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domingo, 18 de outubro de 2009

Roubaram até minhas palavras

Serei suscinto, pois quando se é assaltado não se tem muitas palavras sobrando.

Dois impedimentos mal marcados, duas penalidades que deixaram de ser marcadas a nosso favor e um time que não jogou o que jogou contra o Goiás.

Eis o resumo do jogo contra o Cruzeiro - uma bela garfada que nos tirou preciosos pontos.

Temos, contudo, que reconhecer que se não fosse por São Jéfferson mesmo essas injustiças todas não fariam diferença: ele nos salvou no mínimo em 5 oportunidades claras de gol, muitas vezes saindo arrojadamente nos pés do atacante cruzeirense.

De resto não vejo destaque em um time que não conseguiu de fato ofertar perigo ao gol do Fábio, exceto na última bola do jogo em falta de Lúcio Flávio que passa rente à trave e em um ou outro chute que chega a ser constrangedor comentar como ponto alto do jogo.

Aproveito para falar da última rodada, que deixei de postar, pois estava - como estou - corrigindo provas: que bela prova de força da torcida e ausência de eficácia de time e diretoria. Que confusão lamentável. É preciso acreditar mais na torcida: seqüência de vitórias e jogo em feriado com preços reduzidos é pra lotar mesmo.

O que ressalta também é a lógica conclusão: preços e horários mais propícios facilitam à torcida - ou seja, a logística e não apenas o preço são fatores que dificultam a todos que para o Glorioso pretendem torcer.

Vamos pensar em solução em conjunto, diretoria?

Agora é garantir os 3 pontos contra o urubu-negro e impedir a entrada deles no G4 ao mesmo tempo em que nos afastamos do z4 de vez e passamos o Coritiba.

É obrigação.

SAN

K1

domingo, 12 de julho de 2009

Vitória no sufoco e na bola parada

Comemoremos os 3 pontos e o fato de termos saido da zona de rebaixamento.

Mas preocupemo-nos.

Companheiros, levamos um sufoco no segundo tempo e, além do mais, no primeiro, eles - time recém-ascendido da segundona - tiveram algumas chances claras de gol em falhas repetidas de nossa defesa.

Fora uma defesaça de puro reflexo do Castillo em jogada onde Fahel se vira para proteger do chute e dá o canto a queima-roupa.


Alguns registros que se fazem importante:

Aos 3 minutos do segundo tempo já tinhamos 33 passes errados - isso tendo menos posse de bola, enquanto o Avaí tinha algo em torno de 18. Algo está errado, não senhor Ney Franco?

Aliás, time parecia um bando, sem jogadas ensaiadas, sem organização. De novo. E não entendo por que cargas d'água recuamos DE NOVO na volta ao segundo tempo.

Outro registro: em umas três oportunidades Victor Simões ao matar a bola a perdeu, cedendo o contra-ataque, pois a mata deixando escapar muito para a frente.

André Lima obviamente voluntarioso e obviamente sem ritmo e obviamente sem entrosamento. Reinaldo, idem.

Vencemos, pois soubemos aproveitar duas bolas paradas em duas falhas de marcação. Mas não podemos nos contentar com isto.

De bom, além do papo com meu amigo Zé Guilherme, talentoso redator alvinegro, a volta ao Itahy após um período afastado. E foi em grande estilo. Cheguei atrasado, jogo já com mais de 10 minutos.

Cheguei e pedi uma caldereta. Ela chegou na hora em que Victor Simões é derrubado e o Juninho pega na bola para bater. Paro. Comento com Vavá, sagaz garçom alvinegro: vou beber só depois do gol, pra comemorar. Dito e feito.

Como no segundo: olhei para a TV após mais um gole, eram 42:24. Jogada a nosso favor. Supersticioso como todo bom Glorioso, entendi que aquilo era um sinal que, para mim, sacramentava mais um tento da Estrela Solitária.

E ela brilhou.

SAN

K1