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terça-feira, 30 de março de 2010

Armando Nogueira: 10 frases inesquecíveis e outras homenagens

Registro aqui 10 frases clássicas do mestre, começando e terminando com as que eu acho as melhores desta pequena seleção de tantas outras que poderiamos ter.

Enciclopédia

"Tu, em campo, parecias tantos, e no entanto, que encanto! Eras um só, Nílton Santos".

O Rei e a bola

"Pelé é tão perfeito que se não tivesse nascido gente, teria nascido bola."

Perfeição

“A tabelinha de Pelé e Tostão confirma a existência de Deus.”

Habilidade

"No futebol, matar a bola é um ato de amor. Se a bola não quica, mau-caráter indica."

Humor

"Anúncio: troco dois pés em bom estado de conservação por um par de asas bem voadas."

Crítica

"Os cartolas pecam por ação, omissão ou comissão"

Ídolos

"Heróis são reféns da glória. Vivem sufocados pela tirania da alta performance"

Zico

"A bola é uma flor que nasce nos pés de Zico, com cheiro de gol."

O gol

“Gol de letra é injúria; gol contra é incesto; gol de bico é estupro."

Mané e o drible

"Para Mané Garrincha, o espaço de um pequeno guardanapo era um enorme latifúndio."

Aproveito para indicar uma bela entrevista do mestre para a ABI, bem como uma homenagem feita pelo blog tricolor Jornalheiros, uma prova de que o mestre era respeitado por todos.

Crônica é a saudade que já sinto.

SAN, mestre.

K1

Armando Nogueira: brilha mais forte a Constelação

Os céus estão mais líricos, mais poéticos e mais gloriosos.

Brilha, doravante, no céu do firmamento a nada solitária Estrela de Armando Nogueira.

É de Túlio Maravilha o melhor comentário sobre a passagem deste ídolo de tantas linhas, de tantas letras consagradas em gol; artilheiro das palavras bonitas, Armando Nogueira seguirá como referência: "Constelação não se faz com uma estrela solitária e a do Botafogo acabou de ganhar mais uma. O nosso mestre vai se juntar aos ídolos que escreveram a história do clube em campo e fora dele. A estrela solitária do Alvinegro hoje vai brilhar ainda mais"

A goleada de 4x1 sobre o Boavista - na verdade 5, em gol mal anulado pelo juíz -, com 3 gols de Loco Abreu - na verdade 4, você já sabe o motivo - com uma cobertura primorosa de Marcelo Cordeiro foi o início das homenagens que este baluarte do jornalismo brasileiro merece receber do Glorioso - comparável somente a Nelson Rodrigues, Armando Nogueira merece receber o título carioca de 2010, a Copa do Brasil, o Brasileiro e a Libertadores; sem falar no mundial. Afinal, era mestre, humano, genial.

Receba o carinho de toda Constelação Gloriosa.

É graças a mestre Armando que o Glorioso se manteve firme mesmo nos momentos mais dramáticos de sua história. Através de seu Amor expresso em prosa e verso, conquistou inúmeros seguidores para a gloriosa causa de torcer pelo divino clube da Estrela Solitária.

"O Botafogo tem tudo a ver comigo: por fora, é claro-escuro, por dentro, é resplendor; o Botafogo é supersticioso, eu também sou. O Botafogo é bem mais que um clube – é uma predestinação celestial. Seu símbolo é uma entidade divina. Feliz da criatura que tem por guia e emblema uma estrela. Por isso é que o Botafogo está sempre no caminho certo. O caminho da luz. Feliz do clube que tem por escudo uma invenção de Deus".

Obrigado, mestre.

Seremos campeões em tua homenagem.

SAN

K1

domingo, 17 de janeiro de 2010

Glorioso Adeus

Ausente, não pude registrar minha homenagem, mas faço-o de maneira retroativa.

Sua saída foi acertada devido ao alto custo e a excelentes peças de reposição, uma até superior.

Agradeço ao Castillo por tudo o que fez pelo Botafogo, pois foi quem deu estrutura para o gol alvinegro, peitando todas as dificuldades de frente, mesmo com baixa estatura, compensada por sua atitude.

Foi um prazer e uma honra tê-lo vestindo nosso manto sagrado, obrigado por tudo, hermano.

Que tenhas muito sucesso em sua carreira: estou torcendo para lhe ver na Copa do Mundo torcerei por ti - exceto em jogos contra o Brasil e contra a Alemanha.

SAN

K1

domingo, 27 de setembro de 2009

Homenagem ao santo mestre Nilton

A expectativa era grande...

... a festa maior ainda.
Nilton Santos, a wikipedia do futebol, como publicou glorioso Hélio de la Pena em seu blog, recebeu hoje a justa homenagem por tudo o que fez pelo futebol, pela seleção e pelo Botafogo - falta apenas receber a honra de dar seu nome ao estádio: Arena Estelar Nilton Santos.


Vai que assim o time do Botafogo se inspira um pouco?

Pior que de nada adianta colocar os atuais jogadores para aprender com a Enciclopédia: se não sabem jogar bola provavelmente também não saberão lê-lo e se perderão em sua simplicidade arrebatadora.


São outros os tempos, mas a Estrela sempre se lembrará da época em que seu emissário-mor brilhava em campo.


À sombra das chuteiras imortais, eu me curvo em respeito e homenagem:


Salve, Enciclopédia!

SAN

K1

Desinteressante: até quando?

Um bando perdido em campo denota claramente que não temos um técnico à margem. Da beira entramos de cabeça no caos.

Contratações duvidosas, inexistência de esquema tático - ou ao menos de aplicação correta e obediente - saudosismo das jogadas ensaiadas do Cuca, desinteresse total de boa parte dos jogadores na partida.

Até quando Estevam?

Até quando iremos acompanhar nosso ataque perder gols fundamentais? E ser representado por apenas um jogador. Até quando insistir em juvenis de qualidade duvidosa que nunca mudaram o panorama de partida alguma? Até quando insistir em veteranos que desafiam-te publicamente em treinos e à torcida em jogos ao se arrastarem em campo?

Até quando aceitar tudo isto sem se revoltar? Até quando esperar para mudar tudo?

O time precisa de jogadas ensaiadas, treiná-las até executá-las à perfeição. Precisa de mais preparo físico e mais cobrança.

Jônatas não pode todos os jogos se arrastar em campo e errar passes por falta de perna. Tiaguinho não pode simplesmente não ocupar sua faixa no campo e não correr para recuperar a bola perdida - algo que nos levou a sofrer o primeiro gol.

Eduardo não pode esperar a jogada, pois senão enfraquece nossa defesa, que tem que ocupar dois espaços.

Rodrigo Dantas não pode se dizer jogador. Muito menos promessa de ser substituto de Maicosuel. Nada fez a não ser atrapalhar-se com a bola.

Victor Simões precisa urgente se rezar e treinar pontaria - mas deve-se defendê-lo por ser incansável e ao menos ajudar a defesa, algo que muitos outros não fazem.

Estes novos reforços, já para dentro do campo para fazer os titulares se empenharem mais. Túlio Souza e Michael não deveriam estar fora dos planos da comissão técnica. Teco não é banco do Emerson. Léo Silva e Batista ao menos tem preparo físico.

Até quando diretoria?

Se o sinal amarelo não ligou ainda, cuidado, podemos já estar no código vermelho sem estarmos nos dando conta, iludidos por uma brisa sul-americana que passará tão logo enfrentemos algum time minimamente decente.

Sejamos realistas, façamos o impossível.

Vamos vencer com o que temos. Uma superação a cada jogo. Deve ser este o pacto: ao menos muito mais vontade para dar o sangue pelo Glorioso.

Era em épocas nas quais o manto sagrado era banhado de suor e sangue que forjavam-se os grandes ídolos e verdadeiros nobres heróis: igual àquele cuja estátua saúda à todos na entrada Oeste - salve Nilton Enciclopédia Santos.

SAN

K1

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009

Homenagem à Enciclopédia

O dia era de homenagem ao Nilton Santos, este patrimônio que temos a honra e a responsabilidade de caber apenas a nós e à seleção tê-lo na história circunscrita pela quatro linhas e inúmeras alegrias que nos deu este que é Glorioso e sempre será: a Enciclopédia do Futebol.

Justas homenagens, mesmo levando um susto de início, revertido corretamente em goleada, como merece nosso mestre. E com direito a centésimo gol no Engenhão, marcado por Fahel. E a artilharia do campeonato, com 5 gols, 2 dos quais Victor Simões marcou hoje: e anota o que escrevo, ele cavou o amarelo e está mordido para jogar a final antecipada no domingo. A arquibancada já urrava: "ô urubu, pode esperar, a sua hora vai chegar".

Cantei, mas confesso que apreensivo, pois se levamos sorte em duas bolas na trave e um gol entre tantas outras jogadas de desatenção e falta de entrosamento de um time aquém como é o Bangu, com apenas um ponto ganho por motivos óbvios, preocupo-me quando penso em enfrentar Zé 'entortador' Roberto e cia. sob a batuta do Cuca, que sabe armar uma retranca-ofensiva como poucos: e foi assim que dançamos contra o Volta Redonda. Mas, clássico é clássico e somos os únicos que podem acabar com essa vergonhosa sequência e restituir o que é nosso de direito: o campeonato carioca, que seria o tetra!


Resumindo o jogo, amplo domínio e algumas falhas gritantes como a falta de pernas e de bocas de Juninho e Renan, cuja indecisão, de ambos, levou ao gol adversário. A bola de Reinaldo que teimava em não entrar, apesar de ter dados dois bons passes para os gols e se movimentar bem. E Thiaguinho: definitivamente tem que se parar de aplaudir suas corridas para evitar laterais, porque isto só acontece porque ele não está corretamente posicionado, deixando de ocupar a lateral de maneira a se tornar de fato opção de jogadas.

Victor Simões foi o nome do jogo pela raça, precisão e faro de gol de sempre. Até aqui a melhor contratação do Glorioso, disparado. Fahel marcou o primeiro dele pelo Botafogo, terceiro na partida e centésimo do Engenhão. Que os números sejam cada vez mais positivos.

Vale ressaltar que podia ter sido uma goleada ainda maior se a pontaria estivesse mais afiada - de todos que, e isso é positivo, chutaram a gol - e Reinaldo com sua estrela na órbita correta, ele ainda está se alinhando à Constelação! Alessandro teve sua dedicação e superação recompensada pelo quarto gol da partida, em primoso cruzamento que penso ter sido do Maicosuel, que aliás bateu o córner para a cabeçada do primeiro gol com precisão: quando vi que ele iria bater sabia que seria gol, tanto que tirei foto.

Vamos subir à serra para pegar o Friburguense, que venceu o Volta Redonda em VR city: ou seja, não será jogo fácil. Melhor ainda, pois nos prepararemos para o domingo, que é quando teremos um tira-teima de quem é o melhor do Rio de verdade: só não vale roubar, avisa pro pessoal de lá!

E vamos comparecer torcida! Hoje tinha menos de 4mil pagantes e renda em torno de R$65 mil... isso não paga nada no final do mês. Depois ficam reclamando que o clube não paga salários em dia, que não contrata à altura da nossa tradição de seleção... e você, tem se comportado como? Tem ido apoiar? Tem pago ingresso, contribuido como sócio-torcedor ou algo neste sentido?

Vamos fazer valer, tem jogadores querendo no time: vamos lotar a arquibancada de torcedores com vontade de apoiar incondicionalmente que é isso que, somado a uma diretoria pé no chão, fará a gente brilhar acima das nuvens!

SAN

K1

sábado, 18 de outubro de 2008

Perrengue! Não mereciamos isto.

E era pro título ser diferente. Tinha tudo para ser.

Podia ser: Tem coisas que só acontecem ao Botafogo.

Ou também: É por isso que sou Botafogo!

"Hein?", você deve estar pensando que estou meio avariado e abalado, quiça louco com esta derrota - a segunda vitória do Santos fora de casa neste campeonato! - ou algo deste naipe, mas de fato, no meio disso tudo, não tenho do que reclamar.

É por isso que sou Botafogo!

Tudo começou quando eu liguei pra sede de General Severiano hoje e perguntei se ainda vendiam ingressos no Via Parque, pois estava na Barra dando aula. Seguindo a resposta afirmativa de que haveria venda até às 17h dei com os burros n'água às 16h20, o que me deixava já atrasado, pois ainda precisava voltar em casa em Ipanema, trocar de roupa, pegar as estrelas de isopor e partir pro metrô pra depois pular pro trêm e ainda comprar ingresso.

Estava pronto às 17h30: tarde demais para fazer a missão em cima dos trilhos. Resolvi então aproveitar o fato de estar com um carro emprestado e parti pela primeira vez de carro, sozinho pro Engenhão. Isso significou cerveja zero pela primeira vez em um jogo de futebol - como não se vende mais dentro do estádio, acabei nem sentindo tanta falta assim.

Feliz em teoricamente conseguir chegar a tempo e com a consciência cidadã refletindo a maturidade que tanto busco forjar a cada ação encaro um daqueles obstáculos da vida: tendo acabado de passar pelo NorteShopping o carro simplesmente morre em movimento e não gira mais a chave - já havia dado sintomas disto há algum tempo, mas desta vez fora pra valer.

Empurrei quase um quarteirão pela via principal, sendo ajudado por um bicicletista - que disse que só me ajudava porque era alvinegro - e por uma viatura de polícia, que solicitamente, sem ser pedida, segurou o trânsito para eu fazer o retorno empurrando o jipe a entrar no posto.

O posto não tinha cabo para chupeta, o motorista rubro-negro quando perguntado sobre chupeta disse que isto era coisa de tricolor, mas que me desejava sorte, um frentista me cobrara dez reais pra deixar o carro ali, o outro resolveu empurrar com mais uns meninos da região pra fazer o possante pegar no tranco.

Pegou. Mas bastava tentar ligar farol, rádio ou algo parecido que o carro dava sinais de que iria morrer ali mesmo. Sentiria falta dos limpadores de pára-brisa na volta.

E apagado subi a rua que levava ao Engenhão, onde parei no estacionamento do setor Visa, pois quanto menos voltas desse melhor, afinal o carro podia parar a qualquer momento e a essa altura a partida já havia começado.

Como a vida me levou até lá, aproveitei e fui tirar uma foto do busto de Garrincha, que havia sido colocado lá há poucos instantes. Não somente tirei a foto como reencontrei o assessor de imprensa do Botafogo, amigo de meu amigo, de quem comentei em um dos primeiros posts aqui do blog. Não é que o cara me reconheceu e após saber que ainda necessitaria comprar o ingresso e ouvir o meu relato que agora compartilho com vocês, ficou sensibilizado com minha saga e me convidou para ficar no setor Visa.

Pois não apenas assisti à partida ali, da cadeira 33 da primeira fileira, na boca da saída do vestiário, como pude acompanhar um Botafogo decente no primeiro tempo e apagado no segundo.

O destaque da partida para mim - com defesas espetaculares e saídas seguras - foi o Renan, que tem demonstrado que está a altura da titularidade. Mas foi o que disse para ele no final: tudo vem com o tempo, no compasso certo.

Do outro lado, destaque para o goleiro Fábio Costa, que pegou tudo e mais um pouco.

Mas apesar dos destaques terem sido os goleiros, não se pode dizer que o Botafogo jogou bem. Principalmente na segunda etapa, quando voltou sonolento, sem pegada.

Ouso dizer que tudo começou a sair dos eixos quando perdemos nosso maestro, lesionado. Tomara que possa jogar na terça.

Entrou o Zárate, que muito voluntarioso, raçudo e com alguns bons toques no ataque não fez nada demais, tendo perdido duas importantes chances, uma delas nas quais ele precisaria ter apenas 5 quilos a menos pra apenas se jogar na bola, que cruzara caprichosamente a pequena área.

Mas se o tom com o hermano ainda é de 'aceitação', tudo muda quando começo a falar de Ney Franco e suas duas outras substituições:

Wellington Paulista, que apesar de caindo, vinha jogando bem quando de pé, sendo o único que ameaçava de fato a meta santista e Carlos Alberto, que apesar de firuleiro e fominha era, com a saída de Lúcio Flávio, o único que dava maior qualidade no meio, tendo boa visão de jogo - apesar de ter perdido perigosamente a bola em dois lances individuais excessivamente fominhas.

Mas enfim, ao menos ambos são jogadores, estavam ligados.

Lucas Silva e Marcelinho que entraram mostraram duas coisas: que o primeiro pode voltar ao México e que o segundo pode voltar pra onde veio.

O primeiro não se destacou para mim mais do que quando perdeu infantilmente a bola em jogada tranquila no meio campo, reflexo da desatenção e falta de ritmo de jogo, mas isso não deve ser desculpa, principalmente porque pelo video no youtube se esperava ao menos um chute a gol. E nada.

Pior do que nada é a furada de Marcelinho, jogada-exemplo do futebol deste cidadão que não pode servir de opção séria para se virar uma partida: é por demais limitado, por mais que esforçado. Aliás, falando nisso, por que não colocar o Fábio? E o Alexsandro?

A que ponto chegamos? Ter que perguntar por que não colocar Fábio, Alexsandro...

Bem, quanto ao jogo foi mais ou menos isso. Não tenho como falar do gol do Santos, pois estava gritando pro Wellington Paulista me jogar a camisa dele. Fiquei sem a camisa e sem ver o gol, que acabei de ver agora na globo.com: que golaço.

Deu a impressão de que se o Renan não tivesse dado aquele passo pra frente antes da batida ele poderia ter alcançado a bola; ainda mais se fosse pulando pra fora, ao invés de pular com o corpo pra dentro, devido ao passo pra frente que havia dado. Todavia, bola dificílima e mérito do camisa 10 santista.

E falando em mérito, na saída pude tirar mais fotos com o busto e com o totem do Garrincha, além de ter a felicidade de encontrar, conversar e fotografar com boa parte do time. Alguns, como Lopes e Thiaguinho passaram sem eu perceber ou ter tempo de chegar para abordar. Mas Renan, Jorge Henrique, Zárate, Renato Silva, além do eterno craque alvinegro Maurício foram todos muito simpáticos e solícitos - fiquei realmente impressionado com o carinho e paciência de cada um deles.

E olha que precisaram, pois eram algumas pessoas pedindo autógrafo e fotos, nem todos, é verdade, com uma máquina tão lenta e que dava erro toda hora como a minha. Mas as fotos saíram e vão online daqui a pouco. Via-se, nuns mais, noutros menos, felicidade em estar ali, respirando Botafogo.

Teve torcedor xingando e querendo agredir o Thiaguinho - a meu ver de forma completamente injustificada -, mas foi prontamente reprimido por uma torcedora símbolo das Guerreiras AlviNegras, que ameaçou: se falar mais uma besteira dessas, leva um catiripapo.

E tudo acabou por se apaziguar, dando vez a um comentário de um simpático senhor que me confundira com ex-jogador do clube. Jorge, que lembrava a escalação do time de '58 e disse que o de '68 fora o melhor, soltou a pérola da noite: "ele ainda vai ver muita coisa pela frente", completando depois com a memória da final de '71 contra o Fluminense, mais um roubo do tricolor das Laranjeiras - gol do Barcelona! -, na qual vagava perdido pela Praça da Bandeira.

E quando eu estava lá, perdido em meio a pensamentos a cerca do resultado e a devaneios com a imagem do 'Anjo das pernas tortas', esperando solitário a saída dos jogadores, fui abordado pela equipe do EsporTVisão da TVBrasil para responder sobre 'se a seleção brasileira tem jogadores no Brasil para substituirem os estrangeiros'. A pergunta, um pouco tendenciosa, colocava a 'culpa' pela convocação de estrangeiros no Dunga, mas pelo que me lembre há muito tempo a base da seleção é européia, não?

Enfim, falemos da seleção de nossos corações estelares e solitários! Temos agora que torcer pelo empate entre Coritiba e Goiás amanhã, quando seremos mais do que nunca 'vascaínos desde pequenos'. O Vitória pode perder ou empatar com o Fluminense, ganhar não, senão complica por nosso lado também.

Como sempre, fomos Robin Hood, ganhando dos grandes e entregando o ouro para os que estão abaixo na tabela.

No blog amigo Mundo Botafogo o Rui já dá como certo ficarmos ali na mediocridade entre o nono e o décimo-segundo lugar.

Sou mais otimista: acredito ainda em Libertadores. Ainda faltam 8 rodadas e com cinco vitórias o G4 é uma realidade a meu ver. Se o Internacional acredita e está atrás, por que nós não acreditariamos?

Temos que apoiar. E meter na cabeça de Ney Franco que Marcelinho e cia. não são solução pra virar jogo: nem aqui, nem na Argentina.

Vamos fazer nosso papel: vamos lotar o Engenhão!

E terça, torcer em frente à TV. Pra cima dos hermanos!

SAN

K1

sexta-feira, 13 de junho de 2008

Constelação Gloriosa brilha na Globo.com

Nossas duas fotomontagens em homenagem ao Chorinthians foram parar na Globo.com, confira.

Obrigado pela preferência: estamos trabalhando para melhor servir ao BOTAFOGO. ;)

SAN

K1