Afinal, qual é o nosso Botafogo de hoje em dia?
O de Carlos Alberto, que além de entrar e fazer o gol se mostra voluntarioso e chama para si a responsabilidade nas palavras e em campo, deixando claro em sua afirmação de que o Glorioso "vai brigar lá em cima"?
ou
O de Lúcio Flávio, que foi substituído e costumeiramente é cobrado por se ausentar de atuar como maestro que é, de não chamar para si a responsabilidade e de dar, como capitão e líder voz à lamentações como "o grupo se abalou com a derrota no Morumbi".
CHEGA!
Se tem jogador que não tem hombridade nem tampouco culhão para perder uma partida sequer sem se abalar não tem estatura para jogar e honrar o Glorioso. E nosso capitão tem que ser um jogador que motive; o grupo coeso para não dar armas para a mídia e para os adversários.
Estou, confesso, cansado desse chororô de entrelinhas.
Não adianta abrir o poço de lástimas para depois dizer que o importante é olhar para frente. Nesse interim toda a confiança e energia se escoaram.
Vamos positivar nosso discurso, blindar nossa fé, tornar nossos guerreiros imunes ao mundo externo, convictos de sua força interior.
Confiante, nada nos tirará de nosso Glorioso caminho: um tropeço nada mais é que um acerto no caminho, um impulso para seguir mais forte adiante.
SAN
K1
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segunda-feira, 21 de julho de 2008
Qual é nosso Botafogo de hoje em dia?
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Lúcio Flávio
quinta-feira, 12 de junho de 2008
No cardápio de hoje: Gavião assado ao molho Chorô
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