sábado, 27 de junho de 2009
Torcendo de molho
segunda-feira, 18 de maio de 2009
Sufoco alvinegro
Não apenas pelo caminhão de gols perdidos, de bolas defendidas, de jogadas armadas. Não somente pelo lançamento do moderníssimo sistema de distribuição de conteúdo multimídia gratuito via bluetooth - um golaço de placa do marketing do Glorioso. Não somente pela torcida ter comparecido novamente - mesmo que ainda precise aumentar: até pela lógica que se temos mais público temos mais renda, se temos mais renda temos mais condições de manter nossos craques, como Maicosuel.
Fui não apenas para prestigiar o Glorioso, mas também para realizar a campanha da Acessibilidade - Siga essa idéia, onde o Botafogo foi, mais uma vez, pioneiro na adesão e disparado é o parceiro que mais apoia e incentiva a divulgação. Mas esta saga - passei o dia todo lá devido ao Meeting Internacional, onde também atuamos com a campanha - fica para o próximo post.
Aqui quero comentar que me parecia que iriamos ganhar de lavada, senti como se tivessemos sufocando o Corinthians. Mas parte mérito do goleiro Felipe, que fez algumas defesas dificílimas, parte responsabilidade da inabilidade do ataque alvinegro que errava o chute e, principalmente, o penúltimo passe, o jogo ficou no 0 x 0 e, pior, ainda teve Renan, nosso aniversariante desta segunda - 20 anos - sendo o destaque por ter parado não apenas Ronaldo, mas todo o ataque paulista.
E podemos dizer que o sufoco não foi só lá e cá, é também a sensação que me passa imaginar o time no campeonato sem o Maicosuel.
Mas, quem sabe do futuro... sorria com leveza e trabalhe com que tem, pois só assim constrói-se algo. Não é mesmo?
E é falando de construção de algo que me despeço deste post, homenageando aquele que construiu a mais bela história e tradição do futebol mundial e que assim se tornou uma lenda eterna, imortalizada como Enciclopédia do Futebol: Nilton Santos completou 84 anos no sábado sendo homenageado no telão.
E, tenho certeza, nos corações de todos nós, que clamamos para que seja feita justiça e que o Engenhão passe a se chamar ARENA ESTELAR NILTON SANTOS - que esta justa homenagem seja feita em vida.
A vida, uma emoção só. Tempo de menos para Botafogo demais.
SAN
K1
sexta-feira, 3 de abril de 2009
É... apesar de tudo, tenho fé!
E o gol do tricolor suburbano aconteceu no único ataque realizado por eles no primeiro tempo, em uma grave falha da defesa, que deixou Renan vendido, adiantado no lance.
Não se pode culpá-lo por este gol: a bola foi colocado como se com a mão no ângulo por aquele que já nos deu muita alegria e que eu gostaria de ver de volta em nosso time - muito melhor que Diego e Jean Carioca: Alex Alves, que inclusive declarou sentir algo "único" por reencontrar a torcida. Vale a pena lembrar os 5 gols em uma partida durante a temporada 2004-2005.
Mesmo debaixo da trave seria impossível nosso goleiro catar a bola: devemos muito mais reclamar da defesa, que deixou o adversário avançar em meio a marcação e rolar para o matador suburbano receber e tocar sozinho no ângulo.
Quando a coisa tava preta, com inúmeras oportunidades perdidas e sem horizonte para a Estrela alvorescer, eis que surge escanteio e uma certeza interior: fariamos o empate, que deveria ser comemorado com Steinhaeger. Fiz a promessa-profecia para o sempre fiel e alvinegro Vavá e o resultado não foi outro. Nos olhamos e confidenciamos: faremos três gols hoje. Fui obrigado a tomar do Steinhaeger e mais um chopp para comemorar o gol de Leandro Guerreiro.
Algo me dizia que se passassemos pelo Madureira seriamos campoeões. Será? Registro esta intuição.
E não é que antes de sacramentar o terceiro, ainda deu tempo de ambos os times empatarem de 2 a 2 - com o Madureira fazendo primeiro?
E olha que Reinaldo, que fez o segundo, perdeu um gol cara-a-cara. E o adversário fez um gol da intermediária, de novo - aliás, está virando tradição: chuta pro gol que o Renan aceita. Vamos resolver isto o quanto antes! É o terceiro ou quarto gol defensável que ele leva em 3 ou 4 partidas.
Por fim, quando tudo parece perdido, Tulio Souza, desacreditado por todos, até pelo fato da imensa maioria não saber pelo que passou em 2008 (síndrome de Gilmore - infecção rara no pubis), faz o terceiro e sacramenta a vitória na última jogada, partindo para calar a boca da torcida que o hostilizara. Ambos com razão.
A certeza da conquista da Taça começa a conquistar nossa mente-coração, pois apesar de jogar mal o time mostrou força de vontade e espírito de superação, fazendo o gol - que pode ter sido o do título - no último minuto, algo que normalmente vem acontecendo ao contrário. Ou seja, revertemos mais este quadro ao nosso favor.
Acertando a contenção em termos de meio-campo e zaga e a defesa dos chutes de longa distância podemos realmente almejar resultados representativos na Taça Rio e evitar a grande final.
Agora é hora de lotarmos o Engenhão. Vamos simbora, pro Engenhão: torcer, gritar, é campeão!
SAN
K1
quinta-feira, 26 de março de 2009
Assim não dá!
Já nossa defesa...
Uma bola esquisita que o Renan aceitou e que eu ainda não sei se foi falha, indefensável pelo desvio do Victor Simões no meio do caminho ou urucubaca do Castillo pra poder recuperar a posição - gol estranho, petardo lá do meio da rua que o Renan normalmente não aceitaria: passou por cima dele!
A outra bola é a caridade alvinegra: é por ali que entregamos o jogo para os pobres adversários. Basta alçar na área cruzado que a bola segue seu curso com ou sem desvio e morre na rede, viva a inoperância área de nossa defesa. Fora algumas saídas de bolas bisonhas: chutões que paravam no meio-campo dando 'contra-ataque'.
Quem tem metas maiores não pode sofrer gol repetidas vezes assim, tampouco jogar mal contra adversários fracos como o Americano, que só se defendeu e atacou em 3 ou 4 oportunidades, fazendo contudo 2 gols. Pode? Não pode!
Assim não dá!
Parabéns pela partida do Thiaguinho, que está jogando um bolão; do Victor Simões - que fará muita falta, devida à expulsão, no jogo de sábado - nosso artilheiro dos gols bonitos e oportunos, nunca feios; Maicosuel que conduziu perfeitamente a bola e tocou magistralmente para Reinaldo fazer um belo gol oriundo de uma belíssima virada e faro de gol.
E parabéns ao juiz, que deixou de dar uma penalidade clara e assim nos devolveu um pouco dos pontos que nos foram roubados nos dois últimos anos.
Mas que não precisemos disto no sábado. So precisamos que Maicosuel consiga jogar sem dores.
Jogamos uma final antecipada no sábado e precisamos ganhar para elevar nossa moral e levar de vez a Taça Rio e, assim, o Carioca 2009.
SAN
K1
quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009
Demorou.
A derrota – sim, porque empate com penalidade brilhantemente defendida e acontecendo assim, no último minuto não é empate, é derrota – tem alguns responsáveis: a começar por nosso técnico, que me coloca em campo jogadores recém-saídos dos juniores. Isso é hora de fazer teste, lançar novato ou qualquer coisa desse tipo? Deu no que deu: um chute bisonho que passou longe do gol, mesmo estando cara-a-cara em um contra-ataque fulminante.
E como quem não faz, leva... ainda mais quando o juiz não sabe aplicar a regra do bom futebol. Alguém avise para aquele infeliz que se diz árbitro que último homem da defesa fazendo falta em jogada direcionada ao gol é expulsão: nem um amarelinho para lembrar isto ao Flamengo, que de falta entende, pois foi desequilibrando Alessandro que Zé Roberto chutou a gol para mais uma boa defesa de Renan. A bola sobrou para Josiel, livre, sozinho, não sei como, estufar a rede, que ecoou com o apito do juiz.
Só não entendo porque recuamos nosso time e porque Túlio Souza saiu. Vamos ver se não demora muito para levantarmos um título, pois nossos corações merecem.
E é para cuidar de minha mente-coração que entro em retiro amanhã, voltando apenas dia 02 de março. Com isso perco a reta final fisicamente, mas em pensamento e toda energia estarei mentalizando coisas positivas para nosso Glorioso fazer justiça como melhor do Rio pelo terceiro ano seguido.
Um dia a máscara cai, não demora muito.
E será a hora da Estrela brilhar!
SAN
K1
segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009
Homenagem à Enciclopédia
Justas homenagens, mesmo levando um susto de início, revertido corretamente em goleada, como merece nosso mestre. E com direito a centésimo gol no Engenhão, marcado por Fahel. E a artilharia do campeonato, com 5 gols, 2 dos quais Victor Simões marcou hoje: e anota o que escrevo, ele cavou o amarelo e está mordido para jogar a final antecipada no domingo. A arquibancada já urrava: "ô urubu, pode esperar, a sua hora vai chegar".
Cantei, mas confesso que apreensivo, pois se levamos sorte em duas bolas na trave e um gol entre tantas outras jogadas de desatenção e falta de entrosamento de um time aquém como é o Bangu, com apenas um ponto ganho por motivos óbvios, preocupo-me quando penso em enfrentar Zé 'entortador' Roberto e cia. sob a batuta do Cuca, que sabe armar uma retranca-ofensiva como poucos: e foi assim que dançamos contra o Volta Redonda. Mas, clássico é clássico e somos os únicos que podem acabar com essa vergonhosa sequência e restituir o que é nosso de direito: o campeonato carioca, que seria o tetra!
Resumindo o jogo, amplo domínio e algumas falhas gritantes como a falta de pernas e de bocas de Juninho e Renan, cuja indecisão, de ambos, levou ao gol adversário. A bola de Reinaldo que teimava em não entrar, apesar de ter dados dois bons passes para os gols e se movimentar bem. E Thiaguinho: definitivamente tem que se parar de aplaudir suas corridas para evitar laterais, porque isto só acontece porque ele não está corretamente posicionado, deixando de ocupar a lateral de maneira a se tornar de fato opção de jogadas.
Victor Simões foi o nome do jogo pela raça, precisão e faro de gol de sempre. Até aqui a melhor contratação do Glorioso, disparado. Fahel marcou o primeiro dele pelo Botafogo, terceiro na partida e centésimo do Engenhão. Que os números sejam cada vez mais positivos.
Vale ressaltar que podia ter sido uma goleada ainda maior se a pontaria estivesse mais afiada - de todos que, e isso é positivo, chutaram a gol - e Reinaldo com sua estrela na órbita correta, ele ainda está se alinhando à Constelação! Alessandro teve sua dedicação e superação recompensada pelo quarto gol da partida, em primoso cruzamento que penso ter sido do Maicosuel, que aliás bateu o córner para a cabeçada do primeiro gol com precisão: quando vi que ele iria bater sabia que seria gol, tanto que tirei foto.
Vamos subir à serra para pegar o Friburguense, que venceu o Volta Redonda em VR city: ou seja, não será jogo fácil. Melhor ainda, pois nos prepararemos para o domingo, que é quando teremos um tira-teima de quem é o melhor do Rio de verdade: só não vale roubar, avisa pro pessoal de lá!
E vamos comparecer torcida! Hoje tinha menos de 4mil pagantes e renda em torno de R$65 mil... isso não paga nada no final do mês. Depois ficam reclamando que o clube não paga salários em dia, que não contrata à altura da nossa tradição de seleção... e você, tem se comportado como? Tem ido apoiar? Tem pago ingresso, contribuido como sócio-torcedor ou algo neste sentido?
Vamos fazer valer, tem jogadores querendo no time: vamos lotar a arquibancada de torcedores com vontade de apoiar incondicionalmente que é isso que, somado a uma diretoria pé no chão, fará a gente brilhar acima das nuvens!
SAN
K1
domingo, 1 de fevereiro de 2009
Botafogo 100% Glorioso
Destaque para as 100 partidas de Leandro Guerreiro com a camisa alvinegra: "quem sabe não jogo mais 100 partidas com esta camisa". Se depender da boa partida realizada, por que não?
Outro destaque foi a bronca e a mexida do técnico Ney Franco, que admitiu a sorte por termos ido ao vestiário tendo êxito parcial de um tento a nosso favor. De fato, temos time e somos clube para ganhar de mais e desde o início, com todo o respeito aos demais clubes do Rio. Precisamos exercer nossa superioridade estelar e gloriosa.
Nosso goleiro foi 'bastante' - ou melhor, bem - exigido no primeiro tempo, quando ainda deixamos o Mesquita jogar e inclusive acertar a trave, ou melhor, o travessão. No segundo nem apareceu: nem Renan, nem Mesquita. E nós ainda perdemos uma penalidade a nosso favor, que retribuiu à trave o gol salvo na primeira etapa.
De resto, alguns chutões da defesa para a frente, que costumeiramente me incomodariam, mas que dessa vez resultaram no primeiro gol do jogo e do Reinaldo com a camisa 7 alvinegra, fazendo declarar ter sido um gol no estilo 'Túlio Maravilha' e que irá honrar a mística da camisa. Tenho fé, gostei do que vi. Ele e Victor Simões se entendem bem e jogam partindo para dentro.
O primeiro gol foi isso: chutão de Juninho para frente, bola quicando até a grande área adversária, Victor Simões acreditando no lance se antecipando ao zagueiro e resvalando na bola, goleiro vendido 'pulando pouco' e tocando de leve nela e Reinaldo aparecendo do nada no enquadramento para meter o pé naquela que já estava a caminho do gol.
O segundo, no segundo tempo, veio de bola cruzada por Léo Silva que tabelara com Alessandro e que encontrou Victor Simões na disposição de um belo meio-carrinho para empurrar a bola para o fundo da rede mesquitense.
E Reinaldo ainda poderia ter ampliado a vantagem no saldo de gols sobre os urubu-negros, que ganharam de apenas 1x0 do Volta Redonda e, mesmo assim, receberam mais destaque na mídia que nós, que assumimos a liderança. Mas nem vale perder tempo em reclamar da FlaPress, né?
Fato é que nosso atacante bateu forte e no alto. Tão alto que estourou no travessão e tão forte que a bola chegou a quase sair da grande área. Pergunta que não quer calar: quem é o batedor oficial do time? Maicosuel? Aliás, joga fácil, mas precisa ter coragem de chutar a gol. Teve um lance no qual ele ficou cara-a-cara e resolveu dar aquele drible a mais: vamos chutar, vamos fazer gol!
O time está engrenando, vamos ver no que vai dar. Os céticos dizem que dá para o gasto no Carioca e vai ficar difícil no Brasileiro. Eu sempre me empolgo, então melhor não comentar.
Comentário vale a enquete relâmpago: 50% acham que estreiamos acima da média, 50% abaixo da média. Porque o Botafogo é assim, preto ou branco!
E na quinta, vamos simbora, pro Engenhão: Torcer! Gritar! É Campeão!
Botafogo 100% Glorioso rumo à justiça de ser o verdadeiro Tri-Carioca!
SAN
K1
sexta-feira, 30 de janeiro de 2009
Vitória magra - dieta de campeão?
Ainda mais quando vemos a arbitragem errando tanto e tanto mais para os eternos 'flavorecidos'.
Mas, falando do que interessa: o horário que fez da partida um jogo para sortudos, estudantes, aposentados e vagabundos me impossibilitou ir ao estádio e me obrigou a assistir o jogo na TV de plasma do Itahy. E mesmo assim não consegui chegar na hora tão cedo e perto do final do dia de trabalho ele começou: acabou que perdi o único gol da partida.
Que fique a dica para a diretoria levar mais gente ao Engenhão: horário das 20h30 e até 21h30 é bem mais indicado. Botafoguense trabalha!
E dá trabalho. Como o time se movimentou e demonstrou agilidade em toques, surpreendente para um time ainda em fase de entrosamento e o que reforça a declaração do Alessandro: 'a torcida pode confiar nesse grupo'.
De fato gostei bastante de uns pontos, nem tanto de outros. O toque rápido e objetivo, bem como as defesas sensacionais de Renan foram os destaques positivos, enquanto que a falta de retenção da bola no meio, do combate no meio-campo e toques errados propiciando contra-ataque e pressão adversária foram os negativos, ao qual se soma a ineficácia em ampliar o placar, correndo por diversas vezes risco de ceder o empate e complicar o que estava facilmente dominado.
Como sempre faço quando vejo jogo no Itahy registrei-o in loco e reproduzo aqui as tortas linhas.
Cheguei com 1x0. E estou gostando do que vejo. Toques rápidos, jogadores voluntariosos, querendo. Espero que não seja apenas o fator 'início de temporada'.
Paulada em falta batida por Juninho, belo chute. Até aqui, 29min do primeiro, o Botafogo tem confirmado a grata surpresa.
Que defesas de Renan - espalmou bem pro lado e não pro centro e fechou bem o canto na sequência, evitando o pior com defesas mostrando agilidade, reflexo, posicionamento e arrojo -, após a defesa falhar na rifada da bola, aos 31 min. Sobrou no bico da grande área, na dúvida, dá chutão pra frente, senão acaba dando chance de chute direto, como aconteceu.
Aos 37 min. Renan salva novamente. É necessário traduzir a superioridade em gols, senão podemos acabar levando.
Aos 47min. do primeiro tempo, linda jogada pela esquerda do ataque, que resulta em forte cabeçada na trave. Aos 48 min. bela e perigosa jogada. O Glorioso vai pro intervalo pressionando.
A volta pro segundo tempo evidencia que o Ney viu o mesmo que qualquer um: Léo silva está aquém do time, vamos ver o Batista, que entrou em seu lugar. Mas Ney também recuou o time para recompor o meio, colocando Tulio Souza no lugar do Diego. Precisamos ampliar a vitória e não nos fechar, isso aqui é Botafogo, não é Ipatinga! Mas vamos lá, perdemos demais a bola no meio-campo e isto não é descabido de todo estrategicamente falando. Mas dá dó ver o Botafogo ganhando apenas de 1x0.
Aos 10min. do segundo tempo quase gol em mais uma bela e forte batida de falta de Juninho, que aliás, jogou muito bem.
Mais pro final da partida entra Laio, nosso atacante promovido dos juniores. Cai na área pede penalidade e leva cartão amarelo. Juro que não sei não, viu. De resto, algumas boas tabelinhas e destaque para um chute rente a trave de Alessandro, após cortar na diagonal metade do time do Macaé.
O jogo transcorreu... tão assim, sei lá, que nem anotei mais nada... e, acabou. 1 x 0 Botafogo e a certeza de que estamos no páreo, mas falta muito pra chegar lá ainda.
Mais entrosamento, um zagueiro estilo Renato Silva, um meia estilo Diguinho e um atacante estilo Jorge Henrique.
Aí Victor Simões, um dos nomes da partida junto a Renan, vai deitar e rolar: esse cara promete, anotem. Magosuel também, apesar de mais discreto nesta partida.
A vitória foi magra, mas o suficiente para nos alimentar e deixar no páreo. Será que é a dieta de campeão, guardando os demais seis gols - em comparação ao placar do ano passado - para distribuir pelas demais partidas? Sem excessos, equilibrados?
Apenas o tempo dirá. Torço para gritar 'É Campeão!'
SAN
K1
quarta-feira, 21 de janeiro de 2009
Se for por aí, já começamos mal... - II
Ou seja, estamos sem um reserva a altura do Renan. E se este se machucar?
Não podemos correr o risco de queimarmos a prata da casa, os jovens e promissores Milton Raphael, de 17 anos, e Luís Guilherme, com apenas 16 anos, mas já integrados aos profissionais; Luís Guilherme inclusive está na seleção sub-17. Mas o fato é que é muita responsabilidade e que eles ainda precisam se preparar mais para não serem queimados como o foi, por exemplo, o Júlio César.
Na comunidade do Botafogo no Orkut diz-se que ele vinha falhando nos treinos e que seu desempenho, bem como condicionamento físico não estavam de acordo com o esperado. Afirma-se também que estava desgastado "por aquilo que não fez".
Não sei não, sempre achei ele um goleiro mediano-para-bom, que nunca chegou a comprometer, pelo contrário: lembro de alguns nos quais ele acabou sendo decisivo... teve um no maraca que se naonão é ele saindo para abafar com o peito era gol na certa... só não me pergunta contra quem... na época ainda vendia cerveja em estádio! ;)
Eu acho que nosso clube é que está pisando na bola no geral... sei lá... acho que excesso de amadorismo atrapalha e leva a soluções drásticas: como dispensar nosso segundo goleiro na véspera da estréia sem ter um substituto concreto em mãos. E tem também a questão da panela de cada treinador... e dos interesses dos agentes.
Mas estranho mesmo que viram as 'deficiências' do Lopes só agora, na semana da estréia e com as melhores opções já sob contrato para a temporada. Parece piada.
Alguém pode me explicar o que está acontecendo?
SAN
K1
sábado, 27 de dezembro de 2008
A hora é de realismo.
Agora, na hora de montar o time, o momento é de realismo nu e cru.
Na comunidade do Botafogo no Orkut havia dois tópicos sérios sobre futebol que valem ter seu conteúdo debatido aqui.
O primeiro questionava sobre quem seria nosso goleiro titular.
As respostas variavam um tanto. Das sérias que se revezavam entre Renan, Castillo, tendo até uma menção ao Lopes, às brincadeiras como a menção ao nosso eterno Manga. Na minha opinião deve jogar quem estiver em melhores condições, pois todos os três goleiros tem qualidades e defeitos e ouso até dizer que tem de maneira complementar: Castillo sai bem por baixo e se posiciona muito bem, enquanto Renan sai bem pelo alto. Todos tem bons reflexos.
Mas o que me chamou a atenção foi que teve gente pedindo contratação de goleiro!
Com tanto setor carente - zaga, meio e ataque - questiona-se contratação de goleiros?
Na boa, estamos bem servidos de arqueiros. Garanto que este não será nosso problema nesse ano que tem tudo para ser, digamos, difícil pra gente. Vejamos algumas indagações que podem nos dar pistas do motivo de tanta preocupação:
Qual é nossa zaga titular agora mesmo?
E o meio campo? Laterais?
Ataque vai ser Reinaldo e quem mesmo?
Bem, de banco nem se fala, né?
O segundo tópico tratava exatamente do nível do time para 2009 e as opiniões eram divergentes. Uns dizendo que lutaria para não cair, outros que teremos uma grata surpresa e a maioria afirmando se tratar da manutenção do mesmo nível que tivemos.
Aqui vale reforçar o que foi dito no início do post: é bom ver otimismo... mas ele é bom na hora do campeonato, para dar a base para apoiarmos incondicionalmente... agora o realismo é fundamental para nos estruturarmos corretamente, sem nos iludirmos com o brilho otimista.
Fato é que o time está abaixo dos dois últimos anos, basta comparar os nomes e os rendimentos...
Concordo com quem fala que Carlinhos Bala é atacante, não é o genuíno camisa 10 que tanto precisamos! Mas logicamente é mais que bem-vindo - ainda mais porque parece ter demonstrado muita vontade de vir.
Ter as melhores contratações do carioca nao é lá grandes coisas... ainda mais quando temos também a maior lista de dispensa e debandada.
Estão falando que não temos banco e isso é uma verdade... mas mais verdade ainda é que nem time temos ainda! Como as indagações acima levam a concluir.
Minha maior preocupação é com a zaga - Emerson e ? - e com a armação no meio, que nem nome tem ainda.
Ao menos dispensaram alguns jogadores aquém do nível Glorioso... mas também dispensaram alguns que eu acho que mereceriam uma segunda chance. E venderam quem não devia! Cito nominalmente Jorge Henrique e Diguinho, pra não falar dos nossos zagueiros e de Lúcio Flávio e Túlio. Alexandro e Luciano Almeida são dois outros que eu gostaria de ver ao menos em nosso banco.
E renovaram com Thiaguinho: até que gosto dele, mas será que ele já estará curado e terá boas condições de jogo?
Enfim, depois de até o Bebeto sair antes do prazo, resta dizer que 'o último que sair apague as luzes', porque 'quanto mais escura a noite, mais brilham as Estrelas' (Lenin).
Tenho que confiar nas palavras do revolucionário bolchevique e nas de Nietzsche, quando diz que 'é necessário haver caos aqui dentro para nascer uma Estrela'.
Que 2009 seja um ano surpreendentemente Glorioso para todos nós.
SAN
K1
domingo, 9 de novembro de 2008
10controle - Estudiantes e Flamengo
Por um lado devido ao meu avô ter voltado ao CTI e inspirar cuidados, por outro por precisar de um tempo para respirar e colocar as coisas no lugar.
Faltam 5 jogos no brasileiro, estamos a 12 pontos do Palmeiras, último do G4 – que tem um jogo a mais no momento desta projeção, ou seja, essa diferença pode cair para 9 – e o Flamengo, o quinto, está apenas a 8 pontos a nossa frente e no momento em que escrevo nos enfrentamos no Maracanã.
Jogo no qual já começamos a ser roubados no primeiro minuto, com penalidade não marcada de Bruno em Jorge Henrique – aliás: fica JH! Também, com o juiz escalado, queria o quê: o cara foi o décimo-segundo jogador do último título roubado pelo Flamengo das mãos e pés do Botafogo.
E quando não nos metem a mão, metemos a mão nós mesmos, no caso no cartão amarelo do juiz, desestruturando e desequilibrando uma arrancada que poderia render algo mais: afinal, fizemos dois gols e faltavam ainda 25 minutos no segundo tempo. Tem time que faz 3 gols em 10 minutos. A torcida estava apoiando, chegou com o espírito do ‘eu acredito’, enfim...
Tudo começou mal quando Renan, nosso promissor goleiro, aceitou uma bola cruzada defensável com menos de 5 minutos no primeiro tempo. E olha que até ali vínhamos jogando muito bem, atacando. Mas o segundo gol dos argentinos surgiu da falta de combate do meio-campo e fragilidade e exposição da defesa – tal qual surgiu a penalidade convertida pelo Flamengo no jogo de hoje: falta de combate do meio-campo, exposição da defesa e falta/falha do Renan.
Aliás, com a derrota para o Flamengo caimos para oitavo lugar e o time já não demonstra muita organização tática: o que acontece, Ney Franco? O time se desestruturou em campo no segundo tempo, perdemos o meio por completo!
Eduardo entra pra ser expulso. Que descontrole: retrato do Botafogo nos últimos tempos.
Mas o que eu queria comentar é que já jogamos a toalha, declarando que usaremos os jogos restantes para acertar o planejamento para o próximo ano.
Eu acho que no mínimo deveríamos lutar para sermos os melhores cariocas da competição: isso deveria ser obrigação!
SAN
K1
domingo, 2 de novembro de 2008
dERROtaS: duas vezes prejudicados
Menos inspiradora, melhor dizendo, brochante, é a novela dos roubos contra o Glorioso: contra o São Paulo fomos prejudicados pelo gol mal anulado. Aliás, muiiiiito mal anulado. Até a Globo saiu em nossa defesa!
E hoje, contra o Atlético Mineiro também, a transmissão foi clara ao afirmar que o Botafogo não só merecia ter ganho a partida como foi claramente prejudicado com a marcação da penalidade, inexistente, e da expulsão, que valeria ao Rodrigo Sá - que vinha fazendo uma partida a meu ver correta - um cartão amarelo. Só a globo.com é que não registrou nada disso...
O time mostrou força de vontade, correu, se entregou, com destaque a meu ver para Renan - que mostrou que não se abalou com a falha no jogo contra o São Paulo - e fez importantes defesas, inclusive com arrojadas saídas com o pé; Jorge Henrique, sempre incansável e habilidoso ajudando na frente, atrás e executando o que lhe fora pedido taticamente - esse é identificado com o manto e joga, deve ficar para 2009, alô diretoria! -; Diguinho, outro identificado, lutador e que comandou o meio, aparecendo bem na frente; e, Carlos Alberto em uma de suas melhores exibições pelo Glorioso, fazendo jus à faixa de capitão sendo premiado com um golaço.
Destaques negativos, na minha visão foram dois: Wellington Paulista, que nada fez a não ser cair e fazer falta; e Eduardo, que entrou com cabelo estiloso, chuteiras idem e com um jogador a menos do nosso lado quis ficar enfeitando nos dribles e passar por três adversários mais de uma vez, sempre perdendo a bola e enfrentando contra-ataques, sem falar no gol perdido no bico da grande área, que isolou relativamente perto... mas dali, sem marcação, era rede!
Pecamos novamente nas finalizações, tendo acertado o travessão mais de duas vezes e com o goleiro deles fazendo importantes defesas. Decisivo novamente foi o juíz a favor do adversário, inclusive deixando de marcar faltas próximas à grande área mineira e, fiquei na dúvida, uma penalidade em Carlos Alberto logo no finzinho.
Enfim, quarta tem decisão e é o que foi dito na transmissão: o glorioso conta com a torcida e o apoio incondicional para seguir vivo na Sul-Americana.
No Brasileirão é ganhar todas pra beliscar uma Libertadores, cada dia mais distante.
Vamos apoiar! O exemplo dado pelas torcidas do Vasco e do Fluminense hoje deveria nos inspirar.
SAN
K1
sexta-feira, 10 de outubro de 2008
Superação, teu nome é Botafogo
Mas este fez valer o manto que vestia e de virada se apoderou do nome do time adversário: Vitória do Botafogo.
E se é de nosso time, não poderia vir sem luta, sem drama, do tipo a desafiar nossa gloriosa fé e amor alvinegros: era uma noite repleta de história, com diversos personagens principais.
Zárate, que se movimentou bem, cabeceou melhor ainda, fez o primeiro seu e do Glorioso na partida e não comemorou com o time em campo, mas com os reservas a beira do gramado, deixando Túlio que cruzara precisa e belamente sem o abraço e agradecimento. Tomara que não seja nenhum problema de relacionamento.
Túlio, que cruzou muito bem e atuou como lateral no lugar do Alessandro, que parece que sentiu e foi sacado pelo Ney Franco, este também um dos personagens de importância.
Ney tem sido destaque não apenas na ousadia durante as partidas, mas no otimismo entre elas. Pensa grande. Arrisca. E tem sido, quase sempre, correspondido. Mostrou peito ao sacar o inexpressível Gil por volta dos 15 do segundo tempo mesmo o tendo colocado lá pelos 35 minutos do primeiro. O jogador parece não ter gostado: foi direto pro chuveiro. Você acha que ele merecia ser substituído?
André Luis, nosso gigante que cabeceou pro terceiro gol quase no ângulo do goleiro Viafara, que fazia dupla com o Biafra - lembram dele? Então, não resisti à piada.
E foi numa das saídas de nosso goleiro-cantor que o personagem de maior destaque se consagrou.
Podia ter sido diferente: foi dos pés dele, Lúcio Flávio que caído pedia falta - você acha que foi? -, que foi roubada a bola que originou o contra-ataque e o gol do Vitória, cujo atacante ficou cara-a-cara com Renan, que não podia fazer nada, estava vendido, mas ao menos poderia ter saído um pouco melhor: foi sem tempo pra cima do atacante adversário, ridiculamente driblado, sem esboçar defesa. Mas durante o restante do jogo garantiu. Gostou da atuação dele?
Mas estavamos falando da atuação de gala que entrou para a história, revertendo um início questionável, tal qual o fez o Botafogo, que virou para 3x1.
O segundo gol foi uma obra de arte: nosso maestro marcou seu 50. gol com o manto sagrado, uma pintura de cobertura, tirando do goleiro adiantado e do zagueiro embaixo da trave que caprichosamente ajudou a colocar a bola nas redes e nosso craque nos braços da torcida.
Voltamos ao G6 e temos que torcer pelo empate entre Goiás e Inter, pela vitória da Portuguesa diante do Coritiba e da vitória do Galo mineiro contra o Flamengo.
Na outra rodada fica melhor ainda, com confrontos entre nossos adversários diretos, chance clara de assumirmos posição vantajosa na tabela.
No jogo dessa rodada do Furacão contra o Fluminense a coisa é pela base da tabela e não nos diz respeito: vai de cada um torcer pelo Furacão ou não. Eu não me incomodaria de ver sendo feita a justiça e acompanhar o tricolor carioca ano que vem jogando a série B como todos fizeram, menos eles, que pularam da terceira direto pra primeira divisão. Mas não investirei mais paicas em assunto de segunda ordem, quinta categoria e terceira divisão.
O próximo jogo, contra o Santos, é vital para as nossas pretensões e a presença de nós, gloriosos alvinegros, no Engenhão é fundamental.
Vá ao Engenhão e leve mais 3 Estrelas Solitárias consigo. Assim fazemos nossa Constelação Gloriosa brilhar como uma gigante Estrela Solitária que ofuscará o peixe no fundo de seu mar de lama e nos alçará aos céus da merecida glória.
Ainda é cedo, temos ainda 9 rodadas pela frente, mas mais que sonhar, é preciso ter fé e atitude de apoio incondicional para realizarmos nossas metas, que nada mais são do que sonhos com deadline.
O próximo é sábado, dia 18.10 , 18:20 horas e quero te ver lá no Engenhão: TORCER! GRITAR! É Campeão!
Saudações AlviNegras,
K1
domingo, 5 de outubro de 2008
E o juíz levou...
Essa citação de Matrix que faz por sua vez alusão ao clássico 'E o vento levou' representa muito nossa atual fase:
De um time novamente com promessas de dar alegrias... mais uma vez tropeçamos e estamos 10 pontos atrás do líder. Com 10 rodadas acho que já dá para dizer que o título está muito difícil. Mas ainda dá para salvar o ano com a vaga para a Libertadores e não devemos menosprezar isto e sim lutar com afinco redobrado.
O problema é que agora a crise financeira chegou na mídia e os salários de dois meses não chegaram aos jogadores, dando margem a corretos comentários - mesmo que fora de hora - de que 'quem trabalha, merece receber'.
O que me assusta é que o clube deve uma premiação de R$150mil ao grupo por este ter chegado ao G4.
ABSURDO!
Premiação para chegar e não para se manter? Deveria ser algo conferido no final do torneio, não?
E a torcida não comparece a ponto de não termos renda e sermos sacaneados tendo nosso estádio chamado de 'Vazião'.
Ah sim, mas o post era sobre o jogo... diretamente influenciado pelo juíz por ter expulsado injustamente o Jorge Henrique - alô jurídico, vamos recorrer para ele não ficar de fora no próximo jogo! -, além de não ter marcado algumas importantes faltas perto da área. Mas é o que o Diguinho declarou: não foi a expulsão e sim a desatenção no segundo gol que determinaram a derrota.
E digo mais: no primeiro gol também.
Ney Franco até mexeu correto, botando o time pra cima, mas com as peças de reposição que ele tem... Gil? Zárate?
Ele ainda teve a coragem de elogiar o gordinho argentino, que recebeu comentário no bar de que deveria ter perdido o triplo do peso, pois continua visivelmente acima do peso e abaixo do bom nível do futebol. Lembro-me de 3 jogadas: uma boa matada na qual levou falta por trás; uma boa virada para um sofrível chute, melhor, recuo; e um bisonho toque-lançamento muito forte e muito a frente de nosso lateral.
Fato é que não ameaçamos o gol adversário direito, nosso maestro desafinou e além de não bater bem as faltas deixou de aproveitar uma clara oportunidade na qual ia entrar sozinho na grande área, mas não dominou a bola. Carlos Alberto lutava muito, cutucava o adversário e os deixava loucos - aliás, como são violentos! -, mas fato é que rodava de um lado, rodava do outro e nada. Boa chance mesmo foi a jogada do Alessandro, que comeu um, dois - sim, eles gostam! - e chutou prensado em bola que quase morre no canto oposto do goleiro gremista. Se tem um matador ali metia o bico na bola e corria pro abraço.
Enquanto isso, do nosso lado, Castillo e Renan foram bastante exigidos, com destaque para o segundo que saio muito bem tanto por baixo quanto pelo alto, sem culpa no segundo gol, enquanto que no primeiro, por mais que a bola tenha desviado na zaga, o posicionamento muito a frente tenha impossibilitado Castillo de chegar na bola, que passou muito perto e no raio das bolas defensáveis. De toda maneira, falha maior da defesa que deixou o gremista matar a bola, girar, ajeitar e chutar - assim fica fácil.
Difícil é escrever estas parcas linhas, sabendo que bastava pouca coisa pro cenário ser muiiiito diferente.
A começar pela torcida, que comparecendo apoiaria e incentivaria mais o time, garantindo receita pro clube e pressão nos jogadores, o clube teria as finanças mais sadias, os jogadores estariam mais confiantes e até mesmo 10 pontos do líder não nos fariam sentir este desconforto: afinal, temos dois jogos em casa, onde os 6 pontos são obrigatórios. Com dois tropeços dos líderes a diferença já cai pra 4 pontos novamente. No fundo, tudo é possível!
Então o resumo da ópera é que nada está perdido, mas tudo depende do amor que o alvinegro pode demonstrar, lotando o Engenhão: daí começa uma onda positiva que contagiará a todos.
Faltam 3 confrontos de ida-e-volta na Sul-Americana para sermos campeões. E um pouco mais de atenção para figurarmos entre os que estarão ano que vem na Libertadores e lutar sim por algo mais no brasileiro: se até o Flamengo fala em título, porque nós não?
Vamos pensar e agir grande! Vamos lotar o Engenhão!
Saudações AlviNegras,
K1
segunda-feira, 22 de setembro de 2008
Até quando, Botafogo? Quo vadis?
Mas, sejamos realistas, agora que o Rei está nu e o time fora do G4: tudo isso já era anunciado há algum tempo, não?
Desandamos há muito - 2 empates no final do jogo, derrota lamentável em casa -, mas termos ficado sem méritos no G4 por tanto tempo é o que nos deixou acomodados. A ponto de Wellington Paulista afirmar naturalmente que "aqui não há pressão". Há sim, companheiro, há sim.
De cara pergunto: até quando iremos maltratar o manto e seu maior patrimônio, nós, torcedores de coração? Quo vadis - aonde vais - aonde vamos parar?
Recentemente li o Renato Maurício Prado malhando nosso elenco e inicialmente pensei "Flapress", invejoso. Contudo, devemos tomar um ponto de equilíbio entre esta crítica ácida e o sonho dourado do Ney: temos um elenco melhor que o que tinhamos até o início do ano, com algumas peças de reposição, mas ainda não é o suficiente para tirar onda em duas competições simultaneamente. E agora que o desgaste das viagens internacionais começa é que quero ver como o time se comportará. Ao final do jogo, Ney deixou claro que o time recuou contra a sua vontade, algo contudo indicado pelo Túlio na entrevista do intervalo. Há de se checar isto!
As declarações já começam e me preocupar: "Ficou difícil falar em título". Se por um lado de fato ficou, pois perdemos dois jogos e empatamos dois jogos que eram 'baba-de-moça', por outro ainda temos 12 jogos que se forem só vitórias, nos fazem disputar sim o caneco. Muito mais que esta utopia a ser vivida, é necessário manter nosso padrão no alto. Baixar a meta para a área da Libertadores vai acabar fazendo a gente se contentar com a vaga pra Sul-Americana, anote o que eu estou dizendo.
Novamente nos acomodamos com um magro 1 a 0 e tivemos que aturar Athirson comandando uma virada do lanterna da competição, resultando não apenas na nossa saída do G4, mas a troca de posição com o Flamengo.
Que esta derrota sirva de lição: precisamos matar o jogo, exercer nossa supremacia, a nossa vontade de poder como diria Nietzsche. Nós queremos? Nós podemos! Vamos vencer, Fogo, porra.
Desculpe o palavrão, é emoção demais presa. É ver que podiamos estar ali, na segunda ou terceira posição, mas novamente não suportamos a pressão: um campeão se forja exatamente na pressão, mostra ao que veio nos momentos-chave, como o Palmeiras e o Cruzeiro têm feito reiteradamente.
À nós cabe a incumbência de sacudir a poeira dessa rasteira que levamos, levantar a cabeça, nos dar as mãos e superarmos à nós mesmos para chegarmos lá: no título da Sul-Americana e na vaga da Libertadores.
Se você for reparar, essa tem sido a tônica de meus posts: união, superação e, principalmente, auto-conhecimento. O Botafogo está no caminho, apesar de ainda errante - parafraseando o poeta alemão Goethe -, mas de certo estamos construindo um futuro melhor que o nosso passado recente; queremos contudo um título de e no presente. Vamos que vamos, Glorioso!
E vamos também, ao post escrito durante o jogo.
O primeiro tempo
Até os 15 minutos iniciais
Jogo morno, sem domínio claro, com jogadas e situações para ambos os lados, com destaque para a interceptação de Castillo de um cruzamento que pararia na cabeça do atacante da Portuguesa e consequentemente no gol alvinegro. Ou seja, leve superioridade dos Lusos.
Até os 30 minutos da primeira etapa
Wellington Paulista reclama primeiro, continua a jogada depois. Completamente diferente do campeonato italiano - no caso, o Roma, que não pára para reclamar e não enche o saco do juíz; está 100% focada em jogar futebol, e só. Mas não só nisso se parecem. Tampouco apenas no fornecedor, Kappa. O Botafogo, quando quer, joga de maneira envolvente, rápida, inteligente, que aliada à raça e à vontade não dá espaço, margem e chance a ninguém. Mas parece que rola uma acomodação, um sentimento
Aos 26 minutos, o Figueira empata com o Cruzeiro. Se ganharmos, ficamos em terceiro.
Triguinho dispara, mas perde a bola infantilmente, adiantando. Nossa defesa pára, perigosamente, para pedir impedimento. E já não sabem que mesmo sendo, não marcam? Levanta o braço, reclama, mas segue o jogo, fica em cima pra depois não ter que chorar o leite derramado.
E o Cruzeiro faz o segundo e desempata.
Nós chegamos mais perto em belo chute de Carlos Alberto que resulta em escanteio.
Até os 45 minutos do primeiro tempo
O terço final começa com bola na trave em perigoso chute da Portuguesa; falha da marcação, muito longe, mesma situação de Castillo, longe da bola que fora no alto, enquanto ele mal a meia altura chegara.
Figueira empata.
Segundos antes, Túlio caira na área e em situação duvidosa: claramente forçara a queda, mas havia ali, literalmente, a mão adversária.
Botafogo começa a acertar mais jogadas em um jogo claramente de domínio luso, que vem imprimindo maior ameaça à meta de Castillo que o inverso.
Aos 41 minutos, grande jogada: cruzamento preciso de Thiaguinho para Carlos Alberto que de cabeça toca para Wellington Paulista, também de cabeça, estufar as redes na terra da garoa. Gritara mesmo antes da bola entrar: tal plasticidade e perfeição não seriam maculados; Deus não permitiria, é justo e amante da beleza.
Antes do apito, um primor de jogada - tão rápida e perfeita que mal consegui ver direito quem participou e o pouco que me lembro se esvai em meio ao êxtase da beleza da jogada: roubada de bola inteligente e com garra na defesa, manejo correto no meio e jogada de ponta - na frente, óbvio. Por um capricho do destino o cruzamento rasteiro desencontrou-se do alvinegro que invadia o meio com força, mas sem precisão, já caindo. E força, sem controle e foco, não é nada... tô aprendendo isso no arco e flecha. Enfim...
O segundo tempo
Nas entrevistas de volta, Túlio declara que aproveitaremos os contra-ataques. Prefiro partir pro ataque e garantir o resultado logo, 'ofensivamente' e não esperar na e para superar a retranca.
Até os 15 minutos do segundo tempo
Os 5 minutos iniciais se passaram sem grandes destaques.
Aí, grande jogada de Wellington Paulista, que lutou pela bola, invadiu, mas perdeu na grande área.
A Lusa responde com belo chute e dá oportunidade para grande e difícil defesa de Castillo no canto inferior direito dele.
Foi só um Flamenguista chegar no Itahy - bar em que assisto todos os jogos fora - que a Portuguesa fez o gol de empate, em rebote para o meio da área de Castillo, mas falha mesmo da defesa, que possibilitou o cruzamento para a área, depois o toque de cabeça para o meio - que obrigou nosso arqueiro a realizar a defesa parcial para o centro - e finalmente a finalização no rebote. Os corneteiros exclamariam: "Se fosse o Renan pegava!" Momentos após, Castillo se machuca e dá lugar a Renan.
Até os 30 minutos do segundo tempo
Um grande amigo, flamenguista, chega e se senta à mesa, seguido minutos após por sua amiga vascaína.
Gol da Portuguesa.
O Botafogo pára.
Gol da Portuguesa.
Até os garçons, amigos de longa data, me zoam - vale ao menos um chopp de cortesia, não vou lá pra ser zoado! E os corneteiros agora exclamariam: "essa bola o Castillo pegava, sai melhor que o Renan!" É como diz a Castilla, uruguaia amiga lá da comunidade do Botafogo: vão sempre criticar ora um, ora outro.
Botafogo, mais uma vez, dá uma de Robin Hood. E olha que no post anterior, alertara para isto!
Reclama penalidade dupla aos 42 minutos. Já não tenho olhos para ver se foi ou não foi. Ainda bem que tampouco tenho ouvidos para ouvir, pois aos 43 minutos o time começa a reclamar, Carlos Alberto se metendo a criar confusão. Reflexos, com certeza, da frustração oriunda da falta de competência de ser aquilo que se é, superior.
E o jogo acaba 3 x 1, em uma virada incrível da Portuguesa, muito mais por demérito do Glorioso, que não exerceu sua superioridade, não jogou.
Da entrevista de Lúcio Flávio no pós-jogo, devido ao barulho do bar e do baixo volume da TV, só escutei o "infelizmente"...
Pois é, infelizmente, fora do G4, jogando mal e achando bacana não ter pressão no Glorioso.
Aqui tem pressão sim, vamos ganhar Fogo, porra!
Saudações AlviNegras com pressão na veia, grito no peito e nó na garganta: tá na hora de mostrar ao que veio!
K1
segunda-feira, 15 de setembro de 2008
Ah, Botafogo! ACORDA!
Mas novamente deixamos escapar a oportunidade de encostarmos no Grêmio. Para piorar o São Paulo está perigosamente em nosso cola e até empata em número de pontos.
Jogar com três atacantes até pode ser uma boa - o que nem achei o caso, pois perdiamos todas no meio-campo, com Leandro Guerreiro perdido, em um dos primeiros erros táticos que vi Ney Franco cometer -, mas apenas se Gil fosse de fato 'fator gol' e Wellington Paulista parasse de ficar caindo e de fazer falta: tanto cai-cai que o juíz não marcou penalidade clara de Clêmer faltando uns 15 minutos para acabar a partida - exatamente aos 31 do segundo tempo. Mas isto não justifica a derrota, convenhamos: jogamos mal.
Não era o Glorioso das 13 partidas invictas, a Estrela do G4. Lúcio Flávio não entrou em campo, esquivando-se da responsabilidade de armar as jogadas e até de combater, sinal de que o time iria mal, a começar pelo Leandro Guerreiro completamente perdido no combate - o meio de campo era colorado praticamente durante toda partida, com o gigante Guiñazo soberano - Renato Silva perdendo bola infantil no meio-campo e com dificuldade em recuperar o compasso, o que levou ao erro grosseiro de Castillo que saiu atrasado do gol, possibilitou o cruzamento e o toque para o gol livre: se tivesse ficado no gol penso que a bola seria facilmente defensável, digo até interceptável.
Ouso fazer o mesmo comentário no segundo gol: sem sair afobado pra cima do atacante, teria tido condições melhores para a defesa. Mas justiça seja feita: foi um baile do ataque do Internacional, que deixou Leandro Guerreiro caido na grande área após explorar as costas de toda nossa lateral direita, com todos seus jogadores completamente envolvidos.
Tudo começou errado quando Wellington Paulista perdeu gol invadindo sozinho a área de Clêmer com menos de 5 minutos do primeiro tempo. Aos 41 minutos foi a vez de André Luis cabecear sozinho pra fora em jogada ensaiada iniciada por Lúcio Flávio em um de seus poucos acertos no jogo.
Aliás, foi dele, André Luis, o gol alvinegro, após grande jogada de Jorge Henrique - o melhor no ataque alvinegro -, que ainda precisa de um matador à altura para formar uma dupla decente de ataque.
André Luis também foi expulso no final, após levantar um jogador colorado. Sinceramente, acho que foi justo, mas também foi um 'desconto', pois os gaúchos estavam batendo muito e o juíz conivente 'deixando o jogo correr'.
Poderiamos ficar aqui comentando inúmeras jogadas de maior ou menor expressão, mas o fato é um só: para sermos campeões precisamos aproveitar as oportunidades, fazer valer a nossa supremacia.
Se não tivessemos perdido os dois pontos contra o Vasco, os dois contra o Naútico e os três contra o Internacional estariamos empatados na liderança com o Grêmio.
Mas isto também serve de incentivo: basta fazermos o nosso que chegaremos. Ainda temos umas 13 rodadas pela frente. Meu palpite é que se ganharmos 8 ou 9 seremos campeões.
Próximo jogo é contra a Portuguesa, última colocada, lá em Sampa: tá na hora de mostrar de fato ao que veio e deixar de lado de vez o estigma de Robin Hood - ao menos o lado de tirar dos ricos/grandes e entregar para os pobres/pequenos; acertar o alvo, o título, pode e deve fazer parte de nossa história esse ano.
Nossa parte temos que fazer: apoiar incondicionalmente.
SAN
K1
domingo, 7 de setembro de 2008
Dever de casa feito fora: amo muito tudo isso!
segunda-feira, 25 de agosto de 2008
Um empate que vale uma derrota e acorda para o restante do campeonato
1 x 1 foi um resultado justo apenas se encararmos o fato de que quem não amplia, leva.
E logo em uma rodada onde tudo conspirou a favor de passarmos uma semana inteira como vice-líderes. Mas o caminho AlviNegro sempre foi assim: árduo, de luta e superação após bobeadas próprias.
Afinal, já diz o nosso hino: não podes perder, perder pra ninguém. E como não se pode ganhar sempre, acabamos volta e meia perdendo para nós mesmos.
E olha que dessa vez a derrota foi um empate.
Devido à desorganização na venda de ingressos de meia - que haviam esgotado em General Severiano durante a semana - em meio ao tumulto causado pela falta de um gradeamento e organização das filas entrei com 7 a 10 minutos de jogo - apesar de ter chegado 17h25 ao maraca.
Soube que o Vasco começou melhor, mas depois que pisei no 'maior do mundo' só vi dar Botafogo. Nosso domínio era amplo e irrestrito. Durante boa parte do jogo o time da colina nem sequer passava de seu meio-campo e suas tentativas eram facilmente desarmadas por nosso competente meio-campo.
Mas a competência faltou no ataque que ainda carece de um homem-gol a altura do restante do elenco. Wellington Paulista até deixou o dele, mas Gil e Fábio provaram mais uma vez que não são solução para a ausência de Jorge Henrique. Tomara que o Zárate resolva, pois até mesmo o Wellington Paulista precisa fazer mais para se dizer titular de um time como o Glorioso Botafogo.
Ademais, jogamos quase metade do segundo tempo sem atacante de ofício, pois Wellington Paulista fora substituído por Fábio, que como o primeiro também se lesionou e teve que ser substituído logo após entrar, queimando uma substituição de Ney Franco, que havia trocado o ineficiente Gil pelo Zé Carlos, passando o endiabrado Carlos Alberto para o ataque.
E foi ali pelo lado do lento Zé Carlos - que muitos ficam chamando de sem-sangue - que o recém-entrado vascaíno Madson usou seu frescor e velocidade para dar uma corrida no Triguinho, que além de cansado esteve mal no apoio à defesa: o resultado foi uma falta perto da grande área e um amarelo, além do gol, claro.
Sobre o gol, ficam três registros:
- Se é pra fazer falta, faz no meio-campo. Até uma expulsão teria valido a pena por esses 2 pontos perdidos.
- A zaga não pode ser impecável 99,9% do tempo e ter esta falha de atenção na hora do adversário bater a falta.
- O goleiro não pode ficar vendido daquele jeito - aqui vale o registro desta ser uma das bolas mais difíceis para o guarda-metas, por se tratar de tiro direto ao gol com alta possibilidade de desvio em um curto espaço e jogada muito rápida. Todavia Castillo estava no canto e deu um passo para o lado, sem objetividade, sem ter tentado interceptar a bola.
Com este tipo de situação, lembrando o fatídico jogo contra o Corinthians em Sampa, onde ele falhou bisonhamente no gol de falta, e com as recentes atuações primorosas de Renan, começo a puxar o coro de "Ah, ah, ah, Renan é titular!" - emendo clamando por espaço no time e/ou banco para o Luciano Almeida e para o Wellington Jr.
Na comunidade do Botafogo no Orkut tem gente criticando e pedindo a cabeça de nosso maestro Lúcio Flávio - meu comentário aqui é o mesmo que lá: sem ele o Glorioso provou que joga pior, ele cadencia o time. E tem umas cabeças a serem pedidas antes: Gil, Fábio, Zé Carlos...
Lúcio Flávio precisa melhorar? Sim, mas não é cornetando com o time invicto e na cola do líder, mostrando disposição e vontade que iremos conseguir algo. A hora é de apoio incondicional. É a vez da torcida mostrar que faz a diferença e que acredita no time: vamos lotar o Engenhão no sábado contra o Náutico e deixar os jogadores deles Aflitos. ;)
Finalizo registrando a saudade do Maracanã: o Engenhão é nossa casa, mas o 'maior do mundo' tem um charme só seu. É bom voltar lá de vez em quando: poderiamos fazer ao menos um jogo por mês lá. Ainda mais que lá tem ambulante vendendo cerveja pelo clandestino preço de R$5 a latinha. É a imperadora falta de organização que atrapalha as coisas - vale o registro da saudade de poder ver o Glorioso tomando uma cervejinha e comendo um amendoim.
Mas o empate que valeu por uma derrota também serviu para nos acordar para o restante do campeonato: seremos vice-líderes em uma ou duas rodadas.
Próxima semana o Grêmio perderá do embalado Vasco; o jogo Cruzeiro e Coritiba - dois que estão na briga com o Glorioso - terminará empatado ou com vitória do Coxa; o Palmeiras tropeçará no Furacão Atlético Paranaense, que necessita de uma vitória para não parar na zona de rebaixamento; o São Paulo empatará ou perderá do Santos; e nós faremos nosso dever de casa.
No sábado é simples:
Vamos simbora, pro Engenhão: Torcer! Gritar! É Campeão!
SAN
K1
quinta-feira, 21 de agosto de 2008
G3 - O Melhor do Rio é AlviNegro e tem Estrela
Renan mais uma vez mostrou titularidade ao sair bem em bolas altas e fazer uma defesa dificílima no final do jogo, garantindo-nos os três pontos. Precisa apenas ser mais 'malandro', controlar melhor o tempo e a posse.
Edson entrou bem no lugar de Renato Silva. Quem destoou foram Gil, que perdeu duas chances claras de gol, e Carlos Alberto que não lembrou em nada suas atuações passadas. Este último errando muitos passes, firulando e extremamente faltoso e violento. Não entendi por que o Ney Franco não o substituiu. Triguinho e Tiaguinho também erraram muitos passes e cruzamentos.
Ney Franco aliás que está de parabéns pelo trabalho e ousadia. Mexeu bem na equipe após a expulsão do jogador adversário, trocando um meia-defensor por um atacante.
O gol, de penalidade cavada, veio na segunda parte do segundo tempo, que o Cruzeiro jogou boa parte com um jogador a menos. E mereciam ter mais gente expulsa, pois como batiam os cruzeirenses. E como o goleiro Fábio fazia cera na hora de bater os tiros-de-meta - isso até levar um amarelo: a torcida não perdoava e vaiava cada retardo provocado por ele já desde o início do primeiro tempo quando ficou claro a todos a atitude anti-desportiva do referido guarda-metas. O juíz tomou uma atitude apenas no meio do segundo tempo.
E se a penalidade foi duvidosa na que foi marcada, em outras 2 ou 3 situações seria possível facilmente marcar penalidade. Lúcio Flávio bateu com categoria no canto esquerdo do goleiro, seu direito e mesmo o goleiro quase pegando, garantiu o placar, os pontos e a felicidade da torcida que eufórica e confiante saiu cantando o hino por todo o percurso.
Clímax parecido ao nosso gol ocorreu quando o alto-falante do Engenhão anunciou praticamente em seqüência os gols da virada do Inter sobre o Palmeiras, o que nos tornava ali integrantes do G3 e donos de uma cobiçada vaga na Libertadores - Íííííííí, Libertadores ano que vem tamo aí!
Agora, o que acontece com Zárate e com nossa diretoria? Era pra ele ter sua estréia na primeira semana de agosto. No Flamengo, Marcelinho Paraíba chega e joga. Por que com nosso caso é diferente? Quem pagará por esse atraso. Enquanto isso nosso ataque continua perdendo gols por falta de pontaria.
E se o Thiago Ribeiro vier mesmo aí é para sonharmos alto, com o topo.
É para lá, que é o seu lugar, que a Estrela voltará.
SAN
K1
sexta-feira, 8 de agosto de 2008
Quebra tudo. Até tabu!
Com o 2 x 1 em cima do Figueirense reencontramos nossa boa fase:
- Túlio faz novamente um golaço: desta vez de meia bicicleta, sem pulo, não sei bem como descrever, só sei que deu uma embaixadinha e virou no ar para mandar indefensável no canto esquerdo do goleiro do 'Figa'. Senão me engano - mandem comentário se eu estiver -, é o quarto gol dele em 3 partidas seguidas
- Tivemos um expulso, mas conseguimos superar as adversidades - e ainda fizemos dois golaços: um individual e outro coletivo
- Renan fechou o gol: no tento adversário deveria ter saído socando a bola - na dividida é melhor não dar chance
- Wellington Paulista torceu o pé/tornozelo - tomara que não seja nada mais grave -, todavia o time não se abalou
- Ney Franco soube mexer no time quando defrontado com situações de tomada de decisão
Fato é que o time - agora com elenco - embalou. Está unido, jogando bem e com bom esquema tático.
Jorge Henrique não deveria sair. Perde todo mundo. Inclusive ele, que terá o filho no Japão e provavelmente terá problemas de adaptação com a família. Ele deveria esperar ser campeão pelo Botafogo, jogar e arrebentar em jogos internacionais para conseguir uma transferência para o mercado europeu - no Japão será esquecido, lamentavelmente. A negociaçãom deu uma regredida e espero que ele fique e que o Botafogo possa pagar um pouco mais por e para ele.
Renan fez excelentes defesas e ganha minha preferência no gol - precisa apenas ter um pouco mais de 'personalidade'.
Ney Franco, além de armar e mexer bem no time, está com visão e discurso positivo e correto: ‘Esse campeonato não tem dono’.
Então vamos reivindicar nosso espaço nesse BRAScanIL!
SAN empolgadas e com foco no Palmeiras para tentar parar no G4,
K1
