domingo, 17 de janeiro de 2010
Glorioso Adeus
Sua saída foi acertada devido ao alto custo e a excelentes peças de reposição, uma até superior.
Agradeço ao Castillo por tudo o que fez pelo Botafogo, pois foi quem deu estrutura para o gol alvinegro, peitando todas as dificuldades de frente, mesmo com baixa estatura, compensada por sua atitude.
Foi um prazer e uma honra tê-lo vestindo nosso manto sagrado, obrigado por tudo, hermano.
Que tenhas muito sucesso em sua carreira: estou torcendo para lhe ver na Copa do Mundo torcerei por ti - exceto em jogos contra o Brasil e contra a Alemanha.
SAN
K1
domingo, 26 de julho de 2009
Botafogo 3 x 2 Internacional - fatos e fotos
Vamos aos fatos.
O time jogou bem, talvez sua melhor partida pós-carioca - ao menos no primeiro tempo, no segundo hiatos de sonolência e desatenção que quase complicam.
André Lima voltou a marcar pelo Glorioso.
Juninho carimbou duas vezes a trave e fez ecoar ainda com mais força o canto de "ôôôôôôô, Fica Juninho!".
Wellington coroou a excepcional atuação com o primeiro gol da partida - e ao menos para mim é titular ao lado do Juninho.
Alessandro marca o da vitória.
Renato anda meio fora de forma...
Bola fora para Victor Simões que arrancou em bela enfiada, mas chutou muito mal, possibilitando uma excepcional defesa do goleiro colorado; mas o pior foi ter tirado o manto quando foi substituído e nem ter vibrado com o gol da vitória - tenho foto para comprovar, só ver abaixo.
Mas o ponto alto foi ter ido ao campo para ciceronear meu novo amigo, o santista Samuel, que veio ao Rio e aproveitou para arrumar um problema: não sabe mais para quem torce, Santos ou Botafogo. Ambos são alvinegros, mas o nosso tem a Estrela e isto deve pesar em sua decisão. Samuel é super alto astral e ver o jogo ao seu lado fez da vitória algo ainda mais especial: trouxe sorte o menino.
Sobre a partida, vale registrar que mais uma vez fomos prejudicados pela arbitragem, que não marcava faltas a nosso favor, não dava cartão para os colorados e ainda deixou de marcar penalidade clara no segundo tempo.
Pior do que isto, apenas o fato de Ney Franco só mexer no time após levar o gol de empate, teimando em deixar o cansado e desatento Renato em campo - a perda da bola na saída pós-empate é algo inaceitável até em peladas.
Bom foi rever meu ex-professor e atual Diretor de Esportes Olímpicos, Miguel Angelo da Luz e o assessor de imprensa.
Agora, vamos às fotos.
O Botafogo foi o primeiro clube a aderir à campanha da Acessibilidade. Felicidade em dobro.Castillo fechou o gol com grandes defesas.
Predestinados: 2 bolas na trave e o gol da vitória seguram a bandeira do Glorioso, Juninho e Alessandro.
Corre que vai começar Castillo!
Precisa dizer mais alguma coisa?
Todos comemoram o gol de Alessandro que seria o da vitória; menos Victor Simões que, puto, fica sentado no banco... =/
Inspirando-me em Manga para minhas futuras atuações nas peladas da vida...
Bons ventos embalarão esse time. Ainda teremos gratas surpresas, tenho certeza.
Libertadores ano que vem estamos aí! Sonhar, afinal, não custa nada.
SAN
K!
quinta-feira, 26 de março de 2009
Assim não dá!
Já nossa defesa...
Uma bola esquisita que o Renan aceitou e que eu ainda não sei se foi falha, indefensável pelo desvio do Victor Simões no meio do caminho ou urucubaca do Castillo pra poder recuperar a posição - gol estranho, petardo lá do meio da rua que o Renan normalmente não aceitaria: passou por cima dele!
A outra bola é a caridade alvinegra: é por ali que entregamos o jogo para os pobres adversários. Basta alçar na área cruzado que a bola segue seu curso com ou sem desvio e morre na rede, viva a inoperância área de nossa defesa. Fora algumas saídas de bolas bisonhas: chutões que paravam no meio-campo dando 'contra-ataque'.
Quem tem metas maiores não pode sofrer gol repetidas vezes assim, tampouco jogar mal contra adversários fracos como o Americano, que só se defendeu e atacou em 3 ou 4 oportunidades, fazendo contudo 2 gols. Pode? Não pode!
Assim não dá!
Parabéns pela partida do Thiaguinho, que está jogando um bolão; do Victor Simões - que fará muita falta, devida à expulsão, no jogo de sábado - nosso artilheiro dos gols bonitos e oportunos, nunca feios; Maicosuel que conduziu perfeitamente a bola e tocou magistralmente para Reinaldo fazer um belo gol oriundo de uma belíssima virada e faro de gol.
E parabéns ao juiz, que deixou de dar uma penalidade clara e assim nos devolveu um pouco dos pontos que nos foram roubados nos dois últimos anos.
Mas que não precisemos disto no sábado. So precisamos que Maicosuel consiga jogar sem dores.
Jogamos uma final antecipada no sábado e precisamos ganhar para elevar nossa moral e levar de vez a Taça Rio e, assim, o Carioca 2009.
SAN
K1
domingo, 15 de março de 2009
Acertando a casa, fora
Destaque para a estréia com gol de Renato, que além do tento ainda chutou duas boas bolas e apareceu bem na partida, prometendo ser uma boa peça, senão até titular.
Mas quem arrebentou na partida foram Maicosuel, Victor Simões e Thiaguinho. O primeiro fez um golaço de falta e ainda realizou inúmeras jogadas dignas de registro e menção. Nosso artilheiro pitbull fez dois e quase deixou mais outros três, além de ter lutado muito lá na frente. E Thiaguinho além do primoroso cruzamento para o primeiro gol, de cabeça, do Pitbull.
A ressaca da bacalhoada indigesta parece ter passado, mas ainda vejo necessidade de melhoras: é que não dá para se pautar por Cabofriense e demais pequenos do Rio, com todo respeito. Estou pensando em Brasileiro e Sul-Americana e quero ser campeão. Nossa zaga precisa ser mais ágil.
Aqui vale o registro: Leandro Guerreiro está sobrando em campo. Como joga bem, se antecipa, dá o bote certo, se apresenta, além de ser um líder nato identificável até na postura... já Emerson e Juninho me preocupam pela lentidão e por algumas bolas que não poderiam perder do jeito que perderam neste jogo que aqui comentamos.
Gostei da postura da diretoria e da comissão no entre-jogos.
Sobre a contratação de goleiro: acho desnecessária, pois confio em todos que nos servem atualmente. Exceto se formos dispensar o Castillo: ai os goleiros de Cabofriense e Macaé aparecem como bons candidatos pelo que mostraram nessa rodada. Mas trocar um goleiro de seleção - mesmo que uruguaia - por 'promessas', tendo goleiros formados na base, por mais que jovens... sei não: temos que preservar os juniores, mas qual motivo de contratar mais um? Será que vamos perder um de nossos dois principais?
SAN
K1
sexta-feira, 13 de março de 2009
Que ressaca!
Não sei se devido ao Steinhaeger que tomei no Bar Lagoa - onde encontrei o ilustre alvinegro João Moreira Salles -, por ser sexta-13 ou se motivado pelo sacode e baile que tomamos, mas o fato é que dormi e acordei triste.
Triste com a apatia do time: onde estava o brilho da estrela? Onde estava o Glorioso que não entrou em campo? Nada de Maicosuel, Victor Simões, Jean Carioca então foi sofrível e execrado quando substituído; apenas Thiaguinho brilhou e Laio, que muito bem entrou. Onde estava a torcida que não compareceu - tá certo que o horário também não ajudou, mas a torcida deles estava em peso presente.
Nosso time estava irreconhecível... se bem que temos jogado mal desde que ganhamos a Taça Guanabara: contra o Tigres e já contra o Dom Pedro as atuações foram bem precárias. Veio o Vasco e aplicou até olé no final do jogo, incentivado a plenos pulmões por sua torcida.
E não adianta falar do juíz: este distribuiu amarelo pra todo mundo. Tá certo que não deu penalidade a nosso favor e marcou indevidamente a favor deles, mas o fato mesmo é que o Botafogo não buscou vencer - em um estranho comportamento que me leva a suspeitar que estão forçando que o campeonato tenha dois jogos finais para assim poderem lucrar com a renda. Ouvi esta teoria da conspiração de mais de uma pessoa - e de diferentes times.
Temos que melhorar muito se quisermos levar o Carioca e nos darmos bem no Brasileiro, Copa do Brasil e Sul-Americana.
Estão criando o fundo para contratar reforços: bacana. Mas procurar um goleiro, por exemplo, não vejo como sendo prioridade. A não ser que estejam para dispensar o Castillo pelo alto salário que recebe - notem que nem cogito a venda do Renan.
Enfim, a mistura do chocolate com o azeite ainda me dá embrulho no estômago. Vamos ver se os bons ventos de Cabo Frio aquecem o Botafogo.
SAN
K1
quarta-feira, 21 de janeiro de 2009
Se for por aí, já começamos mal... - II
Ou seja, estamos sem um reserva a altura do Renan. E se este se machucar?
Não podemos correr o risco de queimarmos a prata da casa, os jovens e promissores Milton Raphael, de 17 anos, e Luís Guilherme, com apenas 16 anos, mas já integrados aos profissionais; Luís Guilherme inclusive está na seleção sub-17. Mas o fato é que é muita responsabilidade e que eles ainda precisam se preparar mais para não serem queimados como o foi, por exemplo, o Júlio César.
Na comunidade do Botafogo no Orkut diz-se que ele vinha falhando nos treinos e que seu desempenho, bem como condicionamento físico não estavam de acordo com o esperado. Afirma-se também que estava desgastado "por aquilo que não fez".
Não sei não, sempre achei ele um goleiro mediano-para-bom, que nunca chegou a comprometer, pelo contrário: lembro de alguns nos quais ele acabou sendo decisivo... teve um no maraca que se naonão é ele saindo para abafar com o peito era gol na certa... só não me pergunta contra quem... na época ainda vendia cerveja em estádio! ;)
Eu acho que nosso clube é que está pisando na bola no geral... sei lá... acho que excesso de amadorismo atrapalha e leva a soluções drásticas: como dispensar nosso segundo goleiro na véspera da estréia sem ter um substituto concreto em mãos. E tem também a questão da panela de cada treinador... e dos interesses dos agentes.
Mas estranho mesmo que viram as 'deficiências' do Lopes só agora, na semana da estréia e com as melhores opções já sob contrato para a temporada. Parece piada.
Alguém pode me explicar o que está acontecendo?
SAN
K1
sábado, 27 de dezembro de 2008
A hora é de realismo.
Agora, na hora de montar o time, o momento é de realismo nu e cru.
Na comunidade do Botafogo no Orkut havia dois tópicos sérios sobre futebol que valem ter seu conteúdo debatido aqui.
O primeiro questionava sobre quem seria nosso goleiro titular.
As respostas variavam um tanto. Das sérias que se revezavam entre Renan, Castillo, tendo até uma menção ao Lopes, às brincadeiras como a menção ao nosso eterno Manga. Na minha opinião deve jogar quem estiver em melhores condições, pois todos os três goleiros tem qualidades e defeitos e ouso até dizer que tem de maneira complementar: Castillo sai bem por baixo e se posiciona muito bem, enquanto Renan sai bem pelo alto. Todos tem bons reflexos.
Mas o que me chamou a atenção foi que teve gente pedindo contratação de goleiro!
Com tanto setor carente - zaga, meio e ataque - questiona-se contratação de goleiros?
Na boa, estamos bem servidos de arqueiros. Garanto que este não será nosso problema nesse ano que tem tudo para ser, digamos, difícil pra gente. Vejamos algumas indagações que podem nos dar pistas do motivo de tanta preocupação:
Qual é nossa zaga titular agora mesmo?
E o meio campo? Laterais?
Ataque vai ser Reinaldo e quem mesmo?
Bem, de banco nem se fala, né?
O segundo tópico tratava exatamente do nível do time para 2009 e as opiniões eram divergentes. Uns dizendo que lutaria para não cair, outros que teremos uma grata surpresa e a maioria afirmando se tratar da manutenção do mesmo nível que tivemos.
Aqui vale reforçar o que foi dito no início do post: é bom ver otimismo... mas ele é bom na hora do campeonato, para dar a base para apoiarmos incondicionalmente... agora o realismo é fundamental para nos estruturarmos corretamente, sem nos iludirmos com o brilho otimista.
Fato é que o time está abaixo dos dois últimos anos, basta comparar os nomes e os rendimentos...
Concordo com quem fala que Carlinhos Bala é atacante, não é o genuíno camisa 10 que tanto precisamos! Mas logicamente é mais que bem-vindo - ainda mais porque parece ter demonstrado muita vontade de vir.
Ter as melhores contratações do carioca nao é lá grandes coisas... ainda mais quando temos também a maior lista de dispensa e debandada.
Estão falando que não temos banco e isso é uma verdade... mas mais verdade ainda é que nem time temos ainda! Como as indagações acima levam a concluir.
Minha maior preocupação é com a zaga - Emerson e ? - e com a armação no meio, que nem nome tem ainda.
Ao menos dispensaram alguns jogadores aquém do nível Glorioso... mas também dispensaram alguns que eu acho que mereceriam uma segunda chance. E venderam quem não devia! Cito nominalmente Jorge Henrique e Diguinho, pra não falar dos nossos zagueiros e de Lúcio Flávio e Túlio. Alexandro e Luciano Almeida são dois outros que eu gostaria de ver ao menos em nosso banco.
E renovaram com Thiaguinho: até que gosto dele, mas será que ele já estará curado e terá boas condições de jogo?
Enfim, depois de até o Bebeto sair antes do prazo, resta dizer que 'o último que sair apague as luzes', porque 'quanto mais escura a noite, mais brilham as Estrelas' (Lenin).
Tenho que confiar nas palavras do revolucionário bolchevique e nas de Nietzsche, quando diz que 'é necessário haver caos aqui dentro para nascer uma Estrela'.
Que 2009 seja um ano surpreendentemente Glorioso para todos nós.
SAN
K1
domingo, 5 de outubro de 2008
E o juíz levou...
Essa citação de Matrix que faz por sua vez alusão ao clássico 'E o vento levou' representa muito nossa atual fase:
De um time novamente com promessas de dar alegrias... mais uma vez tropeçamos e estamos 10 pontos atrás do líder. Com 10 rodadas acho que já dá para dizer que o título está muito difícil. Mas ainda dá para salvar o ano com a vaga para a Libertadores e não devemos menosprezar isto e sim lutar com afinco redobrado.
O problema é que agora a crise financeira chegou na mídia e os salários de dois meses não chegaram aos jogadores, dando margem a corretos comentários - mesmo que fora de hora - de que 'quem trabalha, merece receber'.
O que me assusta é que o clube deve uma premiação de R$150mil ao grupo por este ter chegado ao G4.
ABSURDO!
Premiação para chegar e não para se manter? Deveria ser algo conferido no final do torneio, não?
E a torcida não comparece a ponto de não termos renda e sermos sacaneados tendo nosso estádio chamado de 'Vazião'.
Ah sim, mas o post era sobre o jogo... diretamente influenciado pelo juíz por ter expulsado injustamente o Jorge Henrique - alô jurídico, vamos recorrer para ele não ficar de fora no próximo jogo! -, além de não ter marcado algumas importantes faltas perto da área. Mas é o que o Diguinho declarou: não foi a expulsão e sim a desatenção no segundo gol que determinaram a derrota.
E digo mais: no primeiro gol também.
Ney Franco até mexeu correto, botando o time pra cima, mas com as peças de reposição que ele tem... Gil? Zárate?
Ele ainda teve a coragem de elogiar o gordinho argentino, que recebeu comentário no bar de que deveria ter perdido o triplo do peso, pois continua visivelmente acima do peso e abaixo do bom nível do futebol. Lembro-me de 3 jogadas: uma boa matada na qual levou falta por trás; uma boa virada para um sofrível chute, melhor, recuo; e um bisonho toque-lançamento muito forte e muito a frente de nosso lateral.
Fato é que não ameaçamos o gol adversário direito, nosso maestro desafinou e além de não bater bem as faltas deixou de aproveitar uma clara oportunidade na qual ia entrar sozinho na grande área, mas não dominou a bola. Carlos Alberto lutava muito, cutucava o adversário e os deixava loucos - aliás, como são violentos! -, mas fato é que rodava de um lado, rodava do outro e nada. Boa chance mesmo foi a jogada do Alessandro, que comeu um, dois - sim, eles gostam! - e chutou prensado em bola que quase morre no canto oposto do goleiro gremista. Se tem um matador ali metia o bico na bola e corria pro abraço.
Enquanto isso, do nosso lado, Castillo e Renan foram bastante exigidos, com destaque para o segundo que saio muito bem tanto por baixo quanto pelo alto, sem culpa no segundo gol, enquanto que no primeiro, por mais que a bola tenha desviado na zaga, o posicionamento muito a frente tenha impossibilitado Castillo de chegar na bola, que passou muito perto e no raio das bolas defensáveis. De toda maneira, falha maior da defesa que deixou o gremista matar a bola, girar, ajeitar e chutar - assim fica fácil.
Difícil é escrever estas parcas linhas, sabendo que bastava pouca coisa pro cenário ser muiiiito diferente.
A começar pela torcida, que comparecendo apoiaria e incentivaria mais o time, garantindo receita pro clube e pressão nos jogadores, o clube teria as finanças mais sadias, os jogadores estariam mais confiantes e até mesmo 10 pontos do líder não nos fariam sentir este desconforto: afinal, temos dois jogos em casa, onde os 6 pontos são obrigatórios. Com dois tropeços dos líderes a diferença já cai pra 4 pontos novamente. No fundo, tudo é possível!
Então o resumo da ópera é que nada está perdido, mas tudo depende do amor que o alvinegro pode demonstrar, lotando o Engenhão: daí começa uma onda positiva que contagiará a todos.
Faltam 3 confrontos de ida-e-volta na Sul-Americana para sermos campeões. E um pouco mais de atenção para figurarmos entre os que estarão ano que vem na Libertadores e lutar sim por algo mais no brasileiro: se até o Flamengo fala em título, porque nós não?
Vamos pensar e agir grande! Vamos lotar o Engenhão!
Saudações AlviNegras,
K1
segunda-feira, 29 de setembro de 2008
Meia-bomba, de fato!
Acho muito bacana Ney Franco dar entrevista ao final do jogo falando de sua confiança no título e na Libertadores - mesmo ele tendo dito semana passada que 'o título ficou difícil' -, do retrospecto e referência de recuperação e sequência de vitórias, mas o fato é que com esse time do jeito que está não sei não.
Estar ganhando de 1x0 pra mim já passa a ser preocupante - acho que pra todos nós, não?
E se olho e comparo o nosso jogo com o de ontem, vejo que no lado rubro-negro da Força - como diria Yoda - os caras estão perdendo de 1x0 e conseguem virar em menos de 9 minutos. Até no lado rosa da Força, hoje com uma pétala a menos, havia mais empenho que no nosso time. Se quisermos ser algo e conquistar, temos que nos empenhar!
Que minha prima, alvinegra que foi pela primeira vez ao estádio, tenha razão: "calma, foram dois empates, três derrotas e agora veio o empate que vai reconduzir o time às vitórias!". Espero de coração que ela esteja certa, pois o campeonato está há 11 partidas do fim. Tempo e espaço suficientes para que muita coisa aconteça, em todos os sentidos. Podemos continuar nos arrastando e perder oportunidades, cair mais pela tabela ou reagir e buscar a taça.
De fato, estamos apenas a 7 pontos do líder. E a 3 da zona da Libertadores. De fato o título não deixa de poder ser uma realidade, Libertadores então, não podemos perder a fé e a confiança - até o Internacional, embalado pelo massacre sobre o decadente Grêmio fala de G4 e Libertadores.
O que deixa todo alvinegro cabreiro é o fato de termos jogado boa parte do segundo tempo com um a mais, de termos tido o domínio do jogo, de termos feito catimba com o Castillo, metido bola na trave, mas mais uma vez pecado em não ampliar quando podiamos e termos sofrido um gol tolo já nos acréscimos, após infantil expulsão de Zé Carlos, que não sei como iludiu a todos no início do ano e não sei a quem mais agrada: no estádio só se ouve falar mal dele.
Bem, elogiável o gol de cabeça, algumas boas jogadas; reclamável de uma penalidade a nosso favor, não marcada no segundo tempo (tenho certeza de que vi!) e lamentável deixarmos um zagueiro tricolor sozinho no finzinho, só pra dar o gosto a eles de sairem com o empate e ficarem tirando onda dizendo que jogaram com raça. De fato, raça nos faltou no final. E nos faltou aquele gol pra consolidar nossa supremacia: novamente a falha de quem não exerce sua superioridade.
A bola fora do jogo, além de termos cedido o empate já nos descontos, foi a quantidade de cadeiras quebradas pela torcida do Flor, devidamente representada pela torcida FlorMulher, digo, FluMulher. Mais Flor impossível, não?
Valeu pelos prazerosos momentos de lembrar aos tricolores que ainda precisam disputar a segundona para de fato voltar à elite do futebol e que esta realidade está próxima novamente. A música nova era hilária: "Íhhhhh! Segunda divisão, Fluminense vai caiiiiiiir!"
Nem um pouco engraçado é o recente histórico e a repetição do padrão hoje; faltando pouco tempo para acabar o jogo o time dá uma parada e deixa o adversário jogar, a ponto de momentos antes de sofrermos o gol eu ter gritado "dá o sangue! raça!" meio que sem pensar, menos por algo em específico, mais intuindo a partir de uma sensação de acomodação dos nossos jogadores. E não deu em outra.
E é outra postura que precisamos ter e adotar para sermos de fato candidatos ao título e sermos dignos de ir à Libertadores: porque representar internacionalmente o Glorioso para ficar dando mole assim, mais lembrando o jogo contra o River ano passado que a fase glória de Garrincha, melhor não se dar a esse trabalho.
Mas, sinceramente? Eu acredito! Tenho fé e por mais que essas últimas vezes tenham sido meia-bomba, meu tesão alvinegro é maior e sei que vamos conseguir chegar lá, a aplicação e o trabalho sério renderão frutos!
Basta a torcida fazer sua parte também: não adianta ficar falando dos jogadores se em jogo importante não colocamos nem 10 mil alvinegros no Engenhão. O lado rubro-negro do futebol carioca ontem colocou 40mil urubus no Maracanã.
Vamos fazer do Engenhão uma Constelação Gloriosa, lotada de Estrelas Solitárias!
O time precisa crer, querer e fazer.
Estaremos lá, na derrota, no empate ou na vitória, contanto que jogando de verdade, com amor ao manto e vontade de ser campeão, espírito de luta e, de preferência, dando resultados positivos.
SAN
K1
quinta-feira, 25 de setembro de 2008
Do intervalo ao segundo tempo: atitude Botafogo!
Curiosidade: o jogo do Palmeiras é um jogo chique, todo ton-sur-ton em verde-limão. E pra falar dos outros dois brasileiros da noite, Palmeiras e Atlético Paranaense, ambos empatam por enquanto. Nós precisamos vencer. Eles estão com um mistão, nós com nossa força completa.
Nos melhores momentos do intervalo, 4 foram do América de Cali e apenas 1 do Glorioso, que de fato precisa partir mais pra cima: aliás, o de sempre; atacar mais pro gol e menos pro vazio. Vamos vencer, Fogo!
Cena em que Lucio Flavio é escoltado para escanteio. Espero que aqui seja desnecessário garantir a segurança do adversário dessa maneira e que o clube colombiano seja punido.
Começa o Segundo Tempo
Aos 2 minutos e meio falta acintosa em Wellington Paulista e nada, nem marcado foi.
Aos 6, mais uma. Lucio Flavio vai bater. Ensaiada. Que primor! Carlos Alberto perde de cabeça com Wellington Paulista logo atrás. Típico gol que fará falta mais a frente.
Resposta rápida do América de Cali: defesa difícil de Castillo.
Contra-resposta na mesma velocidade: de novo Carlos Alberto desperdiça em bola cruzada e não cortada na área do América de Cali.
Aos 10, dois passos de nossa área, falta a favor do América de Cali: bola no travessão; independente de barreira abrindo, que porrada!
Aos 16, André Luis leva corretamente o amarelo por levantar o adversário com uma tesoura lateral. Tem nada que aplaudir o juíz, André Luis! Numa dessas ele entende que é ironia e te expulsa e como ficamos?
Apesar de não fazer gol até os 20 minutos, ao menos no segundo tempo o Botafogo está melhor e podemos afirmar que está dominando a partida.
Tá. Só pra quebrar o meu último comentário, gol do América de Cali aos 27 minutos, em rara oportunidade de ataque no segundo tempo. Escanteio batido, cabeceio sozinho pro bico esquerdo da pequena área e chute sem marcação, tampouco defesa no canto oposto de Castillo.
No minuto seguinte estamos no ataque novamente. Mas nada.
30 minutos: falta de ataque de Wellington Paulista.
Aliás, quando nosso ataque irá marcar gols em uma partida, já que todas são decisivas - quer mata-mata, quer pontos corridos?
33. Sai Jorge Henrique, entra Lucas Silva. Sinceramente, não sei o que dizer.
A porção de provolone à milanesa do Itahy não está me tirando o amargo da derrota da boca. Vamos Fogo!
Renato Silva sobe pra tirar de cabeça. Nós estamos perdendo, mas eles é que aumentam o volume de jogo.
38 e clara simulação do América de Cali, mas nada de amarelo. E ainda falta pra eles.
Aos 45 minutos, Ney coloca o Zé Carlos - pra quê? Perder os preciosos últimos minutos? Enfim... e o Zé Carlos mostra ao que veio e que já deu: recém-entrado no lugar de Triguinho não consegue dominar uma bola claramente lançada e relativamente fácil de se dominar.
Mais demora durante a prorrogação. Juíz não dá desconto: 48 e nada mais. Não levou em consideração as substituições. paradas para atendimento, etc.
Etc, blablabla, etc, etc, etc, mais uma derrota, blablabla... o que dizer?
VAMOS GANHAR FOGO!
E olha que segundos antes do jogo eu postara sobre a questão da postura: temos que ter atitude para sermos Gloriosos!
SAN
K1
Terceira derrota seguida - o que se passa?
O que está acontecendo, Ney Franco?
Antecipo que o placar de 1 x 0 contra o América de Cali é totalmente reversível e cabe a nossa torcida lotar o estádio para ajudar a conseguir a classificação.
Mas já há dezenas de histéricos advogando o apocalipse alvinegro; a eles digo, calma!
Primeiro tempo
Cheguei com nem 10 mintos de jogo, no máximo.
Botafogo está jogando 'pra cima', mas sem foco e precisão, o que resulta na supremacia adversária em quase todo o primeiro tempo, com destaque às defesas difíceis, únicas por sinal, de Castillo.
Até uns 20 minutos eram 6 faltas para o Botafogo, 2 apenas para o América de Cali. E um cartão amarelo pro Glorioso. Dois! Túlio acaba de receber um por simulação. E isto de fato não corresponde à realidade.
Primeiro que foi de fato falta no Túlio; segundo que estão batendo mesmo.
Aos 28 minutos cabeçada perigosa do atacante colombiano que subiu sozinho; alô defesa, agora é sério!
Só calor colombiano: falta, escanteio defesas (difíceis) de Castillo. Roubada na luta de Jorge Henrique, falta, mas nada de cartão.
Impedimento alvinegro aos 38 minutos!
39 minutos: enfim marcada falta em Wellington Paulista, atropelado na correria em direção à meta.
Publico o intervalo e o fim no decorrer desta quinta... até lá, boa ressaca.
Domingo temos duas obrigações: ânimo é fundamental; apoiar incondicionalmente
SAN
K1
segunda-feira, 22 de setembro de 2008
Até quando, Botafogo? Quo vadis?
Mas, sejamos realistas, agora que o Rei está nu e o time fora do G4: tudo isso já era anunciado há algum tempo, não?
Desandamos há muito - 2 empates no final do jogo, derrota lamentável em casa -, mas termos ficado sem méritos no G4 por tanto tempo é o que nos deixou acomodados. A ponto de Wellington Paulista afirmar naturalmente que "aqui não há pressão". Há sim, companheiro, há sim.
De cara pergunto: até quando iremos maltratar o manto e seu maior patrimônio, nós, torcedores de coração? Quo vadis - aonde vais - aonde vamos parar?
Recentemente li o Renato Maurício Prado malhando nosso elenco e inicialmente pensei "Flapress", invejoso. Contudo, devemos tomar um ponto de equilíbio entre esta crítica ácida e o sonho dourado do Ney: temos um elenco melhor que o que tinhamos até o início do ano, com algumas peças de reposição, mas ainda não é o suficiente para tirar onda em duas competições simultaneamente. E agora que o desgaste das viagens internacionais começa é que quero ver como o time se comportará. Ao final do jogo, Ney deixou claro que o time recuou contra a sua vontade, algo contudo indicado pelo Túlio na entrevista do intervalo. Há de se checar isto!
As declarações já começam e me preocupar: "Ficou difícil falar em título". Se por um lado de fato ficou, pois perdemos dois jogos e empatamos dois jogos que eram 'baba-de-moça', por outro ainda temos 12 jogos que se forem só vitórias, nos fazem disputar sim o caneco. Muito mais que esta utopia a ser vivida, é necessário manter nosso padrão no alto. Baixar a meta para a área da Libertadores vai acabar fazendo a gente se contentar com a vaga pra Sul-Americana, anote o que eu estou dizendo.
Novamente nos acomodamos com um magro 1 a 0 e tivemos que aturar Athirson comandando uma virada do lanterna da competição, resultando não apenas na nossa saída do G4, mas a troca de posição com o Flamengo.
Que esta derrota sirva de lição: precisamos matar o jogo, exercer nossa supremacia, a nossa vontade de poder como diria Nietzsche. Nós queremos? Nós podemos! Vamos vencer, Fogo, porra.
Desculpe o palavrão, é emoção demais presa. É ver que podiamos estar ali, na segunda ou terceira posição, mas novamente não suportamos a pressão: um campeão se forja exatamente na pressão, mostra ao que veio nos momentos-chave, como o Palmeiras e o Cruzeiro têm feito reiteradamente.
À nós cabe a incumbência de sacudir a poeira dessa rasteira que levamos, levantar a cabeça, nos dar as mãos e superarmos à nós mesmos para chegarmos lá: no título da Sul-Americana e na vaga da Libertadores.
Se você for reparar, essa tem sido a tônica de meus posts: união, superação e, principalmente, auto-conhecimento. O Botafogo está no caminho, apesar de ainda errante - parafraseando o poeta alemão Goethe -, mas de certo estamos construindo um futuro melhor que o nosso passado recente; queremos contudo um título de e no presente. Vamos que vamos, Glorioso!
E vamos também, ao post escrito durante o jogo.
O primeiro tempo
Até os 15 minutos iniciais
Jogo morno, sem domínio claro, com jogadas e situações para ambos os lados, com destaque para a interceptação de Castillo de um cruzamento que pararia na cabeça do atacante da Portuguesa e consequentemente no gol alvinegro. Ou seja, leve superioridade dos Lusos.
Até os 30 minutos da primeira etapa
Wellington Paulista reclama primeiro, continua a jogada depois. Completamente diferente do campeonato italiano - no caso, o Roma, que não pára para reclamar e não enche o saco do juíz; está 100% focada em jogar futebol, e só. Mas não só nisso se parecem. Tampouco apenas no fornecedor, Kappa. O Botafogo, quando quer, joga de maneira envolvente, rápida, inteligente, que aliada à raça e à vontade não dá espaço, margem e chance a ninguém. Mas parece que rola uma acomodação, um sentimento
Aos 26 minutos, o Figueira empata com o Cruzeiro. Se ganharmos, ficamos em terceiro.
Triguinho dispara, mas perde a bola infantilmente, adiantando. Nossa defesa pára, perigosamente, para pedir impedimento. E já não sabem que mesmo sendo, não marcam? Levanta o braço, reclama, mas segue o jogo, fica em cima pra depois não ter que chorar o leite derramado.
E o Cruzeiro faz o segundo e desempata.
Nós chegamos mais perto em belo chute de Carlos Alberto que resulta em escanteio.
Até os 45 minutos do primeiro tempo
O terço final começa com bola na trave em perigoso chute da Portuguesa; falha da marcação, muito longe, mesma situação de Castillo, longe da bola que fora no alto, enquanto ele mal a meia altura chegara.
Figueira empata.
Segundos antes, Túlio caira na área e em situação duvidosa: claramente forçara a queda, mas havia ali, literalmente, a mão adversária.
Botafogo começa a acertar mais jogadas em um jogo claramente de domínio luso, que vem imprimindo maior ameaça à meta de Castillo que o inverso.
Aos 41 minutos, grande jogada: cruzamento preciso de Thiaguinho para Carlos Alberto que de cabeça toca para Wellington Paulista, também de cabeça, estufar as redes na terra da garoa. Gritara mesmo antes da bola entrar: tal plasticidade e perfeição não seriam maculados; Deus não permitiria, é justo e amante da beleza.
Antes do apito, um primor de jogada - tão rápida e perfeita que mal consegui ver direito quem participou e o pouco que me lembro se esvai em meio ao êxtase da beleza da jogada: roubada de bola inteligente e com garra na defesa, manejo correto no meio e jogada de ponta - na frente, óbvio. Por um capricho do destino o cruzamento rasteiro desencontrou-se do alvinegro que invadia o meio com força, mas sem precisão, já caindo. E força, sem controle e foco, não é nada... tô aprendendo isso no arco e flecha. Enfim...
O segundo tempo
Nas entrevistas de volta, Túlio declara que aproveitaremos os contra-ataques. Prefiro partir pro ataque e garantir o resultado logo, 'ofensivamente' e não esperar na e para superar a retranca.
Até os 15 minutos do segundo tempo
Os 5 minutos iniciais se passaram sem grandes destaques.
Aí, grande jogada de Wellington Paulista, que lutou pela bola, invadiu, mas perdeu na grande área.
A Lusa responde com belo chute e dá oportunidade para grande e difícil defesa de Castillo no canto inferior direito dele.
Foi só um Flamenguista chegar no Itahy - bar em que assisto todos os jogos fora - que a Portuguesa fez o gol de empate, em rebote para o meio da área de Castillo, mas falha mesmo da defesa, que possibilitou o cruzamento para a área, depois o toque de cabeça para o meio - que obrigou nosso arqueiro a realizar a defesa parcial para o centro - e finalmente a finalização no rebote. Os corneteiros exclamariam: "Se fosse o Renan pegava!" Momentos após, Castillo se machuca e dá lugar a Renan.
Até os 30 minutos do segundo tempo
Um grande amigo, flamenguista, chega e se senta à mesa, seguido minutos após por sua amiga vascaína.
Gol da Portuguesa.
O Botafogo pára.
Gol da Portuguesa.
Até os garçons, amigos de longa data, me zoam - vale ao menos um chopp de cortesia, não vou lá pra ser zoado! E os corneteiros agora exclamariam: "essa bola o Castillo pegava, sai melhor que o Renan!" É como diz a Castilla, uruguaia amiga lá da comunidade do Botafogo: vão sempre criticar ora um, ora outro.
Botafogo, mais uma vez, dá uma de Robin Hood. E olha que no post anterior, alertara para isto!
Reclama penalidade dupla aos 42 minutos. Já não tenho olhos para ver se foi ou não foi. Ainda bem que tampouco tenho ouvidos para ouvir, pois aos 43 minutos o time começa a reclamar, Carlos Alberto se metendo a criar confusão. Reflexos, com certeza, da frustração oriunda da falta de competência de ser aquilo que se é, superior.
E o jogo acaba 3 x 1, em uma virada incrível da Portuguesa, muito mais por demérito do Glorioso, que não exerceu sua superioridade, não jogou.
Da entrevista de Lúcio Flávio no pós-jogo, devido ao barulho do bar e do baixo volume da TV, só escutei o "infelizmente"...
Pois é, infelizmente, fora do G4, jogando mal e achando bacana não ter pressão no Glorioso.
Aqui tem pressão sim, vamos ganhar Fogo, porra!
Saudações AlviNegras com pressão na veia, grito no peito e nó na garganta: tá na hora de mostrar ao que veio!
K1
segunda-feira, 15 de setembro de 2008
Ah, Botafogo! ACORDA!
Mas novamente deixamos escapar a oportunidade de encostarmos no Grêmio. Para piorar o São Paulo está perigosamente em nosso cola e até empata em número de pontos.
Jogar com três atacantes até pode ser uma boa - o que nem achei o caso, pois perdiamos todas no meio-campo, com Leandro Guerreiro perdido, em um dos primeiros erros táticos que vi Ney Franco cometer -, mas apenas se Gil fosse de fato 'fator gol' e Wellington Paulista parasse de ficar caindo e de fazer falta: tanto cai-cai que o juíz não marcou penalidade clara de Clêmer faltando uns 15 minutos para acabar a partida - exatamente aos 31 do segundo tempo. Mas isto não justifica a derrota, convenhamos: jogamos mal.
Não era o Glorioso das 13 partidas invictas, a Estrela do G4. Lúcio Flávio não entrou em campo, esquivando-se da responsabilidade de armar as jogadas e até de combater, sinal de que o time iria mal, a começar pelo Leandro Guerreiro completamente perdido no combate - o meio de campo era colorado praticamente durante toda partida, com o gigante Guiñazo soberano - Renato Silva perdendo bola infantil no meio-campo e com dificuldade em recuperar o compasso, o que levou ao erro grosseiro de Castillo que saiu atrasado do gol, possibilitou o cruzamento e o toque para o gol livre: se tivesse ficado no gol penso que a bola seria facilmente defensável, digo até interceptável.
Ouso fazer o mesmo comentário no segundo gol: sem sair afobado pra cima do atacante, teria tido condições melhores para a defesa. Mas justiça seja feita: foi um baile do ataque do Internacional, que deixou Leandro Guerreiro caido na grande área após explorar as costas de toda nossa lateral direita, com todos seus jogadores completamente envolvidos.
Tudo começou errado quando Wellington Paulista perdeu gol invadindo sozinho a área de Clêmer com menos de 5 minutos do primeiro tempo. Aos 41 minutos foi a vez de André Luis cabecear sozinho pra fora em jogada ensaiada iniciada por Lúcio Flávio em um de seus poucos acertos no jogo.
Aliás, foi dele, André Luis, o gol alvinegro, após grande jogada de Jorge Henrique - o melhor no ataque alvinegro -, que ainda precisa de um matador à altura para formar uma dupla decente de ataque.
André Luis também foi expulso no final, após levantar um jogador colorado. Sinceramente, acho que foi justo, mas também foi um 'desconto', pois os gaúchos estavam batendo muito e o juíz conivente 'deixando o jogo correr'.
Poderiamos ficar aqui comentando inúmeras jogadas de maior ou menor expressão, mas o fato é um só: para sermos campeões precisamos aproveitar as oportunidades, fazer valer a nossa supremacia.
Se não tivessemos perdido os dois pontos contra o Vasco, os dois contra o Naútico e os três contra o Internacional estariamos empatados na liderança com o Grêmio.
Mas isto também serve de incentivo: basta fazermos o nosso que chegaremos. Ainda temos umas 13 rodadas pela frente. Meu palpite é que se ganharmos 8 ou 9 seremos campeões.
Próximo jogo é contra a Portuguesa, última colocada, lá em Sampa: tá na hora de mostrar de fato ao que veio e deixar de lado de vez o estigma de Robin Hood - ao menos o lado de tirar dos ricos/grandes e entregar para os pobres/pequenos; acertar o alvo, o título, pode e deve fazer parte de nossa história esse ano.
Nossa parte temos que fazer: apoiar incondicionalmente.
SAN
K1
quinta-feira, 28 de agosto de 2008
Chocolate AlviNegro - ao freguês o que temos de melhor
2 x 0 Atlético Mineiro - E o Botafogo classificado para a próxima fase antes da metade do primeiro tempo - escrevo enquanto vejo o jogo; transcrevo para o blog em seguida.
Dois golaços do Maestro Lúcio Flávio e sua afinada orquestra.
Na volta do segundo tempo, golaço de Jorge Henrique no ângulo para coroar sua centésima partida pelo Glorioso.
Instantes depois Jorge Henrique ainda levou um tapa no rosto em plena grande área e foi impedido de continuar a jogada, mas o juíz nada marcou.
Antes do quarto gol de cabeça de Carlos Alberto, após primoroso cruzamento de Gil, deu tempo de Castillo rebater um chute de fora da área direta e exatamente para o meio da grande área, resultando gol de nosso eterno freguês - já são sete anos sem ganhar: nove vitórias e cinco empates. A favor de nosso guarda-metas uruguaio o fato de ter defendido duas bolas difíceis antes, uma à queima-roupa.
Aos 33 minutos do segundo tempo, Jorge Henrique - vestindo a 23! - recebe primoroso lançamento e é derrubado na área e eis que... pausa enquanto não bate: Giiil, pra fooooooora! PQP! Muiiiito pra fora. Escrevo enquanto vejo o jogo...
Se era pra mudar o batedor, colocasse o Castillo, oras. Gil acaba por ficar estigmatizado - de toda maneira a hora é de apoio, o minuto de paixão.
Logo em seguida à penalidade, Gil pisa na bola e cai 'de maduro' de bunda em lance no qual Carlos Alberto invadia sozinho a grande área atleticana.
Tem certeza de que não querem insistir no Thiago Ribeiro?
E numa bobeada da defesa no pós-perda de penalidade - esse tipo de companheirismo de Lúcio Flávio de ceder a responsabilidade na penalidade não poderá mais aparecer dessa maneira - gol do Freguês, que ainda tomou o quinto gol em escanteio no qual Gil buscou se redimir da penalidade perdida forçando o zagueiro a fazer gol contra, após tentativa de cabeça.
E não adianta me dizer que o Atlético Mineiro estava com reservas, jovens, o que for: poupou o time titular de mais um vexame; poupou o titular de se abalar com a desclassificação indicada no Engenhão com os 3 x 1 Galo.
Pragaalvinegra: São Paulo é desclassificado nos penalidades nos quais Juninho perdeu sua penalidade.
SAN, com muita fé nesse time!
K1
segunda-feira, 25 de agosto de 2008
Um empate que vale uma derrota e acorda para o restante do campeonato
1 x 1 foi um resultado justo apenas se encararmos o fato de que quem não amplia, leva.
E logo em uma rodada onde tudo conspirou a favor de passarmos uma semana inteira como vice-líderes. Mas o caminho AlviNegro sempre foi assim: árduo, de luta e superação após bobeadas próprias.
Afinal, já diz o nosso hino: não podes perder, perder pra ninguém. E como não se pode ganhar sempre, acabamos volta e meia perdendo para nós mesmos.
E olha que dessa vez a derrota foi um empate.
Devido à desorganização na venda de ingressos de meia - que haviam esgotado em General Severiano durante a semana - em meio ao tumulto causado pela falta de um gradeamento e organização das filas entrei com 7 a 10 minutos de jogo - apesar de ter chegado 17h25 ao maraca.
Soube que o Vasco começou melhor, mas depois que pisei no 'maior do mundo' só vi dar Botafogo. Nosso domínio era amplo e irrestrito. Durante boa parte do jogo o time da colina nem sequer passava de seu meio-campo e suas tentativas eram facilmente desarmadas por nosso competente meio-campo.
Mas a competência faltou no ataque que ainda carece de um homem-gol a altura do restante do elenco. Wellington Paulista até deixou o dele, mas Gil e Fábio provaram mais uma vez que não são solução para a ausência de Jorge Henrique. Tomara que o Zárate resolva, pois até mesmo o Wellington Paulista precisa fazer mais para se dizer titular de um time como o Glorioso Botafogo.
Ademais, jogamos quase metade do segundo tempo sem atacante de ofício, pois Wellington Paulista fora substituído por Fábio, que como o primeiro também se lesionou e teve que ser substituído logo após entrar, queimando uma substituição de Ney Franco, que havia trocado o ineficiente Gil pelo Zé Carlos, passando o endiabrado Carlos Alberto para o ataque.
E foi ali pelo lado do lento Zé Carlos - que muitos ficam chamando de sem-sangue - que o recém-entrado vascaíno Madson usou seu frescor e velocidade para dar uma corrida no Triguinho, que além de cansado esteve mal no apoio à defesa: o resultado foi uma falta perto da grande área e um amarelo, além do gol, claro.
Sobre o gol, ficam três registros:
- Se é pra fazer falta, faz no meio-campo. Até uma expulsão teria valido a pena por esses 2 pontos perdidos.
- A zaga não pode ser impecável 99,9% do tempo e ter esta falha de atenção na hora do adversário bater a falta.
- O goleiro não pode ficar vendido daquele jeito - aqui vale o registro desta ser uma das bolas mais difíceis para o guarda-metas, por se tratar de tiro direto ao gol com alta possibilidade de desvio em um curto espaço e jogada muito rápida. Todavia Castillo estava no canto e deu um passo para o lado, sem objetividade, sem ter tentado interceptar a bola.
Com este tipo de situação, lembrando o fatídico jogo contra o Corinthians em Sampa, onde ele falhou bisonhamente no gol de falta, e com as recentes atuações primorosas de Renan, começo a puxar o coro de "Ah, ah, ah, Renan é titular!" - emendo clamando por espaço no time e/ou banco para o Luciano Almeida e para o Wellington Jr.
Na comunidade do Botafogo no Orkut tem gente criticando e pedindo a cabeça de nosso maestro Lúcio Flávio - meu comentário aqui é o mesmo que lá: sem ele o Glorioso provou que joga pior, ele cadencia o time. E tem umas cabeças a serem pedidas antes: Gil, Fábio, Zé Carlos...
Lúcio Flávio precisa melhorar? Sim, mas não é cornetando com o time invicto e na cola do líder, mostrando disposição e vontade que iremos conseguir algo. A hora é de apoio incondicional. É a vez da torcida mostrar que faz a diferença e que acredita no time: vamos lotar o Engenhão no sábado contra o Náutico e deixar os jogadores deles Aflitos. ;)
Finalizo registrando a saudade do Maracanã: o Engenhão é nossa casa, mas o 'maior do mundo' tem um charme só seu. É bom voltar lá de vez em quando: poderiamos fazer ao menos um jogo por mês lá. Ainda mais que lá tem ambulante vendendo cerveja pelo clandestino preço de R$5 a latinha. É a imperadora falta de organização que atrapalha as coisas - vale o registro da saudade de poder ver o Glorioso tomando uma cervejinha e comendo um amendoim.
Mas o empate que valeu por uma derrota também serviu para nos acordar para o restante do campeonato: seremos vice-líderes em uma ou duas rodadas.
Próxima semana o Grêmio perderá do embalado Vasco; o jogo Cruzeiro e Coritiba - dois que estão na briga com o Glorioso - terminará empatado ou com vitória do Coxa; o Palmeiras tropeçará no Furacão Atlético Paranaense, que necessita de uma vitória para não parar na zona de rebaixamento; o São Paulo empatará ou perderá do Santos; e nós faremos nosso dever de casa.
No sábado é simples:
Vamos simbora, pro Engenhão: Torcer! Gritar! É Campeão!
SAN
K1
segunda-feira, 4 de agosto de 2008
conVENCEU de novo
Batemos o Furacão em plena Arena por convincentes 3 a 0 e agora partimos para quebrar o tabu dos barrigas verdes: ganhar do Figueirense lá dentro, no Orlando Scarpelli.
Teremos desfalques para a próxima partida: provavelmente uma zaga toda reserva, mas nem isto me preocupa. O time tem demonstrado que agora é um elenco e nem as ausências de Wellington Paulista e Castillo foram sentidas - muito pelo contrário, Gil fez boa partida e Renan defesas excelentes. Além destes ficaram de fora mais três titulares - Alessandro, Triguinho e Carlos Alberto - em um total de cinco desfalques. Mesmo assim ganhamos de três dominando claramente a partida.
Destaque também para Lúcio Flávio, Diguinho e o técnico Ney Franco, todos decisivos para animadora vitória e selecionados para a seleção da 17a. rodada: bom ver nosso maestro decisivo novamente.
A confiança cresce não apenas em nossos corações, mas ganha voz com o estimulado Túlio, que deixou mais uma vez sua marca, e com o vice de futebol Montenegro declarando nossa nova meta: o título brasileiro.
Afinal de contas, estamos na oitava posição e apenas 5 pontos da Zona da Libertadores. Se os outros se descuidarem, por que não?
Vale ressaltar novamente o belo e corajoso trabalho de Ney Franco, elogiado também por Montenegro que ao comparar 2007 e 2008 equiparou os técnicos em sua excelência e ressaltou que agora temos um elenco e não apenas um bom time.
Que isto se comprove em resultados e que foquemos nossos esforços para levantarmos a Sul-Americana e/ou o Brasileiro.
Clarice Lispector deve estar feliz: chegou "A Hora da Estrela"!
SAN
K1
quinta-feira, 31 de julho de 2008
Time Guerreiro, Túlio artilheiro
Apesar da globo.com falar que não jogamos tanto, ao menos a mim o 2 x0 em cima do Goiás me satisfez: tá certo que no segundo tempo poderiamos ter feito mais e ampliado não apenas o marcador, mas também nosso saldo de gols.
Todavia, é hora de analisarmos os pontos fortes de um time que fez 12 gols nos últimos cinco jogos - com quatro vitórias consecutivas no Engenhão e um empate no Maracanã; nenhum gol tomado.
Ney Franco parece que caiu como uma luva. Nada retranqueiro como diziam, vem calando muita gente. Inclusive a mim, confesso.Dois golaços, cada um a sua maneira. Dois de Túlio, criado pelo Goiás, amado e coroado pelo Glorioso.
No primeiro a bola bate na zaga e encobre o goleiro em um daqueles lances espetaculares de se ver: o prazer de saber que vai ser gol, aqueles segundos onde o grito vai se amontoando dentro do peito, pressionando a garganta até estufar as redes e as cordas vocais. Momentos de puro êxtase que o bom goleiro do Goiás mesmo se esticando todo não conseguiu impedir. Um gol bonito para se guardar na memória e contar e recontar algumas vezes, vida afora.
No segundo, um gol de competência pura, sem necessitar de 'sorte'. A começar por ser fruto do esquema tático do Ney Franco, técnico corajoso e ousado, que liberou os volantes para o ataque - fato que resultou nos gols de Túlio -, a primorosa troca de passes não poderia ter conclusão melhor que um chute preciso de nosso Guerreiro e símbolo da raça alvinegra desde 2003: rasteiro, no canto esquerdo do gol de Harlei.
Diguinho, mais uma vez, siniiiiiiistro. Não consigo encontrar outra definição para o 'lek' de nosso time. Se ele botar a cabeça no lugar e continuar seu trabalho assim no Glorioso 'é Seleção'!
Outro que merece destaque - apesar de todo o time estar de parabéns hoje - é Renato Silva: confesso que sempre meti o malho nele e de fato ele não é o jogador que tem lá muiiita intimidade com a bola. Mas como está jogando. Se antecipando bem, se apresentando pro jogo, sem brincar. Parabéns pela evolução.
E evolução me parece ser a palavra-chave do time neste momento: temos dois jogos fora e um no Engenhão. Se fizermos nosso papel estaremos no seleto grupo dos G4, máximo G6 ao final do primeiro turno. Já dá pra sonhar mais alto a cada partida.
Renato Silva dando esporro no Castillo por ele nao ter esperado ele recuar a bola com a cabeça e ter dado um chutão pra fora demonstra o quanto o time tá mordido, o quanto o time tá querendo!
Subimos três posições e agora estamos na oitava posição. Libertadores já passa a ser uma realidade próxima e o título, sinceramente, algo a começar a se sonhar para se traçar o planejamento correto para se concretizar. Sonhar alto, planejar bem, agir preciso.
Nossa parte é fácil, mas nem tem sido feita corretamente: lotar nossa casa. Hoje foram apenas 15mil pagantes de um total de 20mil presentes.
Vamos simbora, pro Engenhão! Torcer! Gritar! É Campeão! Vamos Fogão! Vamos Fogão! Vamos Fogão!
Não se pergunta o que o Botafogo pode fazer por você, mas sim o que você pode fazer pelo Botafogo!
SAN
K1
segunda-feira, 21 de julho de 2008
Quem não faz, leva
Quem quer lutar por títulos e Libertadores não pode se dar a esses luxos.
O saldo positivo deste São Paulo 2 x 1 Botafogo, foi o fato de nossa equipe ter se mostrado aguerrida e ter dominado a maior parte do jogo. Mas temos que transformar isto em resultado, em gols, senão continuaremos com o estigma do 'quase'.
Os 'quando' do jogo:
- Quando Castillo saiu para fazer a defesa nos pés do jogador são-paulino já sabia que ia ser penalidade. Tinha que ter saído mais em arco, era evidente que chegaria atrasado e que derrubaria o jogador.
- Quando Carlos Alberto entrou algo me disse que ele mudaria o jogo a nosso favor. Chamou pra si a responsabilidade - algo que nosso maestro, Lúcio Flávio, tem que começar a fazer mais
- Quando se empata um jogo e não se faz mais gols por falta de competência ofensiva, não se pode dar o mole de deixar um jogador, por mais baixo que seja, sozinho na área
O 'se' do campeonato e do ano:
- Se acertarmos mais a pontaria e acertarmos nossa defesa, parando de 'dar mole' em momentos cruciais, esse time tem chance de brigar pela Libertadores e de ser campeão da Sul-Americana.
É crer para ver, torcer para acontecer.
Apoio incondicional.
SAN
K1
quinta-feira, 17 de julho de 2008
De 4 é mais gostoto - jogando bem então nem se fala.
Ganhamos - 4x0 - de maneira convincente, alegre, contagiante. A torcida, vibrante e eufórica, estava em estado de graça, apoiando o time - e até individualmente, como no caso de Jorge Henrique, quando este caiu sozinho na grande área em meio a mais um ataque fulminante. Também pudera, JH foi um dos melhores em campo e não apenas pelos 2 gols, mas também por sua movimentação, combate e marcação no ataque.
Destaque para outros dois alvinegros:
Wellington Paulista que voltou a ser nosso matador fazendo um golaço e se movimentando, tocando e marcando no ataque muito bem, rápido e eficaz;
Tiaguinho, o nome do jogo: o que jogou este rapaz. Pra mim, perfeito. Foi responsável pelo último passe de TODOS os GOLS: a rolada de bola na medida para o Zé Carlos, a cabeçada no espaço vazio para o WP avançar livre e duas assistências magnânimas para o JH, sendo a primeira após um belíssimo drible pela lateral e a segunda um primor de visão e toque preciso para a pequena área - 50% gol.
Zé Carlos fez um golaço, em jogada ensaiada herdada da era Cuca, mas ao menos pra mim, continua devendo, por errar muitos passes.
A defesa cometeu duas ou três falhas graves, uma delas em uma cabeçada furada fora do tempo da bola que o Renato Silva deu, que... bem, se o Ipatinga jogasse futebol estariamos complicados.
Quem anda precisando mostrar mais por tudo que representa é Lúcio Flávio, que precisa definitivamente chamar mais para si a responsabilidade - parte da torcida, pequena e tímida, mas convicta, o vaiou quando este fora substituído; outro é Castillo, que anda saindo muito mal nas bolas altas.
Gil e Lucas Silva entraram, no que tem que se parabenizar o técnico Ney Franco - que humildemente deu o crédito ao elenco -, pois os colocou exatamente na busca do que lhes falta: ritmo de jogo e sintonia com a equipe. Quando isto estiver equacionado, somado à chegada de Zaráte, podemos olhar mais adiante e sonhar com a América.
Sonhar não custa nada. Tem é que na hora de acordar fazer o sonho virar realidade e isto só se consegue com muito esforço, dedicação e união em prol do objetivo.
Sonhos são metas com deadline.
SAN
K1
domingo, 13 de julho de 2008
Cheiro podre: e não é de peixe.
Após um primeiro tempo arrasador, onde fizemos 2x0, conseguimos a façanha de deixar o Santos empatar. E não adianta reclamar que o segundo gol deles fora irregular: de fato o atacante deles estava em impedimento, mas se fazemos os gols que não poderiamos perder, como aquele do Jorge Henrique, cara-a-cara com o Fábio Costa, não precisamos reclamar ou ficar à mercê dos erros alheios.
A zaga andou falhando novamente e não foi apenas nos gols. Castillo também andou soltando uma bolas. Vanderlei chutando cruzado pra fora ao invés de tocar para o companheiro livre escorar e marcar aquele que seria nosso gol da vitória.
Vanderlei?
Pois é, também fiquei surpreso quando o vi relacionado. Mais ainda quando o vi entrando. Parece que vai ganhar sobrevida com o Ney Franco. Sei não. E o Alexsandro? Pelo que me consta são 7 atacantes no elenco agora. Será que não darão jeito? Wellington Paulista desencantou na última partida e marcou um golaço nessa: que volte à velha forma.
Resta saber o que faz um time deixar outro empatar, mesmo quando tem domínio do jogo. E o pior é que quando eles fizeram o primeiro deles eu tive aquela sensação de que ia feder.
Temia o pior, mas ao final, saimos da baixada santista com um empate medíocre, do nível do atual elenco.
Ou a diretoria contrata reforços, ou de fato iremos acompanhar o time do quase caindo. Incrível como a motivação e o poder psicológico são fatores determinantes: com este mesmo grupo estavamos chegando a tudo. Agora acompanharemos a tabela de ponta-cabeça.
Pro próximo jogo, contra o Ipatinga, no Engenhão, vamos lotar para empurrar o time para cima. Quem sabe não pega no embalo, engrena de vez e recuperamos para chegarmos em condições de disputar a Libertadores.
SAN
K1




