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domingo, 8 de abril de 2012

Blitzkrieg já - Quanto maior a demora, maior a expectativ

E maior a chance de se frustrar.

Ou de realizar o seu destino e apesar da, não, graças à pressão brilhar com todo seu potencial.

Poderia ser a saga deste blog, que ressurge das cinzas e procura respirar e ter sua vida em meio aos espaços que brotam nas atividades cotidianas.

Mas trata-se tanto de Jobson, quanto do próprio Glorioso.

O Botafogo precisa demonstrar que superou as quedas ao final da caminhada e que está apto a disputar o páreo internacional - espaço justo, cenário perfeito para a estrela brilhar.

Por outro lado, os torcedores precisam apoiar pata transmitir força para o time e suprir carências - como reclamar da gana de vencer e da dedicação à vitória se boa parte da torcida aceita passivamente situações e rótulos que só nos serve porque deixamos nos enquadrar e aceitamos o destino que nos impõem.

Não adianta esperar o time, temos que dar o exemplo e incendiar os jogadores. Não dar espaço para desmotivação.

Está na hora da torcida entrar em campo e parar de reclamar - ao menos nas vezes que está na arquiba, apoiar incondicionalmente para ver no que dá.

Experimenta gritar mais um logo que fizermos um gol ao invés de se acomodar na cadeira ou começar a temer levar sufoco, atraindo tal situação com o falso silêncio da angústia, aquela que grita nas vísceras "putaqueopariu, acaba logo essa merda".

Temos que extirpar tal mal de nossas gloriosas entranhas.

Temos que vibrar e pedir mais jogo. Dizer sim a cada jogada. Usar tudo para motivar nosso time. Depois do apito final nos posicionamos a favor ou contra - in loco ou indo aos treinos, escrevendo ou comentando; na nossa casa? Apoio incondicional.

Temos que adotar a tática Blitzkrieg - guerra relâmpago - surpreender, avançar, fuzilar, sufocar, acabar com o jogo e só então cessar, mas nunca o Fogo - que queima sempre em nossos corações e nos desperta e mantém em estado de alerta.

Temos este direito divino de brilharmos e não de nos acovardarmos atrás de resultados. Isto vale tanto para o time, quanto para a torcida.

E também para o Jobson - o Botafogo provou hoje que ganha sem ele, mas ele já tem no Botafogo a última vitrine favorável para desfilar seu talento, que, se bem aproveitado, qualifica ainda mais o Glorioso à glória das Vitórias incontestáveis.

A Constelação Gloriosa tem um brilho especial com a presença de Jobson, que sozinho, contudo, é mais uma estrela cuja Luz se confunde e perde na vastidão de estrelas...

Aproveitemos nossos valores, honremos nossa história - comprovemos nossa glória em campo, ressuscitemos o glorioso espírito que fez deste manto sinônimo de seleção.

Blitzkrieg - seremos campeões.

SAN,

K1

sábado, 6 de novembro de 2010

Mídia que inveja não mata e fortalece


O Botafogo não pode ir bem que o pessoal da FLApress insinua alguma crise ou noticia alguma possibilidade de instabilidade ou ainda noticia algo para tentar desestabilizar.

E mesmo quando as partes interessadas e envolvidas negam os rumores - vender jornal através de sensacionalismo e apelando para a manipulação da emoção do povo é mole. Quero ver se render ao fruto do trabalho duro.

Enfim... fato é que a imagem é preocupante. E não apenas por causa da matéria do Extra que só traz o ordinário de sempre.

Estará nosso comandante dando adeus?
Ou batendo continência para confirmar que continua a serviço da Estrela?

A resposta está na outra mão e tenho certeza de que é a carta que ele guarda no bolso: vai aguardar para renegociar depois de saber como ficará a Libertadores 2011.

Sendo campeão do Brasileiro e o Corinthians se classificar para a Libertadores, ficará se a proposta salarial e de reforço de elenco for boa e promissora de título - hora da diretoria investir pesado.

Se confirmarmos a Libertadores e o Corinthians não ele fica também. Se for ao contrário dificilmente conseguiremos manter nosso comandante.

A leitura da imagem me diz que em caso de igualdade de situação prevalecerá a vontade de Joel de dar um upgrade na parte paulista de seu currículo - todavia há chances de se render aos encantos da Estrela, basta ela brilhar até o final do ano.

Brilharemos no lugar mais alto - eis nosso destino.

Tornaremo-nos o que somos GLORIOSOS CAMPEÕES!

SAN

K1


sábado, 3 de janeiro de 2009

Glorioso 2009

É meu sincero desejo para todos nós, alvinegros de alma.

Que nossa Estrela brilhe cada vez mais. Pois é na escuridão que ela mais brilha, é do caos que ela (re)surge.

SAN

K1

sábado, 27 de dezembro de 2008

A hora é de realismo.

Otimismo é bom na hora da bola rolando: apoio incondicional! O otimismo acaba sempre ajudando para dar aquele incentivo a mais.

Agora, na hora de montar o time, o momento é de realismo nu e cru.

Na comunidade do Botafogo no Orkut havia dois tópicos sérios sobre futebol que valem ter seu conteúdo debatido aqui.

O primeiro questionava sobre quem seria nosso goleiro titular.

As respostas variavam um tanto. Das sérias que se revezavam entre Renan, Castillo, tendo até uma menção ao Lopes, às brincadeiras como a menção ao nosso eterno Manga. Na minha opinião deve jogar quem estiver em melhores condições, pois todos os três goleiros tem qualidades e defeitos e ouso até dizer que tem de maneira complementar: Castillo sai bem por baixo e se posiciona muito bem, enquanto Renan sai bem pelo alto. Todos tem bons reflexos.

Mas o que me chamou a atenção foi que teve gente pedindo contratação de goleiro!

Com tanto setor carente - zaga, meio e ataque - questiona-se contratação de goleiros?

Na boa, estamos bem servidos de arqueiros. Garanto que este não será nosso problema nesse ano que tem tudo para ser, digamos, difícil pra gente. Vejamos algumas indagações que podem nos dar pistas do motivo de tanta preocupação:

Qual é nossa zaga titular agora mesmo?

E o meio campo? Laterais?

Ataque vai ser Reinaldo e quem mesmo?

Bem, de banco nem se fala, né?

O segundo tópico tratava exatamente do nível do time para 2009 e as opiniões eram divergentes. Uns dizendo que lutaria para não cair, outros que teremos uma grata surpresa e a maioria afirmando se tratar da manutenção do mesmo nível que tivemos.

Aqui vale reforçar o que foi dito no início do post: é bom ver otimismo... mas ele é bom na hora do campeonato, para dar a base para apoiarmos incondicionalmente... agora o realismo é fundamental para nos estruturarmos corretamente, sem nos iludirmos com o brilho otimista.

Fato é que o time está abaixo dos dois últimos anos, basta comparar os nomes e os rendimentos...

Concordo com quem fala que Carlinhos Bala é atacante, não é o genuíno camisa 10 que tanto precisamos! Mas logicamente é mais que bem-vindo - ainda mais porque parece ter demonstrado muita vontade de vir.

Ter as melhores contratações do carioca nao é lá grandes coisas... ainda mais quando temos também a maior lista de dispensa e debandada.

Estão falando que não temos banco e isso é uma verdade... mas mais verdade ainda é que nem time temos ainda! Como as indagações acima levam a concluir.

Minha maior preocupação é com a zaga - Emerson e ? - e com a armação no meio, que nem nome tem ainda.

Ao menos dispensaram alguns jogadores aquém do nível Glorioso... mas também dispensaram alguns que eu acho que mereceriam uma segunda chance. E venderam quem não devia! Cito nominalmente Jorge Henrique e Diguinho, pra não falar dos nossos zagueiros e de Lúcio Flávio e Túlio. Alexandro e Luciano Almeida são dois outros que eu gostaria de ver ao menos em nosso banco.

E renovaram com Thiaguinho: até que gosto dele, mas será que ele já estará curado e terá boas condições de jogo?

Enfim, depois de até o Bebeto sair antes do prazo, resta dizer que 'o último que sair apague as luzes', porque 'quanto mais escura a noite, mais brilham as Estrelas' (Lenin).

Tenho que confiar nas palavras do revolucionário bolchevique e nas de Nietzsche, quando diz que 'é necessário haver caos aqui dentro para nascer uma Estrela'.

Que 2009 seja um ano surpreendentemente Glorioso para todos nós.

SAN

K1

segunda-feira, 22 de setembro de 2008

Até quando, Botafogo? Quo vadis?

Escrevi o post durante o jogo. Mas não postei por pura falta de ânimo. Acho que você deve me compreender muito bem, não?

Mas, sejamos realistas, agora que o Rei está nu e o time fora do G4: tudo isso já era anunciado há algum tempo, não?

Desandamos há muito - 2 empates no final do jogo, derrota lamentável em casa -, mas termos ficado sem méritos no G4 por tanto tempo é o que nos deixou acomodados. A ponto de Wellington Paulista afirmar naturalmente que "aqui não há pressão". Há sim, companheiro, há sim.

De cara pergunto: até quando iremos maltratar o manto e seu maior patrimônio, nós, torcedores de coração? Quo vadis - aonde vais - aonde vamos parar?

Recentemente li o Renato Maurício Prado malhando nosso elenco e inicialmente pensei "Flapress", invejoso. Contudo, devemos tomar um ponto de equilíbio entre esta crítica ácida e o sonho dourado do Ney: temos um elenco melhor que o que tinhamos até o início do ano, com algumas peças de reposição, mas ainda não é o suficiente para tirar onda em duas competições simultaneamente. E agora que o desgaste das viagens internacionais começa é que quero ver como o time se comportará. Ao final do jogo, Ney deixou claro que o time recuou contra a sua vontade, algo contudo indicado pelo Túlio na entrevista do intervalo. Há de se checar isto!

As declarações já começam e me preocupar: "Ficou difícil falar em título". Se por um lado de fato ficou, pois perdemos dois jogos e empatamos dois jogos que eram 'baba-de-moça', por outro ainda temos 12 jogos que se forem só vitórias, nos fazem disputar sim o caneco. Muito mais que esta utopia a ser vivida, é necessário manter nosso padrão no alto. Baixar a meta para a área da Libertadores vai acabar fazendo a gente se contentar com a vaga pra Sul-Americana, anote o que eu estou dizendo.

Novamente nos acomodamos com um magro 1 a 0 e tivemos que aturar Athirson comandando uma virada do lanterna da competição, resultando não apenas na nossa saída do G4, mas a troca de posição com o Flamengo.

Que esta derrota sirva de lição: precisamos matar o jogo, exercer nossa supremacia, a nossa vontade de poder como diria Nietzsche. Nós queremos? Nós podemos! Vamos vencer, Fogo, porra.

Desculpe o palavrão, é emoção demais presa. É ver que podiamos estar ali, na segunda ou terceira posição, mas novamente não suportamos a pressão: um campeão se forja exatamente na pressão, mostra ao que veio nos momentos-chave, como o Palmeiras e o Cruzeiro têm feito reiteradamente.

À nós cabe a incumbência de sacudir a poeira dessa rasteira que levamos, levantar a cabeça, nos dar as mãos e superarmos à nós mesmos para chegarmos lá: no título da Sul-Americana e na vaga da Libertadores.

Se você for reparar, essa tem sido a tônica de meus posts: união, superação e, principalmente, auto-conhecimento. O Botafogo está no caminho, apesar de ainda errante - parafraseando o poeta alemão Goethe -, mas de certo estamos construindo um futuro melhor que o nosso passado recente; queremos contudo um título de e no presente. Vamos que vamos, Glorioso!

E vamos também, ao post escrito durante o jogo.

O primeiro tempo

Até os 15 minutos iniciais

Jogo morno, sem domínio claro, com jogadas e situações para ambos os lados, com destaque para a interceptação de Castillo de um cruzamento que pararia na cabeça do atacante da Portuguesa e consequentemente no gol alvinegro. Ou seja, leve superioridade dos Lusos.

Até os 30 minutos da primeira etapa

Wellington Paulista reclama primeiro, continua a jogada depois. Completamente diferente do campeonato italiano - no caso, o Roma, que não pára para reclamar e não enche o saco do juíz; está 100% focada em jogar futebol, e só. Mas não só nisso se parecem. Tampouco apenas no fornecedor, Kappa. O Botafogo, quando quer, joga de maneira envolvente, rápida, inteligente, que aliada à raça e à vontade não dá espaço, margem e chance a ninguém. Mas parece que rola uma acomodação, um sentimento

Aos 26 minutos, o Figueira empata com o Cruzeiro. Se ganharmos, ficamos em terceiro.

Triguinho dispara, mas perde a bola infantilmente, adiantando. Nossa defesa pára, perigosamente, para pedir impedimento. E já não sabem que mesmo sendo, não marcam? Levanta o braço, reclama, mas segue o jogo, fica em cima pra depois não ter que chorar o leite derramado.

E o Cruzeiro faz o segundo e desempata.

Nós chegamos mais perto em belo chute de Carlos Alberto que resulta em escanteio.

Até os 45 minutos do primeiro tempo

O terço final começa com bola na trave em perigoso chute da Portuguesa; falha da marcação, muito longe, mesma situação de Castillo, longe da bola que fora no alto, enquanto ele mal a meia altura chegara.

Figueira empata.

Segundos antes, Túlio caira na área e em situação duvidosa: claramente forçara a queda, mas havia ali, literalmente, a mão adversária.

Botafogo começa a acertar mais jogadas em um jogo claramente de domínio luso, que vem imprimindo maior ameaça à meta de Castillo que o inverso.

Aos 41 minutos, grande jogada: cruzamento preciso de Thiaguinho para Carlos Alberto que de cabeça toca para Wellington Paulista, também de cabeça, estufar as redes na terra da garoa. Gritara mesmo antes da bola entrar: tal plasticidade e perfeição não seriam maculados; Deus não permitiria, é justo e amante da beleza.

Antes do apito, um primor de jogada - tão rápida e perfeita que mal consegui ver direito quem participou e o pouco que me lembro se esvai em meio ao êxtase da beleza da jogada: roubada de bola inteligente e com garra na defesa, manejo correto no meio e jogada de ponta - na frente, óbvio. Por um capricho do destino o cruzamento rasteiro desencontrou-se do alvinegro que invadia o meio com força, mas sem precisão, já caindo. E força, sem controle e foco, não é nada... tô aprendendo isso no arco e flecha. Enfim...

O segundo tempo

Nas entrevistas de volta, Túlio declara que aproveitaremos os contra-ataques. Prefiro partir pro ataque e garantir o resultado logo, 'ofensivamente' e não esperar na e para superar a retranca.

Até os 15 minutos do segundo tempo

Os 5 minutos iniciais se passaram sem grandes destaques.

Aí, grande jogada de Wellington Paulista, que lutou pela bola, invadiu, mas perdeu na grande área.

A Lusa responde com belo chute e dá oportunidade para grande e difícil defesa de Castillo no canto inferior direito dele.

Foi só um Flamenguista chegar no Itahy - bar em que assisto todos os jogos fora - que a Portuguesa fez o gol de empate, em rebote para o meio da área de Castillo, mas falha mesmo da defesa, que possibilitou o cruzamento para a área, depois o toque de cabeça para o meio - que obrigou nosso arqueiro a realizar a defesa parcial para o centro - e finalmente a finalização no rebote. Os corneteiros exclamariam: "Se fosse o Renan pegava!" Momentos após, Castillo se machuca e dá lugar a Renan.

Até os 30 minutos do segundo tempo

Um grande amigo, flamenguista, chega e se senta à mesa, seguido minutos após por sua amiga vascaína.

Gol da Portuguesa.

O Botafogo pára.

Gol da Portuguesa.

Até os garçons, amigos de longa data, me zoam - vale ao menos um chopp de cortesia, não vou lá pra ser zoado! E os corneteiros agora exclamariam: "essa bola o Castillo pegava, sai melhor que o Renan!" É como diz a Castilla, uruguaia amiga lá da comunidade do Botafogo: vão sempre criticar ora um, ora outro.

Botafogo, mais uma vez, dá uma de Robin Hood. E olha que no post anterior, alertara para isto!

Reclama penalidade dupla aos 42 minutos. Já não tenho olhos para ver se foi ou não foi. Ainda bem que tampouco tenho ouvidos para ouvir, pois aos 43 minutos o time começa a reclamar, Carlos Alberto se metendo a criar confusão. Reflexos, com certeza, da frustração oriunda da falta de competência de ser aquilo que se é, superior.

E o jogo acaba 3 x 1, em uma virada incrível da Portuguesa, muito mais por demérito do Glorioso, que não exerceu sua superioridade, não jogou.

Da entrevista de Lúcio Flávio no pós-jogo, devido ao barulho do bar e do baixo volume da TV, só escutei o "infelizmente"...

Pois é, infelizmente, fora do G4, jogando mal e achando bacana não ter pressão no Glorioso.

Aqui tem pressão sim, vamos ganhar Fogo, porra!

Saudações AlviNegras com pressão na veia, grito no peito e nó na garganta: tá na hora de mostrar ao que veio!

K1

quinta-feira, 12 de junho de 2008

Gancho de 12'' pega André Luis de jeito, mas derruba mesmo a nossa defesa

- a prova de que somos 3x mais fortes que qualquer outro time! -

Sagat - nosso zagueirão lutador André Luis - tem que aprender que no futebol não vale tudo.

Não vale ficar reclamando, tampouco gesticulando obscenidades. Acabou levando 12 jogos de suspensão, mas quem sai mais prejudicado somos nós, que temos que ficar nos contentando com reservas aquém, uma vez que Ferrero deve estar desaparecido em Santa Catarina com aquelas duas adolescentes.

O que me surpreendeu foi ler que "durante o julgamento, um dos depoentes foi o torcedor Luiz Gonzaga, que teria sido acertado pela garrafa chutada pelo jogador. Ele, no entanto, surpreendeu e disse que, na verdade, foi atingido por uma cotovelada de um outro torcedor." (Globo.com)

Peraí. Será que ninguém havia reparado que ele já havia dito isto, inclusive gesticulando, mostrando que o que o havia atingido teria sido o cotovelo e não a garrafa. Ele falou isso numa entrevista, ainda no estádio, atrás das grades da arquibancada, podem procurar o vídeo e ver.

E, peraí! Será que a mídia, principalmente aquela fanfarrona da Ana Maria Braga não se interessou em saber da versão do torcedor atingido? Ou será que a versão dele não interessava? Afinal, garrafa de água chutada por jogador alvinegro atinge torcedor do Naútico vende mais que cotovelada desferida entre a própria torcida, não?

Peraí, peraí, peraí!!! Rouxinol, tá na hora de cantar de galo e mostrar que tem que se ter mais respeito pela instituição BOTAFOGO! Se precisar, vamos à frente do STJD como nossos co-irmãos lusitano, ora, pois, pois.

Aliás, os vascaínos não deixam acumular muito. Imagina se sofressem como nós temos sofrido desde o ano passado.

O blog Fogo Eterno colocou em palavras o que eu já comentava à boca pequena e indiquei no post Aflitos: o BOTAFOGO vive sua jornada do herói, reunindo diversos momentos em si em busca da superação e da glória.

O Flamengo - que em uma noite viveu nossas 3 decepções maiores dificuldades recentes: salto alto, time de calcinhas e chororô - vive agora a euforia de estar liderando e tem tudo para ser o cavalo paraguaio do ano. O Fluminense não ganhou nada - e ainda fez questão de ser nosso freguês até aqui -, mas sua torcida se encanta com suas jogadas e sonha vôos mais altos. E o Vasco, como supramencionado, está às turras com erros de arbitragem.

Imaginem viver tudo isto somado a doping do Dodô e olho gordo de todo o país. Pois é, ainda estamos vivos, de pé e, como diria Nietzsche: o que não me mata, me fortalece.

Pelas minhas contas isto tudo traz como resultado que somos 3x mais fortes que qualquer um aqui no Rio: basta então confiar mais na nossa força que se consumirá quando diretoria, torcida e time se unirem novamente.

E aplicar a força em campo, excercendo nossa superioridade. Mas na bola, André Luis, na bola. Ouviu time? Para cada injustiça, um gol. Canalizando assim nossa energia nada nos deterá. Nem gancho, nem ninguém.

Avante Glorioso! Apoio Incondicional!

SAN

K1