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domingo, 25 de janeiro de 2009

Botafogo 2 x 1 Boavista

Se a estréia somatiza e resume em 90 minutos tudo o que acontecerá no ano, então é melhor nos prepararmos para fortes emoções.

A boa notícia é a de que a arbitragem vai ser 'quase' "condescendente" conosco: invalidou gol legítimo e anulou gol irregular. Vamos ver se na final vai se manter isto ou se o árbitro apitará em prol do adversário.

A má notícia, meio óbvia, é que falta conjunto.

Agrava isto o fato de termos perdido o combate do meio de campo que era o nosso forte até então. Sim, senti falta do Diguinho e do Túlio. E não é saudosismos ou o fato de estar acostumado com fulano ou beltrano.

Não senti falta alguma de Wellington Paulista, por exemplo, pois Victor Simões não fez gol, mas mostrou ao que veio - ao menos até agora (lembro-me que WP fez 14 gols no carioca e depois no ano inteiro fez 13).

Outro que senti falta, dois na verdade: Jorge Henrique no ataque endiabrando e driblando, algo que Reinaldo talvez possa suprir melhor que Diego o fez; e Renato Silva - quem diria que falaria isto -, se antecipando no combate. Emerson, sei não...

Maicosuel, o que falar dele? Lúcio quem? Uma partida apenas, mas pelo futebol de hoje e pelas declarações, 'eu quero que a torcida se lembre do Maicosuel, e não mais do Lucio Flavio', Maicosuel mostrou que tem estrela e que veio para ficar: marcou logo os dois, em momentos importantes e decisivos.

Quem se destacou também foi Victor Simões, que se mexeu bem e deu alguns bons chutes a gol, mostrando faro.

O que não pode é perder de bobeira bola no meio e no ataque .

A defesa também esteve aquém e precisa ficar mais alerta para não 'tomar bola nas costas'.

De toda maneira, ainda se precisa objetivar algumas questões que se necessita.

E, sendo honesto: que golaço do Boavista! Visão é fundamental.

SAN

K1

segunda-feira, 19 de janeiro de 2009

Falando a verdade - III

Eles já entraram arrebentando no Corinthians e, ao menos para mim, farão falta em nosso time, independente de como jogarmos este ano. Gosto deles e aproveito e presto minha homenagem.


SAN
K1

sábado, 27 de dezembro de 2008

A hora é de realismo.

Otimismo é bom na hora da bola rolando: apoio incondicional! O otimismo acaba sempre ajudando para dar aquele incentivo a mais.

Agora, na hora de montar o time, o momento é de realismo nu e cru.

Na comunidade do Botafogo no Orkut havia dois tópicos sérios sobre futebol que valem ter seu conteúdo debatido aqui.

O primeiro questionava sobre quem seria nosso goleiro titular.

As respostas variavam um tanto. Das sérias que se revezavam entre Renan, Castillo, tendo até uma menção ao Lopes, às brincadeiras como a menção ao nosso eterno Manga. Na minha opinião deve jogar quem estiver em melhores condições, pois todos os três goleiros tem qualidades e defeitos e ouso até dizer que tem de maneira complementar: Castillo sai bem por baixo e se posiciona muito bem, enquanto Renan sai bem pelo alto. Todos tem bons reflexos.

Mas o que me chamou a atenção foi que teve gente pedindo contratação de goleiro!

Com tanto setor carente - zaga, meio e ataque - questiona-se contratação de goleiros?

Na boa, estamos bem servidos de arqueiros. Garanto que este não será nosso problema nesse ano que tem tudo para ser, digamos, difícil pra gente. Vejamos algumas indagações que podem nos dar pistas do motivo de tanta preocupação:

Qual é nossa zaga titular agora mesmo?

E o meio campo? Laterais?

Ataque vai ser Reinaldo e quem mesmo?

Bem, de banco nem se fala, né?

O segundo tópico tratava exatamente do nível do time para 2009 e as opiniões eram divergentes. Uns dizendo que lutaria para não cair, outros que teremos uma grata surpresa e a maioria afirmando se tratar da manutenção do mesmo nível que tivemos.

Aqui vale reforçar o que foi dito no início do post: é bom ver otimismo... mas ele é bom na hora do campeonato, para dar a base para apoiarmos incondicionalmente... agora o realismo é fundamental para nos estruturarmos corretamente, sem nos iludirmos com o brilho otimista.

Fato é que o time está abaixo dos dois últimos anos, basta comparar os nomes e os rendimentos...

Concordo com quem fala que Carlinhos Bala é atacante, não é o genuíno camisa 10 que tanto precisamos! Mas logicamente é mais que bem-vindo - ainda mais porque parece ter demonstrado muita vontade de vir.

Ter as melhores contratações do carioca nao é lá grandes coisas... ainda mais quando temos também a maior lista de dispensa e debandada.

Estão falando que não temos banco e isso é uma verdade... mas mais verdade ainda é que nem time temos ainda! Como as indagações acima levam a concluir.

Minha maior preocupação é com a zaga - Emerson e ? - e com a armação no meio, que nem nome tem ainda.

Ao menos dispensaram alguns jogadores aquém do nível Glorioso... mas também dispensaram alguns que eu acho que mereceriam uma segunda chance. E venderam quem não devia! Cito nominalmente Jorge Henrique e Diguinho, pra não falar dos nossos zagueiros e de Lúcio Flávio e Túlio. Alexandro e Luciano Almeida são dois outros que eu gostaria de ver ao menos em nosso banco.

E renovaram com Thiaguinho: até que gosto dele, mas será que ele já estará curado e terá boas condições de jogo?

Enfim, depois de até o Bebeto sair antes do prazo, resta dizer que 'o último que sair apague as luzes', porque 'quanto mais escura a noite, mais brilham as Estrelas' (Lenin).

Tenho que confiar nas palavras do revolucionário bolchevique e nas de Nietzsche, quando diz que 'é necessário haver caos aqui dentro para nascer uma Estrela'.

Que 2009 seja um ano surpreendentemente Glorioso para todos nós.

SAN

K1

sábado, 20 de dezembro de 2008

A voz do povo não ecoa em General Severiano - resultado das enquetes

Ambas as enquetes tiveram baixa participação, portanto seu resultado deve ser analisado com cuidado, pois pode não representar a maioria de nossa torcida.

Contudo, vale ressaltar que todos os resultados são contrários ao que estamos vendo se concretizar em General Severiano. E como a voz do povo é a voz de Deus... tomara que não queimemos no inferno futebolístico ou encaremos um limbo em 2009.

A primeira enquete, sobre a permanência do Ney Franco, indica que 60% não aprovam a permanência do técnico - algo talvez justificado pela queda de rendimento, pela falta de pegada ao comentar o desmonte e por uma conversa fiada sobre 'crença no trabalho e reforços': não há reforços à altura e os resultados não aparecem em 2008.

Na segunda enquete, sobre quem deveria permanecer no elenco a realidade é ainda mais cruel:

Lúcio Flávio - 100%

Diguinho - 25%

Wellington Paulista - 0%

Jorge Henrique - 25%

Zárate - 25%

Lucas Silva - 50%

Nenhum deles - 0%

Como vemos, Wellington Paulista, segundo a torcida, já vai tarde - eu, contudo, sentirei a falta dele! Bem como sentirei - e pelo visto não serei o único - a falta de Diguinho e Jorge Henrique. Aguardemos sobre o futuro de Lucas Silva.

Enquanto isso, o Botafogo passa de vitrine da Ability para vitrine da Traffic... sei não, será que só mudamos de grife?

Temos que mudar de postura! Li que vamos investir mais nas bases. Que seja! Mas pra esse ano de 2009 isso não resolverá. Difícil esperar resultado das bases também em 2010: precisamos aprender que as coisas levam tempo para se consolidar. E que se desfazem num instante. Mas isto aprendemos na veia com esse desmonte instantâneo de nosso time.

SAN

K1

Estrela, não cometa!

O que dizer das notícias recentes?

Melhor apenas ressaltar os destaques e deixar nossa intuição gritar: vai dar merda!
Aqui reforço que estou louco para darem print e eu ter que comer o papel impresso com o mesmo, ou seja: que eu queime minha língua e que sejamos campeões.

Mas é que está tudo muito estranho.

Faltando 20 dias para o início das atividades não temos mais de 11 jogadores, a maioria composta de reservas (!) da temporada passada.

Perdemos todo nosso meio-campo e ataque e parte da defesa e até agora vieram apenas com o Reinaldo como destaque. E a notícia diz que ele vem suprir as ausências de Wellington Paulista e Jorge Henrique - ai que saudades do JH! Vocês verão como ele fará falta aqui e se destacará por lá!

Quanto ao Reinaldo, está certo que o WP não balançava mais as redes e foi omisso nas horas-chave, mas será que ele jogará mesmo por 2? Com quem ele dividirá o ataque? Quem será seu reserva? Zárate? Faz-me rir... o hermano alegou instabilidade emocional por não receber.

Tudo bem, tem os caras vindo dos juniores, mas não podemos colocar cobrança demais neles com a possibilidade de queimarmos a prata da casa... falando nisso, não sabia que o Botafogo estava com um bom trabalho de base. Aliás, pelo contrário, comentários eram péssimos neste sentido. Novamente, aguardemos.

Quem ficará nos lugares de Túlio, Renato Silva, Lúcio Flávio, Diguinho? Sem contar Thiaguinho, Triguinho, Luciano Almeida... aliás, por que dispensaram o Luciano?

Aliás, gostaria de registrar a hombridade e identificação do Túlio e do Lúcio Flávio, que não apenas em discurso - negaram clubes cariocas pela identificação com o Glorioso manto -, mas também em atos mostraram que General Severiano tem que estar sempre de portas abertas a eles, que nunca sairão de nossos corações. Faço votos para que encerrem suas carreiras no Glorioso, seria uma justa homenagem para ambos, merecedores!

Já Diguinho está fazendo leilão entre Flamengo e Fluminense. Pode até ganhar mais dinheiro agora, mas seu valor já depreciou, pois mostrou que tem preço, que varia de acordo com o mercado. É cometa, não Estrela. E falando nisso, Cuca no ninho do urubu? Sem comentários... se acabou!

Lógico que não sei o que se passou nos bastidores e que é fato que os maiores responsáveis pelo desmonte e falta de estrutura são as diretorias, passada e futura: estamos sem time, sem verba e sem motivação, pois nem temos nomes para 'sonhar'.

E não venham me dizer que as sondagens com nomes tipo Vandinho são algo significativo. Pra começar, flamenguista? Não obrigado.

Mesmo com isso tudo, mesmo sabendo ser impossível: FICA DIGUINHO!

Por outro lado, é assim, apenas com o Glorioso nome de Botafogo que jogamos melhor, conferindo aqueles que envergam o sagrado manto um brilho que apenas quem duela pelo alvinegro reflete.

Avante Glorioso, não podes perder, perder pra ninguém!

2009 pode vir sem medo: não há derrotas para quem nasce Glorioso!

SAN,

K1

domingo, 16 de novembro de 2008

O entardecer de uma Gloriosa Estrela

Com o falecimento de meu Opa - avô em alemão - na quinta, resolvi tirar o dia hoje para caminhar no calçadão, algo que ele adorava fazer: entre as memórias e lembranças, um belo fim de tarde e um reconfortante pôr-do-sol.

Não tão confortável foi ficar acompanhando, entreouvidos, o desempenho do Botafogo, mais uma vez sucumbindo à falta de estabilidade emocional, à ousadia desguarnecida, à falta de pontaria, à penalidade perdida, à falta de marcação simples e à Paulo Baier, sempre ele - dessa vez em dose tripla.

Ney Franco se desculpou, mas o fato é que todos devem pedir desculpas ao Glorioso:

a diretoria que não conseguiu honrar com um planejamento decente e atrasou por demais salários, desestabilizando a estrutura;

a comissão técnica que não soube trabalhar este fator e perdeu o controle do time, errando por diversas vezes nas mexidas durante o jogo;

os jogadores, que começaram a deixar o desempenho cair cedo demais, pois atrasar salário não é bacana, mas atrelar seu desempenho ao vil metal tampouco é profissional - imagina se os médicos, que recebem bem menos, fizessem isso - afinal, mais cedo ou mais tarde serão pagos e o momento era o de união;

a torcida, que em nenhum momento apoiou o time como deveria, deixando de dar o algo a mais que faria toda esse ciclo acima mencionado girar positivamente, contribuindo com mais energia positiva e com mais verba para ajudar a pagar a estrutura...

Pelo melhores momentos de uma partida onde chegamos a perder até penalidade que poderia mudar os rumos do jogo em que tomamos 3 gols por falha grosseira de marcação podemos ver que o ano acabou há algum tempo.

Dispensa quem vai ser dispensado e começa a montar a base pro ano que vem. E, pelamordedeus: não dispensa os melhores.

Diguinho, Jorge Henrique e Túlio devem ficar, não podem sair. Se Lúcio Flavio for sair, algo que também acho prematuro, temos que trazer alguém com o mínimo de sua habilidade e caráter.

Enfim, quero ver o planejamento, porque a diretoria só tem criticado o elenco, mas a sua parte não é vista sendo feita.

Da torcida nem se fala. Ao invés de acreditar - e houve momentos onde era fácil apoiar, como as 6 vitórias consecutivas e a sequência de 11 jogos invictos - ficou no SofáFogo ao invés de lotar o Engenhão. Depois a mulambada vem zoar e nós queremos poder dizer algo... melhor nem ver o maraca lotado na TV, dá depressão saber que as jogadas da CBF - notaram como o Flamengo tem jogos em casa na reta final, dêem uma olhada no início da tabela, a mesma coisa, assim facilita - dão certo e que o torcedor não vê através disto e apoia o Glorioso apesar de tudo.

E apesar de tudo, eternamente AlviNegro será o meu coração: vamos, vamos meu Fogão!

Faltam 3 jogos: vamos vencer para terminarmos bem na tabela e termos algo de bom para embalar o início de ano!

E que 2009 tenhamos um time com mais equilibrio e responsabilidade: na diretoria, na comissão técnica, no elenco e nas arquibancadas uma torcida que 'Bota Fogo' nisso tudo e incendeia o caldeirão do Fogão!

SAN,

K1

domingo, 9 de novembro de 2008

10controle - Estudiantes e Flamengo

Mais uma vez não postei sobre os jogos realizados.

Por um lado devido ao meu avô ter voltado ao CTI e inspirar cuidados, por outro por precisar de um tempo para respirar e colocar as coisas no lugar.

Faltam 5 jogos no brasileiro, estamos a 12 pontos do Palmeiras, último do G4 – que tem um jogo a mais no momento desta projeção, ou seja, essa diferença pode cair para 9 – e o Flamengo, o quinto, está apenas a 8 pontos a nossa frente e no momento em que escrevo nos enfrentamos no Maracanã.

Jogo no qual já começamos a ser roubados no primeiro minuto, com penalidade não marcada de Bruno em Jorge Henrique – aliás: fica JH! Também, com o juiz escalado, queria o quê: o cara foi o décimo-segundo jogador do último título roubado pelo Flamengo das mãos e pés do Botafogo.

E quando não nos metem a mão, metemos a mão nós mesmos, no caso no cartão amarelo do juiz, desestruturando e desequilibrando uma arrancada que poderia render algo mais: afinal, fizemos dois gols e faltavam ainda 25 minutos no segundo tempo. Tem time que faz 3 gols em 10 minutos. A torcida estava apoiando, chegou com o espírito do ‘eu acredito’, enfim...

Tudo começou mal quando Renan, nosso promissor goleiro, aceitou uma bola cruzada defensável com menos de 5 minutos no primeiro tempo. E olha que até ali vínhamos jogando muito bem, atacando. Mas o segundo gol dos argentinos surgiu da falta de combate do meio-campo e fragilidade e exposição da defesa – tal qual surgiu a penalidade convertida pelo Flamengo no jogo de hoje: falta de combate do meio-campo, exposição da defesa e falta/falha do Renan.

Aliás, com a derrota para o Flamengo caimos para oitavo lugar e o time já não demonstra muita organização tática: o que acontece, Ney Franco? O time se desestruturou em campo no segundo tempo, perdemos o meio por completo!

Eduardo entra pra ser expulso. Que descontrole: retrato do Botafogo nos últimos tempos.

Mas o que eu queria comentar é que já jogamos a toalha, declarando que usaremos os jogos restantes para acertar o planejamento para o próximo ano.

Eu acho que no mínimo deveríamos lutar para sermos os melhores cariocas da competição: isso deveria ser obrigação!

SAN

K1

domingo, 2 de novembro de 2008

dERROtaS: duas vezes prejudicados

Vi os jogos contra o São Paulo e contra o Atlético Mineiro da TV do hospital do Amparo, que fica na Rua Estrela, pois meu avô fora internado com pneumonia: fui escalado titular do turno noturno e obviamente me senti honrado por ter sido convocado, afinal devo a ele muito mais que 2/3 do meu nome. Dedicação ao trabalho, humildade, força de vontade, simpatia indiscriminada, seriedade e muitas outras qualidades mais vieram a reboque na história que vem sendo escrita há mais de 95 anos e que tanto me inspira.

Menos inspiradora, melhor dizendo, brochante, é a novela dos roubos contra o Glorioso: contra o São Paulo fomos prejudicados pelo gol mal anulado. Aliás, muiiiiito mal anulado. Até a Globo saiu em nossa defesa!

E hoje, contra o Atlético Mineiro também, a transmissão foi clara ao afirmar que o Botafogo não só merecia ter ganho a partida como foi claramente prejudicado com a marcação da penalidade, inexistente, e da expulsão, que valeria ao Rodrigo Sá - que vinha fazendo uma partida a meu ver correta - um cartão amarelo. Só a globo.com é que não registrou nada disso...

O time mostrou força de vontade, correu, se entregou, com destaque a meu ver para Renan - que mostrou que não se abalou com a falha no jogo contra o São Paulo - e fez importantes defesas, inclusive com arrojadas saídas com o pé; Jorge Henrique, sempre incansável e habilidoso ajudando na frente, atrás e executando o que lhe fora pedido taticamente - esse é identificado com o manto e joga, deve ficar para 2009, alô diretoria! -; Diguinho, outro identificado, lutador e que comandou o meio, aparecendo bem na frente; e, Carlos Alberto em uma de suas melhores exibições pelo Glorioso, fazendo jus à faixa de capitão sendo premiado com um golaço.

Destaques negativos, na minha visão foram dois: Wellington Paulista, que nada fez a não ser cair e fazer falta; e Eduardo, que entrou com cabelo estiloso, chuteiras idem e com um jogador a menos do nosso lado quis ficar enfeitando nos dribles e passar por três adversários mais de uma vez, sempre perdendo a bola e enfrentando contra-ataques, sem falar no gol perdido no bico da grande área, que isolou relativamente perto... mas dali, sem marcação, era rede!

Pecamos novamente nas finalizações, tendo acertado o travessão mais de duas vezes e com o goleiro deles fazendo importantes defesas. Decisivo novamente foi o juíz a favor do adversário, inclusive deixando de marcar faltas próximas à grande área mineira e, fiquei na dúvida, uma penalidade em Carlos Alberto logo no finzinho.

Enfim, quarta tem decisão e é o que foi dito na transmissão: o glorioso conta com a torcida e o apoio incondicional para seguir vivo na Sul-Americana.

No Brasileirão é ganhar todas pra beliscar uma Libertadores, cada dia mais distante.

Vamos apoiar! O exemplo dado pelas torcidas do Vasco e do Fluminense hoje deveria nos inspirar.

SAN

K1

domingo, 5 de outubro de 2008

E o juíz levou...

"Hold on Dorothy, 'cause Kansas is going bye-bye!"

Essa citação de Matrix que faz por sua vez alusão ao clássico 'E o vento levou' representa muito nossa atual fase:

De um time novamente com promessas de dar alegrias... mais uma vez tropeçamos e estamos 10 pontos atrás do líder. Com 10 rodadas acho que já dá para dizer que o título está muito difícil. Mas ainda dá para salvar o ano com a vaga para a Libertadores e não devemos menosprezar isto e sim lutar com afinco redobrado.

O problema é que agora a crise financeira chegou na mídia e os salários de dois meses não chegaram aos jogadores, dando margem a corretos comentários - mesmo que fora de hora - de que 'quem trabalha, merece receber'.

O que me assusta é que o clube deve uma premiação de R$150mil ao grupo por este ter chegado ao G4.

ABSURDO!

Premiação para chegar e não para se manter? Deveria ser algo conferido no final do torneio, não?

E a torcida não comparece a ponto de não termos renda e sermos sacaneados tendo nosso estádio chamado de 'Vazião'.

Ah sim, mas o post era sobre o jogo... diretamente influenciado pelo juíz por ter expulsado injustamente o Jorge Henrique - alô jurídico, vamos recorrer para ele não ficar de fora no próximo jogo! -, além de não ter marcado algumas importantes faltas perto da área. Mas é o que o Diguinho declarou: não foi a expulsão e sim a desatenção no segundo gol que determinaram a derrota.

E digo mais: no primeiro gol também.

Ney Franco até mexeu correto, botando o time pra cima, mas com as peças de reposição que ele tem... Gil? Zárate?

Ele ainda teve a coragem de elogiar o gordinho argentino, que recebeu comentário no bar de que deveria ter perdido o triplo do peso, pois continua visivelmente acima do peso e abaixo do bom nível do futebol. Lembro-me de 3 jogadas: uma boa matada na qual levou falta por trás; uma boa virada para um sofrível chute, melhor, recuo; e um bisonho toque-lançamento muito forte e muito a frente de nosso lateral.

Fato é que não ameaçamos o gol adversário direito, nosso maestro desafinou e além de não bater bem as faltas deixou de aproveitar uma clara oportunidade na qual ia entrar sozinho na grande área, mas não dominou a bola. Carlos Alberto lutava muito, cutucava o adversário e os deixava loucos - aliás, como são violentos! -, mas fato é que rodava de um lado, rodava do outro e nada. Boa chance mesmo foi a jogada do Alessandro, que comeu um, dois - sim, eles gostam! - e chutou prensado em bola que quase morre no canto oposto do goleiro gremista. Se tem um matador ali metia o bico na bola e corria pro abraço.

Enquanto isso, do nosso lado, Castillo e Renan foram bastante exigidos, com destaque para o segundo que saio muito bem tanto por baixo quanto pelo alto, sem culpa no segundo gol, enquanto que no primeiro, por mais que a bola tenha desviado na zaga, o posicionamento muito a frente tenha impossibilitado Castillo de chegar na bola, que passou muito perto e no raio das bolas defensáveis. De toda maneira, falha maior da defesa que deixou o gremista matar a bola, girar, ajeitar e chutar - assim fica fácil.

Difícil é escrever estas parcas linhas, sabendo que bastava pouca coisa pro cenário ser muiiiito diferente.

A começar pela torcida, que comparecendo apoiaria e incentivaria mais o time, garantindo receita pro clube e pressão nos jogadores, o clube teria as finanças mais sadias, os jogadores estariam mais confiantes e até mesmo 10 pontos do líder não nos fariam sentir este desconforto: afinal, temos dois jogos em casa, onde os 6 pontos são obrigatórios. Com dois tropeços dos líderes a diferença já cai pra 4 pontos novamente. No fundo, tudo é possível!

Então o resumo da ópera é que nada está perdido, mas tudo depende do amor que o alvinegro pode demonstrar, lotando o Engenhão: daí começa uma onda positiva que contagiará a todos.

Faltam 3 confrontos de ida-e-volta na Sul-Americana para sermos campeões. E um pouco mais de atenção para figurarmos entre os que estarão ano que vem na Libertadores e lutar sim por algo mais no brasileiro: se até o Flamengo fala em título, porque nós não?

Vamos pensar e agir grande! Vamos lotar o Engenhão!

Saudações AlviNegras,

K1

quinta-feira, 25 de setembro de 2008

Do intervalo ao segundo tempo: atitude Botafogo!

Nos meiões do intervalo da Globo só os rebaixáveis Fluminense e Vasco. Por que isso? Saí pra lá urucubaca!

Curiosidade: o jogo do Palmeiras é um jogo chique, todo ton-sur-ton em verde-limão. E pra falar dos outros dois brasileiros da noite, Palmeiras e Atlético Paranaense, ambos empatam por enquanto. Nós precisamos vencer. Eles estão com um mistão, nós com nossa força completa.

Nos melhores momentos do intervalo, 4 foram do América de Cali e apenas 1 do Glorioso, que de fato precisa partir mais pra cima: aliás, o de sempre; atacar mais pro gol e menos pro vazio. Vamos vencer, Fogo!

Cena em que Lucio Flavio é escoltado para escanteio. Espero que aqui seja desnecessário garantir a segurança do adversário dessa maneira e que o clube colombiano seja punido.

Começa o Segundo Tempo

Aos 2 minutos e meio falta acintosa em Wellington Paulista e nada, nem marcado foi.

Aos 6, mais uma. Lucio Flavio vai bater. Ensaiada. Que primor! Carlos Alberto perde de cabeça com Wellington Paulista logo atrás. Típico gol que fará falta mais a frente.

Resposta rápida do América de Cali: defesa difícil de Castillo.

Contra-resposta na mesma velocidade: de novo Carlos Alberto desperdiça em bola cruzada e não cortada na área do América de Cali.

Aos 10, dois passos de nossa área, falta a favor do América de Cali: bola no travessão; independente de barreira abrindo, que porrada!

Essas duas estrelas fakes no ombro do América de Cali iludem, mas não ofuscam a Estrela Solitária, Gloriosa sempre!

Aos 16, André Luis leva corretamente o amarelo por levantar o adversário com uma tesoura lateral. Tem nada que aplaudir o juíz, André Luis! Numa dessas ele entende que é ironia e te expulsa e como ficamos?

Apesar de não fazer gol até os 20 minutos, ao menos no segundo tempo o Botafogo está melhor e podemos afirmar que está dominando a partida.

Tá. Só pra quebrar o meu último comentário, gol do América de Cali aos 27 minutos, em rara oportunidade de ataque no segundo tempo. Escanteio batido, cabeceio sozinho pro bico esquerdo da pequena área e chute sem marcação, tampouco defesa no canto oposto de Castillo.

No minuto seguinte estamos no ataque novamente. Mas nada.

30 minutos: falta de ataque de Wellington Paulista.

Aliás, quando nosso ataque irá marcar gols em uma partida, já que todas são decisivas - quer mata-mata, quer pontos corridos?

33. Sai Jorge Henrique, entra Lucas Silva. Sinceramente, não sei o que dizer.

A porção de provolone à milanesa do Itahy não está me tirando o amargo da derrota da boca. Vamos Fogo!

Renato Silva sobe pra tirar de cabeça. Nós estamos perdendo, mas eles é que aumentam o volume de jogo.

38 e clara simulação do América de Cali, mas nada de amarelo. E ainda falta pra eles.

Aos 45 minutos, Ney coloca o Zé Carlos - pra quê? Perder os preciosos últimos minutos? Enfim... e o Zé Carlos mostra ao que veio e que já deu: recém-entrado no lugar de Triguinho não consegue dominar uma bola claramente lançada e relativamente fácil de se dominar.

Mais demora durante a prorrogação. Juíz não dá desconto: 48 e nada mais. Não levou em consideração as substituições. paradas para atendimento, etc.

Etc, blablabla, etc, etc, etc, mais uma derrota, blablabla... o que dizer?

VAMOS GANHAR FOGO!

E olha que segundos antes do jogo eu postara sobre a questão da postura: temos que ter atitude para sermos Gloriosos!

SAN

K1

Terceira derrota seguida - o que se passa?

Novamente o post foi escrito no Itahy ao ver o jogo. Novamente derrota, a terceira consecutiva. E novamente o time jogou aquém de seu potencial.

O que está acontecendo, Ney Franco?

Antecipo que o placar de 1 x 0 contra o América de Cali é totalmente reversível e cabe a nossa torcida lotar o estádio para ajudar a conseguir a classificação.

Mas já há dezenas de histéricos advogando o apocalipse alvinegro; a eles digo, calma!

Primeiro tempo

Cheguei com nem 10 mintos de jogo, no máximo.

Botafogo está jogando 'pra cima', mas sem foco e precisão, o que resulta na supremacia adversária em quase todo o primeiro tempo, com destaque às defesas difíceis, únicas por sinal, de Castillo.

Até uns 20 minutos eram 6 faltas para o Botafogo, 2 apenas para o América de Cali. E um cartão amarelo pro Glorioso. Dois! Túlio acaba de receber um por simulação. E isto de fato não corresponde à realidade.

Primeiro que foi de fato falta no Túlio; segundo que estão batendo mesmo.

Aos 28 minutos cabeçada perigosa do atacante colombiano que subiu sozinho; alô defesa, agora é sério!

Só calor colombiano: falta, escanteio defesas (difíceis) de Castillo. Roubada na luta de Jorge Henrique, falta, mas nada de cartão.

Impedimento alvinegro aos 38 minutos!

39 minutos: enfim marcada falta em Wellington Paulista, atropelado na correria em direção à meta.

Publico o intervalo e o fim no decorrer desta quinta... até lá, boa ressaca.

Domingo temos duas obrigações: ânimo é fundamental; apoiar incondicionalmente

SAN

K1

segunda-feira, 15 de setembro de 2008

Ah, Botafogo! ACORDA!

Podiamos, mais do que estar na terceira posição, estar a 4 pontos do líder apenas.

Mas novamente deixamos escapar a oportunidade de encostarmos no Grêmio. Para piorar o São Paulo está perigosamente em nosso cola e até empata em número de pontos.

Mas vamos aos fatos.

Jogar com três atacantes até pode ser uma boa - o que nem achei o caso, pois perdiamos todas no meio-campo, com Leandro Guerreiro perdido, em um dos primeiros erros táticos que vi Ney Franco cometer -, mas apenas se Gil fosse de fato 'fator gol' e Wellington Paulista parasse de ficar caindo e de fazer falta: tanto cai-cai que o juíz não marcou penalidade clara de Clêmer faltando uns 15 minutos para acabar a partida - exatamente aos 31 do segundo tempo. Mas isto não justifica a derrota, convenhamos: jogamos mal.

O time parece não ter entrado em campo.

Não era o Glorioso das 13 partidas invictas, a Estrela do G4. Lúcio Flávio não entrou em campo, esquivando-se da responsabilidade de armar as jogadas e até de combater, sinal de que o time iria mal, a começar pelo Leandro Guerreiro completamente perdido no combate - o meio de campo era colorado praticamente durante toda partida, com o gigante Guiñazo soberano - Renato Silva perdendo bola infantil no meio-campo e com dificuldade em recuperar o compasso, o que levou ao erro grosseiro de Castillo que saiu atrasado do gol, possibilitou o cruzamento e o toque para o gol livre: se tivesse ficado no gol penso que a bola seria facilmente defensável, digo até interceptável.

Ouso fazer o mesmo comentário no segundo gol: sem sair afobado pra cima do atacante, teria tido condições melhores para a defesa. Mas justiça seja feita: foi um baile do ataque do Internacional, que deixou Leandro Guerreiro caido na grande área após explorar as costas de toda nossa lateral direita, com todos seus jogadores completamente envolvidos.

Todavia cresce em mim o clamor 'Renan titular já'!

Tudo começou errado quando Wellington Paulista perdeu gol invadindo sozinho a área de Clêmer com menos de 5 minutos do primeiro tempo. Aos 41 minutos foi a vez de André Luis cabecear sozinho pra fora em jogada ensaiada iniciada por Lúcio Flávio em um de seus poucos acertos no jogo.

Aliás, foi dele, André Luis, o gol alvinegro, após grande jogada de Jorge Henrique - o melhor no ataque alvinegro -, que ainda precisa de um matador à altura para formar uma dupla decente de ataque.

André Luis também foi expulso no final, após levantar um jogador colorado. Sinceramente, acho que foi justo, mas também foi um 'desconto', pois os gaúchos estavam batendo muito e o juíz conivente 'deixando o jogo correr'.

Poderiamos ficar aqui comentando inúmeras jogadas de maior ou menor expressão, mas o fato é um só: para sermos campeões precisamos aproveitar as oportunidades, fazer valer a nossa supremacia.

Se não tivessemos perdido os dois pontos contra o Vasco, os dois contra o Naútico e os três contra o Internacional estariamos empatados na liderança com o Grêmio.

Mas isto também serve de incentivo: basta fazermos o nosso que chegaremos. Ainda temos umas 13 rodadas pela frente. Meu palpite é que se ganharmos 8 ou 9 seremos campeões.

Próximo jogo é contra a Portuguesa, última colocada, lá em Sampa: tá na hora de mostrar de fato ao que veio e deixar de lado de vez o estigma de Robin Hood - ao menos o lado de tirar dos ricos/grandes e entregar para os pobres/pequenos; acertar o alvo, o título, pode e deve fazer parte de nossa história esse ano.

Nossa parte temos que fazer: apoiar incondicionalmente.

SAN

K1

quinta-feira, 28 de agosto de 2008

Chocolate AlviNegro - ao freguês o que temos de melhor

Aos 27 minutos do primeiro tempo 'virou bagunça' e ficou claro que estava decretado que o jogo já estava liquidado: na saída de bola o juiz nem ligou que Carlos Alberto ainda se encontrava dentro do grande círculo central. E o jogo prosseguiu com uma primorosa atuação do Glorioso:

2 x 0 Atlético Mineiro - E o Botafogo classificado para a próxima fase antes da metade do primeiro tempo - escrevo enquanto vejo o jogo; transcrevo para o blog em seguida.

Dois golaços do Maestro Lúcio Flávio e sua afinada orquestra.

Na volta do segundo tempo, golaço de Jorge Henrique no ângulo para coroar sua centésima partida pelo Glorioso.

Instantes depois Jorge Henrique ainda levou um tapa no rosto em plena grande área e foi impedido de continuar a jogada, mas o juíz nada marcou.

Antes do quarto gol de cabeça de Carlos Alberto, após primoroso cruzamento de Gil, deu tempo de Castillo rebater um chute de fora da área direta e exatamente para o meio da grande área, resultando gol de nosso eterno freguês - já são sete anos sem ganhar: nove vitórias e cinco empates. A favor de nosso guarda-metas uruguaio o fato de ter defendido duas bolas difíceis antes, uma à queima-roupa.

Aos 33 minutos do segundo tempo, Jorge Henrique - vestindo a 23! - recebe primoroso lançamento e é derrubado na área e eis que... pausa enquanto não bate: Giiil, pra fooooooora! PQP! Muiiiito pra fora. Escrevo enquanto vejo o jogo...

Se era pra mudar o batedor, colocasse o Castillo, oras. Gil acaba por ficar estigmatizado - de toda maneira a hora é de apoio, o minuto de paixão.

Logo em seguida à penalidade, Gil pisa na bola e cai 'de maduro' de bunda em lance no qual Carlos Alberto invadia sozinho a grande área atleticana.

Tem certeza de que não querem insistir no Thiago Ribeiro?

E numa bobeada da defesa no pós-perda de penalidade - esse tipo de companheirismo de Lúcio Flávio de ceder a responsabilidade na penalidade não poderá mais aparecer dessa maneira - gol do Freguês, que ainda tomou o quinto gol em escanteio no qual Gil buscou se redimir da penalidade perdida forçando o zagueiro a fazer gol contra, após tentativa de cabeça.

E não adianta me dizer que o Atlético Mineiro estava com reservas, jovens, o que for: poupou o time titular de mais um vexame; poupou o titular de se abalar com a desclassificação indicada no Engenhão com os 3 x 1 Galo.

Pragaalvinegra: São Paulo é desclassificado nos penalidades nos quais Juninho perdeu sua penalidade.

SAN, com muita fé nesse time!

K1

segunda-feira, 25 de agosto de 2008

Um empate que vale uma derrota e acorda para o restante do campeonato

E o fraco - poder-se-ia afirmar medíocre - time do Vasco empatou aos 44 minutos do segundo tempo em um jogo onde a tônica era simples: ali, daonde eu estava, só vi o Botafogo dominando e atacando e o Vasco se defendendo, sem sequer passar do meio-campo - apenas a Globo.com complicou, dizendo que foi equilibrado.

1 x 1 foi um resultado justo apenas se encararmos o fato de que quem não amplia, leva.

E logo em uma rodada onde tudo conspirou a favor de passarmos uma semana inteira como vice-líderes. Mas o caminho AlviNegro sempre foi assim: árduo, de luta e superação após bobeadas próprias.

Afinal, já diz o nosso hino: não podes perder, perder pra ninguém. E como não se pode ganhar sempre, acabamos volta e meia perdendo para nós mesmos.

E olha que dessa vez a derrota foi um empate.

Devido à desorganização na venda de ingressos de meia - que haviam esgotado em General Severiano durante a semana - em meio ao tumulto causado pela falta de um gradeamento e organização das filas entrei com 7 a 10 minutos de jogo - apesar de ter chegado 17h25 ao maraca.

Soube que o Vasco começou melhor, mas depois que pisei no 'maior do mundo' só vi dar Botafogo. Nosso domínio era amplo e irrestrito. Durante boa parte do jogo o time da colina nem sequer passava de seu meio-campo e suas tentativas eram facilmente desarmadas por nosso competente meio-campo.

Mas a competência faltou no ataque que ainda carece de um homem-gol a altura do restante do elenco. Wellington Paulista até deixou o dele, mas Gil e Fábio provaram mais uma vez que não são solução para a ausência de Jorge Henrique. Tomara que o Zárate resolva, pois até mesmo o Wellington Paulista precisa fazer mais para se dizer titular de um time como o Glorioso Botafogo.

Ademais, jogamos quase metade do segundo tempo sem atacante de ofício, pois Wellington Paulista fora substituído por Fábio, que como o primeiro também se lesionou e teve que ser substituído logo após entrar, queimando uma substituição de Ney Franco, que havia trocado o ineficiente Gil pelo Zé Carlos, passando o endiabrado Carlos Alberto para o ataque.

E foi ali pelo lado do lento Zé Carlos - que muitos ficam chamando de sem-sangue - que o recém-entrado vascaíno Madson usou seu frescor e velocidade para dar uma corrida no Triguinho, que além de cansado esteve mal no apoio à defesa: o resultado foi uma falta perto da grande área e um amarelo, além do gol, claro.

Sobre o gol, ficam três registros:
  1. Se é pra fazer falta, faz no meio-campo. Até uma expulsão teria valido a pena por esses 2 pontos perdidos.
  2. A zaga não pode ser impecável 99,9% do tempo e ter esta falha de atenção na hora do adversário bater a falta.
  3. O goleiro não pode ficar vendido daquele jeito - aqui vale o registro desta ser uma das bolas mais difíceis para o guarda-metas, por se tratar de tiro direto ao gol com alta possibilidade de desvio em um curto espaço e jogada muito rápida. Todavia Castillo estava no canto e deu um passo para o lado, sem objetividade, sem ter tentado interceptar a bola.

Com este tipo de situação, lembrando o fatídico jogo contra o Corinthians em Sampa, onde ele falhou bisonhamente no gol de falta, e com as recentes atuações primorosas de Renan, começo a puxar o coro de "Ah, ah, ah, Renan é titular!" - emendo clamando por espaço no time e/ou banco para o Luciano Almeida e para o Wellington Jr.

Na comunidade do Botafogo no Orkut tem gente criticando e pedindo a cabeça de nosso maestro Lúcio Flávio - meu comentário aqui é o mesmo que lá: sem ele o Glorioso provou que joga pior, ele cadencia o time. E tem umas cabeças a serem pedidas antes: Gil, Fábio, Zé Carlos...

Lúcio Flávio precisa melhorar? Sim, mas não é cornetando com o time invicto e na cola do líder, mostrando disposição e vontade que iremos conseguir algo. A hora é de apoio incondicional. É a vez da torcida mostrar que faz a diferença e que acredita no time: vamos lotar o Engenhão no sábado contra o Náutico e deixar os jogadores deles Aflitos. ;)

Finalizo registrando a saudade do Maracanã: o Engenhão é nossa casa, mas o 'maior do mundo' tem um charme só seu. É bom voltar lá de vez em quando: poderiamos fazer ao menos um jogo por mês lá. Ainda mais que lá tem ambulante vendendo cerveja pelo clandestino preço de R$5 a latinha. É a imperadora falta de organização que atrapalha as coisas - vale o registro da saudade de poder ver o Glorioso tomando uma cervejinha e comendo um amendoim.

Mas o empate que valeu por uma derrota também serviu para nos acordar para o restante do campeonato: seremos vice-líderes em uma ou duas rodadas.

Próxima semana o Grêmio perderá do embalado Vasco; o jogo Cruzeiro e Coritiba - dois que estão na briga com o Glorioso - terminará empatado ou com vitória do Coxa; o Palmeiras tropeçará no Furacão Atlético Paranaense, que necessita de uma vitória para não parar na zona de rebaixamento; o São Paulo empatará ou perderá do Santos; e nós faremos nosso dever de casa.

No sábado é simples:

Vamos simbora, pro Engenhão: Torcer! Gritar! É Campeão!

SAN

K1

quinta-feira, 14 de agosto de 2008

Sul-Americana - vai começar com as bênçãos de São Jorge

A Sul-Americana enfim vai começar e nos proporcionar a oportunidade de apagar o vexame cometido em 2007. Só depende do novo grupo e de nós torcedores, que devemos lotar o Engenhão para mostrar que a pressão é total, dentro e fora de campo.

Fui comprar o ingresso hoje em GS e pelo que o porteiro falou e eu pude constatar a mobilização tá fraca. Parece que menos que mil pessoas compraram. Segundo a previsão do porteiro não dá mais de 10 mil nesta quinta. Pena, tá na hora de mostrarmos a força do conjunto Glorioso. E não se pode reclamar da entrada: R$5 meia e R$10 inteira na Leste Superior, onde fica inclusive a Constelação Gloriosa, BotaChopp, TES, Fúria e a maioria da galera independente.

Já o time promete.

Parece que o grupo está de fato motivado. Mas meu comentário recai mais sobre uma superstição - e afirmo: Jorge Henrique será o craque da competição e fundamental para o título.

Não somente por ter ficado para honrar o manto sagrado, não apenas por estar jogando uma barbaridade novamente, não obstante ao discurso cheio de confiança no grupo e na conquista, mas principalmente por ter sido inscrito com o número 23 - dia de seu aniversário e também número de São Jorge, que o cobrirá com seu manto, o defenderá com seu escudo e o armará com sua lança para que os inimigos tenham pés, mas não nos alcancem, que tenham mãos, mas não nos toquem, que tenham olhos, mas só nos vejam ao final, erguendo a taça. Anotem, São Jorge Henrique será o fator decisivo.

A 7 mágica de Garrincha ficou para o Gil, que, Deus e o Anjo das pernas tortas queiram, será iluminado e agraciado com o novo número, desencantando no Glorioso e sendo co-autor junto ao nosso Ligeirinho da história que escreveremos ao levantarmos a taça da Sul-Americana.

Bola fora para a diretoria que não conseguiu inscrever Zárate a tempo. Sem comentários. A diretoria deveria pedir ressarcimento parcial pelo prejuízo causado pelo atraso do presidente do USF - Unión Santa Fé, clube anterior de Zárate.

Vamos comparecer e lotar o Engenhão!

SAN

K1

segunda-feira, 11 de agosto de 2008

Reforços de peso: se estão 'engatilhados', por que não?

Fiquei um pouco intrigado com a matéria da globo.com na qual o Montenegro garante que Jorge Henrique fica e que, na saída de algum de nossos craques, duas peças de reposição já estariam engatilhados:

"Especula-se que esses dois jogadores sejam o meia-atacante Zé Roberto, atualmente no Schalke 04, da Alemanha, e o atacante Leandro, ex-São Paulo, que defende o Verdy Tokyo." - Globo.com

Imagina esse elenco atual contando com mais esses dois?

O que falta para trazê-los? Tem que investir para ser campeão! Sul-Americana está aí. O Brasileiro pela metade, mas que quanto mais inteiro estivermos, melhor.

Por mim, ninguém sai e ambos entram. E você, o que acha? Eles agregariam, não fariam a diferença ou dividiriam o grupo? Comente.

SAN

K1

Botafogo 1 x 0 Palmeiras - encerramos o primeiro turno no G8: pro alto e avante, Glorioso!

Leste lotada. Sul e Norte tomados. E a Oeste 'cheinha': garanto que se a parte superior fosse mais barata, teria sido toda vendida. Se liga diretoria.

Aliás, diretoria que está de parabéns por - ao menos aparentemente e até agora - ter garantido a permanencia de nosso motor e ligeirinho Jorge Henrique, fundamental no gol de hoje. Como sempre acreditando nas jogadas, lutando e, dessa vez, acertando um cruzamento na cabeça do até então lento e ineficaz Zé Carlos, que acabou queimando a minha e centenas de outras línguas que pediam a sua substituição.

Aliás, Ney Franco demorou a substituir o também ineficaz Gil, que saiu vaiado por parte da torcida. Precisamos definitivamente de um matador em nosso time para que este fique 100% em todos os setores, pois a defesa e o meio campo estão quase perfeitos, irretocáveis ao meu ver.

O time definitivamente voltou a acreditar em si e está na luta. A torcida está apoiando mais, gritando nas horas importantes para manter a chama acesa. E como fritamos o 'Porco'. Incansáveis do início ao fim, um empenho de campeão.

O resultado Botafogo 1 x 0 Palmeiras deveria ter sido mais amplo, se o juíz tivesse marcado aquelas 3 penalidades. Duas no primeiro tempo e uma no segundo. No primeiro, o mais acintoso foi o desvio de mão da barreira que estava estranhamente muito próxima à cobrança. O outro de fato não consigo recordar - talvez por não ter visto direito - quem caiu na pequena área, mas presumo que tenha sido o Jorge Henrique, claramente atropelado e puxado. No segundo alguns pediram penalidade no Fábio - a meu ver inexistente -, mas a que eu cito é a que Jorge Henrique, sempre ele, foi nitidamente puxado na pequena área, com menos de 1 minuto de segundo tempo.

Sem a omissão do juíz teriamos finalizado o primeiro turno como melhor do Rio. Aliás, o juíz também deixou de dar um amarelinho pro competente goleiro Marcos, pois para evitar a reposição da bola enquanto ainda estava no ataque alvinegro, este chutou a bola reserva atrasando assim a reposição.

Não tem nada não: para cada injustiça um gol.

Quinta tem cardápio especial no Engenhão: Galo à Sul-Americana, prato que dá para 40mil alvinegros esfomeados por gols e títulos se lambuzarem e lamberem os beiços.

Fica o convite e a certeza de que, de fato, algo maior está reservado à nós: eu creio, acredito e vejo.

SAN

K1

sexta-feira, 8 de agosto de 2008

Quebra tudo. Até tabu!

A Estrela brilha. E com sua Luz quebra mais uma barreira: vencemos no Orlando Scarpelli. Vencemos e convencemos - como ando repetindo esta afirmação!

Com o 2 x 1 em cima do Figueirense reencontramos nossa boa fase:
  1. Túlio faz novamente um golaço: desta vez de meia bicicleta, sem pulo, não sei bem como descrever, só sei que deu uma embaixadinha e virou no ar para mandar indefensável no canto esquerdo do goleiro do 'Figa'. Senão me engano - mandem comentário se eu estiver -, é o quarto gol dele em 3 partidas seguidas
  2. Tivemos um expulso, mas conseguimos superar as adversidades - e ainda fizemos dois golaços: um individual e outro coletivo
  3. Renan fechou o gol: no tento adversário deveria ter saído socando a bola - na dividida é melhor não dar chance
  4. Wellington Paulista torceu o pé/tornozelo - tomara que não seja nada mais grave -, todavia o time não se abalou
  5. Ney Franco soube mexer no time quando defrontado com situações de tomada de decisão

Fato é que o time - agora com elenco - embalou. Está unido, jogando bem e com bom esquema tático.

Jorge Henrique não deveria sair. Perde todo mundo. Inclusive ele, que terá o filho no Japão e provavelmente terá problemas de adaptação com a família. Ele deveria esperar ser campeão pelo Botafogo, jogar e arrebentar em jogos internacionais para conseguir uma transferência para o mercado europeu - no Japão será esquecido, lamentavelmente. A negociaçãom deu uma regredida e espero que ele fique e que o Botafogo possa pagar um pouco mais por e para ele.

Renan fez excelentes defesas e ganha minha preferência no gol - precisa apenas ter um pouco mais de 'personalidade'.

Ney Franco, além de armar e mexer bem no time, está com visão e discurso positivo e correto: ‘Esse campeonato não tem dono’.

Então vamos reivindicar nosso espaço nesse BRAScanIL!

SAN empolgadas e com foco no Palmeiras para tentar parar no G4,

K1

quinta-feira, 24 de julho de 2008

Goleada e um detalhe importante

Mais que ganhar de 4 x0 contra o Atlético Mineiro, a vitória de hoje teve pontos importantes para se comemorar e ressaltar.

Antes, as críticas, para caminharmos de maneira ascendente também neste post.
  • O ataque não pode perder gols feitos da maneira que vem fazendo. Se não fizerem falta em uma partida, podem fazer falta no computo geral - hoje foi a noite de Wellington Paulista perder um gol incrível, jogou contudo bem o restante da partida, se movimentando e sofrendo a penalidade e a falta que levou César Prates a ser expulso.
  • Lúcio Flávio precisa chamar para si a responsabilidade, parece cansado; agora, justiça seja feita, ninguém bate penalidade como ele.
  • O time não repetiu o jogo envolvente, de toques e rapidez.

De resto, só elogio, com destaque ao Diguinho, sempre imbatível na marcação e ao Renato Silva, antecipando como ninguém.

Vale ressaltar - e isto é o mais importante - que o time não fez corpo mole e se empenhou em golear ao invés de se retrair para garantir o resultado. Esse é o detalhe que faz toda diferença: mesmo ganhando, partimos pra dentro. E cabia mais!

As substituições de Ney Franco foram confiantes, acreditando não somente na vitória, mas em um resultado convincente, sem contar com o tato em não queimar nosso maestro, tendo substituído de maneira prudente, primeiro mexendo no ataque, recompondo a lateral - Thiaguinho já havia levado o amarelo e estava com dores na perna -, depois recompondo o meio: no lugar do Zé Carlos entrou o Gil, fazendo com que o Túlio fosse para a lateral; no lugar do Thiaguinho entrou o Jorge Henrique; mais um pouco entrando Leandro Guerreiro no lugar do Lúcio Flávio.

Resultado: o time está com banco e pode dar de fato alegrias se continuar a jogar pra cima, sem se acomodar, buscando sempre vitórias convincentes.

Ponto positivo também para o técnico Ney Franco que na derrota para o São Paulo ressaltou os aspectos positivos e hoje já alertou para os aspectos negativos, mostrando uma condução equilibrada e estrategista, além de surpreender colocando o time para jogar ofensivamente.

Sul-americana e zona da Libertadores: eu acredito!

SAN

K1

quinta-feira, 17 de julho de 2008

De 4 é mais gostoto - jogando bem então nem se fala.

O título do post já diz tudo: massacramos o Ipatinga.

Ganhamos - 4x0 - de maneira convincente, alegre, contagiante. A torcida, vibrante e eufórica, estava em estado de graça, apoiando o time - e até individualmente, como no caso de Jorge Henrique, quando este caiu sozinho na grande área em meio a mais um ataque fulminante. Também pudera, JH foi um dos melhores em campo e não apenas pelos 2 gols, mas também por sua movimentação, combate e marcação no ataque.

Destaque para outros dois alvinegros:

Wellington Paulista que voltou a ser nosso matador fazendo um golaço e se movimentando, tocando e marcando no ataque muito bem, rápido e eficaz;

Tiaguinho, o nome do jogo: o que jogou este rapaz. Pra mim, perfeito. Foi responsável pelo último passe de TODOS os GOLS: a rolada de bola na medida para o Zé Carlos, a cabeçada no espaço vazio para o WP avançar livre e duas assistências magnânimas para o JH, sendo a primeira após um belíssimo drible pela lateral e a segunda um primor de visão e toque preciso para a pequena área - 50% gol.

Zé Carlos fez um golaço, em jogada ensaiada herdada da era Cuca, mas ao menos pra mim, continua devendo, por errar muitos passes.

A defesa cometeu duas ou três falhas graves, uma delas em uma cabeçada furada fora do tempo da bola que o Renato Silva deu, que... bem, se o Ipatinga jogasse futebol estariamos complicados.

Quem anda precisando mostrar mais por tudo que representa é Lúcio Flávio, que precisa definitivamente chamar mais para si a responsabilidade - parte da torcida, pequena e tímida, mas convicta, o vaiou quando este fora substituído; outro é Castillo, que anda saindo muito mal nas bolas altas.

Gil e Lucas Silva entraram, no que tem que se parabenizar o técnico Ney Franco - que humildemente deu o crédito ao elenco -, pois os colocou exatamente na busca do que lhes falta: ritmo de jogo e sintonia com a equipe. Quando isto estiver equacionado, somado à chegada de Zaráte, podemos olhar mais adiante e sonhar com a América.

Sonhar não custa nada. Tem é que na hora de acordar fazer o sonho virar realidade e isto só se consegue com muito esforço, dedicação e união em prol do objetivo.

Sonhos são metas com deadline.

SAN

K1