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quinta-feira, 17 de setembro de 2009

Classificando a vitória

A vitória nos garante a classificação - mas não a tranquilidade com este time que demonstrou mais uma vez que falta algo, talvez Maicosuel, única grande alteração em relação ao Carioca, onde havia ao menos um conjunto que seja e um futebol que chegara a encantar.

Essa vitória também garante que Jefferson é nosso titular absoluto e que a era Castillo chega ao fim: é um goleiro caro que está em uma fase complicada - o segundo gol quase entrega o jogo em um frango homérico. Temos Renan e Flavio, além das promessas Milton Raphael e Luis Guilherme. Gosto (muito) do Castillo, mas o custo-benefício dele está ficando fora do aceitável ou, ao menos, do que é interessante para o clube. O que todos os demais devem aprender com ele é como segurar o jogo, ganhar o tempo a nosso favor - isto ele faz como ninguém. Mas banco já!

Garante também que Alessandro é esforçado. E só. Aquele drible que ele levou... Thiaguinho tem sido melhor e Gabriel dá conta do recado - pena perdermos o Michael: demorou tanto pra entrar e agora sai assim... sem muita explicação.

E garante que não podemos nos dar por satisfeitos, tampouco nos iludirmos, pois é apenas uma vitória - é necessário dar sequência a ela com outras. E com o ataque perdendo gol como André Lima, Reinaldo e Victor Simões perderam, sei não - acho que foi a maior queda de rendimento de um campeonato pro outro (no mesmo semestre) que eu vi na vida - em específico o Victor Simões.

Destaque positivo para Lucio Flavio e Juninho, além do Jônatas e Wellington.

Agora é torcer pela telinha no domingo e lotar o Engenhão na outra quarta.

Vamos lotar nossa casa! Libertadores, eu acredito! ;)

SAN

K1

terça-feira, 2 de dezembro de 2008

Lenta agonia, melancólico fim de ano

Em seis jogos, cinco derrotas.

Ídolos saindo antes do final do campeonato. Alguns optando pelo caminho da justiça (?), outros de maneira mais identificada e honrosa, respeitando sua ligação com o clube, dão declarações amorosas e de respeito ao manto. Que Túlio possa encerrar a carreira aqui conosco, é o que peço.

Chapa única rachada vence eleição. O que esperar de um falso consenso?

Mais ídolos e craques prestes a sair e com sondagens e quem tem o contrato renovado? Fábio.

Não sei não... mas 2009 tem tudo para ser uma grande surpresa ou a confirmação de uma retumbante frustração.

O que está acontecendo, Botafogo? Onde está seu brilho? Onde está seu brio?

Onde está o dinheiro e a estrutura que foi erguida de 2003 para cá?

Quanto ao último jogo do campeonato, serei sincero: não é agora, onde podemos chegar a beneficiar e premiar o Flamengo com a Libertadores que eu quero ganhar. Mesmo que isto represente ficar apenas a poucos pontos da posição do Fluminense, que lutou o ano todo para não cair. Sul-Americana é Sul-Americana, tanto faz se em sétimo ou décimo-primeiro. Aliás, a enquete dava apenas 11% acreditando na vaga da Sul-Americana: a maioria esmagadora dos 43 participantes sonhava com o título (51%) e com a vaga para a Libertadores (32%).

Dos 54 votantes na enquete sobre a Sul-Americana, a maioria acreditava no título: 77%, 42 pessoas. O restante estava com o pé na realidade - ou, como diria na época, no pessimismo. Tudo é uma questão tanto de ponto-de-vista, como temporal. Que no tempo de 2009 tenhamos ponto-de-vista, pensamento e prática de vencedores: diretoria, time, torcedores.

Decepção. Teu nome tem Estrela, mas por amor ao manto não ouso pronunciar. Guardo calado esta dor que me parte ao meio, dividindo-me em duas faixas, uma preta, outra branca, que caoticamente se colidem para, deste caos, fazer surgir uma nova Estrela em 2009.

Que tal qual a Fênix, ave de FOGO, possas ressurgir das cinzas e alçar aos céus, ó eterno Glorioso: não podes perder, perder pra ninguém.

Fibra! Honrem nosso manto aqueles que permanecerem. Eu, eternamente alvinegro, sou todo coração: preto, branco, estrela, nasci glorioso, eterno campeão.

SAN,

K1

domingo, 9 de novembro de 2008

10controle - Estudiantes e Flamengo

Mais uma vez não postei sobre os jogos realizados.

Por um lado devido ao meu avô ter voltado ao CTI e inspirar cuidados, por outro por precisar de um tempo para respirar e colocar as coisas no lugar.

Faltam 5 jogos no brasileiro, estamos a 12 pontos do Palmeiras, último do G4 – que tem um jogo a mais no momento desta projeção, ou seja, essa diferença pode cair para 9 – e o Flamengo, o quinto, está apenas a 8 pontos a nossa frente e no momento em que escrevo nos enfrentamos no Maracanã.

Jogo no qual já começamos a ser roubados no primeiro minuto, com penalidade não marcada de Bruno em Jorge Henrique – aliás: fica JH! Também, com o juiz escalado, queria o quê: o cara foi o décimo-segundo jogador do último título roubado pelo Flamengo das mãos e pés do Botafogo.

E quando não nos metem a mão, metemos a mão nós mesmos, no caso no cartão amarelo do juiz, desestruturando e desequilibrando uma arrancada que poderia render algo mais: afinal, fizemos dois gols e faltavam ainda 25 minutos no segundo tempo. Tem time que faz 3 gols em 10 minutos. A torcida estava apoiando, chegou com o espírito do ‘eu acredito’, enfim...

Tudo começou mal quando Renan, nosso promissor goleiro, aceitou uma bola cruzada defensável com menos de 5 minutos no primeiro tempo. E olha que até ali vínhamos jogando muito bem, atacando. Mas o segundo gol dos argentinos surgiu da falta de combate do meio-campo e fragilidade e exposição da defesa – tal qual surgiu a penalidade convertida pelo Flamengo no jogo de hoje: falta de combate do meio-campo, exposição da defesa e falta/falha do Renan.

Aliás, com a derrota para o Flamengo caimos para oitavo lugar e o time já não demonstra muita organização tática: o que acontece, Ney Franco? O time se desestruturou em campo no segundo tempo, perdemos o meio por completo!

Eduardo entra pra ser expulso. Que descontrole: retrato do Botafogo nos últimos tempos.

Mas o que eu queria comentar é que já jogamos a toalha, declarando que usaremos os jogos restantes para acertar o planejamento para o próximo ano.

Eu acho que no mínimo deveríamos lutar para sermos os melhores cariocas da competição: isso deveria ser obrigação!

SAN

K1

Não pode!

Não pode o André Luis ser alçado a herói na internet. Precisamos de heróis de verdade, equilibrados, decisivos.

Acorda torcida.

SAN

K1

domingo, 2 de novembro de 2008

dERROtaS: duas vezes prejudicados

Vi os jogos contra o São Paulo e contra o Atlético Mineiro da TV do hospital do Amparo, que fica na Rua Estrela, pois meu avô fora internado com pneumonia: fui escalado titular do turno noturno e obviamente me senti honrado por ter sido convocado, afinal devo a ele muito mais que 2/3 do meu nome. Dedicação ao trabalho, humildade, força de vontade, simpatia indiscriminada, seriedade e muitas outras qualidades mais vieram a reboque na história que vem sendo escrita há mais de 95 anos e que tanto me inspira.

Menos inspiradora, melhor dizendo, brochante, é a novela dos roubos contra o Glorioso: contra o São Paulo fomos prejudicados pelo gol mal anulado. Aliás, muiiiiito mal anulado. Até a Globo saiu em nossa defesa!

E hoje, contra o Atlético Mineiro também, a transmissão foi clara ao afirmar que o Botafogo não só merecia ter ganho a partida como foi claramente prejudicado com a marcação da penalidade, inexistente, e da expulsão, que valeria ao Rodrigo Sá - que vinha fazendo uma partida a meu ver correta - um cartão amarelo. Só a globo.com é que não registrou nada disso...

O time mostrou força de vontade, correu, se entregou, com destaque a meu ver para Renan - que mostrou que não se abalou com a falha no jogo contra o São Paulo - e fez importantes defesas, inclusive com arrojadas saídas com o pé; Jorge Henrique, sempre incansável e habilidoso ajudando na frente, atrás e executando o que lhe fora pedido taticamente - esse é identificado com o manto e joga, deve ficar para 2009, alô diretoria! -; Diguinho, outro identificado, lutador e que comandou o meio, aparecendo bem na frente; e, Carlos Alberto em uma de suas melhores exibições pelo Glorioso, fazendo jus à faixa de capitão sendo premiado com um golaço.

Destaques negativos, na minha visão foram dois: Wellington Paulista, que nada fez a não ser cair e fazer falta; e Eduardo, que entrou com cabelo estiloso, chuteiras idem e com um jogador a menos do nosso lado quis ficar enfeitando nos dribles e passar por três adversários mais de uma vez, sempre perdendo a bola e enfrentando contra-ataques, sem falar no gol perdido no bico da grande área, que isolou relativamente perto... mas dali, sem marcação, era rede!

Pecamos novamente nas finalizações, tendo acertado o travessão mais de duas vezes e com o goleiro deles fazendo importantes defesas. Decisivo novamente foi o juíz a favor do adversário, inclusive deixando de marcar faltas próximas à grande área mineira e, fiquei na dúvida, uma penalidade em Carlos Alberto logo no finzinho.

Enfim, quarta tem decisão e é o que foi dito na transmissão: o glorioso conta com a torcida e o apoio incondicional para seguir vivo na Sul-Americana.

No Brasileirão é ganhar todas pra beliscar uma Libertadores, cada dia mais distante.

Vamos apoiar! O exemplo dado pelas torcidas do Vasco e do Fluminense hoje deveria nos inspirar.

SAN

K1

quinta-feira, 23 de outubro de 2008

Reflexos: assim na Terra, como no Céu

Incrível como a história se repete.

Diretoria sem palavra e sem pulso, time covarde, torcida ausente. E assim se perpetua o ciclo vicioso, alimentado vorazmente com a verborragia de nosso vice, Montenegro.

Não que ele tenha falado errado em afirmar que 'chega essa hora do ano, o time entrega'. Acho que todos gostariamos de mander essa 'real'.

Mas é que ele é dirigente, né? Falar que há racha quando aparentemente não há - duvido que o Lucio Flávio fosse defender o elenco da maneira que defendeu ao invés da confortável posição pró-diretoria, bem como Túlio e Diguinho o fizeram - e dizer que o ano acabou para o Botafogo... peraí!

Temos ainda o jogo de volta. Basta meter 3x0 e vamos rumo ao título!

Otimismo de minha parte? Talvez. Ainda mais quando o possível racha reflete em campo o racha político do clube... quando a 'letra' da apendicite de Carlos Alberto soa estranha desde o início e ecoa mal no contexto da pelada carioca em dia de jogo argentino...

Mas é que com tanta coisa em jogo ou se acredita, arruma a casa e vai pra cima ou se perde o investimento de um ano inteiro. E aí, a responsabilidade de botar ordem na casa é da diretoria que deve honrar seu planejamento financeiro.

Mais que isto, exemplo deve partir de cima: a diretoria tem que falar duro com e sobre os jogadores e cobrar empenho para que todos saiamos juntos dessa. Deve, acima de tudo, pedir para o torcedor acreditar e lotar o jogo de volta.

Além do que, falamos aqui de Sul-americana, mas nem o Brasileiro está decidido. Estamos na disputa sim da vaga para a Libertadores. Faça ele e faça a diretoria a parte que lhes cabe, pagando aos jogadores. Façam os jogadores a parte que lhes cabe, ganhando jogos como já demonstraram que podem fazê-lo - coincidentemente o desempenho começou a cair com a falta de pagamento, mas isto é um outro caso...

E façamos nós a nossa parte: vamos parar de ser torcida de modinha e olhe lá. Vamos comparecer e lotar o Engenhão para mostrar que o BOTAFOGO ESTÁ ACIMA disto tudo, é maior que a diretoria e o elenco, é maior que a própria torcida, do que você e de mim.

O Botafogo é uma Estrela Solitária que brilha ao longe, lá no topo e que se pudessemos alcançá-la e vê-la de perto com toda sua magnitude poderiamos ver que ela é uma Constelação Gloriosa que reflete a união de todos nós.

Vamos acreditar, vamos nos unir pelo Glorioso e fazê-lo brilhar.

SAN

K1

quarta-feira, 22 de outubro de 2008

Aula inversa

Os Estudantes eram eles, mas quem levou uma aula de como se ganha uma partida fomos nós.

Assisti ao jogo, como sempre, no Itahy, aqui em Ipanema, Rio. Os garçons hoje estavam até tranquilos, com Vavá, eterno alvinegro, puxando a torcida interna pró-Glorioso.

Tinha tudo para ser um grande jogo: os acontecimentos eram amplamente favoráveis para nós supersticiosos alvinegros. Sentara à mesa 13, estava sendo atendido pelo garçon 13 e o email que acabara de receber continha um único número, 13!

Com isso a confiança cresceu, mesmo tendo chegado com quase 26 (2x 13) do primeiro tempo, pois tinha lido a semana inteira que o jogo seria às 22h. Foi às 21h e deu no que deu...

Mais uma vez, como é de praxe, escrevi enquanto via o jogo.

Aos 31 Jorge Henrique, que viria a se destacar como o mais empenhado e voluntarioso da equipe, cavou uma boa falta ao ir buscar uma bola na lateral, quase saindo de campo: foi derrubado e garantiu mais um cartão amarelo pro faltoso time argentino. E justiça seja feita: o juíz marcou tudo direitinho.

Ainda aos 31 rolou uma mão acintosa do zagueiro argentino... peraí, tenho que especificar: estudantil. Afinal, temos nossos argentinos, professores da bola, profissionais.

Os gandulas claramente fazem corpo mole quando há pressa por parte do Botafogo.

Aos 33, Renato Silva pega na veia, mas por cima em escanteio batido.

Aos 36, vejo bandeiras estudantis emboladas. Meu palpite: 2 x 0, com aula alvinegra, aos 10 e aos 40 do segundo tempo. um ao menos de Leandro Guerreiro. Quem sabe outro de Renato Silva?

Aos 45, Wellington Paulista demonstra porque é um excelente reserva. Após driblar lindamente o goleiro e tirar do zagueiro, põe pra fora rente à trave oposta em chance imperdível após maravilhosa bola enfiada por Jorge Henrique, senão me engano.

Faltou o homem-gol. Tomara que não falte no final.

Aproveitando o intervalo, Vavá comentou sobre o jogo contra o Santos: "aquela falta que originou o gol foi dois toques, pois jogo perigoso nunca é tiro direto", disse, isentando Renan da responsabilidade e exaltando-o.

Como viriamos no segundo tempo, estava com razão exaltando o verdadeiro merecedor da camisa 1 alvinegra.

No intervalo, descubro ainda que jogamos desde os 18 minutos do primeiro tempo com um jogador a mais - e até agora não fizemos gol. Pior: eu estava achando que estava de igual pra igual, tamanha a disposição deles - e consequente falta nossa.

Voltamos com os alunos, digo, Estudantes atacando e tendo sua rebeldia contida por nossa defesa, como no caso onde Leandro Guerreiro tirou com a cabeça petardo de falta batida direta para o gol.

Aos 6 do segundo tempo, algo estranho: se temos um a mais, não deveria dar para cabecear sozinho, tamouco para fazer a jogada do escanteio tocado curto, não?

Aos 10, escanteio a favor, mas André Luis cabeceia por cima.

Aos 11, Castillo sai aparentemente muito mal no escanteio cedido de forma bisonha instantes antes por André Luis, mas reparando no replay foi falta de ataque, que acabou empurrando o Wellington Paulista pra cima do Castillo, impedindo que chegasse na bola.

Aos 17, chute de longe de um Veron que mesmo com um a menos chegou sozinho e chutou, sem ninguém chegar para abafar, dar combate ou sequer figurar na foto da capa do jornal argentino. Gol. Falha da defesa e de Castillo, pois a bola apesar de ter sido um canhonaço livre de marcação foi de bem longe, não tão no ângulo e não fez curva. Digamos que defensável?

Aos 19, Túlio é expulso. se estava ruim com um a mais, imagina agora.

Outra saída errada de Castillo aos 21 min. Até agora não vi o lance do Túlio - estava escrevendo e não passou replay ainda.

Aos 24, Zárate cabeceia, mas fraco para bom reflexo do goleiro argentino.

Aos 26, Zé Carlos bate falta na defesa em cima de um companheiro, dando a bola de graça para o ataque argentino.

Zárate correndo para driblar? Não, obrigado.

Aos 42, falta chutada para fora por André Luis.

E assim acaba mais um triste capítulo alvinegro em terras do tango, onde acabamos levando mais uma aula -dessa vez dos Estudantes! - de como se ganha um jogo: na vontade.

Muita disposição de Jorge Henrique, de resto, lamentável. Zárate inoperante, Zé Carlos ineficaz, muitos desatentos... Leandro Guerreiro atrasado no segundo gol, Renato Silva no primeiro... e Wellington Paulista mostrando que precisamos de um matador pra nos levar às finais - ao menos lutou e correu, mas merecemos mais!

Mesmo estando decepcionado com o time, estarei lá apoiando incondicionalmente, pois enquanto houver oportunidade, há um caminho, que é trilhado com mais chance de êxito se junto.

SAN

K1

domingo, 19 de outubro de 2008

Pensamento vencedor

A volta por cima começa por baixo e termina onde as Estrelas brilham Solitárias formando uma Constelação Gloriosa.

No fundo encontramos e fomos derrotados por um peixe na trajetória do Glorioso herói, mas não somos Estrelas do Mar, nascemos para brilhar no topo.

São oito decisões no brasileiro e mais seis decisões na Sul-Americana para garantirmos um final de ano Glorioso e um 2009 no qual a Estrela brilhará Solitária por toda a América e depois no mundo!

SAN

K1

sexta-feira, 17 de outubro de 2008

Vozes da pelada

Jogo duas peladas semanais, sempre no gol. Na de sexta, hoje, me foi dito que o Botafogo terá 3 perdas, que considerei significativas se ocorrerem mesmo.

Segundo minha 'fonte' perderiamos Lúcio Flávio, André Luis e o técnico Ney Franco para o futebol japonês.

Vamos aguardar, mas de fato duas declarações foram bastante estranhas: Lúcio Flávio afirmando querer esperar a definição política para renegociar e Ney Franco dizendo que não pensaria ainda no ano que vem. Obviamente dá para dizer que não se renegocia nada em meio à turbulência política e que não se pensa no futuro tendo que garantir o presente que tudo pode mudar.

Mas essa pulga atrás da orelha que me colocaram na pelada nos faz olhar as declarações por um ângulo no mínimo diferente.

Digo mais: nos classificando para a Libertadores penso que tudo isto pode mudar de cenário. Ficando apenas com a vaga da Sul-Americana tenho quase certeza de ver a trinca acima citada na terra do sol nascente.

Que o Sol nasça para todos, mas que a nossa Estrela brilhe mais e mais.

SAN

K1

domingo, 5 de outubro de 2008

E o juíz levou...

"Hold on Dorothy, 'cause Kansas is going bye-bye!"

Essa citação de Matrix que faz por sua vez alusão ao clássico 'E o vento levou' representa muito nossa atual fase:

De um time novamente com promessas de dar alegrias... mais uma vez tropeçamos e estamos 10 pontos atrás do líder. Com 10 rodadas acho que já dá para dizer que o título está muito difícil. Mas ainda dá para salvar o ano com a vaga para a Libertadores e não devemos menosprezar isto e sim lutar com afinco redobrado.

O problema é que agora a crise financeira chegou na mídia e os salários de dois meses não chegaram aos jogadores, dando margem a corretos comentários - mesmo que fora de hora - de que 'quem trabalha, merece receber'.

O que me assusta é que o clube deve uma premiação de R$150mil ao grupo por este ter chegado ao G4.

ABSURDO!

Premiação para chegar e não para se manter? Deveria ser algo conferido no final do torneio, não?

E a torcida não comparece a ponto de não termos renda e sermos sacaneados tendo nosso estádio chamado de 'Vazião'.

Ah sim, mas o post era sobre o jogo... diretamente influenciado pelo juíz por ter expulsado injustamente o Jorge Henrique - alô jurídico, vamos recorrer para ele não ficar de fora no próximo jogo! -, além de não ter marcado algumas importantes faltas perto da área. Mas é o que o Diguinho declarou: não foi a expulsão e sim a desatenção no segundo gol que determinaram a derrota.

E digo mais: no primeiro gol também.

Ney Franco até mexeu correto, botando o time pra cima, mas com as peças de reposição que ele tem... Gil? Zárate?

Ele ainda teve a coragem de elogiar o gordinho argentino, que recebeu comentário no bar de que deveria ter perdido o triplo do peso, pois continua visivelmente acima do peso e abaixo do bom nível do futebol. Lembro-me de 3 jogadas: uma boa matada na qual levou falta por trás; uma boa virada para um sofrível chute, melhor, recuo; e um bisonho toque-lançamento muito forte e muito a frente de nosso lateral.

Fato é que não ameaçamos o gol adversário direito, nosso maestro desafinou e além de não bater bem as faltas deixou de aproveitar uma clara oportunidade na qual ia entrar sozinho na grande área, mas não dominou a bola. Carlos Alberto lutava muito, cutucava o adversário e os deixava loucos - aliás, como são violentos! -, mas fato é que rodava de um lado, rodava do outro e nada. Boa chance mesmo foi a jogada do Alessandro, que comeu um, dois - sim, eles gostam! - e chutou prensado em bola que quase morre no canto oposto do goleiro gremista. Se tem um matador ali metia o bico na bola e corria pro abraço.

Enquanto isso, do nosso lado, Castillo e Renan foram bastante exigidos, com destaque para o segundo que saio muito bem tanto por baixo quanto pelo alto, sem culpa no segundo gol, enquanto que no primeiro, por mais que a bola tenha desviado na zaga, o posicionamento muito a frente tenha impossibilitado Castillo de chegar na bola, que passou muito perto e no raio das bolas defensáveis. De toda maneira, falha maior da defesa que deixou o gremista matar a bola, girar, ajeitar e chutar - assim fica fácil.

Difícil é escrever estas parcas linhas, sabendo que bastava pouca coisa pro cenário ser muiiiito diferente.

A começar pela torcida, que comparecendo apoiaria e incentivaria mais o time, garantindo receita pro clube e pressão nos jogadores, o clube teria as finanças mais sadias, os jogadores estariam mais confiantes e até mesmo 10 pontos do líder não nos fariam sentir este desconforto: afinal, temos dois jogos em casa, onde os 6 pontos são obrigatórios. Com dois tropeços dos líderes a diferença já cai pra 4 pontos novamente. No fundo, tudo é possível!

Então o resumo da ópera é que nada está perdido, mas tudo depende do amor que o alvinegro pode demonstrar, lotando o Engenhão: daí começa uma onda positiva que contagiará a todos.

Faltam 3 confrontos de ida-e-volta na Sul-Americana para sermos campeões. E um pouco mais de atenção para figurarmos entre os que estarão ano que vem na Libertadores e lutar sim por algo mais no brasileiro: se até o Flamengo fala em título, porque nós não?

Vamos pensar e agir grande! Vamos lotar o Engenhão!

Saudações AlviNegras,

K1

quinta-feira, 2 de outubro de 2008

Retroceder nunca, render-se jamais!

Vitória convincente.

Isso se não fosse por um detalhe composto por duas variáveis:

1 - O time do América de Cali é muiiiito fraco e não faz mal a ninguém.

2 - Mesmo assim foram 15 minutos de sufoco na etapa final

O Glorioso até que fez diferente hoje: garantiu o placar e mesmo assim partiu pra cima, pra tentar 'matar o jogo'. Fez 3 x 0 e tudo parecia resolvido.

Aliás, 3 golaços.

O primeiro, no primeiro tempo, graças à dedicação e raça de Diguinho, que fez belíssima jogada pela esquerda, cruzou rasteiro e Wellington Paulista completou pro gol. Ele ainda viria a fazer o terceiro, aproveitando cruzamento de Alessandro, que ganhou na raça e habilidade contando com a falha da zaga.

O recheio foi o mais especial: entre os dois gols de Wellington Paulista - que só precisa parar, urgentemente!, de cair a toda hora pra se tornar um bom atacante - houve o primor. Carlos Alberto faz um golaço de bicicleta em meio a dois marcadores.

Mas ao invés de cadenciar o jogo e impor sua clara e evidente superioridade, o Botafogo mais uma vez retrocedeu, recuou e possibilitou o gol que deu um clima meio preocupante em todos após o 31 minuto do segundo tempo - teu passado te condena.

O Glorioso passou a sair apenas com chutão e perdeu completamente o domínio da partida, que é sempre decidida no meio-campo - nosso ficara inexistente/inatuante. Não levamos gol, mas passamos por 3 situações de claro perigo que não devem ser menosprezados em detrimento ao discurso "não levamos gol... estabilidade emocional... etc". Quase levou e como seria pra reagir?

Seguraria? O pensamento deve ser de incremento e melhoria, mas até para isto precisamos ser realistas e verdadeiros quanto à realidade que o time enfrenta. Zé Carlos, por exemplo, não tem qualidade para jogar no Botafogo, estou cada vez mais convencido disto.

Alguém me convence do contrário, por favor.

Vou parando por aqui e complemento amanhã, mais sóbrio e descansado, se necessário!

Esqueci de algo? Deixe seu comentário.

SAN

K1

sábado, 27 de setembro de 2008

Túlio neles! Essa é a postura!

Gostei da afirmação do Túlio de que nada está perdido, que lutamos sim pelo título do brasileiro e da Sul-Americana.

Esse é o pensamento!

Mas o pensamento também tem que se tornar ação e é esse domingo que veremos como a coisa se desdobrará!

Pra cima deles, vamos acreditar e fazer a Estrela brilhar!

SAN

K1

quarta-feira, 24 de setembro de 2008

Postura, gloriosa postura, ó Glorioso!

Estou de saída para o Itahy para acompanhar mais uma apresentação do Glorioso. O jogo é lá em Cali, Colômbia, pela Sul-Americana, mas confesso que minha cabeça ainda está no Brasileiro.

Ontem li no jornal O Globo - ou no JB, não me lembro - que o Flamengo, sim, aquele que passou um tempão atrás da gente e que tá somente um ponto à nossa frente afirma que ainda pensa em título. Tudo bem, meio forçado com o time que tem e com a insegurança do Caio Júnior.

Mas e o Botafogo? "Ficou difícil falar em título".

Se quer ser Glorioso mais que na essência, nas conquistas, tem que pensar, sentir e agir como tal.

No post anterior já alertara que baixar a meta para a Libertadores vai mal nos deixar na Sul-Americana.

Vamos vencer, Fogo!

Na Sul-Americana E no Brasileiro. Temos manto pra isso! Até temos elenco que possibilita isso. O que falta mesmo é vontade, foco para fazer valer a nossa vontade, a nossa decisão, o nosso sonho se tornar realidade: faturarmos ambas as competições!

Sonhar alto, trabalhar sério, jogar pra valer: seremos campeões.

O jogo de hoje é difícil, mas temos time para sair de lá com a vitória.

Saudações AlviNegras,

K1

sexta-feira, 15 de agosto de 2008

Freguês que deu trabalho - Botafogo 3 x 1 Atlético Mineiro

Vencemos, mas deixamos a desejar.

Faltou algo e apenas no final a coisa ficou boa e embalou. Deu pra sentir falta do maestro Lúcio Flávio. Bem como que deu pra sentir falta da torcida, que apareceu em pequeno número.

Destaque para Carlos Alberto com seus dois gols e para Eduardo, que entrou direitinho e fez o primeiro seu: mas ambos tem que firular menos e jogar mais sério.

O que me preocupou foi que me pareceu o tempo inteiro que o time não passava a bola para o Tiaguinho: espero que não seja um boicote contra a nossa nova Estrela. Depois que ele saiu o time abriu muit0 mais por aquele lado.

Túlio Souza e Zé Carlos mais uma vez deixando a desejar; Lucas Silva se mostrando uma boa opção de banco para o meio (Carlos Alberto e Lúcio Flávio); Renato Silva soberano na defesa.

Confesso que se o Atlético-MG fosse mais time, teriamos tido problemas hoje. Mas o que importa, além de ficarmos atento a isto, é que fizemos o dever de casa.

Nosso time parou no gol deles, que abriu o placar. Belo gol, necessário admitir. Mas eles recuaram e o Botafogo apesar de não jogar seu costumeiro futebol, deu conta do recado com um golaço de falta do Carlos Alberto, empatando ainda no primeiro tempo, que ainda viu uma bola na trava em cobrança de falta do Zé Carlos.

No segundo melhoramos um pouco e empatamos em bela jogada finalizada por Eduardo. No minuto final, ele, Carlos Alberto, estufou a rede com frieza e categoria sacramentando a vitória e a freguesia do Galo que toda vez que vai ao Engenhão vira galinha.

Vamos simbora, pro Engenhão: Torcer! Gritar! É Campeão!

Vamos comparecer!

SAN

K1

quinta-feira, 14 de agosto de 2008

Sul-Americana - vai começar com as bênçãos de São Jorge

A Sul-Americana enfim vai começar e nos proporcionar a oportunidade de apagar o vexame cometido em 2007. Só depende do novo grupo e de nós torcedores, que devemos lotar o Engenhão para mostrar que a pressão é total, dentro e fora de campo.

Fui comprar o ingresso hoje em GS e pelo que o porteiro falou e eu pude constatar a mobilização tá fraca. Parece que menos que mil pessoas compraram. Segundo a previsão do porteiro não dá mais de 10 mil nesta quinta. Pena, tá na hora de mostrarmos a força do conjunto Glorioso. E não se pode reclamar da entrada: R$5 meia e R$10 inteira na Leste Superior, onde fica inclusive a Constelação Gloriosa, BotaChopp, TES, Fúria e a maioria da galera independente.

Já o time promete.

Parece que o grupo está de fato motivado. Mas meu comentário recai mais sobre uma superstição - e afirmo: Jorge Henrique será o craque da competição e fundamental para o título.

Não somente por ter ficado para honrar o manto sagrado, não apenas por estar jogando uma barbaridade novamente, não obstante ao discurso cheio de confiança no grupo e na conquista, mas principalmente por ter sido inscrito com o número 23 - dia de seu aniversário e também número de São Jorge, que o cobrirá com seu manto, o defenderá com seu escudo e o armará com sua lança para que os inimigos tenham pés, mas não nos alcancem, que tenham mãos, mas não nos toquem, que tenham olhos, mas só nos vejam ao final, erguendo a taça. Anotem, São Jorge Henrique será o fator decisivo.

A 7 mágica de Garrincha ficou para o Gil, que, Deus e o Anjo das pernas tortas queiram, será iluminado e agraciado com o novo número, desencantando no Glorioso e sendo co-autor junto ao nosso Ligeirinho da história que escreveremos ao levantarmos a taça da Sul-Americana.

Bola fora para a diretoria que não conseguiu inscrever Zárate a tempo. Sem comentários. A diretoria deveria pedir ressarcimento parcial pelo prejuízo causado pelo atraso do presidente do USF - Unión Santa Fé, clube anterior de Zárate.

Vamos comparecer e lotar o Engenhão!

SAN

K1

segunda-feira, 11 de agosto de 2008

Reforços de peso: se estão 'engatilhados', por que não?

Fiquei um pouco intrigado com a matéria da globo.com na qual o Montenegro garante que Jorge Henrique fica e que, na saída de algum de nossos craques, duas peças de reposição já estariam engatilhados:

"Especula-se que esses dois jogadores sejam o meia-atacante Zé Roberto, atualmente no Schalke 04, da Alemanha, e o atacante Leandro, ex-São Paulo, que defende o Verdy Tokyo." - Globo.com

Imagina esse elenco atual contando com mais esses dois?

O que falta para trazê-los? Tem que investir para ser campeão! Sul-Americana está aí. O Brasileiro pela metade, mas que quanto mais inteiro estivermos, melhor.

Por mim, ninguém sai e ambos entram. E você, o que acha? Eles agregariam, não fariam a diferença ou dividiriam o grupo? Comente.

SAN

K1

Botafogo 1 x 0 Palmeiras - encerramos o primeiro turno no G8: pro alto e avante, Glorioso!

Leste lotada. Sul e Norte tomados. E a Oeste 'cheinha': garanto que se a parte superior fosse mais barata, teria sido toda vendida. Se liga diretoria.

Aliás, diretoria que está de parabéns por - ao menos aparentemente e até agora - ter garantido a permanencia de nosso motor e ligeirinho Jorge Henrique, fundamental no gol de hoje. Como sempre acreditando nas jogadas, lutando e, dessa vez, acertando um cruzamento na cabeça do até então lento e ineficaz Zé Carlos, que acabou queimando a minha e centenas de outras línguas que pediam a sua substituição.

Aliás, Ney Franco demorou a substituir o também ineficaz Gil, que saiu vaiado por parte da torcida. Precisamos definitivamente de um matador em nosso time para que este fique 100% em todos os setores, pois a defesa e o meio campo estão quase perfeitos, irretocáveis ao meu ver.

O time definitivamente voltou a acreditar em si e está na luta. A torcida está apoiando mais, gritando nas horas importantes para manter a chama acesa. E como fritamos o 'Porco'. Incansáveis do início ao fim, um empenho de campeão.

O resultado Botafogo 1 x 0 Palmeiras deveria ter sido mais amplo, se o juíz tivesse marcado aquelas 3 penalidades. Duas no primeiro tempo e uma no segundo. No primeiro, o mais acintoso foi o desvio de mão da barreira que estava estranhamente muito próxima à cobrança. O outro de fato não consigo recordar - talvez por não ter visto direito - quem caiu na pequena área, mas presumo que tenha sido o Jorge Henrique, claramente atropelado e puxado. No segundo alguns pediram penalidade no Fábio - a meu ver inexistente -, mas a que eu cito é a que Jorge Henrique, sempre ele, foi nitidamente puxado na pequena área, com menos de 1 minuto de segundo tempo.

Sem a omissão do juíz teriamos finalizado o primeiro turno como melhor do Rio. Aliás, o juíz também deixou de dar um amarelinho pro competente goleiro Marcos, pois para evitar a reposição da bola enquanto ainda estava no ataque alvinegro, este chutou a bola reserva atrasando assim a reposição.

Não tem nada não: para cada injustiça um gol.

Quinta tem cardápio especial no Engenhão: Galo à Sul-Americana, prato que dá para 40mil alvinegros esfomeados por gols e títulos se lambuzarem e lamberem os beiços.

Fica o convite e a certeza de que, de fato, algo maior está reservado à nós: eu creio, acredito e vejo.

SAN

K1

segunda-feira, 28 de julho de 2008

Pressão AlviNegra

Só faltou o gol.

Tá certo que na Era Cuca também só faltou o título, só faltava aquele golzinho... se pensarmos neste sentido, nada mudou e não vale empenhar energia em forma de letras juntadas em palavras para descrever a supremacia AlviNegra hoje no Maracanã.

O que faz valer esse post, mais do que manter o registro sempre pós-jogo, é o fato do time ter jogado de maneira vitoriosa, sem se acovardar, partindo pra cima. Até substituir o eficaz Túlio pelo atacante Gil o Ney Franco fez, na busca de traduzir o amplo e indiscutível domínio em gols. Ney Franco está certo em afirmar que 'a partida só não foi perfeita porque não fizemos o gol'.

A FlaPress deve ter visto outro jogo, pois só relata - o tom da matéria não deixa transparecer nossa gloriosa supremacia - nosso domínio no segundo tempo e ainda credita ao adversários diversas chances. O Flamengo não viu a cor da bola no segundo tempo e no primeiro o domínio, a meu ver, também foi mais nosso, sendo que eles tiveram as melhores chances. Fato que - mesmo no segundo tempo - se o adversário tivesse atacante competente teria complicado, pois deixamos alguns espaços (buracos?) em contra-ataques e temos que nos resguardar uma vez que nosso ataque não está com a pontaria afiada.

Foram inúmeras chances desperdiçadas e temos nisto um fator a ser treinado: pontaria e conclusão.

E uma conclusão inevitável a que cheguei foi a de que Lúcio Flávio não pode sair do time. Zé Carlos até ajudou a compor a defesa e a desarmar o adversário, mas não sabe armar e apenas com a entrada do Maestro é que voltamos a ver o 1-2 abrindo espaços. Todavia, apoio a atitude de nosso técnico de sacá-lo do time: isso deve servir de estímulo e mostrar que temos um elenco e que todos tem que dar o máximo de si. Nosso capitão precisa de maior agilidade e de definitivamente chamar para si a responsabilidade.

Ney Franco mostra comando e atitude quando diz que "ninguém tem vaga cativa no time" e que "admite fazer rodízio de jogadores em caso de desgaste físico". Isso de fato é bom pros jogadores e reforça a fé em nosso elenco, fortalecendo-o.

Aliás, o banco hoje estava muito bom, com jogadores de melhor nível do que os que serviam de banco para o Mestre Cuca e sinto que teremos um desempenho crescente em termos de resultados. Precisamos apenas fazer gol. E para tal, temos o Zárate chegando.

Mas a falta de gols, diante da mudança de postura, mais ofensiva, mais confiante, mais BOTAFOGO, chega a ser realmente um detalhe que acertaremos de primeira para estufar as redes do Brasileiro e da Sul-Americana.

Tem coisa maior guardada para nós: conquistaremos a América.

SAN

K1

quinta-feira, 24 de julho de 2008

Goleada e um detalhe importante

Mais que ganhar de 4 x0 contra o Atlético Mineiro, a vitória de hoje teve pontos importantes para se comemorar e ressaltar.

Antes, as críticas, para caminharmos de maneira ascendente também neste post.
  • O ataque não pode perder gols feitos da maneira que vem fazendo. Se não fizerem falta em uma partida, podem fazer falta no computo geral - hoje foi a noite de Wellington Paulista perder um gol incrível, jogou contudo bem o restante da partida, se movimentando e sofrendo a penalidade e a falta que levou César Prates a ser expulso.
  • Lúcio Flávio precisa chamar para si a responsabilidade, parece cansado; agora, justiça seja feita, ninguém bate penalidade como ele.
  • O time não repetiu o jogo envolvente, de toques e rapidez.

De resto, só elogio, com destaque ao Diguinho, sempre imbatível na marcação e ao Renato Silva, antecipando como ninguém.

Vale ressaltar - e isto é o mais importante - que o time não fez corpo mole e se empenhou em golear ao invés de se retrair para garantir o resultado. Esse é o detalhe que faz toda diferença: mesmo ganhando, partimos pra dentro. E cabia mais!

As substituições de Ney Franco foram confiantes, acreditando não somente na vitória, mas em um resultado convincente, sem contar com o tato em não queimar nosso maestro, tendo substituído de maneira prudente, primeiro mexendo no ataque, recompondo a lateral - Thiaguinho já havia levado o amarelo e estava com dores na perna -, depois recompondo o meio: no lugar do Zé Carlos entrou o Gil, fazendo com que o Túlio fosse para a lateral; no lugar do Thiaguinho entrou o Jorge Henrique; mais um pouco entrando Leandro Guerreiro no lugar do Lúcio Flávio.

Resultado: o time está com banco e pode dar de fato alegrias se continuar a jogar pra cima, sem se acomodar, buscando sempre vitórias convincentes.

Ponto positivo também para o técnico Ney Franco que na derrota para o São Paulo ressaltou os aspectos positivos e hoje já alertou para os aspectos negativos, mostrando uma condução equilibrada e estrategista, além de surpreender colocando o time para jogar ofensivamente.

Sul-americana e zona da Libertadores: eu acredito!

SAN

K1

segunda-feira, 21 de julho de 2008

Quem não faz, leva

E levamos nos últimos minutos de jogo, um gol de cabeça de um baixinho chamado Dagoberto.

Quem quer lutar por títulos e Libertadores não pode se dar a esses luxos.

O saldo positivo deste São Paulo 2 x 1 Botafogo, foi o fato de nossa equipe ter se mostrado aguerrida e ter dominado a maior parte do jogo. Mas temos que transformar isto em resultado, em gols, senão continuaremos com o estigma do 'quase'.

Os 'quando' do jogo:

  • Quando Castillo saiu para fazer a defesa nos pés do jogador são-paulino já sabia que ia ser penalidade. Tinha que ter saído mais em arco, era evidente que chegaria atrasado e que derrubaria o jogador.
  • Quando Carlos Alberto entrou algo me disse que ele mudaria o jogo a nosso favor. Chamou pra si a responsabilidade - algo que nosso maestro, Lúcio Flávio, tem que começar a fazer mais
  • Quando se empata um jogo e não se faz mais gols por falta de competência ofensiva, não se pode dar o mole de deixar um jogador, por mais baixo que seja, sozinho na área

O 'se' do campeonato e do ano:

  • Se acertarmos mais a pontaria e acertarmos nossa defesa, parando de 'dar mole' em momentos cruciais, esse time tem chance de brigar pela Libertadores e de ser campeão da Sul-Americana.

É crer para ver, torcer para acontecer.

Apoio incondicional.

SAN

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