Com o falecimento de meu Opa - avô em alemão - na quinta, resolvi tirar o dia hoje para caminhar no calçadão, algo que ele adorava fazer: entre as memórias e lembranças, um belo fim de tarde e um reconfortante pôr-do-sol.
Não tão confortável foi ficar acompanhando, entreouvidos, o desempenho do Botafogo, mais uma vez sucumbindo à falta de estabilidade emocional, à ousadia desguarnecida, à falta de pontaria, à penalidade perdida, à falta de marcação simples e à Paulo Baier, sempre ele - dessa vez em dose tripla.
Ney Franco se desculpou, mas o fato é que todos devem pedir desculpas ao Glorioso:
a diretoria que não conseguiu honrar com um planejamento decente e atrasou por demais salários, desestabilizando a estrutura;
a comissão técnica que não soube trabalhar este fator e perdeu o controle do time, errando por diversas vezes nas mexidas durante o jogo;
os jogadores, que começaram a deixar o desempenho cair cedo demais, pois atrasar salário não é bacana, mas atrelar seu desempenho ao vil metal tampouco é profissional - imagina se os médicos, que recebem bem menos, fizessem isso - afinal, mais cedo ou mais tarde serão pagos e o momento era o de união;
a torcida, que em nenhum momento apoiou o time como deveria, deixando de dar o algo a mais que faria toda esse ciclo acima mencionado girar positivamente, contribuindo com mais energia positiva e com mais verba para ajudar a pagar a estrutura...
Pelo melhores momentos de uma partida onde chegamos a perder até penalidade que poderia mudar os rumos do jogo em que tomamos 3 gols por falha grosseira de marcação podemos ver que o ano acabou há algum tempo.
Dispensa quem vai ser dispensado e começa a montar a base pro ano que vem. E, pelamordedeus: não dispensa os melhores.
Diguinho, Jorge Henrique e Túlio devem ficar, não podem sair. Se Lúcio Flavio for sair, algo que também acho prematuro, temos que trazer alguém com o mínimo de sua habilidade e caráter.
Enfim, quero ver o planejamento, porque a diretoria só tem criticado o elenco, mas a sua parte não é vista sendo feita.
Da torcida nem se fala. Ao invés de acreditar - e houve momentos onde era fácil apoiar, como as 6 vitórias consecutivas e a sequência de 11 jogos invictos - ficou no SofáFogo ao invés de lotar o Engenhão. Depois a mulambada vem zoar e nós queremos poder dizer algo... melhor nem ver o maraca lotado na TV, dá depressão saber que as jogadas da CBF - notaram como o Flamengo tem jogos em casa na reta final, dêem uma olhada no início da tabela, a mesma coisa, assim facilita - dão certo e que o torcedor não vê através disto e apoia o Glorioso apesar de tudo.
E apesar de tudo, eternamente AlviNegro será o meu coração: vamos, vamos meu Fogão!
Faltam 3 jogos: vamos vencer para terminarmos bem na tabela e termos algo de bom para embalar o início de ano!
E que 2009 tenhamos um time com mais equilibrio e responsabilidade: na diretoria, na comissão técnica, no elenco e nas arquibancadas uma torcida que 'Bota Fogo' nisso tudo e incendeia o caldeirão do Fogão!
SAN,
K1
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domingo, 16 de novembro de 2008
O entardecer de uma Gloriosa Estrela
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domingo, 9 de novembro de 2008
10controle - Estudiantes e Flamengo
Mais uma vez não postei sobre os jogos realizados.
Por um lado devido ao meu avô ter voltado ao CTI e inspirar cuidados, por outro por precisar de um tempo para respirar e colocar as coisas no lugar.
Faltam 5 jogos no brasileiro, estamos a 12 pontos do Palmeiras, último do G4 – que tem um jogo a mais no momento desta projeção, ou seja, essa diferença pode cair para 9 – e o Flamengo, o quinto, está apenas a 8 pontos a nossa frente e no momento em que escrevo nos enfrentamos no Maracanã.
Jogo no qual já começamos a ser roubados no primeiro minuto, com penalidade não marcada de Bruno em Jorge Henrique – aliás: fica JH! Também, com o juiz escalado, queria o quê: o cara foi o décimo-segundo jogador do último título roubado pelo Flamengo das mãos e pés do Botafogo.
E quando não nos metem a mão, metemos a mão nós mesmos, no caso no cartão amarelo do juiz, desestruturando e desequilibrando uma arrancada que poderia render algo mais: afinal, fizemos dois gols e faltavam ainda 25 minutos no segundo tempo. Tem time que faz 3 gols em 10 minutos. A torcida estava apoiando, chegou com o espírito do ‘eu acredito’, enfim...
Tudo começou mal quando Renan, nosso promissor goleiro, aceitou uma bola cruzada defensável com menos de 5 minutos no primeiro tempo. E olha que até ali vínhamos jogando muito bem, atacando. Mas o segundo gol dos argentinos surgiu da falta de combate do meio-campo e fragilidade e exposição da defesa – tal qual surgiu a penalidade convertida pelo Flamengo no jogo de hoje: falta de combate do meio-campo, exposição da defesa e falta/falha do Renan.
Aliás, com a derrota para o Flamengo caimos para oitavo lugar e o time já não demonstra muita organização tática: o que acontece, Ney Franco? O time se desestruturou em campo no segundo tempo, perdemos o meio por completo!
Eduardo entra pra ser expulso. Que descontrole: retrato do Botafogo nos últimos tempos.
Mas o que eu queria comentar é que já jogamos a toalha, declarando que usaremos os jogos restantes para acertar o planejamento para o próximo ano.
Eu acho que no mínimo deveríamos lutar para sermos os melhores cariocas da competição: isso deveria ser obrigação!
SAN
K1
Por um lado devido ao meu avô ter voltado ao CTI e inspirar cuidados, por outro por precisar de um tempo para respirar e colocar as coisas no lugar.
Faltam 5 jogos no brasileiro, estamos a 12 pontos do Palmeiras, último do G4 – que tem um jogo a mais no momento desta projeção, ou seja, essa diferença pode cair para 9 – e o Flamengo, o quinto, está apenas a 8 pontos a nossa frente e no momento em que escrevo nos enfrentamos no Maracanã.
Jogo no qual já começamos a ser roubados no primeiro minuto, com penalidade não marcada de Bruno em Jorge Henrique – aliás: fica JH! Também, com o juiz escalado, queria o quê: o cara foi o décimo-segundo jogador do último título roubado pelo Flamengo das mãos e pés do Botafogo.
E quando não nos metem a mão, metemos a mão nós mesmos, no caso no cartão amarelo do juiz, desestruturando e desequilibrando uma arrancada que poderia render algo mais: afinal, fizemos dois gols e faltavam ainda 25 minutos no segundo tempo. Tem time que faz 3 gols em 10 minutos. A torcida estava apoiando, chegou com o espírito do ‘eu acredito’, enfim...
Tudo começou mal quando Renan, nosso promissor goleiro, aceitou uma bola cruzada defensável com menos de 5 minutos no primeiro tempo. E olha que até ali vínhamos jogando muito bem, atacando. Mas o segundo gol dos argentinos surgiu da falta de combate do meio-campo e fragilidade e exposição da defesa – tal qual surgiu a penalidade convertida pelo Flamengo no jogo de hoje: falta de combate do meio-campo, exposição da defesa e falta/falha do Renan.
Aliás, com a derrota para o Flamengo caimos para oitavo lugar e o time já não demonstra muita organização tática: o que acontece, Ney Franco? O time se desestruturou em campo no segundo tempo, perdemos o meio por completo!
Eduardo entra pra ser expulso. Que descontrole: retrato do Botafogo nos últimos tempos.
Mas o que eu queria comentar é que já jogamos a toalha, declarando que usaremos os jogos restantes para acertar o planejamento para o próximo ano.
Eu acho que no mínimo deveríamos lutar para sermos os melhores cariocas da competição: isso deveria ser obrigação!
SAN
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domingo, 5 de outubro de 2008
E o juíz levou...
"Hold on Dorothy, 'cause Kansas is going bye-bye!"
Essa citação de Matrix que faz por sua vez alusão ao clássico 'E o vento levou' representa muito nossa atual fase:
De um time novamente com promessas de dar alegrias... mais uma vez tropeçamos e estamos 10 pontos atrás do líder. Com 10 rodadas acho que já dá para dizer que o título está muito difícil. Mas ainda dá para salvar o ano com a vaga para a Libertadores e não devemos menosprezar isto e sim lutar com afinco redobrado.
O problema é que agora a crise financeira chegou na mídia e os salários de dois meses não chegaram aos jogadores, dando margem a corretos comentários - mesmo que fora de hora - de que 'quem trabalha, merece receber'.
O que me assusta é que o clube deve uma premiação de R$150mil ao grupo por este ter chegado ao G4.
ABSURDO!
Premiação para chegar e não para se manter? Deveria ser algo conferido no final do torneio, não?
E a torcida não comparece a ponto de não termos renda e sermos sacaneados tendo nosso estádio chamado de 'Vazião'.
Ah sim, mas o post era sobre o jogo... diretamente influenciado pelo juíz por ter expulsado injustamente o Jorge Henrique - alô jurídico, vamos recorrer para ele não ficar de fora no próximo jogo! -, além de não ter marcado algumas importantes faltas perto da área. Mas é o que o Diguinho declarou: não foi a expulsão e sim a desatenção no segundo gol que determinaram a derrota.
E digo mais: no primeiro gol também.
Ney Franco até mexeu correto, botando o time pra cima, mas com as peças de reposição que ele tem... Gil? Zárate?
Ele ainda teve a coragem de elogiar o gordinho argentino, que recebeu comentário no bar de que deveria ter perdido o triplo do peso, pois continua visivelmente acima do peso e abaixo do bom nível do futebol. Lembro-me de 3 jogadas: uma boa matada na qual levou falta por trás; uma boa virada para um sofrível chute, melhor, recuo; e um bisonho toque-lançamento muito forte e muito a frente de nosso lateral.
Fato é que não ameaçamos o gol adversário direito, nosso maestro desafinou e além de não bater bem as faltas deixou de aproveitar uma clara oportunidade na qual ia entrar sozinho na grande área, mas não dominou a bola. Carlos Alberto lutava muito, cutucava o adversário e os deixava loucos - aliás, como são violentos! -, mas fato é que rodava de um lado, rodava do outro e nada. Boa chance mesmo foi a jogada do Alessandro, que comeu um, dois - sim, eles gostam! - e chutou prensado em bola que quase morre no canto oposto do goleiro gremista. Se tem um matador ali metia o bico na bola e corria pro abraço.
Enquanto isso, do nosso lado, Castillo e Renan foram bastante exigidos, com destaque para o segundo que saio muito bem tanto por baixo quanto pelo alto, sem culpa no segundo gol, enquanto que no primeiro, por mais que a bola tenha desviado na zaga, o posicionamento muito a frente tenha impossibilitado Castillo de chegar na bola, que passou muito perto e no raio das bolas defensáveis. De toda maneira, falha maior da defesa que deixou o gremista matar a bola, girar, ajeitar e chutar - assim fica fácil.
Difícil é escrever estas parcas linhas, sabendo que bastava pouca coisa pro cenário ser muiiiito diferente.
A começar pela torcida, que comparecendo apoiaria e incentivaria mais o time, garantindo receita pro clube e pressão nos jogadores, o clube teria as finanças mais sadias, os jogadores estariam mais confiantes e até mesmo 10 pontos do líder não nos fariam sentir este desconforto: afinal, temos dois jogos em casa, onde os 6 pontos são obrigatórios. Com dois tropeços dos líderes a diferença já cai pra 4 pontos novamente. No fundo, tudo é possível!
Então o resumo da ópera é que nada está perdido, mas tudo depende do amor que o alvinegro pode demonstrar, lotando o Engenhão: daí começa uma onda positiva que contagiará a todos.
Faltam 3 confrontos de ida-e-volta na Sul-Americana para sermos campeões. E um pouco mais de atenção para figurarmos entre os que estarão ano que vem na Libertadores e lutar sim por algo mais no brasileiro: se até o Flamengo fala em título, porque nós não?
Vamos pensar e agir grande! Vamos lotar o Engenhão!
Saudações AlviNegras,
K1
Essa citação de Matrix que faz por sua vez alusão ao clássico 'E o vento levou' representa muito nossa atual fase:
De um time novamente com promessas de dar alegrias... mais uma vez tropeçamos e estamos 10 pontos atrás do líder. Com 10 rodadas acho que já dá para dizer que o título está muito difícil. Mas ainda dá para salvar o ano com a vaga para a Libertadores e não devemos menosprezar isto e sim lutar com afinco redobrado.
O problema é que agora a crise financeira chegou na mídia e os salários de dois meses não chegaram aos jogadores, dando margem a corretos comentários - mesmo que fora de hora - de que 'quem trabalha, merece receber'.
O que me assusta é que o clube deve uma premiação de R$150mil ao grupo por este ter chegado ao G4.
ABSURDO!
Premiação para chegar e não para se manter? Deveria ser algo conferido no final do torneio, não?
E a torcida não comparece a ponto de não termos renda e sermos sacaneados tendo nosso estádio chamado de 'Vazião'.
Ah sim, mas o post era sobre o jogo... diretamente influenciado pelo juíz por ter expulsado injustamente o Jorge Henrique - alô jurídico, vamos recorrer para ele não ficar de fora no próximo jogo! -, além de não ter marcado algumas importantes faltas perto da área. Mas é o que o Diguinho declarou: não foi a expulsão e sim a desatenção no segundo gol que determinaram a derrota.
E digo mais: no primeiro gol também.
Ney Franco até mexeu correto, botando o time pra cima, mas com as peças de reposição que ele tem... Gil? Zárate?
Ele ainda teve a coragem de elogiar o gordinho argentino, que recebeu comentário no bar de que deveria ter perdido o triplo do peso, pois continua visivelmente acima do peso e abaixo do bom nível do futebol. Lembro-me de 3 jogadas: uma boa matada na qual levou falta por trás; uma boa virada para um sofrível chute, melhor, recuo; e um bisonho toque-lançamento muito forte e muito a frente de nosso lateral.
Fato é que não ameaçamos o gol adversário direito, nosso maestro desafinou e além de não bater bem as faltas deixou de aproveitar uma clara oportunidade na qual ia entrar sozinho na grande área, mas não dominou a bola. Carlos Alberto lutava muito, cutucava o adversário e os deixava loucos - aliás, como são violentos! -, mas fato é que rodava de um lado, rodava do outro e nada. Boa chance mesmo foi a jogada do Alessandro, que comeu um, dois - sim, eles gostam! - e chutou prensado em bola que quase morre no canto oposto do goleiro gremista. Se tem um matador ali metia o bico na bola e corria pro abraço.
Enquanto isso, do nosso lado, Castillo e Renan foram bastante exigidos, com destaque para o segundo que saio muito bem tanto por baixo quanto pelo alto, sem culpa no segundo gol, enquanto que no primeiro, por mais que a bola tenha desviado na zaga, o posicionamento muito a frente tenha impossibilitado Castillo de chegar na bola, que passou muito perto e no raio das bolas defensáveis. De toda maneira, falha maior da defesa que deixou o gremista matar a bola, girar, ajeitar e chutar - assim fica fácil.
Difícil é escrever estas parcas linhas, sabendo que bastava pouca coisa pro cenário ser muiiiito diferente.
A começar pela torcida, que comparecendo apoiaria e incentivaria mais o time, garantindo receita pro clube e pressão nos jogadores, o clube teria as finanças mais sadias, os jogadores estariam mais confiantes e até mesmo 10 pontos do líder não nos fariam sentir este desconforto: afinal, temos dois jogos em casa, onde os 6 pontos são obrigatórios. Com dois tropeços dos líderes a diferença já cai pra 4 pontos novamente. No fundo, tudo é possível!
Então o resumo da ópera é que nada está perdido, mas tudo depende do amor que o alvinegro pode demonstrar, lotando o Engenhão: daí começa uma onda positiva que contagiará a todos.
Faltam 3 confrontos de ida-e-volta na Sul-Americana para sermos campeões. E um pouco mais de atenção para figurarmos entre os que estarão ano que vem na Libertadores e lutar sim por algo mais no brasileiro: se até o Flamengo fala em título, porque nós não?
Vamos pensar e agir grande! Vamos lotar o Engenhão!
Saudações AlviNegras,
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segunda-feira, 29 de setembro de 2008
Meia-bomba, de fato!
De novo. De fato. Nenhum fato novo.
Acho muito bacana Ney Franco dar entrevista ao final do jogo falando de sua confiança no título e na Libertadores - mesmo ele tendo dito semana passada que 'o título ficou difícil' -, do retrospecto e referência de recuperação e sequência de vitórias, mas o fato é que com esse time do jeito que está não sei não.
Estar ganhando de 1x0 pra mim já passa a ser preocupante - acho que pra todos nós, não?
E se olho e comparo o nosso jogo com o de ontem, vejo que no lado rubro-negro da Força - como diria Yoda - os caras estão perdendo de 1x0 e conseguem virar em menos de 9 minutos. Até no lado rosa da Força, hoje com uma pétala a menos, havia mais empenho que no nosso time. Se quisermos ser algo e conquistar, temos que nos empenhar!
Que minha prima, alvinegra que foi pela primeira vez ao estádio, tenha razão: "calma, foram dois empates, três derrotas e agora veio o empate que vai reconduzir o time às vitórias!". Espero de coração que ela esteja certa, pois o campeonato está há 11 partidas do fim. Tempo e espaço suficientes para que muita coisa aconteça, em todos os sentidos. Podemos continuar nos arrastando e perder oportunidades, cair mais pela tabela ou reagir e buscar a taça.
De fato, estamos apenas a 7 pontos do líder. E a 3 da zona da Libertadores. De fato o título não deixa de poder ser uma realidade, Libertadores então, não podemos perder a fé e a confiança - até o Internacional, embalado pelo massacre sobre o decadente Grêmio fala de G4 e Libertadores.
O que deixa todo alvinegro cabreiro é o fato de termos jogado boa parte do segundo tempo com um a mais, de termos tido o domínio do jogo, de termos feito catimba com o Castillo, metido bola na trave, mas mais uma vez pecado em não ampliar quando podiamos e termos sofrido um gol tolo já nos acréscimos, após infantil expulsão de Zé Carlos, que não sei como iludiu a todos no início do ano e não sei a quem mais agrada: no estádio só se ouve falar mal dele.
Bem, elogiável o gol de cabeça, algumas boas jogadas; reclamável de uma penalidade a nosso favor, não marcada no segundo tempo (tenho certeza de que vi!) e lamentável deixarmos um zagueiro tricolor sozinho no finzinho, só pra dar o gosto a eles de sairem com o empate e ficarem tirando onda dizendo que jogaram com raça. De fato, raça nos faltou no final. E nos faltou aquele gol pra consolidar nossa supremacia: novamente a falha de quem não exerce sua superioridade.
A bola fora do jogo, além de termos cedido o empate já nos descontos, foi a quantidade de cadeiras quebradas pela torcida do Flor, devidamente representada pela torcida FlorMulher, digo, FluMulher. Mais Flor impossível, não?
Valeu pelos prazerosos momentos de lembrar aos tricolores que ainda precisam disputar a segundona para de fato voltar à elite do futebol e que esta realidade está próxima novamente. A música nova era hilária: "Íhhhhh! Segunda divisão, Fluminense vai caiiiiiiir!"
Nem um pouco engraçado é o recente histórico e a repetição do padrão hoje; faltando pouco tempo para acabar o jogo o time dá uma parada e deixa o adversário jogar, a ponto de momentos antes de sofrermos o gol eu ter gritado "dá o sangue! raça!" meio que sem pensar, menos por algo em específico, mais intuindo a partir de uma sensação de acomodação dos nossos jogadores. E não deu em outra.
E é outra postura que precisamos ter e adotar para sermos de fato candidatos ao título e sermos dignos de ir à Libertadores: porque representar internacionalmente o Glorioso para ficar dando mole assim, mais lembrando o jogo contra o River ano passado que a fase glória de Garrincha, melhor não se dar a esse trabalho.
Mas, sinceramente? Eu acredito! Tenho fé e por mais que essas últimas vezes tenham sido meia-bomba, meu tesão alvinegro é maior e sei que vamos conseguir chegar lá, a aplicação e o trabalho sério renderão frutos!
Basta a torcida fazer sua parte também: não adianta ficar falando dos jogadores se em jogo importante não colocamos nem 10 mil alvinegros no Engenhão. O lado rubro-negro do futebol carioca ontem colocou 40mil urubus no Maracanã.
Vamos fazer do Engenhão uma Constelação Gloriosa, lotada de Estrelas Solitárias!
O time precisa crer, querer e fazer.
Estaremos lá, na derrota, no empate ou na vitória, contanto que jogando de verdade, com amor ao manto e vontade de ser campeão, espírito de luta e, de preferência, dando resultados positivos.
SAN
K1
Acho muito bacana Ney Franco dar entrevista ao final do jogo falando de sua confiança no título e na Libertadores - mesmo ele tendo dito semana passada que 'o título ficou difícil' -, do retrospecto e referência de recuperação e sequência de vitórias, mas o fato é que com esse time do jeito que está não sei não.
Estar ganhando de 1x0 pra mim já passa a ser preocupante - acho que pra todos nós, não?
E se olho e comparo o nosso jogo com o de ontem, vejo que no lado rubro-negro da Força - como diria Yoda - os caras estão perdendo de 1x0 e conseguem virar em menos de 9 minutos. Até no lado rosa da Força, hoje com uma pétala a menos, havia mais empenho que no nosso time. Se quisermos ser algo e conquistar, temos que nos empenhar!
Que minha prima, alvinegra que foi pela primeira vez ao estádio, tenha razão: "calma, foram dois empates, três derrotas e agora veio o empate que vai reconduzir o time às vitórias!". Espero de coração que ela esteja certa, pois o campeonato está há 11 partidas do fim. Tempo e espaço suficientes para que muita coisa aconteça, em todos os sentidos. Podemos continuar nos arrastando e perder oportunidades, cair mais pela tabela ou reagir e buscar a taça.
De fato, estamos apenas a 7 pontos do líder. E a 3 da zona da Libertadores. De fato o título não deixa de poder ser uma realidade, Libertadores então, não podemos perder a fé e a confiança - até o Internacional, embalado pelo massacre sobre o decadente Grêmio fala de G4 e Libertadores.
O que deixa todo alvinegro cabreiro é o fato de termos jogado boa parte do segundo tempo com um a mais, de termos tido o domínio do jogo, de termos feito catimba com o Castillo, metido bola na trave, mas mais uma vez pecado em não ampliar quando podiamos e termos sofrido um gol tolo já nos acréscimos, após infantil expulsão de Zé Carlos, que não sei como iludiu a todos no início do ano e não sei a quem mais agrada: no estádio só se ouve falar mal dele.
Bem, elogiável o gol de cabeça, algumas boas jogadas; reclamável de uma penalidade a nosso favor, não marcada no segundo tempo (tenho certeza de que vi!) e lamentável deixarmos um zagueiro tricolor sozinho no finzinho, só pra dar o gosto a eles de sairem com o empate e ficarem tirando onda dizendo que jogaram com raça. De fato, raça nos faltou no final. E nos faltou aquele gol pra consolidar nossa supremacia: novamente a falha de quem não exerce sua superioridade.
A bola fora do jogo, além de termos cedido o empate já nos descontos, foi a quantidade de cadeiras quebradas pela torcida do Flor, devidamente representada pela torcida FlorMulher, digo, FluMulher. Mais Flor impossível, não?
Valeu pelos prazerosos momentos de lembrar aos tricolores que ainda precisam disputar a segundona para de fato voltar à elite do futebol e que esta realidade está próxima novamente. A música nova era hilária: "Íhhhhh! Segunda divisão, Fluminense vai caiiiiiiir!"
Nem um pouco engraçado é o recente histórico e a repetição do padrão hoje; faltando pouco tempo para acabar o jogo o time dá uma parada e deixa o adversário jogar, a ponto de momentos antes de sofrermos o gol eu ter gritado "dá o sangue! raça!" meio que sem pensar, menos por algo em específico, mais intuindo a partir de uma sensação de acomodação dos nossos jogadores. E não deu em outra.
E é outra postura que precisamos ter e adotar para sermos de fato candidatos ao título e sermos dignos de ir à Libertadores: porque representar internacionalmente o Glorioso para ficar dando mole assim, mais lembrando o jogo contra o River ano passado que a fase glória de Garrincha, melhor não se dar a esse trabalho.
Mas, sinceramente? Eu acredito! Tenho fé e por mais que essas últimas vezes tenham sido meia-bomba, meu tesão alvinegro é maior e sei que vamos conseguir chegar lá, a aplicação e o trabalho sério renderão frutos!
Basta a torcida fazer sua parte também: não adianta ficar falando dos jogadores se em jogo importante não colocamos nem 10 mil alvinegros no Engenhão. O lado rubro-negro do futebol carioca ontem colocou 40mil urubus no Maracanã.
Vamos fazer do Engenhão uma Constelação Gloriosa, lotada de Estrelas Solitárias!
O time precisa crer, querer e fazer.
Estaremos lá, na derrota, no empate ou na vitória, contanto que jogando de verdade, com amor ao manto e vontade de ser campeão, espírito de luta e, de preferência, dando resultados positivos.
SAN
K1
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sábado, 27 de setembro de 2008
Túlio neles! Essa é a postura!
Gostei da afirmação do Túlio de que nada está perdido, que lutamos sim pelo título do brasileiro e da Sul-Americana.
Esse é o pensamento!
Mas o pensamento também tem que se tornar ação e é esse domingo que veremos como a coisa se desdobrará!
Pra cima deles, vamos acreditar e fazer a Estrela brilhar!
SAN
K1
Esse é o pensamento!
Mas o pensamento também tem que se tornar ação e é esse domingo que veremos como a coisa se desdobrará!
Pra cima deles, vamos acreditar e fazer a Estrela brilhar!
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quarta-feira, 24 de setembro de 2008
Postura, gloriosa postura, ó Glorioso!
Estou de saída para o Itahy para acompanhar mais uma apresentação do Glorioso. O jogo é lá em Cali, Colômbia, pela Sul-Americana, mas confesso que minha cabeça ainda está no Brasileiro.
Ontem li no jornal O Globo - ou no JB, não me lembro - que o Flamengo, sim, aquele que passou um tempão atrás da gente e que tá somente um ponto à nossa frente afirma que ainda pensa em título. Tudo bem, meio forçado com o time que tem e com a insegurança do Caio Júnior.
Mas e o Botafogo? "Ficou difícil falar em título".
Se quer ser Glorioso mais que na essência, nas conquistas, tem que pensar, sentir e agir como tal.
No post anterior já alertara que baixar a meta para a Libertadores vai mal nos deixar na Sul-Americana.
Vamos vencer, Fogo!
Na Sul-Americana E no Brasileiro. Temos manto pra isso! Até temos elenco que possibilita isso. O que falta mesmo é vontade, foco para fazer valer a nossa vontade, a nossa decisão, o nosso sonho se tornar realidade: faturarmos ambas as competições!
Sonhar alto, trabalhar sério, jogar pra valer: seremos campeões.
O jogo de hoje é difícil, mas temos time para sair de lá com a vitória.
Saudações AlviNegras,
K1
Ontem li no jornal O Globo - ou no JB, não me lembro - que o Flamengo, sim, aquele que passou um tempão atrás da gente e que tá somente um ponto à nossa frente afirma que ainda pensa em título. Tudo bem, meio forçado com o time que tem e com a insegurança do Caio Júnior.
Mas e o Botafogo? "Ficou difícil falar em título".
Se quer ser Glorioso mais que na essência, nas conquistas, tem que pensar, sentir e agir como tal.
No post anterior já alertara que baixar a meta para a Libertadores vai mal nos deixar na Sul-Americana.
Vamos vencer, Fogo!
Na Sul-Americana E no Brasileiro. Temos manto pra isso! Até temos elenco que possibilita isso. O que falta mesmo é vontade, foco para fazer valer a nossa vontade, a nossa decisão, o nosso sonho se tornar realidade: faturarmos ambas as competições!
Sonhar alto, trabalhar sério, jogar pra valer: seremos campeões.
O jogo de hoje é difícil, mas temos time para sair de lá com a vitória.
Saudações AlviNegras,
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quinta-feira, 21 de agosto de 2008
G3 - O Melhor do Rio é AlviNegro e tem Estrela
Mesmo não jogando bem, jogamos o suficiente para ganhar - 1 x 0 Cruzeiro - na pressão, da qual a torcida deve se orgulhar inclusive de fazer parte: os 23mil torcedores presentes apoiaram maciçamente o time, que, se não jogou tão bonito e convincente - errando muitos passes -, ao menos foi lutador até o fim e por isto recompensado. A sorte acompanha a quem se esmera.
Renan mais uma vez mostrou titularidade ao sair bem em bolas altas e fazer uma defesa dificílima no final do jogo, garantindo-nos os três pontos. Precisa apenas ser mais 'malandro', controlar melhor o tempo e a posse.
Edson entrou bem no lugar de Renato Silva. Quem destoou foram Gil, que perdeu duas chances claras de gol, e Carlos Alberto que não lembrou em nada suas atuações passadas. Este último errando muitos passes, firulando e extremamente faltoso e violento. Não entendi por que o Ney Franco não o substituiu. Triguinho e Tiaguinho também erraram muitos passes e cruzamentos.
Ney Franco aliás que está de parabéns pelo trabalho e ousadia. Mexeu bem na equipe após a expulsão do jogador adversário, trocando um meia-defensor por um atacante.
O gol, de penalidade cavada, veio na segunda parte do segundo tempo, que o Cruzeiro jogou boa parte com um jogador a menos. E mereciam ter mais gente expulsa, pois como batiam os cruzeirenses. E como o goleiro Fábio fazia cera na hora de bater os tiros-de-meta - isso até levar um amarelo: a torcida não perdoava e vaiava cada retardo provocado por ele já desde o início do primeiro tempo quando ficou claro a todos a atitude anti-desportiva do referido guarda-metas. O juíz tomou uma atitude apenas no meio do segundo tempo.
E se a penalidade foi duvidosa na que foi marcada, em outras 2 ou 3 situações seria possível facilmente marcar penalidade. Lúcio Flávio bateu com categoria no canto esquerdo do goleiro, seu direito e mesmo o goleiro quase pegando, garantiu o placar, os pontos e a felicidade da torcida que eufórica e confiante saiu cantando o hino por todo o percurso.
Clímax parecido ao nosso gol ocorreu quando o alto-falante do Engenhão anunciou praticamente em seqüência os gols da virada do Inter sobre o Palmeiras, o que nos tornava ali integrantes do G3 e donos de uma cobiçada vaga na Libertadores - Íííííííí, Libertadores ano que vem tamo aí!
Agora, o que acontece com Zárate e com nossa diretoria? Era pra ele ter sua estréia na primeira semana de agosto. No Flamengo, Marcelinho Paraíba chega e joga. Por que com nosso caso é diferente? Quem pagará por esse atraso. Enquanto isso nosso ataque continua perdendo gols por falta de pontaria.
E se o Thiago Ribeiro vier mesmo aí é para sonharmos alto, com o topo.
É para lá, que é o seu lugar, que a Estrela voltará.
SAN
K1
Renan mais uma vez mostrou titularidade ao sair bem em bolas altas e fazer uma defesa dificílima no final do jogo, garantindo-nos os três pontos. Precisa apenas ser mais 'malandro', controlar melhor o tempo e a posse.
Edson entrou bem no lugar de Renato Silva. Quem destoou foram Gil, que perdeu duas chances claras de gol, e Carlos Alberto que não lembrou em nada suas atuações passadas. Este último errando muitos passes, firulando e extremamente faltoso e violento. Não entendi por que o Ney Franco não o substituiu. Triguinho e Tiaguinho também erraram muitos passes e cruzamentos.
Ney Franco aliás que está de parabéns pelo trabalho e ousadia. Mexeu bem na equipe após a expulsão do jogador adversário, trocando um meia-defensor por um atacante.
O gol, de penalidade cavada, veio na segunda parte do segundo tempo, que o Cruzeiro jogou boa parte com um jogador a menos. E mereciam ter mais gente expulsa, pois como batiam os cruzeirenses. E como o goleiro Fábio fazia cera na hora de bater os tiros-de-meta - isso até levar um amarelo: a torcida não perdoava e vaiava cada retardo provocado por ele já desde o início do primeiro tempo quando ficou claro a todos a atitude anti-desportiva do referido guarda-metas. O juíz tomou uma atitude apenas no meio do segundo tempo.
E se a penalidade foi duvidosa na que foi marcada, em outras 2 ou 3 situações seria possível facilmente marcar penalidade. Lúcio Flávio bateu com categoria no canto esquerdo do goleiro, seu direito e mesmo o goleiro quase pegando, garantiu o placar, os pontos e a felicidade da torcida que eufórica e confiante saiu cantando o hino por todo o percurso.
Clímax parecido ao nosso gol ocorreu quando o alto-falante do Engenhão anunciou praticamente em seqüência os gols da virada do Inter sobre o Palmeiras, o que nos tornava ali integrantes do G3 e donos de uma cobiçada vaga na Libertadores - Íííííííí, Libertadores ano que vem tamo aí!
Agora, o que acontece com Zárate e com nossa diretoria? Era pra ele ter sua estréia na primeira semana de agosto. No Flamengo, Marcelinho Paraíba chega e joga. Por que com nosso caso é diferente? Quem pagará por esse atraso. Enquanto isso nosso ataque continua perdendo gols por falta de pontaria.
E se o Thiago Ribeiro vier mesmo aí é para sonharmos alto, com o topo.
É para lá, que é o seu lugar, que a Estrela voltará.
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