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domingo, 25 de outubro de 2009

Incompetência, chega!

Incompetência - essa é a palavra alvinegra deste domingo.

A máxima foi a de Lúcio Flávio, que mesmo com Bruno claramente caindo pro seu canto esquerdo, insistiu no mesmo canto e perdeu a chance de colocar tudo igual em um jogo em que novamente fomos levemente superiores.

Logicamente mérito para o bom goleiro, que além de ter bons reflexos, estuda os batedores e pula no canto preferencial dos mesmos - bola fora pro maestro que já o conhece há quase 4 anos e parece não saber o que todos já sabem e o que eu acabei de reiterar.

Descendo um grau na pirâmide da incompetência fica a nossa zaga: errar quique da bola, deixar ganhar na corrida, na trombada, na virada e ainda deixar chutar é demais. 'Tá faltando suplemento? Vergonha?

Ridículo... aliás, tanto quanto nosso ataque. Enquanto eles tem Pet e Adriano que de fato definem jogo, nós temos, além de um maestro que desafina, um ataque que mesmo que tente, domina, mas não marca. Foram no mínimo 3 bolas perdidas pelo André Lima - que ao menos buscou perdê-las. Já os demais nem isso...

Por fim, antes de falar de nossa delicada situação no campeonato, um brado contra a diretoria: que teimosia.

Perdemos o jogo e a renda. Estádio vazio, mesmo com ingressos falsos e a princípio esgotados.

Aí entra o governo, que precisa organizar melhor transporte e segurança. E também a CBF que precisa melhorar a venda de ingressos.

Enfim, nem adiante reclamar de outras duas penalidades não marcadas: tá na hora de fazer por onde sorrir e não ficar de choro que esconde incompetência.

Nossa situação ficou muito delicada, pois somos 5 times lutando para escapar de 4 vagas no Z4 - desculpe, somos 4 times fugindo de 3, afinal, Cucaiu, né mesmo?

Nosso rumo será igual, se não fizermos algo já! Coritiba já está 5 pontos na frente...

SAN

K1

domingo, 18 de outubro de 2009

Roubaram até minhas palavras

Serei suscinto, pois quando se é assaltado não se tem muitas palavras sobrando.

Dois impedimentos mal marcados, duas penalidades que deixaram de ser marcadas a nosso favor e um time que não jogou o que jogou contra o Goiás.

Eis o resumo do jogo contra o Cruzeiro - uma bela garfada que nos tirou preciosos pontos.

Temos, contudo, que reconhecer que se não fosse por São Jéfferson mesmo essas injustiças todas não fariam diferença: ele nos salvou no mínimo em 5 oportunidades claras de gol, muitas vezes saindo arrojadamente nos pés do atacante cruzeirense.

De resto não vejo destaque em um time que não conseguiu de fato ofertar perigo ao gol do Fábio, exceto na última bola do jogo em falta de Lúcio Flávio que passa rente à trave e em um ou outro chute que chega a ser constrangedor comentar como ponto alto do jogo.

Aproveito para falar da última rodada, que deixei de postar, pois estava - como estou - corrigindo provas: que bela prova de força da torcida e ausência de eficácia de time e diretoria. Que confusão lamentável. É preciso acreditar mais na torcida: seqüência de vitórias e jogo em feriado com preços reduzidos é pra lotar mesmo.

O que ressalta também é a lógica conclusão: preços e horários mais propícios facilitam à torcida - ou seja, a logística e não apenas o preço são fatores que dificultam a todos que para o Glorioso pretendem torcer.

Vamos pensar em solução em conjunto, diretoria?

Agora é garantir os 3 pontos contra o urubu-negro e impedir a entrada deles no G4 ao mesmo tempo em que nos afastamos do z4 de vez e passamos o Coritiba.

É obrigação.

SAN

K1

sexta-feira, 9 de outubro de 2009

O Glorioso voltou para ficar!

ôôôôôô, segunda é o K-rá-lê-ô!

Rumo à Sul-Americana. Libertadores qualquer dia 'tamo aí'. É sério, se o time jogasse assim o campeonato inteiro... estariamos brigando lá na outra ponta, a de cima.

E foi partindo pra cima que matamos o Patético Mineiro, fazendo do Galo um freguês de 10 anos de preferência à mesa carioca: sempre um banquete 'facim, facim' pra gente.

O trânsito, a confusão nos trens e a chuva, não necessariamente nesta ordem, me inviabilizaram de chegar ao Engenhão. Acabei imitando o Glorioso e marquei um golaço ficando em casa... mas isso é papo pra outra resenha.

Fato é que foram 3 golaços. Tão bonitos que palavras seriam impossíveis de descrevê-los. Melhor mesmo acompanhá-los através dos melhores momentos em vídeos.



3 pinturas que valorizam o esforço coletivo alvinegro. Vale registrar que Jéfferson quase pega a penalidade e que fomos 100% superiores durante todo o jogo.

Vamos lotar o Engenhão segunda e o twitter com o #OGloriosovoltou

SAN

K1

segunda-feira, 5 de outubro de 2009

O Glorioso voltou!

Por incrível que pareça, estava trabalhando em pleno domingo e só consegui me liberar para ver o segundo tempo. Na verdade cheguei no bar no finalzinho do primeiro. Ou seja, consegui ver os melhores momentos e o que vi foi morno, com excelentes defesas do Jéééfferson Seleção e muita pancadaria por parte dos goianos.

E levei sorte ao Glorioso: cheguei no segundo tempo ao Informal/Ipanema e pedi 3 chopps Black. Se tivesse pedido o quarto Lúcio Flávio teria convertido a penalidade - aliás, como bateu mal.

Aproveito para esclarecer minha ignorância: quando alguém invade não tem que voltar o chute?

Foi divino e Glorioso e poderia ter sido de 5, não fosse Victor Simões perder gol feito e Lúcio Flávio perder a penalidade. Registre-se as grandes defesas do absoluto Jéfferson, que veio para ocupar de vez a titularidade da meta alvinegra, desculpem-me Castillo e Renan.

E escrevi assim, entre um gole e outro do chopp:

Aos 3 minutos, golaço do Botafogo. Grande jogada pela esquerda, distribuída pelo meio para André Lima, que passa para Jóbson chutar com categoria para marcar o primeiro - do jogo, do Botafogo e dele pelo Glorioso. Em 3 minutos já rendeu mais que o Reinaldo em todos os 45 minutos anteriores.

Aos 5 minutos a jogada se repete, contudo sem o tento. Aos 6 minutos, falta clara na boca da grande área, logo ali na meia lua, chance inteira de gol. Aos 7 minutos bola goiana na trave após trapalhada da defesa.

Aos 16 minutos, outro golaço: cruzamento preciso e bate-pronto que recoloca Victor Simões de volta no caminho certo, ele que desaprendeu seu futebol depois da saída de Maicosuel (verdade que quase perde o gol, chutando em cima do goleiro, mas... foi gol!).

Aos 19 minutos é a vez de André lima deixar o dele no gol mais bonito (?/difícil de dizer) da noite: drible de letra, invade a área e chuta bonito para alegria dos súditos de Garrincha.

Aos 24 minutos o Glorioso perde o quarto, em trapalhada de Victor Simões sozinho na pequena área. Aos 27 minutos é a vez de Lúcio Flávio perder a penalidade - fato raro, ainda bem que não fez falta! - e André Lima, que sofrera a penalidade aos 25 minutos, receber cartão amarelo por invadir a cobrança e ficar em condições favorecidas para estufar a rede no rebote.

Aos 35 minutos Victor Simões quase faz um golaço para se redimir. Nos acréscimos, enquanto escrevo as linhas finais que abaixo transcrevo, levamos o gol de honra do Goiás para que o Hélio dos Anjos não sofra lá com seus demônios em demasia.

Jogamos bem. Jefferson foi sensacional, o time aguerrido. Jogamos com honra, os jogadores demonstrando vontade e um futebol digno do Glorioso.

Se fosse assim o campeonato inteiro estariamos disputando Libertadores.

Comentário: foi só tirar os sangue-sugas que o time começou a dar sangue... FOGO!

Quinta vamos lotar o Engenhão para apoiar o Glorioso.

SAN

K1

domingo, 27 de setembro de 2009

Desinteressante: até quando?

Um bando perdido em campo denota claramente que não temos um técnico à margem. Da beira entramos de cabeça no caos.

Contratações duvidosas, inexistência de esquema tático - ou ao menos de aplicação correta e obediente - saudosismo das jogadas ensaiadas do Cuca, desinteresse total de boa parte dos jogadores na partida.

Até quando Estevam?

Até quando iremos acompanhar nosso ataque perder gols fundamentais? E ser representado por apenas um jogador. Até quando insistir em juvenis de qualidade duvidosa que nunca mudaram o panorama de partida alguma? Até quando insistir em veteranos que desafiam-te publicamente em treinos e à torcida em jogos ao se arrastarem em campo?

Até quando aceitar tudo isto sem se revoltar? Até quando esperar para mudar tudo?

O time precisa de jogadas ensaiadas, treiná-las até executá-las à perfeição. Precisa de mais preparo físico e mais cobrança.

Jônatas não pode todos os jogos se arrastar em campo e errar passes por falta de perna. Tiaguinho não pode simplesmente não ocupar sua faixa no campo e não correr para recuperar a bola perdida - algo que nos levou a sofrer o primeiro gol.

Eduardo não pode esperar a jogada, pois senão enfraquece nossa defesa, que tem que ocupar dois espaços.

Rodrigo Dantas não pode se dizer jogador. Muito menos promessa de ser substituto de Maicosuel. Nada fez a não ser atrapalhar-se com a bola.

Victor Simões precisa urgente se rezar e treinar pontaria - mas deve-se defendê-lo por ser incansável e ao menos ajudar a defesa, algo que muitos outros não fazem.

Estes novos reforços, já para dentro do campo para fazer os titulares se empenharem mais. Túlio Souza e Michael não deveriam estar fora dos planos da comissão técnica. Teco não é banco do Emerson. Léo Silva e Batista ao menos tem preparo físico.

Até quando diretoria?

Se o sinal amarelo não ligou ainda, cuidado, podemos já estar no código vermelho sem estarmos nos dando conta, iludidos por uma brisa sul-americana que passará tão logo enfrentemos algum time minimamente decente.

Sejamos realistas, façamos o impossível.

Vamos vencer com o que temos. Uma superação a cada jogo. Deve ser este o pacto: ao menos muito mais vontade para dar o sangue pelo Glorioso.

Era em épocas nas quais o manto sagrado era banhado de suor e sangue que forjavam-se os grandes ídolos e verdadeiros nobres heróis: igual àquele cuja estátua saúda à todos na entrada Oeste - salve Nilton Enciclopédia Santos.

SAN

K1

segunda-feira, 21 de setembro de 2009

13. empate do Glorioso

Agora começamos nossa ressurreição. Conquistamos o número da sorte de empates, agora é só vitória daqui pra frente.

Jogo sob forte chuva, mas mesmo assim, nada do Fogo se apagar. Se não fosse por, MAIS UMA VEZ, não marcarem penalidade a nosso favor sairiamos com os três pontos da Vila Belmiro.

Com certeza, não podemos nos balizar nisto: precisamos ganhar para sair desta desconfortável situação, mas há alento. Com poucas vitórias já podemos nos incluir na Sul-Americana do próximo ano. Com uma arrancada triunfal quem sabé até algo mais: Libertadores qualquer dia 'tamo' aí. (Nunca gostei de cantar 'qualquer dia', é muito vago!)

Fato é que a sorte volta a sorrir pra gente: goleiro seguro, Jéééfferson conta com a sorte e com suas traves para fechar nosso gol. E o fez novamente neste jogo com defesas e saídas precisas.



O jogo nem teve bom nível de futebol, mas a edição - apesar de não mostrar a penalidade sofrida por André Lima, mas confirmada pela matéria da própria Globo.com, serve para vermos que no final da história fomos iguais, senão melhores que os santistas.

Tá na hora de ganhar, Glorioso!

SAN

K1

domingo, 16 de agosto de 2009

Empate com vislumbre de vitória

Cheguei atrasado ao Itahy - estava na #find2009 -, aos 20 minutos do primeiro tempo. Timing perfeito para falar com todos do botequim, da palmeirense Sonia que fica no caixa ao botafoguense Vavá que serve o chopp mais aguardado da semana, passando pelos rubro-negros, tricolores e vascaínos, entre eles Manuel e Antonio. Foi tomar meu lugar e o primeiro gole para espumar a plenos pulmões, explodindo o colarinho: Goool de André Lima que literalmente estufa as redes.

Aos 27 minutos, penalidade clara em Lúcio Flávio - que só o juíz não quis marcar, porque até a Globo viu: após drible desconsertante dentro da área e um balão, acabou derrubado no chão pelo porco defensor.

Aos 32 minutos, o estreante Flavio falha e decreta o empate: sai atrasado, mal e desnecessariamente do gol em uma bola cruzada em batida de falta - e olha que tinha zagueiro no lance, ou seja, bastava ficar em pé no gol que encaixaria a bola fácil, fácil.

Para mim, muito simples: traz o Jefferson de volta.

Com nem 2 minutos do segundo tempo, tabela linda entre André Lima e Batista pára em defesaço com a ponta do pé de São Marcos.

Pressão alvinegra com espasmos e lampejos perigosíssimos alviverdes - ao menos estamos lutando muito. A mudança de postura é evidente.

Aos quase 15 minutos, excelente defesa de Flavio em chute cruzado e perigoso.

Aos 26 entra Laio. Gostei. Mais da ousadia do Estevam e a demonstração de que vai em busca da vitória do que por qualquer outra coisa - até porque o Laio acabou não levando perigo algum.

Nesse meio tempo Fahel protagonizou a perda de um gol que qualquer um faria, estando cara-a-cara e isolando bisonhamente a bola. Essa, sim, até eu faria.

Rodrigo Dantas entra aos 45 do segundo a tempo de errar passe que poderia nos deixar de cara pro gol e comprovando que inflaram demais o nome dele.

Final de jogo: empate com vislumbre de vitória contra o porco, líder do campeonato.

Fica a certeza de que estamos em um caminho rumo ao topo; brilharemos.

SAN

K1

quinta-feira, 13 de agosto de 2009

Estevam Soares novos

Veio o técnico do Barueri, Estevam Soares. Já comandou primeiro treino e mostrou que terá um comportamento bem diferente do pacato Ney Franco. Aqui cabem alguns registros.

Primeiro sobre o passado.

Ney Franco pode até ser bom técnico, mas de fato havia perdido a mão e o pulso depois de perder o carioca. O Botafogo não rendeu mais e um papo mole de que iria melhorar nos levou até a metade do campeonato temendo a segundona.

E o fato é que o Botafogo tem time para render mais. Muito mais. Não digo disputa de título, mas fácil Sul-Americana e, quem sabe, beliscar algo mais.

E é acreditando nisto que veio o Estevam Soares que pagou a sua própria multa recisória para deixar um time - o Barueri - que ele levou ao sexto lugar para pegar e reerguer um time que está quase dez posições abaixo na tabela.

Demonstra com isto, na prática, que confia no seu próprio taco, na diretoria - que reiteradamente elogiou pela postura e ação ética no tocante à sua contratação junto ao Barueri - e nos jogadores.

E olha que isto foi sem saber que cone, digo, Tony e Jean Coral serão afastados para a contratação de atacantes com condições de serem titulares, disputando de igual para igual com André Lima e Victor Simões, já que Reinaldo é incógnita devido à sua contusão.

Sua postura também reforça seu discurso e sua capacidade de cobrança, dedicação, fé e doação, pois é discurso-vivo e comprovado na prática.

Agora é torcer. Pelo Estevam e pelo Glorioso.

SAN

K1

segunda-feira, 10 de agosto de 2009

Time de m... eu não consigo gritar isto.

Por pior que tenha sido, não grito isto, apoio sempre. Não considero correto vaiar um jogador o tempo inteiro. Vaia se a jogada foi ruim e não antes do cara tocar na bola. Tem que apoiar. Senão desestabiliza ainda mais.

Fui com a equipe da Campanha da Acessibilidade, pois havíamos estado em São Januário por ocasião da adesão do Vasco à campanha – parece que não é só nas músicas que nos copiam -, mas neste quesito, da campanha, é positivo e devo confessar, a diretoria do Vasco foi muito atenciosa e competente: Roberto Dinamite e seu corpo de diretoria são um show. Não à toa era botafoguense antes de se firmar no Vasco, sabiam?

Mas só falei disso tudo porque a representante do Ministro e minha amiga de longa data, 'Vicky Vascaína', falou e disse tudo: “Quanto ódio! Vocês não gostam do time de vocês! Tem que apoiar até o fim!”

E nisto concordo com ela. Não podemos desestabilizar ainda mais os jogadores vaiando. Ou o técnico. Até porque, quem virá pro seu lugar?

Deu na ESPN que a diretoria já decretou a saída de Ney Franco e já tem o substituto. Aguardemos.

O que de fato não dá para aguardar é o time deslanchar. E temos time para estar bem acima na tabela.

E torcida também: ontem éramos mais de 12 mil. Depois reclamam...

Mais de 12mil vendo 7 mulheres e um homem abrir um bandeirão de 25x30 metros para divulgar a campanha da Acessibilidade.


Se a vitória não veio por ego e preciosismo na penalidade perdida de André Lima– que saiu chorando de campo (com direito a esporro do Alessandro, afinal André Lima não vinha batendo bem as penalidades nos treinos, como confirmou o próprio técnico alvinegro) -, falta de comando de Lúcio Flávio e Ney Franco e um gol em impedimento do Atlético-PR; ou ainda na segunda penalidade a nosso favor não marcada e as inúmeras chances perdidas pelo nosso ataque, como sempre, ao menos podemos dizer que tivemos uma vitória:

A filha de uma das conselheiras integrantes da campanha havia ido pela primeira vez em um estádio horas antes, em São Januário e quase virou vascaína.



Mesmo perdendo, tenho certeza de que saiu do Engenhão encantada com a beleza da Estrela Solitária e o poder do Fogo, certa de que há mais ali do que ela pode ver. Comprovará.


Estamos na torcida. Aliás, bonito ver nosso ídolos comparecerem para torcer pelo Glorioso.

SAN

K1

domingo, 26 de julho de 2009

Botafogo 3 x 2 Internacional - fatos e fotos

Foi uma partida especial.

Vamos aos fatos.

O time jogou bem, talvez sua melhor partida pós-carioca - ao menos no primeiro tempo, no segundo hiatos de sonolência e desatenção que quase complicam.

André Lima voltou a marcar pelo Glorioso.

Juninho carimbou duas vezes a trave e fez ecoar ainda com mais força o canto de "ôôôôôôô, Fica Juninho!".

Wellington coroou a excepcional atuação com o primeiro gol da partida - e ao menos para mim é titular ao lado do Juninho.

Alessandro marca o da vitória.

Renato anda meio fora de forma...

Bola fora para Victor Simões que arrancou em bela enfiada, mas chutou muito mal, possibilitando uma excepcional defesa do goleiro colorado; mas o pior foi ter tirado o manto quando foi substituído e nem ter vibrado com o gol da vitória - tenho foto para comprovar, só ver abaixo.

Mas o ponto alto foi ter ido ao campo para ciceronear meu novo amigo, o santista Samuel, que veio ao Rio e aproveitou para arrumar um problema: não sabe mais para quem torce, Santos ou Botafogo. Ambos são alvinegros, mas o nosso tem a Estrela e isto deve pesar em sua decisão. Samuel é super alto astral e ver o jogo ao seu lado fez da vitória algo ainda mais especial: trouxe sorte o menino.

Sobre a partida, vale registrar que mais uma vez fomos prejudicados pela arbitragem, que não marcava faltas a nosso favor, não dava cartão para os colorados e ainda deixou de marcar penalidade clara no segundo tempo.

Pior do que isto, apenas o fato de Ney Franco só mexer no time após levar o gol de empate, teimando em deixar o cansado e desatento Renato em campo - a perda da bola na saída pós-empate é algo inaceitável até em peladas.

Bom foi rever meu ex-professor e atual Diretor de Esportes Olímpicos, Miguel Angelo da Luz e o assessor de imprensa.

Agora, vamos às fotos.

O Botafogo foi o primeiro clube a aderir à campanha da Acessibilidade. Felicidade em dobro.

Castillo fechou o gol com grandes defesas.


Predestinados: 2 bolas na trave e o gol da vitória seguram a bandeira do Glorioso, Juninho e Alessandro.

Corre que vai começar Castillo!


Precisa dizer mais alguma coisa?

Todos comemoram o gol de Alessandro que seria o da vitória; menos Victor Simões que, puto, fica sentado no banco... =/


Inspirando-me em Manga para minhas futuras atuações nas peladas da vida...

Bons ventos embalarão esse time. Ainda teremos gratas surpresas, tenho certeza.

Libertadores ano que vem estamos aí! Sonhar, afinal, não custa nada.

SAN

K!

quinta-feira, 23 de julho de 2009

Aflitos pela arbitragem

3 x 1 - ao menos esse foi o placar em termos de erros capitais - a nosso favor, como sempre.

Em gols validados, novamente garfados, ficamos no empate de 2 x 2 fazendo a arbitragem jus ao nome do estádio e deixando quem via o jogo aflito por inteiro.

O jogo todo foi assim. O alvinegro joseguilhermo, que notara que Lúcio Flávio era o 'rabanete' do jogo, bem que comentara: "o juiz vai voltar querendo compensar". Dito e feito.

E não sou eu quem digo. Dessa vez até a Globo.com reconhece.

Independente dos erros que nos prejudicaram - MAIS UMA VEZ - vale ressaltar que se não é o Renato amarelar e deixar de fazer o gol, toda história seria diferente.

Por isso, vale ressaltar que o Ney Franco demorou em sacá-lo. Colocou Leo Silva no lugar. Senti leve melhora.

O que não melhora é a constante falha da zaga: no segundo gol foi vergonhoso, no primeiro calamitoso. Não pode deixar jogador cabecear sozinho, muito menos receber sozinho pra cruzar.

Uma marcação equivocada de impedimento aos 48 minutos do segundo tempo evitou uma chance clara de gol do Botafogo, impedindo nossa vitória.

Aliás, o Botafogo só tem uma jogada: cobrança de Juninho - ou é gol ou é rebote e gol; eventualmente um barreira, escanteio ou tiro-de-meta, mas o espírito está lá.

O que se encontra lá nos Aflitos também é muita porrada! Como gosta de bater esse time do Náutico. Faltas constantes, muitas violentas e muita conivência da arbitragem. O que dá mais vontade de protestar é da cotovelada em Lúcio Flávio, que deveria ter seu autor expulso. Quanto isso, dezenas de amarelos para o Botafogo.

Sábado o Glorioso enfrenta sua fama: Internacional.

Jogo difícil, vamos lotar o Engenhão!

SAN

K1

domingo, 19 de julho de 2009

E o tabu se mantêm: garfado de novo!

Eu ia começar diferente. O time merecia. Jogamos mais. Muito mais. Mais do que vinhamos jogando em outros jogos deste campeonato e em outros jogos contra o Flamengo. Como André Lima faz bem.

Mas não dá para ser diferente se a arbitragem é sempre igual. Anulam golaço de André Lima. Validam gol faltoso para os Flavorecidos.

E não dá para ser diferentese a mídia é sempre igual. Apesar da TV confirmar que não houve falta no gol do André Lima o site da Globo.com, por exemplo, nem comenta que tivemos este legítimo gol anulado. Já a posição duvidosa e ligeiramente impedida de Alessandro, em jogada muito mais delicada de o juíz acompanhar ganha um destaque do tipo "viram como também são beneficiados?".

Mas além de nosso gol anulado, eles também validaram o gol deles. Ganhariamos de toda maneira pela diferença de um gol. E tinha tudo para sairmos com vitória. Teve até bola no travessão de Victor Simões e pressão ininterrupta.

Mas teve também vacilos decisivos de nossa parte: e é nisso que devemos atuar, pois o exterior não podemos mudar.

Castillo saiu de maneira irresponsável no lance que originou o primeiro gol urubunegro, bem como Leandro Guerreiro, improvisado erroneamente na zaga, não marcou corretamente o Adriano, que, de fato, sobra e desequilibra.

Entramos aí então em outra crítica: por que improvisar Leandro Guerreiro na zaga se temos o bom zagueiro Welington na reserva? Por que insistir no Emerson - ainda mais contra o Flamengo? Que miopia é esta que não deixa Ney Franco enxergar que joga com um jogador a menos quando joga com Emerson, que seu reserva imediato lhe é muito superior?

E que cegueira é esta em tirar o Renato, que - pasmem - vinha bem para colocar Reinaldo, fora de forma e sem poder de decisão: além de atrasar inúmeras jogadas de contra-ataque, ainda perdeu um gol claro - ao invés de puxar e invadir mais ainda a área na corrida, onde entrara sozinho, puxou para o lado mais congestionado e possibilitou a recuperação da zaga.

E ai, quem não faz leva. Ainda mais com a ajuda do juiz.

Adriano ajeita bola com braço e nada é marcado. Afinal, ele sobra e rende para todos, como o Ronaldo, que tudo pode e nada lhe é marcado.

E hoje sobrou disposição ao time e faltou explicação ao técnico: por que mexer em um time que estava superior, retirando a peça menos cansada e 'mais atuante' - para colocar um atleta em recuperação? Eu não me conformo.

E não me conformo com a garfada: Emerson do Flamengo claramente derruba Lúcio Flávio e marca um golaço - mas irregular. E assim termina, com som ambiente do Itahy ressoando os comentários da mulambada "você acha que Flamengo iria perder essa?".

E quando lembrados da falta que o juiz não marcou, tentam argumentar algo que, quando rechaçado pela anulação do gol legítimo, se cala e transforma em um cínico sorriso, acompanhado de um "não vi, não importa, eu ganhei".

Enquanto o Brasil pensar assim, continuará sendo o país do futuro, sem presente nenhum, onde o prazer é roubar ou ganhar roubado.

Fica a regra. Se vacilar um pouco, o ambiente externo não ajudará. Por isso que temos que ser ainda mais competentes que os outros. Mais do que jamais fomos.

Mas confesso que no segundo gol senti uma confirmação. Juninho passa por cima. Lucio Flávio bate. Bruno defende bem. Escanteio. Lucio Flavio bate. Renato de cabeça. No canto. No gol.

O bem sempre vencerá o mal, por maior que seja o esquema. A Luz da Estrela sempre penetra na escuridão do caos. Esta é a Lei do Universo.

Basta seguirmos esta Lei e exercermos nosso pleno potencial: brilharemos. Venceremos.

SAN

K1

domingo, 12 de julho de 2009

Vitória no sufoco e na bola parada

Comemoremos os 3 pontos e o fato de termos saido da zona de rebaixamento.

Mas preocupemo-nos.

Companheiros, levamos um sufoco no segundo tempo e, além do mais, no primeiro, eles - time recém-ascendido da segundona - tiveram algumas chances claras de gol em falhas repetidas de nossa defesa.

Fora uma defesaça de puro reflexo do Castillo em jogada onde Fahel se vira para proteger do chute e dá o canto a queima-roupa.


Alguns registros que se fazem importante:

Aos 3 minutos do segundo tempo já tinhamos 33 passes errados - isso tendo menos posse de bola, enquanto o Avaí tinha algo em torno de 18. Algo está errado, não senhor Ney Franco?

Aliás, time parecia um bando, sem jogadas ensaiadas, sem organização. De novo. E não entendo por que cargas d'água recuamos DE NOVO na volta ao segundo tempo.

Outro registro: em umas três oportunidades Victor Simões ao matar a bola a perdeu, cedendo o contra-ataque, pois a mata deixando escapar muito para a frente.

André Lima obviamente voluntarioso e obviamente sem ritmo e obviamente sem entrosamento. Reinaldo, idem.

Vencemos, pois soubemos aproveitar duas bolas paradas em duas falhas de marcação. Mas não podemos nos contentar com isto.

De bom, além do papo com meu amigo Zé Guilherme, talentoso redator alvinegro, a volta ao Itahy após um período afastado. E foi em grande estilo. Cheguei atrasado, jogo já com mais de 10 minutos.

Cheguei e pedi uma caldereta. Ela chegou na hora em que Victor Simões é derrubado e o Juninho pega na bola para bater. Paro. Comento com Vavá, sagaz garçom alvinegro: vou beber só depois do gol, pra comemorar. Dito e feito.

Como no segundo: olhei para a TV após mais um gole, eram 42:24. Jogada a nosso favor. Supersticioso como todo bom Glorioso, entendi que aquilo era um sinal que, para mim, sacramentava mais um tento da Estrela Solitária.

E ela brilhou.

SAN

K1

quarta-feira, 8 de julho de 2009

Até que enfim! Dois 'novos' reforços.

Depois de muita demora eis que estão confirmadas duas novas contratações. Novas, pero no mucho.

André Lima retorna ao clube que o projetou e o qual 'abandonou' após boa sequência de 22 dos gols no ano de 2007 após passagens apagadas no futebol alemão e no São Paulo.

Jônatas, apelidado de Zidane por seus companheiros de Flamengo - sim, mais um deles infiltrado aqui -, pode não jogar tanta bola quanto seu apelido indica, mas... mas, sinceramente, não sei o que achar. Aguardo vossos comentários.

Cá comigo acho que precisariamos alguém mais pro estilo do Maicosuel, algo que presumo que ele, Jônatas, não seja. Ao menos não me recordo de nada parecido.

É a panela do Ney se formando mais e mais. Depois o cara cai e ai quero ver.

Você acha que foram boas contratações? Opine na nossa enquete, que volta na barra lateral.

E deixe seu comentário aqui no post: precisamos de mais reforços? Em quais áreas? Quem poderia sair para o clube ter caixa para contratar melhor?

Jéfferson seria uma boa contratação para o gol? Eu tenho saudades dele.

E do meu Botafogo jogando para ganhar, não para cair.

SAN

K1

segunda-feira, 6 de julho de 2009

Empate, jogo de seis pontos e contratações

Vi o jogo pelos lances do Tempo Real, ainda recuperando-me de gripe e, portanto, evitando o chopp e a friagem do Itahy.

Não sei bem o que pensar, muito menos o que dizer. Não sei se fomos superiores ao líder do campeonato ou se eles estavam em um dia ruim.

Ruim como nossos atacantes, que não sabem fazer gol. Não somente eles, mas todos que em clara chance desperdiçam-na por falta de sei lá o que: concentração, habilidade, sorte?

Sempre fui a favor da máxima de que 'sorte é o encontro da oportunidade com quem está preparado'. O fato de perdermos nossas principais peças antes de jogos importantes, da bola caprichosamente não entrar... quase me faz pensar diferente. Mas não faz. Se tivessemos contratado direito, inclusive para a reserva, não sentiriamos tanto a falta assim destes jogadores que na titularidade também não tem resolvido tanto assim.

E não adianta vir com frases prontas de boleiro tipo 'o grupo é forte', 'ele bateu bem na bola'... etc.

Vamos ver a realidade nua e crua contra o Avaí que disputa conosco diretamente a lanterninha da tabela.

Antes de me despedir, apenas uma pergunta: que 'golpe de vista' foi aquele do Castillo no gol do Atlético Mineiro? Eu hein, sei não.

Aguardemos. Inclusive as contratações sobre as quais paira uma forte dúvida: trazer o passado resolve algo?

André Lima nos deixou quando estavamos, ambos, em excelente fase - e nunca mais rendeu o mesmo. Otacílio Neto amarga a reserva do Corinthians - para um Jorge Henrique que nos faz tanta falta, e outros tantos que nem vale citar nomes; antes tinha excedido o limite de idade, agora volta a ser cogitado e no meio disso tudo, a tabela vai progredindo as fases. E nós lá, na lanterna.

A única luz no meio dessas possíveis contratações foi a da volta do goleiraço Jefferson. Se ele vier teremos um excelente e estável reforço para o gol - lembro que depois da saída de Lopes haveria ainda uma vaga. Trouxeram o reserva de outro time já? Continuo afirmando a mesma coisa... Jefferson briga para ser titular, não reserva de algum outro lugar.

Semana de observação silenciosa e torcida interna por dias melhores. Eles virão...

SAN

K1

sábado, 27 de junho de 2009

Acabou o jogo. E a paciência.

Coloque em seu twitter: #foraneyfranco #queremosjogador

Se a diretoria não fizer nada #voltabebeto #amadorismo #chega de #cortinadefumaça.

Ou sai Ney Franco, ou vem jogadores - no plural! - de qualidade ou tudo ao mesmo tempo agora.

Isso aqui é Botafogo, não é time de várzea do interior de Minas.

Tenho dito, revoltado, mas sereno.

Pior é que é verdade: entendo que estão fazendo seu melhor, mas simplesmente este não pode ser o melhor do Botafogo, então está na hora de mudar. Simples assim, sem desgastar mais ninguém. Chega.

Quero lutar pela Libertadores e não pra não descer.

SAN

K1

Chega, né?

Tá na hora de pedir pra sair, né, Ney Franco?

Tá na hora de mandar meia dúzia de 3 ou 4 pernas de pau pra reserva e dispensar outros tantos para trazer jogador de verdade.

Tá na hora de acender a luz vermelha: o campeonato é longo, mas esses pontos vão fazer falta.

Escrevo enquanto ainda está Botafogo 1 x 4 Goiás, aos 20 minutos do segundo.

Quando até o irrepreensível Leandro Guerreiro falha em no mínimo dois gols é hora de gritar:

Chega, né?

Com isso tudo o golaço do Victor Simões acaba nem podendo ser comentado e comemorado. Desencantou?

SAN

K1

Torcendo de molho

Recuperando-me, mais da gripe que da derrota para o Vitória e dos desmandos da incompetência em negociações, acompanho online mais uma montanha-russa alvinegra. A julgar pelo Tempo Real do globoesporte.com só dá Goiás. E falha da zaga, novamente.

E, novamente, Renan salva em dois chutes perigosos. Ou seja, tem crédito, mesmo tendo sido o responsável direto pela perda dos três pontos diante do Vitória, tendo falhado bisonhamente em dois lances. De longe - e de perto - não é o responsável pela má fase e sim uns jogadores aquém da qualidade esperada - o meio não marca e não cria e o ataque não faz gol, assim não tem defesa que suporte -, um técnico que ora elogia ora dispensa jogador, ora treina de uma maneira ora de outra, e uma diretoria que ora diz que vai contratar ora se dá conta que o jogador não está dentro dos requisitos (e isto depois de um mês de trâmite).

Queria ter ido hoje para ver a festa por '89, mas a gripe está forte demais e tenho prazo profissional para cumprir até segunda, não posso ficar de cama mais ainda.

E, sinceramente, o time não me inflama a ponto de deixar a cama.

SAN

K1, que se estivesse são, estaria no Engenhão por Amor ao Glorioso, eterno Fogão!

sábado, 13 de junho de 2009

Agora vai

Escalação estranha, gente esquisita se passando por jogador de futebol e eu tava legal, não se vende mais birita.

Mas fato é que o Glorioso foi superior durante todo o jogo e só não fez mais porque o ataque alvinegro ou é muito aquém do que se precisa para ser competitivo ou não está levando sorte mesmo. Ou ambos.

Fato é que Tony perdeu dois gols feitos, Victor Simões se esforçou muito, como sempre, sem levar perigo, como sempre e Laio, apesar de marcar belo gol após drible da vaca no Fábio Costa, também mostrou que segura demais a bola sem ter, contudo, a habilidade para tratá-la com aquele jeito que só quem decide partida de verdade sabe.

A partida, mais que ser decidida por A ou B foi decidida pelo volume de jogo superior do Botafogo. Por mais que possamos dizer que Renan tenha garantido o resultado em uma defesa dificílima no segundo tempo, quando o jogo ainda estava indefinido; por mais que possamos dizer que foi Ney Franco, chamado de burro por parte da torcida por ter colocado Thiaguinho no lugar de Eduardo e não do Alessandro... foi justamente Thiaguinho que rolou muito bem para Batista fazer o dele, com ajuda do desvio da zaga. Registro: Thiaguinho não é reserva, NUNCA!

Teve até carrinho de Lúcio Flávio e a sensação de que nem tudo está perdido e que vem muito mais por aí. A começar pela emoção, pois podemos esperar tudo: uma repentina melhora e acerto rumo à zona da Libertadores - falar de título é estar levitando mais que um palmo do chão - ou um lento agonizar na parte de baixo da tabela.

Se for pela união demonstrada ao final do jogo pelos jogadores que se reuniram no meio de campo e dos dirigentes, que foram prestigiar o treinador a coisa me parece que vai. E a torcida, que em alguns momentos se mostrava impaciente, vai junto: inflamou depois do primeiro gol e apoiou sem parar até o final - foram quase 7mil, muito pouco para o eterno glorioso.

Como disse o ilustre alvinegro Hélio de la Peña no blog dele: "já trouxeram o Michael, agora só falta o Suel pra ser tudo como antes".

Breve reflexão: um clube que tem uma baleia como símbolo e é chamado de Peixe só se pode desconfiar, não?

Pra finalizar, fico com o clássico: 'ééééé, Garrincha é melhor que Pelé!'

E é mesmo.

Saudações AlviNegras,

K1

quarta-feira, 10 de junho de 2009

Pra variar...

Não conseguiram inscrever o jogador, nesse caso o Michael, a tempo do jogo, no tal do BID. Incrível isso... nos outros times os jogadores chegam e já tem condições de jogo.

Seguindo minhas reclamações: Reinaldo além de não ter feito gols no carioca, se machuca sozinho e continua esse tempo todo no estaleiro. Tem algo de errado aí. No mínimo avaliaram mal a contusão inicialmente.

Enfim, posição incômoda na tabela e nada de fecharem com o Díaz. Além de recusarem o Palermo, algo que não entendi até agora. Mesmo com 35 ele joga mais que todos do ataque alvinegro.

Pena tudo ser uma cortina de fumaça.

SAN

K1