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quinta-feira, 25 de setembro de 2008

Do intervalo ao segundo tempo: atitude Botafogo!

Nos meiões do intervalo da Globo só os rebaixáveis Fluminense e Vasco. Por que isso? Saí pra lá urucubaca!

Curiosidade: o jogo do Palmeiras é um jogo chique, todo ton-sur-ton em verde-limão. E pra falar dos outros dois brasileiros da noite, Palmeiras e Atlético Paranaense, ambos empatam por enquanto. Nós precisamos vencer. Eles estão com um mistão, nós com nossa força completa.

Nos melhores momentos do intervalo, 4 foram do América de Cali e apenas 1 do Glorioso, que de fato precisa partir mais pra cima: aliás, o de sempre; atacar mais pro gol e menos pro vazio. Vamos vencer, Fogo!

Cena em que Lucio Flavio é escoltado para escanteio. Espero que aqui seja desnecessário garantir a segurança do adversário dessa maneira e que o clube colombiano seja punido.

Começa o Segundo Tempo

Aos 2 minutos e meio falta acintosa em Wellington Paulista e nada, nem marcado foi.

Aos 6, mais uma. Lucio Flavio vai bater. Ensaiada. Que primor! Carlos Alberto perde de cabeça com Wellington Paulista logo atrás. Típico gol que fará falta mais a frente.

Resposta rápida do América de Cali: defesa difícil de Castillo.

Contra-resposta na mesma velocidade: de novo Carlos Alberto desperdiça em bola cruzada e não cortada na área do América de Cali.

Aos 10, dois passos de nossa área, falta a favor do América de Cali: bola no travessão; independente de barreira abrindo, que porrada!

Essas duas estrelas fakes no ombro do América de Cali iludem, mas não ofuscam a Estrela Solitária, Gloriosa sempre!

Aos 16, André Luis leva corretamente o amarelo por levantar o adversário com uma tesoura lateral. Tem nada que aplaudir o juíz, André Luis! Numa dessas ele entende que é ironia e te expulsa e como ficamos?

Apesar de não fazer gol até os 20 minutos, ao menos no segundo tempo o Botafogo está melhor e podemos afirmar que está dominando a partida.

Tá. Só pra quebrar o meu último comentário, gol do América de Cali aos 27 minutos, em rara oportunidade de ataque no segundo tempo. Escanteio batido, cabeceio sozinho pro bico esquerdo da pequena área e chute sem marcação, tampouco defesa no canto oposto de Castillo.

No minuto seguinte estamos no ataque novamente. Mas nada.

30 minutos: falta de ataque de Wellington Paulista.

Aliás, quando nosso ataque irá marcar gols em uma partida, já que todas são decisivas - quer mata-mata, quer pontos corridos?

33. Sai Jorge Henrique, entra Lucas Silva. Sinceramente, não sei o que dizer.

A porção de provolone à milanesa do Itahy não está me tirando o amargo da derrota da boca. Vamos Fogo!

Renato Silva sobe pra tirar de cabeça. Nós estamos perdendo, mas eles é que aumentam o volume de jogo.

38 e clara simulação do América de Cali, mas nada de amarelo. E ainda falta pra eles.

Aos 45 minutos, Ney coloca o Zé Carlos - pra quê? Perder os preciosos últimos minutos? Enfim... e o Zé Carlos mostra ao que veio e que já deu: recém-entrado no lugar de Triguinho não consegue dominar uma bola claramente lançada e relativamente fácil de se dominar.

Mais demora durante a prorrogação. Juíz não dá desconto: 48 e nada mais. Não levou em consideração as substituições. paradas para atendimento, etc.

Etc, blablabla, etc, etc, etc, mais uma derrota, blablabla... o que dizer?

VAMOS GANHAR FOGO!

E olha que segundos antes do jogo eu postara sobre a questão da postura: temos que ter atitude para sermos Gloriosos!

SAN

K1

domingo, 7 de setembro de 2008

Dever de casa feito fora: amo muito tudo isso!

E ninguém cala esse nosso amor e é por isso que eu canto assim é por ti FOGO!
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G4. 7 pontos atrás do líder e apenas 1 pontinho do vice e do terceiro colocado - próxima rodada podemos ascender à vice-liderança. Exibições convincentes. Quatro vitórias seguidas fora de casa. Série invicta. Vitória sobre adversário direto e, a meu ver, um dos melhores times do campeonato. Golaço de Thiaguinho, defesas difíceis de Renan, empenho de todo o time.
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AMO MUITO TUDO ISSO.
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E se não fosse o competente e excelente goleiro Vanderlei, do Coxa, teria sido goleada, evitada com defesas sensacionais e espetaculares: até o golaço do Thiaguinho ele quase pegou, incrível. A melhor atuação de um goleiro que vi nos últimos tempos, impecável.
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Mas Renan, com defesas não menos importantes, não deixou por menos, salvando o Glorioso nas poucas, mas intensas vezes que o Coxa levou perigo ao nosso gol, tendo inclusive duas bolas na trave e mais duas bolas tiradas 'em cima da linha' pelo Triguinho.
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O time todo jogou muito bem e Ney Franco está mais uma vez de parabéns. Estamos chegando lá.
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Logicamente podemos criticar o ataque, que desperdiçou inúmeros gols, mas agora não é o momento - é a arrancada rumo ao título - e justiça seja feita: tirando o primeiro lance do Carlos Alberto no qual ele se atrapalhou um pouco, facilitando a defesa do arqueiro Vanderlei, e outra na qual Gil também se atrapalhou todo, o guarda-metas foi o maior responsável por nosso ataque não cumprir com sua obrigação de fazer gols.
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Thiaguinho diminuiu a cobrança sobre o ataque em sensacional chute do meio da rua que parou no ângulo oposto em mais um dos recentes lindos e espetaculares gols com os quais o Glorioso tem nos agraciado nas últimas rodadas.
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Pros supersticiosos de plantão - penso que todos nós alvinegros - vale o detalhe de nosso gol da 24a. rodada ter saído no 24.minuto do segundo tempo. O que fazer com este dado eu não sei, mas vale a curiosidade e guardar como amuleto: a Fé não se explica mesmo.
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Confesso que após o tento alvinegro fiquei mais tenso - confesso que fraquejei em minha Fé, mas prometo que não mais o farei: passei a temer mais uma desilusão a poucos minutos do final e a falta aos 48 minutos do segundo tempo ali, na beira da grande área me fez entornar o chopp e ficar com a espuma presa na garganta. Pra fora! E o Glorioso novamente dentro do G4!
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O importante mesmo foi que o time conquistou três importantes pontos fora de casa, fazendo seu dever fora, enquanto perdeu 4 preciosos pontos dentro de casa. Mas estamos na luta e é isso que importa.
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Avante Glorioso.
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Próximos três pontos a conquistar serão em cima do Internacional que pegamos aqui no Engenhão no domingo - teremos uma semana para recuperar as energias e treinar mais jogadas ensaiadas. Torceremos por dois empates - entre São Paulo e Flamengo e entre Cruzeiro e Palmeiras, todos adversários diretos pelo G4 e pelo título - e uma vitória, a do Goías sobre o líder Grêmio para segurá-lo e instaurar de vez a crise no elenco gaúcho.
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Saudações AlviNegras,
!
K1

segunda-feira, 25 de agosto de 2008

Um empate que vale uma derrota e acorda para o restante do campeonato

E o fraco - poder-se-ia afirmar medíocre - time do Vasco empatou aos 44 minutos do segundo tempo em um jogo onde a tônica era simples: ali, daonde eu estava, só vi o Botafogo dominando e atacando e o Vasco se defendendo, sem sequer passar do meio-campo - apenas a Globo.com complicou, dizendo que foi equilibrado.

1 x 1 foi um resultado justo apenas se encararmos o fato de que quem não amplia, leva.

E logo em uma rodada onde tudo conspirou a favor de passarmos uma semana inteira como vice-líderes. Mas o caminho AlviNegro sempre foi assim: árduo, de luta e superação após bobeadas próprias.

Afinal, já diz o nosso hino: não podes perder, perder pra ninguém. E como não se pode ganhar sempre, acabamos volta e meia perdendo para nós mesmos.

E olha que dessa vez a derrota foi um empate.

Devido à desorganização na venda de ingressos de meia - que haviam esgotado em General Severiano durante a semana - em meio ao tumulto causado pela falta de um gradeamento e organização das filas entrei com 7 a 10 minutos de jogo - apesar de ter chegado 17h25 ao maraca.

Soube que o Vasco começou melhor, mas depois que pisei no 'maior do mundo' só vi dar Botafogo. Nosso domínio era amplo e irrestrito. Durante boa parte do jogo o time da colina nem sequer passava de seu meio-campo e suas tentativas eram facilmente desarmadas por nosso competente meio-campo.

Mas a competência faltou no ataque que ainda carece de um homem-gol a altura do restante do elenco. Wellington Paulista até deixou o dele, mas Gil e Fábio provaram mais uma vez que não são solução para a ausência de Jorge Henrique. Tomara que o Zárate resolva, pois até mesmo o Wellington Paulista precisa fazer mais para se dizer titular de um time como o Glorioso Botafogo.

Ademais, jogamos quase metade do segundo tempo sem atacante de ofício, pois Wellington Paulista fora substituído por Fábio, que como o primeiro também se lesionou e teve que ser substituído logo após entrar, queimando uma substituição de Ney Franco, que havia trocado o ineficiente Gil pelo Zé Carlos, passando o endiabrado Carlos Alberto para o ataque.

E foi ali pelo lado do lento Zé Carlos - que muitos ficam chamando de sem-sangue - que o recém-entrado vascaíno Madson usou seu frescor e velocidade para dar uma corrida no Triguinho, que além de cansado esteve mal no apoio à defesa: o resultado foi uma falta perto da grande área e um amarelo, além do gol, claro.

Sobre o gol, ficam três registros:
  1. Se é pra fazer falta, faz no meio-campo. Até uma expulsão teria valido a pena por esses 2 pontos perdidos.
  2. A zaga não pode ser impecável 99,9% do tempo e ter esta falha de atenção na hora do adversário bater a falta.
  3. O goleiro não pode ficar vendido daquele jeito - aqui vale o registro desta ser uma das bolas mais difíceis para o guarda-metas, por se tratar de tiro direto ao gol com alta possibilidade de desvio em um curto espaço e jogada muito rápida. Todavia Castillo estava no canto e deu um passo para o lado, sem objetividade, sem ter tentado interceptar a bola.

Com este tipo de situação, lembrando o fatídico jogo contra o Corinthians em Sampa, onde ele falhou bisonhamente no gol de falta, e com as recentes atuações primorosas de Renan, começo a puxar o coro de "Ah, ah, ah, Renan é titular!" - emendo clamando por espaço no time e/ou banco para o Luciano Almeida e para o Wellington Jr.

Na comunidade do Botafogo no Orkut tem gente criticando e pedindo a cabeça de nosso maestro Lúcio Flávio - meu comentário aqui é o mesmo que lá: sem ele o Glorioso provou que joga pior, ele cadencia o time. E tem umas cabeças a serem pedidas antes: Gil, Fábio, Zé Carlos...

Lúcio Flávio precisa melhorar? Sim, mas não é cornetando com o time invicto e na cola do líder, mostrando disposição e vontade que iremos conseguir algo. A hora é de apoio incondicional. É a vez da torcida mostrar que faz a diferença e que acredita no time: vamos lotar o Engenhão no sábado contra o Náutico e deixar os jogadores deles Aflitos. ;)

Finalizo registrando a saudade do Maracanã: o Engenhão é nossa casa, mas o 'maior do mundo' tem um charme só seu. É bom voltar lá de vez em quando: poderiamos fazer ao menos um jogo por mês lá. Ainda mais que lá tem ambulante vendendo cerveja pelo clandestino preço de R$5 a latinha. É a imperadora falta de organização que atrapalha as coisas - vale o registro da saudade de poder ver o Glorioso tomando uma cervejinha e comendo um amendoim.

Mas o empate que valeu por uma derrota também serviu para nos acordar para o restante do campeonato: seremos vice-líderes em uma ou duas rodadas.

Próxima semana o Grêmio perderá do embalado Vasco; o jogo Cruzeiro e Coritiba - dois que estão na briga com o Glorioso - terminará empatado ou com vitória do Coxa; o Palmeiras tropeçará no Furacão Atlético Paranaense, que necessita de uma vitória para não parar na zona de rebaixamento; o São Paulo empatará ou perderá do Santos; e nós faremos nosso dever de casa.

No sábado é simples:

Vamos simbora, pro Engenhão: Torcer! Gritar! É Campeão!

SAN

K1

quinta-feira, 21 de agosto de 2008

G3 - O Melhor do Rio é AlviNegro e tem Estrela

Mesmo não jogando bem, jogamos o suficiente para ganhar - 1 x 0 Cruzeiro - na pressão, da qual a torcida deve se orgulhar inclusive de fazer parte: os 23mil torcedores presentes apoiaram maciçamente o time, que, se não jogou tão bonito e convincente - errando muitos passes -, ao menos foi lutador até o fim e por isto recompensado. A sorte acompanha a quem se esmera.

Renan mais uma vez mostrou titularidade ao sair bem em bolas altas e fazer uma defesa dificílima no final do jogo, garantindo-nos os três pontos. Precisa apenas ser mais 'malandro', controlar melhor o tempo e a posse.

Edson entrou bem no lugar de Renato Silva. Quem destoou foram Gil, que perdeu duas chances claras de gol, e Carlos Alberto que não lembrou em nada suas atuações passadas. Este último errando muitos passes, firulando e extremamente faltoso e violento. Não entendi por que o Ney Franco não o substituiu. Triguinho e Tiaguinho também erraram muitos passes e cruzamentos.

Ney Franco aliás que está de parabéns pelo trabalho e ousadia. Mexeu bem na equipe após a expulsão do jogador adversário, trocando um meia-defensor por um atacante.

O gol, de penalidade cavada, veio na segunda parte do segundo tempo, que o Cruzeiro jogou boa parte com um jogador a menos. E mereciam ter mais gente expulsa, pois como batiam os cruzeirenses. E como o goleiro Fábio fazia cera na hora de bater os tiros-de-meta - isso até levar um amarelo: a torcida não perdoava e vaiava cada retardo provocado por ele já desde o início do primeiro tempo quando ficou claro a todos a atitude anti-desportiva do referido guarda-metas. O juíz tomou uma atitude apenas no meio do segundo tempo.

E se a penalidade foi duvidosa na que foi marcada, em outras 2 ou 3 situações seria possível facilmente marcar penalidade. Lúcio Flávio bateu com categoria no canto esquerdo do goleiro, seu direito e mesmo o goleiro quase pegando, garantiu o placar, os pontos e a felicidade da torcida que eufórica e confiante saiu cantando o hino por todo o percurso.

Clímax parecido ao nosso gol ocorreu quando o alto-falante do Engenhão anunciou praticamente em seqüência os gols da virada do Inter sobre o Palmeiras, o que nos tornava ali integrantes do G3 e donos de uma cobiçada vaga na Libertadores - Íííííííí, Libertadores ano que vem tamo aí!

Agora, o que acontece com Zárate e com nossa diretoria? Era pra ele ter sua estréia na primeira semana de agosto. No Flamengo, Marcelinho Paraíba chega e joga. Por que com nosso caso é diferente? Quem pagará por esse atraso. Enquanto isso nosso ataque continua perdendo gols por falta de pontaria.

E se o Thiago Ribeiro vier mesmo aí é para sonharmos alto, com o topo.

É para lá, que é o seu lugar, que a Estrela voltará.

SAN

K1

segunda-feira, 4 de agosto de 2008

conVENCEU de novo

A Estrela Solitária está em órbita ascendente.

Batemos o Furacão em plena Arena por convincentes 3 a 0 e agora partimos para quebrar o tabu dos barrigas verdes: ganhar do Figueirense lá dentro, no Orlando Scarpelli.

Teremos desfalques para a próxima partida: provavelmente uma zaga toda reserva, mas nem isto me preocupa. O time tem demonstrado que agora é um elenco e nem as ausências de Wellington Paulista e Castillo foram sentidas - muito pelo contrário, Gil fez boa partida e Renan defesas excelentes. Além destes ficaram de fora mais três titulares - Alessandro, Triguinho e Carlos Alberto - em um total de cinco desfalques. Mesmo assim ganhamos de três dominando claramente a partida.

Destaque também para Lúcio Flávio, Diguinho e o técnico Ney Franco, todos decisivos para animadora vitória e selecionados para a seleção da 17a. rodada: bom ver nosso maestro decisivo novamente.

A confiança cresce não apenas em nossos corações, mas ganha voz com o estimulado Túlio, que deixou mais uma vez sua marca, e com o vice de futebol Montenegro declarando nossa nova meta: o título brasileiro.

Afinal de contas, estamos na oitava posição e apenas 5 pontos da Zona da Libertadores. Se os outros se descuidarem, por que não?

Vale ressaltar novamente o belo e corajoso trabalho de Ney Franco, elogiado também por Montenegro que ao comparar 2007 e 2008 equiparou os técnicos em sua excelência e ressaltou que agora temos um elenco e não apenas um bom time.

Que isto se comprove em resultados e que foquemos nossos esforços para levantarmos a Sul-Americana e/ou o Brasileiro.

Clarice Lispector deve estar feliz: chegou "A Hora da Estrela"!

SAN

K1