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domingo, 26 de julho de 2009

Botafogo 3 x 2 Internacional - fatos e fotos

Foi uma partida especial.

Vamos aos fatos.

O time jogou bem, talvez sua melhor partida pós-carioca - ao menos no primeiro tempo, no segundo hiatos de sonolência e desatenção que quase complicam.

André Lima voltou a marcar pelo Glorioso.

Juninho carimbou duas vezes a trave e fez ecoar ainda com mais força o canto de "ôôôôôôô, Fica Juninho!".

Wellington coroou a excepcional atuação com o primeiro gol da partida - e ao menos para mim é titular ao lado do Juninho.

Alessandro marca o da vitória.

Renato anda meio fora de forma...

Bola fora para Victor Simões que arrancou em bela enfiada, mas chutou muito mal, possibilitando uma excepcional defesa do goleiro colorado; mas o pior foi ter tirado o manto quando foi substituído e nem ter vibrado com o gol da vitória - tenho foto para comprovar, só ver abaixo.

Mas o ponto alto foi ter ido ao campo para ciceronear meu novo amigo, o santista Samuel, que veio ao Rio e aproveitou para arrumar um problema: não sabe mais para quem torce, Santos ou Botafogo. Ambos são alvinegros, mas o nosso tem a Estrela e isto deve pesar em sua decisão. Samuel é super alto astral e ver o jogo ao seu lado fez da vitória algo ainda mais especial: trouxe sorte o menino.

Sobre a partida, vale registrar que mais uma vez fomos prejudicados pela arbitragem, que não marcava faltas a nosso favor, não dava cartão para os colorados e ainda deixou de marcar penalidade clara no segundo tempo.

Pior do que isto, apenas o fato de Ney Franco só mexer no time após levar o gol de empate, teimando em deixar o cansado e desatento Renato em campo - a perda da bola na saída pós-empate é algo inaceitável até em peladas.

Bom foi rever meu ex-professor e atual Diretor de Esportes Olímpicos, Miguel Angelo da Luz e o assessor de imprensa.

Agora, vamos às fotos.

O Botafogo foi o primeiro clube a aderir à campanha da Acessibilidade. Felicidade em dobro.

Castillo fechou o gol com grandes defesas.


Predestinados: 2 bolas na trave e o gol da vitória seguram a bandeira do Glorioso, Juninho e Alessandro.

Corre que vai começar Castillo!


Precisa dizer mais alguma coisa?

Todos comemoram o gol de Alessandro que seria o da vitória; menos Victor Simões que, puto, fica sentado no banco... =/


Inspirando-me em Manga para minhas futuras atuações nas peladas da vida...

Bons ventos embalarão esse time. Ainda teremos gratas surpresas, tenho certeza.

Libertadores ano que vem estamos aí! Sonhar, afinal, não custa nada.

SAN

K!

domingo, 19 de abril de 2009

A razão venceu a emoção e nós perdemos a batalha - nunca a guerra!

Deu a lógica da razão financeira: em um jogo onde havia interesses de diversos lados contra o interesse do Botafogo, imperou a razão no lugar da emoção; é a vitória do pragmatismo sobre a emoção.

O Botafogo, apático no segundo tempo nem sequer lembrava o time do showcolate. Jogamos no primeiro e só; no segundo apenas demos o gol ao Flamengo, em bisonho gol contra de nosso zagueiro Emerson, que só é titular no time do Ney Franco, pois só faltava esta de hoje para confirmar que Wellington é muito mais jogador e zagueiro que ele.

Mas o problema não foi somente este. Reinaldo não entrou no jogo, Victor Simões foi mais que discreto, apagado com breves lampejos de mediocridade - como naquela bola açucarada recebida de Juninho e que foi inexplicavelmente chutada com o calcanhar do pé 'errado'.

Os únicos que levavam perigo foram Juninho, em uma bela falta que quase alcança o ângulo do Flamengo, e Maicosuel, que carimbou a trave novamente no mesmo lugar aonde acertara a penalidade perdida na quinta.

Do lado do Flamengo quem levava mais perigo era o juiz, que insistia em marcar faltas perto da grande área do Botafogo, além de ignorar as mesmas quando os papéis se invertiam.

Enfim, temos um problema crônico que é a falta de ligação dos 3 atacantes com a saída e bola, em suma: não temos meio-campo e por isto que não temos tido boa posse de bola quando a peleja é um pouco mais acirrada.

Mas, voltando ao jogo em si: jogamos em pé de igualdade e ainda fizemos o gol da vitória - deles. Ou seja, não tem nada perdido. E na próxima não tem R$4 milhões pra convencer ninguém a fazer dois jogos, como teve gente levantando na saída. Ou que os jogadores fizeram corpo mole, entregaram o jogo e nem disfarçaram. Ou que a origem e laços de nossos atacantes tenham interferido na qualidade e resultado de nosso trio outrora tão competente.

Agora, sentiremos falta do Thiaguinho, expulso nos acréscimos por entrada dura no Juan - aliás, muitas faltas ali naquele espaço, onde o chuveirinho pra área é mortal - como podemos perceber na jogada do gol contra e em ínumeras outras ocasiões em outros jogos passados.

Isso tudo para dizer que o alvinegro não deve deixar de ir e tampouco se deixar influenciar pela pressão psicológica da torcida rubro-negra: fizemos um bom número, apesar de termos nos calado no segundo tempo. A torcida tem que incentivar sem parar, principalmente porque 1 x 0 não é placar definitivo e porque é nestes casos que o time mais precisa de apoio.

Precisamos lotar o Maraca nas duas partidas que se seguem. Não tem nada perdido, vamos levantar a cabeça e encarar o desafio de frente.

É como disse a faixa das torcidas: O Botafogo é nossa fortaleza, sua torcida nunca se renderá!

SAN - seremos campeões

Klaus

sexta-feira, 17 de abril de 2009

Eu quero é o Carioca!

Saimos da Copa do Brasil?

Paciência.

Temos muito a aprender com isto? Com certeza!

Mas uma coisa é certa: eu quero o carioca! E vamos levá-lo neste domingo, contra tudo e contra todos, inclusive todas as previsões: "muito dinheiro envolvido", "interesse da Globo" e outros desmotivadores naturais.

Essa derrota serviu pra mexer com os brios do time e deixar todo mundo alerta. Conquistaremos a vaga pra Libertadores no Campeonato Brasileiro.

Sobre o jogo, alguns registros: de novo não matamos a partida no momento certo.

Dois golaços, primeiro de Juninho que carregou bem a bola e tabelou melhor ainda com Victor Simões - que quando não marca serve os demais com passes açucarados -, depois o do Maicosuel, que antes já havia carimbado o travessão. Fora outras oportunidades perdidas pelos demais.

Vale registrar que a desatenção tanto na conclusão, quanto na defesa nos custam sempre muito caro. Temos que ficar 100% atentos. E Ney Franco não pode arriscar do jeito que fez: não vi muito sentido em trocar o excelente zagueiro Wellington pelo inoperante Diego, que mal uma bola sabe matar.

Thiaguinho não pode perder aquela bola no meio - que resultou no gol do Americano -, tampouco o juiz pode ser tão cara-de-pau de não marcar no mínimo duas faltas na boca da grande área com claras chances de serem gol: mas nem vou entrar neste mérito, pois tinhamos que ter ganho independente de qualquer outro fator.

E olha que eu 'ouvi' tanto que iriamos levar o gol aos 20 minutos - na verdade a voz dizia que faltariam 25 min para terminar - quanto que Maicosuel iria perder a penalidade. Estranho apenas que a mesma 'voz sussurava'-me que iriamos levar nas penalidades: talvez tenha sido a falta do Steinhaeger para agradar o 'daemon socrático' que tenha colocado tudo a perder.

Mas para domingo nada abala minha convicção: seremos campeões. Vamos lotar o Maraca!

SAN

K1

domingo, 15 de março de 2009

Acertando a casa, fora

Um, dois, três, quatro. E podiamos ter feito mais se não fosse a boa atuação do goleiro do Cabofriense, que salvou alguns gols claros e feitos, evitando que Victor Simões assumisse a artilharia.

Destaque para a estréia com gol de Renato, que além do tento ainda chutou duas boas bolas e apareceu bem na partida, prometendo ser uma boa peça, senão até titular.

Mas quem arrebentou na partida foram Maicosuel, Victor Simões e Thiaguinho. O primeiro fez um golaço de falta e ainda realizou inúmeras jogadas dignas de registro e menção. Nosso artilheiro pitbull fez dois e quase deixou mais outros três, além de ter lutado muito lá na frente. E Thiaguinho além do primoroso cruzamento para o primeiro gol, de cabeça, do Pitbull.

A ressaca da bacalhoada indigesta parece ter passado, mas ainda vejo necessidade de melhoras: é que não dá para se pautar por Cabofriense e demais pequenos do Rio, com todo respeito. Estou pensando em Brasileiro e Sul-Americana e quero ser campeão. Nossa zaga precisa ser mais ágil.

Aqui vale o registro: Leandro Guerreiro está sobrando em campo. Como joga bem, se antecipa, dá o bote certo, se apresenta, além de ser um líder nato identificável até na postura... já Emerson e Juninho me preocupam pela lentidão e por algumas bolas que não poderiam perder do jeito que perderam neste jogo que aqui comentamos.

Gostei da postura da diretoria e da comissão no entre-jogos.

Sobre a contratação de goleiro: acho desnecessária, pois confio em todos que nos servem atualmente. Exceto se formos dispensar o Castillo: ai os goleiros de Cabofriense e Macaé aparecem como bons candidatos pelo que mostraram nessa rodada. Mas trocar um goleiro de seleção - mesmo que uruguaia - por 'promessas', tendo goleiros formados na base, por mais que jovens... sei não: temos que preservar os juniores, mas qual motivo de contratar mais um? Será que vamos perder um de nossos dois principais?

SAN

K1

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009

Homenagem à Enciclopédia

O dia era de homenagem ao Nilton Santos, este patrimônio que temos a honra e a responsabilidade de caber apenas a nós e à seleção tê-lo na história circunscrita pela quatro linhas e inúmeras alegrias que nos deu este que é Glorioso e sempre será: a Enciclopédia do Futebol.

Justas homenagens, mesmo levando um susto de início, revertido corretamente em goleada, como merece nosso mestre. E com direito a centésimo gol no Engenhão, marcado por Fahel. E a artilharia do campeonato, com 5 gols, 2 dos quais Victor Simões marcou hoje: e anota o que escrevo, ele cavou o amarelo e está mordido para jogar a final antecipada no domingo. A arquibancada já urrava: "ô urubu, pode esperar, a sua hora vai chegar".

Cantei, mas confesso que apreensivo, pois se levamos sorte em duas bolas na trave e um gol entre tantas outras jogadas de desatenção e falta de entrosamento de um time aquém como é o Bangu, com apenas um ponto ganho por motivos óbvios, preocupo-me quando penso em enfrentar Zé 'entortador' Roberto e cia. sob a batuta do Cuca, que sabe armar uma retranca-ofensiva como poucos: e foi assim que dançamos contra o Volta Redonda. Mas, clássico é clássico e somos os únicos que podem acabar com essa vergonhosa sequência e restituir o que é nosso de direito: o campeonato carioca, que seria o tetra!


Resumindo o jogo, amplo domínio e algumas falhas gritantes como a falta de pernas e de bocas de Juninho e Renan, cuja indecisão, de ambos, levou ao gol adversário. A bola de Reinaldo que teimava em não entrar, apesar de ter dados dois bons passes para os gols e se movimentar bem. E Thiaguinho: definitivamente tem que se parar de aplaudir suas corridas para evitar laterais, porque isto só acontece porque ele não está corretamente posicionado, deixando de ocupar a lateral de maneira a se tornar de fato opção de jogadas.

Victor Simões foi o nome do jogo pela raça, precisão e faro de gol de sempre. Até aqui a melhor contratação do Glorioso, disparado. Fahel marcou o primeiro dele pelo Botafogo, terceiro na partida e centésimo do Engenhão. Que os números sejam cada vez mais positivos.

Vale ressaltar que podia ter sido uma goleada ainda maior se a pontaria estivesse mais afiada - de todos que, e isso é positivo, chutaram a gol - e Reinaldo com sua estrela na órbita correta, ele ainda está se alinhando à Constelação! Alessandro teve sua dedicação e superação recompensada pelo quarto gol da partida, em primoso cruzamento que penso ter sido do Maicosuel, que aliás bateu o córner para a cabeçada do primeiro gol com precisão: quando vi que ele iria bater sabia que seria gol, tanto que tirei foto.

Vamos subir à serra para pegar o Friburguense, que venceu o Volta Redonda em VR city: ou seja, não será jogo fácil. Melhor ainda, pois nos prepararemos para o domingo, que é quando teremos um tira-teima de quem é o melhor do Rio de verdade: só não vale roubar, avisa pro pessoal de lá!

E vamos comparecer torcida! Hoje tinha menos de 4mil pagantes e renda em torno de R$65 mil... isso não paga nada no final do mês. Depois ficam reclamando que o clube não paga salários em dia, que não contrata à altura da nossa tradição de seleção... e você, tem se comportado como? Tem ido apoiar? Tem pago ingresso, contribuido como sócio-torcedor ou algo neste sentido?

Vamos fazer valer, tem jogadores querendo no time: vamos lotar a arquibancada de torcedores com vontade de apoiar incondicionalmente que é isso que, somado a uma diretoria pé no chão, fará a gente brilhar acima das nuvens!

SAN

K1

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009

Levamos um Voltaço da Zebra

Dominamos. Mas mais uma vez, perdemos para nós mesmos. E para um detalhe da arbitragem: no primeiro gol do Voltaço era para ter sido marcado impedimento no lance em que Leandro Guerreiro afasta a bola de cabeça, não acham? Afinal, não levamos vantagem alguma, pelo contrário.

Renan mais uma vez esteve muito bem a partida toda. Exceto no segundo gol, em que ficou com cara de tacho olhando a bola entrar pelas mãos abertas e bobas, após metade de ambos os times cruzar a frente da trajetória da bola. Vacilo de nossa defesa que não cortou, vacilo de nosso goleiro que não focou na trajetória da bola, esperando que ela fosse desviada, o que não ocorreu.

De resto, apenas um baita de um abafa na área do Voltaço, sem contudo realmente levar perigo, exceto em dois lances capitais: aos 2 minutos do segundo tempo em que Victor Simões - que já me conquistou com seu faro de gol e raça pura -cruzou na cabeça para Reinaldo desperdiçar em cabeçada sozinha; e outra em que Thiaguinho chutou para bela defesa do goleiro Edinho, do Voltaço.

Jean Carioca entrou bem no time, enquanto Túlio Souza saiu vaiado, mas seria injustiça eu comentar, pois não reparei nele jogando para emitir qualquer opinião. O que você me diz sobre a atuação do Túlio Souza?

Maicosuel é outro que poderia desequilibrar, de fato, não? Não a toa 60% dos que opinaram na enquete disseram que ele ainda não substituiu nosso maestro Lucio Flavio, apesar de ter poder para isto. Para 20% ele não substituiu e é bem inferior, enquanto para outros 20% não dá para compará-los. Ninguém optou pelas opções 'Sim, (o substituiu) como mágica' e 'Não, ainda falta ritmo e sequência'. Pelo visto temos que botar lenha e Fogo para a poção do Magosuel vingar.

Enfim, tivemos mais volume de jogo, mas perdemos mesmo assim. Faltou chutar com mais precisão ao gol como podemos citar os casos de Alessandro, que ao invés de chutar uma bola no momento em que estava livre - de cara para o gol aos trinta e poucos minutos - resolveu cruzar para ninguém na área e outra, pouco depois, na qual Juninho sozinho na área chutou de primeira e fraco na mão do goleiro adversário: era para parar, escolher o canto e carimbar ou receber a falta para cavar uma penalidade.

Enfim, foram-se os 100%, ficaram os brios. Ao menos é o que parece quando se ouve as declarações pós-jogo as quais se resumem a "faltou atitude e tranquilidade ao time".

Ney Franco, a meu ver, agiu rápido e corretamente, mas simplesmente não soubemos nos impor.

Ecoando em minha mente enquanto escrevo esta última frase está o comentário que correu durante a semana de que o Botafogo tem um clima leve, sem cobrança, diferente do Palmeiras de Luxemburgo.

Quem sabe não reside aí a diferença.

Como disse acima, lenha e Fogo para espantar a Zebra e fazer a poção vingar!

SAN

K1

sexta-feira, 30 de janeiro de 2009

Vitória magra - dieta de campeão?

O time mudou quase 100% e até por isso mesmo uma goleada como a do ano passado não poderia ser esperada, mas 1 a 0 e com destaque para dificílimas defesas salvadoras de Renan é algo que chega a preocupar.

Ainda mais quando vemos a arbitragem errando tanto e tanto mais para os eternos 'flavorecidos'.

Mas, falando do que interessa: o horário que fez da partida um jogo para sortudos, estudantes, aposentados e vagabundos me impossibilitou ir ao estádio e me obrigou a assistir o jogo na TV de plasma do Itahy. E mesmo assim não consegui chegar na hora tão cedo e perto do final do dia de trabalho ele começou: acabou que perdi o único gol da partida.

Que fique a dica para a diretoria levar mais gente ao Engenhão: horário das 20h30 e até 21h30 é bem mais indicado. Botafoguense trabalha!

E dá trabalho. Como o time se movimentou e demonstrou agilidade em toques, surpreendente para um time ainda em fase de entrosamento e o que reforça a declaração do Alessandro: 'a torcida pode confiar nesse grupo'.

De fato gostei bastante de uns pontos, nem tanto de outros. O toque rápido e objetivo, bem como as defesas sensacionais de Renan foram os destaques positivos, enquanto que a falta de retenção da bola no meio, do combate no meio-campo e toques errados propiciando contra-ataque e pressão adversária foram os negativos, ao qual se soma a ineficácia em ampliar o placar, correndo por diversas vezes risco de ceder o empate e complicar o que estava facilmente dominado.

Como sempre faço quando vejo jogo no Itahy registrei-o in loco e reproduzo aqui as tortas linhas.

Cheguei com 1x0. E estou gostando do que vejo. Toques rápidos, jogadores voluntariosos, querendo. Espero que não seja apenas o fator 'início de temporada'.

Paulada em falta batida por Juninho, belo chute. Até aqui, 29min do primeiro, o Botafogo tem confirmado a grata surpresa.

Que defesas de Renan - espalmou bem pro lado e não pro centro e fechou bem o canto na sequência, evitando o pior com defesas mostrando agilidade, reflexo, posicionamento e arrojo -, após a defesa falhar na rifada da bola, aos 31 min. Sobrou no bico da grande área, na dúvida, dá chutão pra frente, senão acaba dando chance de chute direto, como aconteceu.

Aos 37 min. Renan salva novamente. É necessário traduzir a superioridade em gols, senão podemos acabar levando.

Aos 47min. do primeiro tempo, linda jogada pela esquerda do ataque, que resulta em forte cabeçada na trave. Aos 48 min. bela e perigosa jogada. O Glorioso vai pro intervalo pressionando.

A volta pro segundo tempo evidencia que o Ney viu o mesmo que qualquer um: Léo silva está aquém do time, vamos ver o Batista, que entrou em seu lugar. Mas Ney também recuou o time para recompor o meio, colocando Tulio Souza no lugar do Diego. Precisamos ampliar a vitória e não nos fechar, isso aqui é Botafogo, não é Ipatinga! Mas vamos lá, perdemos demais a bola no meio-campo e isto não é descabido de todo estrategicamente falando. Mas dá dó ver o Botafogo ganhando apenas de 1x0.

Aos 10min. do segundo tempo quase gol em mais uma bela e forte batida de falta de Juninho, que aliás, jogou muito bem.

Mais pro final da partida entra Laio, nosso atacante promovido dos juniores. Cai na área pede penalidade e leva cartão amarelo. Juro que não sei não, viu. De resto, algumas boas tabelinhas e destaque para um chute rente a trave de Alessandro, após cortar na diagonal metade do time do Macaé.

O jogo transcorreu... tão assim, sei lá, que nem anotei mais nada... e, acabou. 1 x 0 Botafogo e a certeza de que estamos no páreo, mas falta muito pra chegar lá ainda.

Mais entrosamento, um zagueiro estilo Renato Silva, um meia estilo Diguinho e um atacante estilo Jorge Henrique.

Aí Victor Simões, um dos nomes da partida junto a Renan, vai deitar e rolar: esse cara promete, anotem. Magosuel também, apesar de mais discreto nesta partida.

A vitória foi magra, mas o suficiente para nos alimentar e deixar no páreo. Será que é a dieta de campeão, guardando os demais seis gols - em comparação ao placar do ano passado - para distribuir pelas demais partidas? Sem excessos, equilibrados?

Apenas o tempo dirá. Torço para gritar 'É Campeão!'

SAN

K1

domingo, 25 de janeiro de 2009

Glorioso realismo

Conversei hoje com meu tio - responsável por eu ter revelado minha Gloriosa essência -, alvinegro dos bons, do tipo realista doa-a-quem doer, pé-no-chão. Foi taxativo: 'com esse time que está aí, do jeito que está brigaremos para não cair no brasileiro'.

E no Carioca?

'No classificaremos apenas com sorte para as finais. Mas basta pegar o Zé Roberto pela frente que ele deixa todos pra trás e prontos para serem internados: nossa defesa é muito ruim'.

Suas palavras em maioria encontraram eco em mim: já comentara de como acho Leandro Guerreiro mal aproveitado ali atrás. Muito melhor seria ele no meio, tornando-o mais combativo. Atrás não tem o 'cacoete', como disse meu tio.

No post sobre o jogo já questionara: Emerson? Lento, sem impulso... e Juninho, bem, poderia ser o líbero e tal, mas o fato é que precisamos de alguém mais ágil. As bolas pelo alto, como vimos no jogo contra o fraco Boavista, cujos gols foram marcados em falhas gritantes de marcação. Não pode o atacante deles ganhar daquela maneira de nossa defesa: ele pulou meio corpo a mais. Não pode o rebote sobrar livre nem dentro e nem perto da grande área - por mais competente que tenha sido o chute, um golaço, todos os peladeiros sabem do que falo.

E na linha do que o Fernando Gonzaga comentou no post abaixo, meu tio completa: Léo Silva (e Emerson) é banco!

Meu tio segue quebrando as ilusões iniciais: Lucas Silva é um Lúcio Flávio piorado; Eduardo é banco também, pois irresponsável, perde infantilmente a bola e não volta para brigar por ela - deveriam ter mantido o Luciano Almeida, uma opção financeiramente viável, gostava dele também; Reinaldo vira e mexe está machucado, o que é um problema, pois o Diego é lento.

'E o esquema tático do Ney sempre foi esse', dispara meu tio: 'tem é que acertar aquela zaga, levar o Leandro Guerreiro pro meio e liberar o ataque, senão não vamos conseguir nada'. Ele não elogiou, mas deu pra perceber que, como eu, acha que o sistema ofensivo é o que pode nos dar mais alegrias este ano.

Enfim, o ápice da conversa foi a frase de meu tio: 'uma folha salarial de hum milhão e cem, hum milhão e poucos é folha de time que briga para não cair. Não é para nos iludirmos. O pessoal até que contratou direito, dentro da nossa realidade'.

Eu, como otimista que sou, lembro que a realidade se molda de acordo com as nossas vontades, de nosso pensamento: basta realizarmos as transformações necessárias dentro que isto se espelhará fora.

Atenção à defesa, combate no meio, precisão no ataque e seja o que o Glorioso quiser!

SAN

K1