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quarta-feira, 21 de janeiro de 2009

Supernova e buraco negro na Constelação Gloriosa

A Supernova, estrela em formação que iluminará nossos céus, é Victor Simões, que parece que tem se esforçado nesta pré-temporada e que vem fazendo bonitos gols segundo a imprensa especializada, que tem veiculado depoimentos que me apresentam um atacante que tem tudo para dar certo no Glorioso.

O Buraco Negro é o hermano Zárate: chegou acima do peso, não jogou nada, recebeu o que lhe deviam e mesmo assim anda pisando na bola e dando declarações duas-caras. Para a imprensa brasileira e aos dirigentes alvinegros diz que quer ficar, ser reintegrado; para a imprensa argentina diz que quer defender o Quilmes, já tendo dito que estava insatisfeito no Botafogo, algo que fez questão de desmentir e colocar nos ombros do repórter 'sensacionalista'. Tem que ser profissional, para não falar homem, e assumir o que diz e o que faz. E precisa ter auto-crítica. Até aqui não fez nada no Glorioso.

E pelo visto não vai fazer.

Situação bem diferente da apresentada por Victor Simões, que carrega o triunfo nas costas e, ao menos nas declarações, sabe do que precisa fazer para ser um vencedor.

SAN

K1

sábado, 20 de dezembro de 2008

A voz do povo não ecoa em General Severiano - resultado das enquetes

Ambas as enquetes tiveram baixa participação, portanto seu resultado deve ser analisado com cuidado, pois pode não representar a maioria de nossa torcida.

Contudo, vale ressaltar que todos os resultados são contrários ao que estamos vendo se concretizar em General Severiano. E como a voz do povo é a voz de Deus... tomara que não queimemos no inferno futebolístico ou encaremos um limbo em 2009.

A primeira enquete, sobre a permanência do Ney Franco, indica que 60% não aprovam a permanência do técnico - algo talvez justificado pela queda de rendimento, pela falta de pegada ao comentar o desmonte e por uma conversa fiada sobre 'crença no trabalho e reforços': não há reforços à altura e os resultados não aparecem em 2008.

Na segunda enquete, sobre quem deveria permanecer no elenco a realidade é ainda mais cruel:

Lúcio Flávio - 100%

Diguinho - 25%

Wellington Paulista - 0%

Jorge Henrique - 25%

Zárate - 25%

Lucas Silva - 50%

Nenhum deles - 0%

Como vemos, Wellington Paulista, segundo a torcida, já vai tarde - eu, contudo, sentirei a falta dele! Bem como sentirei - e pelo visto não serei o único - a falta de Diguinho e Jorge Henrique. Aguardemos sobre o futuro de Lucas Silva.

Enquanto isso, o Botafogo passa de vitrine da Ability para vitrine da Traffic... sei não, será que só mudamos de grife?

Temos que mudar de postura! Li que vamos investir mais nas bases. Que seja! Mas pra esse ano de 2009 isso não resolverá. Difícil esperar resultado das bases também em 2010: precisamos aprender que as coisas levam tempo para se consolidar. E que se desfazem num instante. Mas isto aprendemos na veia com esse desmonte instantâneo de nosso time.

SAN

K1

sexta-feira, 10 de outubro de 2008

Superação, teu nome é Botafogo

Poucos eramos apoiando o time.

Mas este fez valer o manto que vestia e de virada se apoderou do nome do time adversário: Vitória do Botafogo.

E se é de nosso time, não poderia vir sem luta, sem drama, do tipo a desafiar nossa gloriosa fé e amor alvinegros: era uma noite repleta de história, com diversos personagens principais.

Zárate, que se movimentou bem, cabeceou melhor ainda, fez o primeiro seu e do Glorioso na partida e não comemorou com o time em campo, mas com os reservas a beira do gramado, deixando Túlio que cruzara precisa e belamente sem o abraço e agradecimento. Tomara que não seja nenhum problema de relacionamento.

Túlio, que cruzou muito bem e atuou como lateral no lugar do Alessandro, que parece que sentiu e foi sacado pelo Ney Franco, este também um dos personagens de importância.

Ney tem sido destaque não apenas na ousadia durante as partidas, mas no otimismo entre elas. Pensa grande. Arrisca. E tem sido, quase sempre, correspondido. Mostrou peito ao sacar o inexpressível Gil por volta dos 15 do segundo tempo mesmo o tendo colocado lá pelos 35 minutos do primeiro. O jogador parece não ter gostado: foi direto pro chuveiro. Você acha que ele merecia ser substituído?

André Luis, nosso gigante que cabeceou pro terceiro gol quase no ângulo do goleiro Viafara, que fazia dupla com o Biafra - lembram dele? Então, não resisti à piada.

E foi numa das saídas de nosso goleiro-cantor que o personagem de maior destaque se consagrou.

Podia ter sido diferente: foi dos pés dele, Lúcio Flávio que caído pedia falta - você acha que foi? -, que foi roubada a bola que originou o contra-ataque e o gol do Vitória, cujo atacante ficou cara-a-cara com Renan, que não podia fazer nada, estava vendido, mas ao menos poderia ter saído um pouco melhor: foi sem tempo pra cima do atacante adversário, ridiculamente driblado, sem esboçar defesa. Mas durante o restante do jogo garantiu. Gostou da atuação dele?

Mas estavamos falando da atuação de gala que entrou para a história, revertendo um início questionável, tal qual o fez o Botafogo, que virou para 3x1.

O segundo gol foi uma obra de arte: nosso maestro marcou seu 50. gol com o manto sagrado, uma pintura de cobertura, tirando do goleiro adiantado e do zagueiro embaixo da trave que caprichosamente ajudou a colocar a bola nas redes e nosso craque nos braços da torcida.

Voltamos ao G6 e temos que torcer pelo empate entre Goiás e Inter, pela vitória da Portuguesa diante do Coritiba e da vitória do Galo mineiro contra o Flamengo.

Na outra rodada fica melhor ainda, com confrontos entre nossos adversários diretos, chance clara de assumirmos posição vantajosa na tabela.

No jogo dessa rodada do Furacão contra o Fluminense a coisa é pela base da tabela e não nos diz respeito: vai de cada um torcer pelo Furacão ou não. Eu não me incomodaria de ver sendo feita a justiça e acompanhar o tricolor carioca ano que vem jogando a série B como todos fizeram, menos eles, que pularam da terceira direto pra primeira divisão. Mas não investirei mais paicas em assunto de segunda ordem, quinta categoria e terceira divisão.

O próximo jogo, contra o Santos, é vital para as nossas pretensões e a presença de nós, gloriosos alvinegros, no Engenhão é fundamental.

Vá ao Engenhão e leve mais 3 Estrelas Solitárias consigo. Assim fazemos nossa Constelação Gloriosa brilhar como uma gigante Estrela Solitária que ofuscará o peixe no fundo de seu mar de lama e nos alçará aos céus da merecida glória.

Ainda é cedo, temos ainda 9 rodadas pela frente, mas mais que sonhar, é preciso ter fé e atitude de apoio incondicional para realizarmos nossas metas, que nada mais são do que sonhos com deadline.

O próximo é sábado, dia 18.10 , 18:20 horas e quero te ver lá no Engenhão: TORCER! GRITAR! É Campeão!

Saudações AlviNegras,

K1

domingo, 5 de outubro de 2008

E o juíz levou...

"Hold on Dorothy, 'cause Kansas is going bye-bye!"

Essa citação de Matrix que faz por sua vez alusão ao clássico 'E o vento levou' representa muito nossa atual fase:

De um time novamente com promessas de dar alegrias... mais uma vez tropeçamos e estamos 10 pontos atrás do líder. Com 10 rodadas acho que já dá para dizer que o título está muito difícil. Mas ainda dá para salvar o ano com a vaga para a Libertadores e não devemos menosprezar isto e sim lutar com afinco redobrado.

O problema é que agora a crise financeira chegou na mídia e os salários de dois meses não chegaram aos jogadores, dando margem a corretos comentários - mesmo que fora de hora - de que 'quem trabalha, merece receber'.

O que me assusta é que o clube deve uma premiação de R$150mil ao grupo por este ter chegado ao G4.

ABSURDO!

Premiação para chegar e não para se manter? Deveria ser algo conferido no final do torneio, não?

E a torcida não comparece a ponto de não termos renda e sermos sacaneados tendo nosso estádio chamado de 'Vazião'.

Ah sim, mas o post era sobre o jogo... diretamente influenciado pelo juíz por ter expulsado injustamente o Jorge Henrique - alô jurídico, vamos recorrer para ele não ficar de fora no próximo jogo! -, além de não ter marcado algumas importantes faltas perto da área. Mas é o que o Diguinho declarou: não foi a expulsão e sim a desatenção no segundo gol que determinaram a derrota.

E digo mais: no primeiro gol também.

Ney Franco até mexeu correto, botando o time pra cima, mas com as peças de reposição que ele tem... Gil? Zárate?

Ele ainda teve a coragem de elogiar o gordinho argentino, que recebeu comentário no bar de que deveria ter perdido o triplo do peso, pois continua visivelmente acima do peso e abaixo do bom nível do futebol. Lembro-me de 3 jogadas: uma boa matada na qual levou falta por trás; uma boa virada para um sofrível chute, melhor, recuo; e um bisonho toque-lançamento muito forte e muito a frente de nosso lateral.

Fato é que não ameaçamos o gol adversário direito, nosso maestro desafinou e além de não bater bem as faltas deixou de aproveitar uma clara oportunidade na qual ia entrar sozinho na grande área, mas não dominou a bola. Carlos Alberto lutava muito, cutucava o adversário e os deixava loucos - aliás, como são violentos! -, mas fato é que rodava de um lado, rodava do outro e nada. Boa chance mesmo foi a jogada do Alessandro, que comeu um, dois - sim, eles gostam! - e chutou prensado em bola que quase morre no canto oposto do goleiro gremista. Se tem um matador ali metia o bico na bola e corria pro abraço.

Enquanto isso, do nosso lado, Castillo e Renan foram bastante exigidos, com destaque para o segundo que saio muito bem tanto por baixo quanto pelo alto, sem culpa no segundo gol, enquanto que no primeiro, por mais que a bola tenha desviado na zaga, o posicionamento muito a frente tenha impossibilitado Castillo de chegar na bola, que passou muito perto e no raio das bolas defensáveis. De toda maneira, falha maior da defesa que deixou o gremista matar a bola, girar, ajeitar e chutar - assim fica fácil.

Difícil é escrever estas parcas linhas, sabendo que bastava pouca coisa pro cenário ser muiiiito diferente.

A começar pela torcida, que comparecendo apoiaria e incentivaria mais o time, garantindo receita pro clube e pressão nos jogadores, o clube teria as finanças mais sadias, os jogadores estariam mais confiantes e até mesmo 10 pontos do líder não nos fariam sentir este desconforto: afinal, temos dois jogos em casa, onde os 6 pontos são obrigatórios. Com dois tropeços dos líderes a diferença já cai pra 4 pontos novamente. No fundo, tudo é possível!

Então o resumo da ópera é que nada está perdido, mas tudo depende do amor que o alvinegro pode demonstrar, lotando o Engenhão: daí começa uma onda positiva que contagiará a todos.

Faltam 3 confrontos de ida-e-volta na Sul-Americana para sermos campeões. E um pouco mais de atenção para figurarmos entre os que estarão ano que vem na Libertadores e lutar sim por algo mais no brasileiro: se até o Flamengo fala em título, porque nós não?

Vamos pensar e agir grande! Vamos lotar o Engenhão!

Saudações AlviNegras,

K1

quarta-feira, 27 de agosto de 2008

É isso aí mesmo, e acabou!

É, é isso aí mesmo. Não chega mais ninguém e rezemos para que nos últimos 4 dias de janela de transferência ninguém mais saia.

A sonhada contratação do Thiago Ribeiro - competente atacante de ofício -, foi descartada pela diretoria devido à 'complicada negociação': leia-se, alto custo. Pois apesar de não saber dos valores, digo que valeria o investimento.

Ney Franco, na mesma matéria, elogia - como não poderia deixar de prestigiar - seus 5 atacantes, mas eu reitero: confio apenas em 2 deles e isto já com fé alvinegra. Precisavamos de alguém que realmente resolve e sabe o que é ser campeão e levantar uma taça e estas qualidades o Thiago reunia. Gil, Fábio? Aham...

Mas é isso. Neste mesmo tempo, o Flamengo traz Gonzalo Fierro que não apenas pelo apelido de 'Jovem Pistoleiro', mas principalmente pelos comentários da imprensa especializada chilena e sua importância para a torcida do Colo Colo, promete render.

Tomara, para a gente, que sua faceta de pistoleiro renda mais histórias com pistoleiras em sítios pelo interior deste Brasil varonil. Mas apenas para finalizar: além desta jovem promessa o time da Gávea contratou ainda mais 7 (sete) jogadores, com destaque para Marcelinho Paraíba - que se não é lá grandes coisa, é melhor do que o Souza: ou seja, eles reforçaram seu time de verdade.

Gil é melhor que Wellington Paulista aonde? Fábio? Alexsandro - por aonde anda?

A esperança - temo sempre quando uso esta palavra, prefiro a Fé; sutil e vital a diferença! - alvinegra é Zárate, cuja estréia virou novela mexicana, apesar de ser argentino. Parece que o desenlace da trama ocorre no jogo contra o Náutico: mais um ingrediente para dar o que falar, pois o clima é de revanche para dar o troco. Só não podemos perder a cabeça, nem a razão: basta colocar pressão das arquibancadas para eles sentirem a força e a pragaalvinegra.

Estrela de Luz, que me conduz, Estrela que me faz brilhar!

Pois não sonho, vivo a realidade do Glorioso.

SAN

K1

segunda-feira, 25 de agosto de 2008

Um empate que vale uma derrota e acorda para o restante do campeonato

E o fraco - poder-se-ia afirmar medíocre - time do Vasco empatou aos 44 minutos do segundo tempo em um jogo onde a tônica era simples: ali, daonde eu estava, só vi o Botafogo dominando e atacando e o Vasco se defendendo, sem sequer passar do meio-campo - apenas a Globo.com complicou, dizendo que foi equilibrado.

1 x 1 foi um resultado justo apenas se encararmos o fato de que quem não amplia, leva.

E logo em uma rodada onde tudo conspirou a favor de passarmos uma semana inteira como vice-líderes. Mas o caminho AlviNegro sempre foi assim: árduo, de luta e superação após bobeadas próprias.

Afinal, já diz o nosso hino: não podes perder, perder pra ninguém. E como não se pode ganhar sempre, acabamos volta e meia perdendo para nós mesmos.

E olha que dessa vez a derrota foi um empate.

Devido à desorganização na venda de ingressos de meia - que haviam esgotado em General Severiano durante a semana - em meio ao tumulto causado pela falta de um gradeamento e organização das filas entrei com 7 a 10 minutos de jogo - apesar de ter chegado 17h25 ao maraca.

Soube que o Vasco começou melhor, mas depois que pisei no 'maior do mundo' só vi dar Botafogo. Nosso domínio era amplo e irrestrito. Durante boa parte do jogo o time da colina nem sequer passava de seu meio-campo e suas tentativas eram facilmente desarmadas por nosso competente meio-campo.

Mas a competência faltou no ataque que ainda carece de um homem-gol a altura do restante do elenco. Wellington Paulista até deixou o dele, mas Gil e Fábio provaram mais uma vez que não são solução para a ausência de Jorge Henrique. Tomara que o Zárate resolva, pois até mesmo o Wellington Paulista precisa fazer mais para se dizer titular de um time como o Glorioso Botafogo.

Ademais, jogamos quase metade do segundo tempo sem atacante de ofício, pois Wellington Paulista fora substituído por Fábio, que como o primeiro também se lesionou e teve que ser substituído logo após entrar, queimando uma substituição de Ney Franco, que havia trocado o ineficiente Gil pelo Zé Carlos, passando o endiabrado Carlos Alberto para o ataque.

E foi ali pelo lado do lento Zé Carlos - que muitos ficam chamando de sem-sangue - que o recém-entrado vascaíno Madson usou seu frescor e velocidade para dar uma corrida no Triguinho, que além de cansado esteve mal no apoio à defesa: o resultado foi uma falta perto da grande área e um amarelo, além do gol, claro.

Sobre o gol, ficam três registros:
  1. Se é pra fazer falta, faz no meio-campo. Até uma expulsão teria valido a pena por esses 2 pontos perdidos.
  2. A zaga não pode ser impecável 99,9% do tempo e ter esta falha de atenção na hora do adversário bater a falta.
  3. O goleiro não pode ficar vendido daquele jeito - aqui vale o registro desta ser uma das bolas mais difíceis para o guarda-metas, por se tratar de tiro direto ao gol com alta possibilidade de desvio em um curto espaço e jogada muito rápida. Todavia Castillo estava no canto e deu um passo para o lado, sem objetividade, sem ter tentado interceptar a bola.

Com este tipo de situação, lembrando o fatídico jogo contra o Corinthians em Sampa, onde ele falhou bisonhamente no gol de falta, e com as recentes atuações primorosas de Renan, começo a puxar o coro de "Ah, ah, ah, Renan é titular!" - emendo clamando por espaço no time e/ou banco para o Luciano Almeida e para o Wellington Jr.

Na comunidade do Botafogo no Orkut tem gente criticando e pedindo a cabeça de nosso maestro Lúcio Flávio - meu comentário aqui é o mesmo que lá: sem ele o Glorioso provou que joga pior, ele cadencia o time. E tem umas cabeças a serem pedidas antes: Gil, Fábio, Zé Carlos...

Lúcio Flávio precisa melhorar? Sim, mas não é cornetando com o time invicto e na cola do líder, mostrando disposição e vontade que iremos conseguir algo. A hora é de apoio incondicional. É a vez da torcida mostrar que faz a diferença e que acredita no time: vamos lotar o Engenhão no sábado contra o Náutico e deixar os jogadores deles Aflitos. ;)

Finalizo registrando a saudade do Maracanã: o Engenhão é nossa casa, mas o 'maior do mundo' tem um charme só seu. É bom voltar lá de vez em quando: poderiamos fazer ao menos um jogo por mês lá. Ainda mais que lá tem ambulante vendendo cerveja pelo clandestino preço de R$5 a latinha. É a imperadora falta de organização que atrapalha as coisas - vale o registro da saudade de poder ver o Glorioso tomando uma cervejinha e comendo um amendoim.

Mas o empate que valeu por uma derrota também serviu para nos acordar para o restante do campeonato: seremos vice-líderes em uma ou duas rodadas.

Próxima semana o Grêmio perderá do embalado Vasco; o jogo Cruzeiro e Coritiba - dois que estão na briga com o Glorioso - terminará empatado ou com vitória do Coxa; o Palmeiras tropeçará no Furacão Atlético Paranaense, que necessita de uma vitória para não parar na zona de rebaixamento; o São Paulo empatará ou perderá do Santos; e nós faremos nosso dever de casa.

No sábado é simples:

Vamos simbora, pro Engenhão: Torcer! Gritar! É Campeão!

SAN

K1

quinta-feira, 21 de agosto de 2008

G3 - O Melhor do Rio é AlviNegro e tem Estrela

Mesmo não jogando bem, jogamos o suficiente para ganhar - 1 x 0 Cruzeiro - na pressão, da qual a torcida deve se orgulhar inclusive de fazer parte: os 23mil torcedores presentes apoiaram maciçamente o time, que, se não jogou tão bonito e convincente - errando muitos passes -, ao menos foi lutador até o fim e por isto recompensado. A sorte acompanha a quem se esmera.

Renan mais uma vez mostrou titularidade ao sair bem em bolas altas e fazer uma defesa dificílima no final do jogo, garantindo-nos os três pontos. Precisa apenas ser mais 'malandro', controlar melhor o tempo e a posse.

Edson entrou bem no lugar de Renato Silva. Quem destoou foram Gil, que perdeu duas chances claras de gol, e Carlos Alberto que não lembrou em nada suas atuações passadas. Este último errando muitos passes, firulando e extremamente faltoso e violento. Não entendi por que o Ney Franco não o substituiu. Triguinho e Tiaguinho também erraram muitos passes e cruzamentos.

Ney Franco aliás que está de parabéns pelo trabalho e ousadia. Mexeu bem na equipe após a expulsão do jogador adversário, trocando um meia-defensor por um atacante.

O gol, de penalidade cavada, veio na segunda parte do segundo tempo, que o Cruzeiro jogou boa parte com um jogador a menos. E mereciam ter mais gente expulsa, pois como batiam os cruzeirenses. E como o goleiro Fábio fazia cera na hora de bater os tiros-de-meta - isso até levar um amarelo: a torcida não perdoava e vaiava cada retardo provocado por ele já desde o início do primeiro tempo quando ficou claro a todos a atitude anti-desportiva do referido guarda-metas. O juíz tomou uma atitude apenas no meio do segundo tempo.

E se a penalidade foi duvidosa na que foi marcada, em outras 2 ou 3 situações seria possível facilmente marcar penalidade. Lúcio Flávio bateu com categoria no canto esquerdo do goleiro, seu direito e mesmo o goleiro quase pegando, garantiu o placar, os pontos e a felicidade da torcida que eufórica e confiante saiu cantando o hino por todo o percurso.

Clímax parecido ao nosso gol ocorreu quando o alto-falante do Engenhão anunciou praticamente em seqüência os gols da virada do Inter sobre o Palmeiras, o que nos tornava ali integrantes do G3 e donos de uma cobiçada vaga na Libertadores - Íííííííí, Libertadores ano que vem tamo aí!

Agora, o que acontece com Zárate e com nossa diretoria? Era pra ele ter sua estréia na primeira semana de agosto. No Flamengo, Marcelinho Paraíba chega e joga. Por que com nosso caso é diferente? Quem pagará por esse atraso. Enquanto isso nosso ataque continua perdendo gols por falta de pontaria.

E se o Thiago Ribeiro vier mesmo aí é para sonharmos alto, com o topo.

É para lá, que é o seu lugar, que a Estrela voltará.

SAN

K1

quinta-feira, 14 de agosto de 2008

Sul-Americana - vai começar com as bênçãos de São Jorge

A Sul-Americana enfim vai começar e nos proporcionar a oportunidade de apagar o vexame cometido em 2007. Só depende do novo grupo e de nós torcedores, que devemos lotar o Engenhão para mostrar que a pressão é total, dentro e fora de campo.

Fui comprar o ingresso hoje em GS e pelo que o porteiro falou e eu pude constatar a mobilização tá fraca. Parece que menos que mil pessoas compraram. Segundo a previsão do porteiro não dá mais de 10 mil nesta quinta. Pena, tá na hora de mostrarmos a força do conjunto Glorioso. E não se pode reclamar da entrada: R$5 meia e R$10 inteira na Leste Superior, onde fica inclusive a Constelação Gloriosa, BotaChopp, TES, Fúria e a maioria da galera independente.

Já o time promete.

Parece que o grupo está de fato motivado. Mas meu comentário recai mais sobre uma superstição - e afirmo: Jorge Henrique será o craque da competição e fundamental para o título.

Não somente por ter ficado para honrar o manto sagrado, não apenas por estar jogando uma barbaridade novamente, não obstante ao discurso cheio de confiança no grupo e na conquista, mas principalmente por ter sido inscrito com o número 23 - dia de seu aniversário e também número de São Jorge, que o cobrirá com seu manto, o defenderá com seu escudo e o armará com sua lança para que os inimigos tenham pés, mas não nos alcancem, que tenham mãos, mas não nos toquem, que tenham olhos, mas só nos vejam ao final, erguendo a taça. Anotem, São Jorge Henrique será o fator decisivo.

A 7 mágica de Garrincha ficou para o Gil, que, Deus e o Anjo das pernas tortas queiram, será iluminado e agraciado com o novo número, desencantando no Glorioso e sendo co-autor junto ao nosso Ligeirinho da história que escreveremos ao levantarmos a taça da Sul-Americana.

Bola fora para a diretoria que não conseguiu inscrever Zárate a tempo. Sem comentários. A diretoria deveria pedir ressarcimento parcial pelo prejuízo causado pelo atraso do presidente do USF - Unión Santa Fé, clube anterior de Zárate.

Vamos comparecer e lotar o Engenhão!

SAN

K1

segunda-feira, 28 de julho de 2008

Pressão AlviNegra

Só faltou o gol.

Tá certo que na Era Cuca também só faltou o título, só faltava aquele golzinho... se pensarmos neste sentido, nada mudou e não vale empenhar energia em forma de letras juntadas em palavras para descrever a supremacia AlviNegra hoje no Maracanã.

O que faz valer esse post, mais do que manter o registro sempre pós-jogo, é o fato do time ter jogado de maneira vitoriosa, sem se acovardar, partindo pra cima. Até substituir o eficaz Túlio pelo atacante Gil o Ney Franco fez, na busca de traduzir o amplo e indiscutível domínio em gols. Ney Franco está certo em afirmar que 'a partida só não foi perfeita porque não fizemos o gol'.

A FlaPress deve ter visto outro jogo, pois só relata - o tom da matéria não deixa transparecer nossa gloriosa supremacia - nosso domínio no segundo tempo e ainda credita ao adversários diversas chances. O Flamengo não viu a cor da bola no segundo tempo e no primeiro o domínio, a meu ver, também foi mais nosso, sendo que eles tiveram as melhores chances. Fato que - mesmo no segundo tempo - se o adversário tivesse atacante competente teria complicado, pois deixamos alguns espaços (buracos?) em contra-ataques e temos que nos resguardar uma vez que nosso ataque não está com a pontaria afiada.

Foram inúmeras chances desperdiçadas e temos nisto um fator a ser treinado: pontaria e conclusão.

E uma conclusão inevitável a que cheguei foi a de que Lúcio Flávio não pode sair do time. Zé Carlos até ajudou a compor a defesa e a desarmar o adversário, mas não sabe armar e apenas com a entrada do Maestro é que voltamos a ver o 1-2 abrindo espaços. Todavia, apoio a atitude de nosso técnico de sacá-lo do time: isso deve servir de estímulo e mostrar que temos um elenco e que todos tem que dar o máximo de si. Nosso capitão precisa de maior agilidade e de definitivamente chamar para si a responsabilidade.

Ney Franco mostra comando e atitude quando diz que "ninguém tem vaga cativa no time" e que "admite fazer rodízio de jogadores em caso de desgaste físico". Isso de fato é bom pros jogadores e reforça a fé em nosso elenco, fortalecendo-o.

Aliás, o banco hoje estava muito bom, com jogadores de melhor nível do que os que serviam de banco para o Mestre Cuca e sinto que teremos um desempenho crescente em termos de resultados. Precisamos apenas fazer gol. E para tal, temos o Zárate chegando.

Mas a falta de gols, diante da mudança de postura, mais ofensiva, mais confiante, mais BOTAFOGO, chega a ser realmente um detalhe que acertaremos de primeira para estufar as redes do Brasileiro e da Sul-Americana.

Tem coisa maior guardada para nós: conquistaremos a América.

SAN

K1

quarta-feira, 9 de julho de 2008

Semana boa

Após a confiante vitória sobre o Grêmio, onde o time jogou como há muito não jogava, podemos dizer que as últimas mudanças da semana passada deixaram o Glorioso novamente leve e de volta ao rumo.

Isto poderá e deverá se confirmar no jogo de amanhã contra o Vitória, no qual sentiremos novamente o desfalque de Carlos Alberto.

Gil deve estar fechando, mas, sinceramente, não sei o que dizer. Vamos ver como se comporta vestindo o manto. Mesma situação do Zárate, que teve um pequeno entrave, mas que parece estar garantido para o dia 03 de agosto - que é logo ali, depois de amanhã praticamente.

O que me preocupa é a ida da jovem promessa Luis Guilherme como goleiro do time B que vaí à Suiça disputar torneio e tentar fazer caixa. Esse tem que ficar, atenção diretoria! Ainda mais depois de sua declaração que demonstra seu amor pelo clube: "Sempre sonhei com esse momento [de jogar profissionalmente pelo Botafogo], e ele acontecerá fora do Brasil, o que é uma responsabilidade ainda maior. Eu e meus companheiros estaremos levando o nome do Botafogo para o mundo, e isso é motivo de orgulho." Luis Guilherme, você é que nos enche de orgulho com seu talento, simpatia e amor pelo Glorioso.

Quem acho que merece ficar também é o Eduardo, reitero o lembrete! Bem como questiono: onde está Wellington Junior? O cara jogou bem todos os jogos em que entrou. Por que não tem mais chances?

Chance deu o André Luis ao barbeiro que não derrapou e mandou ver um frisado no cabelo do nosso Sagat que volta após suspensão de cabeça nova: ele jura que isso não se refere apenas ao penteado e que vai parar de reclamar da arbitragem. Tomara que isso seja verdade e que o time siga o exemplo dele.

E em se falando de exemplo, Geninho está fazendo a parte dele. Ao menos na fala está colocando o time pra frente, adotando postura ofensiva para recuperação fora de casa. Agora, time ofensivo, com o Geninho, aguardemos a escalação. Pra cima deles, Fogão!

E quem está querendo partir pra cima dos nosso adversários e finalizar sua história futebolística na milésima página de forma gloriosa é nosso eterno Túlio Maravilha. Confira apaixonada entrevista, onde ele revela que quer voltar a jogar no Glorioso e marcar seu milésimo gol e que está livre para vir depois de dezembro de 2008. Por tudo, passado e presente, eu topo! Vamos fazer história juntos novamente.

E, por falar em história, podemos estar reescrevendo a nossa nesse Brasileiro a partir dessa seqüência de jogos fora de casa. A mentalidade, ao menos no discurso, está correta: é melhor uma vitória do que dois empatas. Agora basta juntar a isto nosso hino - não podes perder, perder pra ninguém - e subir como um Foguete rumo ao topo!

SAN

K1