domingo, 25 de janeiro de 2009
Botafogo 2 x 1 Boavista
A boa notícia é a de que a arbitragem vai ser 'quase' "condescendente" conosco: invalidou gol legítimo e anulou gol irregular. Vamos ver se na final vai se manter isto ou se o árbitro apitará em prol do adversário.
A má notícia, meio óbvia, é que falta conjunto.
Agrava isto o fato de termos perdido o combate do meio de campo que era o nosso forte até então. Sim, senti falta do Diguinho e do Túlio. E não é saudosismos ou o fato de estar acostumado com fulano ou beltrano.
Não senti falta alguma de Wellington Paulista, por exemplo, pois Victor Simões não fez gol, mas mostrou ao que veio - ao menos até agora (lembro-me que WP fez 14 gols no carioca e depois no ano inteiro fez 13).
Outro que senti falta, dois na verdade: Jorge Henrique no ataque endiabrando e driblando, algo que Reinaldo talvez possa suprir melhor que Diego o fez; e Renato Silva - quem diria que falaria isto -, se antecipando no combate. Emerson, sei não...
Já Maicosuel, o que falar dele? Lúcio quem? Uma partida apenas, mas pelo futebol de hoje e pelas declarações, 'eu quero que a torcida se lembre do Maicosuel, e não mais do Lucio Flavio', Maicosuel mostrou que tem estrela e que veio para ficar: marcou logo os dois, em momentos importantes e decisivos.
Quem se destacou também foi Victor Simões, que se mexeu bem e deu alguns bons chutes a gol, mostrando faro.
O que não pode é perder de bobeira bola no meio e no ataque .
A defesa também esteve aquém e precisa ficar mais alerta para não 'tomar bola nas costas'.
De toda maneira, ainda se precisa objetivar algumas questões que se necessita.
E, sendo honesto: que golaço do Boavista! Visão é fundamental.
SAN
K1
quinta-feira, 25 de setembro de 2008
Do intervalo ao segundo tempo: atitude Botafogo!
Curiosidade: o jogo do Palmeiras é um jogo chique, todo ton-sur-ton em verde-limão. E pra falar dos outros dois brasileiros da noite, Palmeiras e Atlético Paranaense, ambos empatam por enquanto. Nós precisamos vencer. Eles estão com um mistão, nós com nossa força completa.
Nos melhores momentos do intervalo, 4 foram do América de Cali e apenas 1 do Glorioso, que de fato precisa partir mais pra cima: aliás, o de sempre; atacar mais pro gol e menos pro vazio. Vamos vencer, Fogo!
Cena em que Lucio Flavio é escoltado para escanteio. Espero que aqui seja desnecessário garantir a segurança do adversário dessa maneira e que o clube colombiano seja punido.
Começa o Segundo Tempo
Aos 2 minutos e meio falta acintosa em Wellington Paulista e nada, nem marcado foi.
Aos 6, mais uma. Lucio Flavio vai bater. Ensaiada. Que primor! Carlos Alberto perde de cabeça com Wellington Paulista logo atrás. Típico gol que fará falta mais a frente.
Resposta rápida do América de Cali: defesa difícil de Castillo.
Contra-resposta na mesma velocidade: de novo Carlos Alberto desperdiça em bola cruzada e não cortada na área do América de Cali.
Aos 10, dois passos de nossa área, falta a favor do América de Cali: bola no travessão; independente de barreira abrindo, que porrada!
Aos 16, André Luis leva corretamente o amarelo por levantar o adversário com uma tesoura lateral. Tem nada que aplaudir o juíz, André Luis! Numa dessas ele entende que é ironia e te expulsa e como ficamos?
Apesar de não fazer gol até os 20 minutos, ao menos no segundo tempo o Botafogo está melhor e podemos afirmar que está dominando a partida.
Tá. Só pra quebrar o meu último comentário, gol do América de Cali aos 27 minutos, em rara oportunidade de ataque no segundo tempo. Escanteio batido, cabeceio sozinho pro bico esquerdo da pequena área e chute sem marcação, tampouco defesa no canto oposto de Castillo.
No minuto seguinte estamos no ataque novamente. Mas nada.
30 minutos: falta de ataque de Wellington Paulista.
Aliás, quando nosso ataque irá marcar gols em uma partida, já que todas são decisivas - quer mata-mata, quer pontos corridos?
33. Sai Jorge Henrique, entra Lucas Silva. Sinceramente, não sei o que dizer.
A porção de provolone à milanesa do Itahy não está me tirando o amargo da derrota da boca. Vamos Fogo!
Renato Silva sobe pra tirar de cabeça. Nós estamos perdendo, mas eles é que aumentam o volume de jogo.
38 e clara simulação do América de Cali, mas nada de amarelo. E ainda falta pra eles.
Aos 45 minutos, Ney coloca o Zé Carlos - pra quê? Perder os preciosos últimos minutos? Enfim... e o Zé Carlos mostra ao que veio e que já deu: recém-entrado no lugar de Triguinho não consegue dominar uma bola claramente lançada e relativamente fácil de se dominar.
Mais demora durante a prorrogação. Juíz não dá desconto: 48 e nada mais. Não levou em consideração as substituições. paradas para atendimento, etc.
Etc, blablabla, etc, etc, etc, mais uma derrota, blablabla... o que dizer?
VAMOS GANHAR FOGO!
E olha que segundos antes do jogo eu postara sobre a questão da postura: temos que ter atitude para sermos Gloriosos!
SAN
K1
segunda-feira, 15 de setembro de 2008
Ah, Botafogo! ACORDA!
Mas novamente deixamos escapar a oportunidade de encostarmos no Grêmio. Para piorar o São Paulo está perigosamente em nosso cola e até empata em número de pontos.
Jogar com três atacantes até pode ser uma boa - o que nem achei o caso, pois perdiamos todas no meio-campo, com Leandro Guerreiro perdido, em um dos primeiros erros táticos que vi Ney Franco cometer -, mas apenas se Gil fosse de fato 'fator gol' e Wellington Paulista parasse de ficar caindo e de fazer falta: tanto cai-cai que o juíz não marcou penalidade clara de Clêmer faltando uns 15 minutos para acabar a partida - exatamente aos 31 do segundo tempo. Mas isto não justifica a derrota, convenhamos: jogamos mal.
Não era o Glorioso das 13 partidas invictas, a Estrela do G4. Lúcio Flávio não entrou em campo, esquivando-se da responsabilidade de armar as jogadas e até de combater, sinal de que o time iria mal, a começar pelo Leandro Guerreiro completamente perdido no combate - o meio de campo era colorado praticamente durante toda partida, com o gigante Guiñazo soberano - Renato Silva perdendo bola infantil no meio-campo e com dificuldade em recuperar o compasso, o que levou ao erro grosseiro de Castillo que saiu atrasado do gol, possibilitou o cruzamento e o toque para o gol livre: se tivesse ficado no gol penso que a bola seria facilmente defensável, digo até interceptável.
Ouso fazer o mesmo comentário no segundo gol: sem sair afobado pra cima do atacante, teria tido condições melhores para a defesa. Mas justiça seja feita: foi um baile do ataque do Internacional, que deixou Leandro Guerreiro caido na grande área após explorar as costas de toda nossa lateral direita, com todos seus jogadores completamente envolvidos.
Tudo começou errado quando Wellington Paulista perdeu gol invadindo sozinho a área de Clêmer com menos de 5 minutos do primeiro tempo. Aos 41 minutos foi a vez de André Luis cabecear sozinho pra fora em jogada ensaiada iniciada por Lúcio Flávio em um de seus poucos acertos no jogo.
Aliás, foi dele, André Luis, o gol alvinegro, após grande jogada de Jorge Henrique - o melhor no ataque alvinegro -, que ainda precisa de um matador à altura para formar uma dupla decente de ataque.
André Luis também foi expulso no final, após levantar um jogador colorado. Sinceramente, acho que foi justo, mas também foi um 'desconto', pois os gaúchos estavam batendo muito e o juíz conivente 'deixando o jogo correr'.
Poderiamos ficar aqui comentando inúmeras jogadas de maior ou menor expressão, mas o fato é um só: para sermos campeões precisamos aproveitar as oportunidades, fazer valer a nossa supremacia.
Se não tivessemos perdido os dois pontos contra o Vasco, os dois contra o Naútico e os três contra o Internacional estariamos empatados na liderança com o Grêmio.
Mas isto também serve de incentivo: basta fazermos o nosso que chegaremos. Ainda temos umas 13 rodadas pela frente. Meu palpite é que se ganharmos 8 ou 9 seremos campeões.
Próximo jogo é contra a Portuguesa, última colocada, lá em Sampa: tá na hora de mostrar de fato ao que veio e deixar de lado de vez o estigma de Robin Hood - ao menos o lado de tirar dos ricos/grandes e entregar para os pobres/pequenos; acertar o alvo, o título, pode e deve fazer parte de nossa história esse ano.
Nossa parte temos que fazer: apoiar incondicionalmente.
SAN
K1
quinta-feira, 21 de agosto de 2008
G3 - O Melhor do Rio é AlviNegro e tem Estrela
Renan mais uma vez mostrou titularidade ao sair bem em bolas altas e fazer uma defesa dificílima no final do jogo, garantindo-nos os três pontos. Precisa apenas ser mais 'malandro', controlar melhor o tempo e a posse.
Edson entrou bem no lugar de Renato Silva. Quem destoou foram Gil, que perdeu duas chances claras de gol, e Carlos Alberto que não lembrou em nada suas atuações passadas. Este último errando muitos passes, firulando e extremamente faltoso e violento. Não entendi por que o Ney Franco não o substituiu. Triguinho e Tiaguinho também erraram muitos passes e cruzamentos.
Ney Franco aliás que está de parabéns pelo trabalho e ousadia. Mexeu bem na equipe após a expulsão do jogador adversário, trocando um meia-defensor por um atacante.
O gol, de penalidade cavada, veio na segunda parte do segundo tempo, que o Cruzeiro jogou boa parte com um jogador a menos. E mereciam ter mais gente expulsa, pois como batiam os cruzeirenses. E como o goleiro Fábio fazia cera na hora de bater os tiros-de-meta - isso até levar um amarelo: a torcida não perdoava e vaiava cada retardo provocado por ele já desde o início do primeiro tempo quando ficou claro a todos a atitude anti-desportiva do referido guarda-metas. O juíz tomou uma atitude apenas no meio do segundo tempo.
E se a penalidade foi duvidosa na que foi marcada, em outras 2 ou 3 situações seria possível facilmente marcar penalidade. Lúcio Flávio bateu com categoria no canto esquerdo do goleiro, seu direito e mesmo o goleiro quase pegando, garantiu o placar, os pontos e a felicidade da torcida que eufórica e confiante saiu cantando o hino por todo o percurso.
Clímax parecido ao nosso gol ocorreu quando o alto-falante do Engenhão anunciou praticamente em seqüência os gols da virada do Inter sobre o Palmeiras, o que nos tornava ali integrantes do G3 e donos de uma cobiçada vaga na Libertadores - Íííííííí, Libertadores ano que vem tamo aí!
Agora, o que acontece com Zárate e com nossa diretoria? Era pra ele ter sua estréia na primeira semana de agosto. No Flamengo, Marcelinho Paraíba chega e joga. Por que com nosso caso é diferente? Quem pagará por esse atraso. Enquanto isso nosso ataque continua perdendo gols por falta de pontaria.
E se o Thiago Ribeiro vier mesmo aí é para sonharmos alto, com o topo.
É para lá, que é o seu lugar, que a Estrela voltará.
SAN
K1
sexta-feira, 15 de agosto de 2008
Freguês que deu trabalho - Botafogo 3 x 1 Atlético Mineiro
Faltou algo e apenas no final a coisa ficou boa e embalou. Deu pra sentir falta do maestro Lúcio Flávio. Bem como que deu pra sentir falta da torcida, que apareceu em pequeno número.
Destaque para Carlos Alberto com seus dois gols e para Eduardo, que entrou direitinho e fez o primeiro seu: mas ambos tem que firular menos e jogar mais sério.
O que me preocupou foi que me pareceu o tempo inteiro que o time não passava a bola para o Tiaguinho: espero que não seja um boicote contra a nossa nova Estrela. Depois que ele saiu o time abriu muit0 mais por aquele lado.
Túlio Souza e Zé Carlos mais uma vez deixando a desejar; Lucas Silva se mostrando uma boa opção de banco para o meio (Carlos Alberto e Lúcio Flávio); Renato Silva soberano na defesa.
Confesso que se o Atlético-MG fosse mais time, teriamos tido problemas hoje. Mas o que importa, além de ficarmos atento a isto, é que fizemos o dever de casa.
Nosso time parou no gol deles, que abriu o placar. Belo gol, necessário admitir. Mas eles recuaram e o Botafogo apesar de não jogar seu costumeiro futebol, deu conta do recado com um golaço de falta do Carlos Alberto, empatando ainda no primeiro tempo, que ainda viu uma bola na trava em cobrança de falta do Zé Carlos.
No segundo melhoramos um pouco e empatamos em bela jogada finalizada por Eduardo. No minuto final, ele, Carlos Alberto, estufou a rede com frieza e categoria sacramentando a vitória e a freguesia do Galo que toda vez que vai ao Engenhão vira galinha.
Vamos simbora, pro Engenhão: Torcer! Gritar! É Campeão!
Vamos comparecer!
SAN
K1
quinta-feira, 31 de julho de 2008
Time Guerreiro, Túlio artilheiro
Apesar da globo.com falar que não jogamos tanto, ao menos a mim o 2 x0 em cima do Goiás me satisfez: tá certo que no segundo tempo poderiamos ter feito mais e ampliado não apenas o marcador, mas também nosso saldo de gols.
Todavia, é hora de analisarmos os pontos fortes de um time que fez 12 gols nos últimos cinco jogos - com quatro vitórias consecutivas no Engenhão e um empate no Maracanã; nenhum gol tomado.
Ney Franco parece que caiu como uma luva. Nada retranqueiro como diziam, vem calando muita gente. Inclusive a mim, confesso.Dois golaços, cada um a sua maneira. Dois de Túlio, criado pelo Goiás, amado e coroado pelo Glorioso.
No primeiro a bola bate na zaga e encobre o goleiro em um daqueles lances espetaculares de se ver: o prazer de saber que vai ser gol, aqueles segundos onde o grito vai se amontoando dentro do peito, pressionando a garganta até estufar as redes e as cordas vocais. Momentos de puro êxtase que o bom goleiro do Goiás mesmo se esticando todo não conseguiu impedir. Um gol bonito para se guardar na memória e contar e recontar algumas vezes, vida afora.
No segundo, um gol de competência pura, sem necessitar de 'sorte'. A começar por ser fruto do esquema tático do Ney Franco, técnico corajoso e ousado, que liberou os volantes para o ataque - fato que resultou nos gols de Túlio -, a primorosa troca de passes não poderia ter conclusão melhor que um chute preciso de nosso Guerreiro e símbolo da raça alvinegra desde 2003: rasteiro, no canto esquerdo do gol de Harlei.
Diguinho, mais uma vez, siniiiiiiistro. Não consigo encontrar outra definição para o 'lek' de nosso time. Se ele botar a cabeça no lugar e continuar seu trabalho assim no Glorioso 'é Seleção'!
Outro que merece destaque - apesar de todo o time estar de parabéns hoje - é Renato Silva: confesso que sempre meti o malho nele e de fato ele não é o jogador que tem lá muiiita intimidade com a bola. Mas como está jogando. Se antecipando bem, se apresentando pro jogo, sem brincar. Parabéns pela evolução.
E evolução me parece ser a palavra-chave do time neste momento: temos dois jogos fora e um no Engenhão. Se fizermos nosso papel estaremos no seleto grupo dos G4, máximo G6 ao final do primeiro turno. Já dá pra sonhar mais alto a cada partida.
Renato Silva dando esporro no Castillo por ele nao ter esperado ele recuar a bola com a cabeça e ter dado um chutão pra fora demonstra o quanto o time tá mordido, o quanto o time tá querendo!
Subimos três posições e agora estamos na oitava posição. Libertadores já passa a ser uma realidade próxima e o título, sinceramente, algo a começar a se sonhar para se traçar o planejamento correto para se concretizar. Sonhar alto, planejar bem, agir preciso.
Nossa parte é fácil, mas nem tem sido feita corretamente: lotar nossa casa. Hoje foram apenas 15mil pagantes de um total de 20mil presentes.
Vamos simbora, pro Engenhão! Torcer! Gritar! É Campeão! Vamos Fogão! Vamos Fogão! Vamos Fogão!
Não se pergunta o que o Botafogo pode fazer por você, mas sim o que você pode fazer pelo Botafogo!
SAN
K1
quinta-feira, 17 de julho de 2008
De 4 é mais gostoto - jogando bem então nem se fala.
Ganhamos - 4x0 - de maneira convincente, alegre, contagiante. A torcida, vibrante e eufórica, estava em estado de graça, apoiando o time - e até individualmente, como no caso de Jorge Henrique, quando este caiu sozinho na grande área em meio a mais um ataque fulminante. Também pudera, JH foi um dos melhores em campo e não apenas pelos 2 gols, mas também por sua movimentação, combate e marcação no ataque.
Destaque para outros dois alvinegros:
Wellington Paulista que voltou a ser nosso matador fazendo um golaço e se movimentando, tocando e marcando no ataque muito bem, rápido e eficaz;
Tiaguinho, o nome do jogo: o que jogou este rapaz. Pra mim, perfeito. Foi responsável pelo último passe de TODOS os GOLS: a rolada de bola na medida para o Zé Carlos, a cabeçada no espaço vazio para o WP avançar livre e duas assistências magnânimas para o JH, sendo a primeira após um belíssimo drible pela lateral e a segunda um primor de visão e toque preciso para a pequena área - 50% gol.
Zé Carlos fez um golaço, em jogada ensaiada herdada da era Cuca, mas ao menos pra mim, continua devendo, por errar muitos passes.
A defesa cometeu duas ou três falhas graves, uma delas em uma cabeçada furada fora do tempo da bola que o Renato Silva deu, que... bem, se o Ipatinga jogasse futebol estariamos complicados.
Quem anda precisando mostrar mais por tudo que representa é Lúcio Flávio, que precisa definitivamente chamar mais para si a responsabilidade - parte da torcida, pequena e tímida, mas convicta, o vaiou quando este fora substituído; outro é Castillo, que anda saindo muito mal nas bolas altas.
Gil e Lucas Silva entraram, no que tem que se parabenizar o técnico Ney Franco - que humildemente deu o crédito ao elenco -, pois os colocou exatamente na busca do que lhes falta: ritmo de jogo e sintonia com a equipe. Quando isto estiver equacionado, somado à chegada de Zaráte, podemos olhar mais adiante e sonhar com a América.
Sonhar não custa nada. Tem é que na hora de acordar fazer o sonho virar realidade e isto só se consegue com muito esforço, dedicação e união em prol do objetivo.
Sonhos são metas com deadline.
SAN
K1
sábado, 21 de junho de 2008
Resultado da 3.enquete - Ferrero preterido por algum motivo?
Sim, ele é nosso melhor zagueiro - 5 (27%)
Não, Geninho está observando todo o grupo e ele vem de contusão - 7 (38%)
Sim, acho que tem dedo de empresário na história - 6 (33%)
Não, os zagueiros estavam dando conta do recado e Ferrero não é tão alto assim - 0 (0%)
Conclusões a quais cheguei:
60% acha que ele estava sendo de fato preterido. Desses praticamente metade compartilhava desta opinião por considerá-lo nosso melhor zagueira, outra metade por acreditar que tem dedo de empresário na história. Como ambas são não-excludentes, presumo que reforcem uma a outra.
38% deram - dentro do espírito de apoio incondicional - crédito ao trabalho do Geninho e afirmaram que este ainda estava observando o plantel disponível. Ainda bem que não demorou muito para colocá-lo de volta ao time. Com a saída forçada de André Luís, vulgo Sagat, o nome de Ferrero era incontestavelmente o melhor.
Os 0% da opção "os zagueiros estavam dando conta do recado" indicam a certeza da dúvida quanto à nossa defesa composta por Renato Silva, Edson e Bruno Costa.
Aonde ficaram os 2% restantes não me perguntem - devem ter ido parar no bolso de algum empresário de jogador.
SAN
K1