orgulho." Luis Guilherme, você é que nos enche de orgulho com seu talento, simpatia e amor pelo Glorioso.

Quem acho que merece ficar também é o Eduardo, reitero o lembrete! Bem como questiono: onde está Wellington Junior? O cara jogou bem todos os jogos em que entrou. Por que não tem mais chances?

Chance deu o André Luis ao barbeiro que não derrapou e mandou ver um frisado no cabelo do nosso Sagat que volta após suspensão de cabeça nova: ele jura que isso não se refere apenas ao penteado e que vai parar de reclamar da arbitragem. Tomara que isso seja verdade e que o time siga o exemplo dele.

E em se falando de exemplo, Geninho está fazendo a parte dele. Ao menos na fala está colocando o time pra frente, adotando postura ofensiva para recuperação fora de casa. Agora, time ofensivo, com o Geninho, aguardemos a escalação. Pra cima deles, Fogão!

E quem está querendo partir pra cima dos nosso adversários e finalizar sua história futebolística na milésima página de forma gloriosa é nosso eterno Túlio Maravilha. Confira apaixonada entrevista, onde ele revela que quer voltar a jogar no Glorioso e marcar seu milésimo gol e que está livre para vir depois de dezembro de 2008. Por tudo, passado e presente, eu topo! Vamos fazer história juntos novamente.

E, por falar em história, podemos estar reescrevendo a nossa nesse Brasileiro a partir dessa seqüência de jogos fora de casa. A mentalidade, ao menos no discurso, está correta: é melhor uma vitória do que dois empatas. Agora basta juntar a isto nosso hino - não podes perder, perder pra ninguém - e subir como um Foguete rumo ao topo!

SAN

K1

sexta-feira, 4 de julho de 2008

Semana de mudanças

Essa semana foi movimentada.

Vou nem me prender aqui a mais um Maracanazzo, dessa vez tricolor, porque, por mais que tenha zoado, devemos reconhecer que chegaram com méritos à final e jogaram com raça. A postura do Renato, apesar de arrogante - podia ser um pouco menos, menos, beeem menos - penso ter sido fator fundamental para o time conseguir ter 'buscado o resultado' nos confrontos decisivos contra os maiores do continente.

Nem o nosso discurso mega-respeitador que mal transparece nossa vontade de vencer, nem a arrogância e empáfia deles moldades em palavras: o meio termo é o ideal. In medium virtus est - a virtude está no meio, já diziam os gregos e os romanos. Fica aqui o reconhecimento e os parabéns aos tricolores, que pecaram apenas por deixar o artilheiro dos gols bonitos no banco por tempo demais.

E falando nele, Dodô, já tem alvinegro eufórico pedindo a volta dele. Sinceramente? Não sei. Sinto-me meio 'mulher de malandro' quando ouso pensar nisso. E não sei como isso impactaria psicologicamente no grupo e na torcida, que, afinal, o brindou com a maior vaia da história do maracanã. E de que adianta termos um baita atacante se o técnico é retranqueiro?

Aliás, técnico que já se encontra na corda-bamba. Rumores indicam que um insucesso ou até uma má atuação contra o Grêmio este domingo já derrubariam Geninho. De fato, confesso que não me empolga seu trabalho. Não vejo padrão de jogo, empenho do time - e olha que normalmente quando muda técnico assim existe um pique de produtividade e energia de todos em busca de mostrar o seu trabalho. O que mais assusta é que Geninho tem escalado o que o Glorioso tem de melhor, ao menos no papel. Como destaque, ressalto a volta de Ferrero - antes tarde do que nunca!

Com esta mudança - será que só por causa dela? - quem perdeu lugar foi o zagueiro Bruno Costa, que não apenas foi pro banco, mas foi diretamente devolvido para o Boavista. Não achava ele com condições de titular, mas devolver assim de cara? A imprensa afirma que ele não chegou a ter chance. Discordo. Fora titular em 4 partidas e jogou mais 2, num total de 8 possíveis. Fato é que não agradou a torcida que tem em Ferrero e André Luís seus xerifões. Daí a não ser nem banco... até porque temos o intocável Renato Silva, que de fato tem se superado - mas que me passa às vezes uma insegurança devido à sua afobação quando levemente pressionado ao receber uma bola. Ainda penso que - já que tava aqui - podia ser opção no banco.

Quem nem no banco fica mais, passando a integrar o time B que vai à Suiça jogar uns amistosos na tentativa de se desfazer de uns encalhes e arrumar uma verba para melhorarmos as contratações na janela que se abrirá são: Marcelinho e Adriano Felício. O primeiro já se mostra insatisfeito há muito tempo - tanto quanto a torcida com seu futebol até aqui apresentado. O segundo até hoje não fez o que necessita para se manter em nosso time: gols. Sendo assim que consigam, de coração, ter sucesso em seus caminhos mesmo longe da condução da Estrela Solitária.

E pra relativamente longe foi o Abedi, que também não vingou no Botafogo, mas de quem gosto de graça e para quem torço por dias melhores no Juventude.

Reforço que pode estrear é o Lucas Silva. O vídeo abaixo demonstra que tem bom potencial. Está ligado à ability e veio da segunda divisão do campeonato mexicano. Ex-pedreiro, deve estar tranquilo com a pedreira quem vem pela frente. Sucesso no Glorioso.


Pra finalizar os comentários da mudança, os pêsames para todos os envolvidos na tragédia da boate Baronetti - que já não é de hoje é um antro de confusão. Não vou nem entrar no mérito do fato do filho de uma promotora precisar de um segurança pra lidar com pessoas de seu meio - uma coisa é precisar de segurança para viver, refém da posição social da mãe, concordo, outra coisa é ter um capanga armado pra se meter em briga de boate. Pronto, falei.

Mas o que queria mesmo abordar é a irresponsabilidade do Diguinho e do Eduardo. Sobrou pro Eduardo, que ainda não conseguiu se firmar e, além de ter recebido as mesmas punições que Diguinho, ainda foi parar no time B. Injusto. A punição deve ser a mesma para os dois. Eduardo ainda é garoto, precisa ser enquadrado com zelo, tem potencial e não precisa ser negociado por causa deste episódio. Diguinho por sua vez teve boa atuação, mas acho que isto não vem ao caso: profissionalismo tem que estar acima disto; respeito ao clube mais ainda! Será que as ofertas européias já o fizeram balançar mais que os sons das pistas?

De tudo isto, fica a impressão de que estamos 'perdendo peso', ficando mais leves deixando o elenco mais enxuto e tirando uma nhaca que começou há quase um ano com o caso do Dodoping e culminou no episódio da calcinhas.

O que não pode é ficar fazendo coro com falácias da imprensa e ficar reforçando um pensamento medíocre de que se está abalado. Tem que parar com isso e recobrar os brios. Auto-confiança é fundamental. Túlio afirmou que "estamos com medo de errar e por isso perdemos". Pois então ousem. Como diria o filósofo escandinavo Soren Kirkegaard: "Ousar é perder o equilíbrio momentaneamente, não ousar é perder-se para sempre".

Já perdemos nossa ofensividade, já perdemos nosso jogo encantador. Tá na hora de recuperar nosso terreno, se lançar a uma nova fase e entrarmos novamente em nossa gloriosa órbita.

E pra isso o apoio incondicional da torcida é fundamental: não vamos ao estádio por esse time. Vamos ao estádio pelo Glorioso. É a torcida que demonstra a grandeza de um clube, quão acima dos acontecimentos externos e das paixões ele está: essa sim é a maior declaração de amor que podemos dar.

LOTAR e INCONDICIONALMENTE APOIAR!

SAN

K1