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terça-feira, 1 de maio de 2012

Glorioso Fênix

E o Botafogo conquistou invicto o direito de disputar o título do carioca 2012, erguendo a Taça Rio e confirmando sua supremacia em jogos decisivos contra o Vasco.

São 22 jogos, coisa de Loco. Coisa de filosofia vitoriosa de trabalho, coisa de Oswaldo. Coisa de grupo unido, de diretoria dedicada. Coisa de gandula eficiente, coisa que só acontece ao Botafogo.

Sensação gloriosa essa de quem volta à sua origem, ao topo, aos céus - somos Estrelas Solitárias, feitos para brilhar eternamente, independente se tem uma nuvem de pó-de-arroz, uma caravela ou um urubu, um bambi, um porco ou qq outra coisa passando momentaneamente pela gente: estamos sempre acima, somos eternos.

Somos aquilo que os outros buscam ser - GLORIOSOS!

E sinto que esse grupo está ciente disto, tendo demonstrado garra, entrega e superação - ciente de suas limitações, bem disposto a superá-las.

Temos três degraus rumo ao novo patamar almejado - com foco conquistaremos ambos os objetivos.

Seremos campeões!

SAN

K1


terça-feira, 9 de março de 2010

Apático? Sumido!

O Botafogo não foi derrotado pelo Fluminense.

O Botafogo não entrou em campo, isto sim é a verdade que não quer calar.

Como também não quer calar o grito dentro de mim: Joel, arruma esse meio-campo que não dá combate e não arma nada!

E vamos, pelamordedeus, ter alternativas às bolas rifadas de qualquer maneira pra frente, obrigando nossos bravos homens de frente a se desdobrar pra conseguir sobrar com uma bola respingada, torta e quadrada. Não tem atacante de seleção, hermano habilidoso ou talismã glorioso que dê jeito nisso.

Ponto pro Cuca que armou o time direitinho pra nos anular.

E interrogação pro time que não vingou, não lutou, não amou nosso manto.

Confesso que quando entrei no maraca e vi a torcida tricolor em maior número, reunida e cantando uníssona, enquanto a nossa, em menor número ainda estava separada em pseudo-facções que buscam mais cantar seus gritos de guerra do Fogo ao invés de juntar suas forças em prol do glorioso, senti que não seria uma noite de estrelas: o céu estava nublado.

Isto tudo me levou a criar o manual do torcedor glorioso Botafogo 2.0 - vamos ver quando consigo escrever tudo e torcer para que seja bem aceito: ao mesmo tempo irá reforçar as TO's e o Botafogo.

Por fim, pra falar do jogo: perdemos quando podiamos perder, como disse o Joel.

Podem dar print: encararemos os tricolores na final da Taça Rio e seremos campeões, reeditando 1997 e a Taça Guanabara deste ano.

TREME! TREME! TREME que isso aqui é BOTAFOGO!

SAN

K1

segunda-feira, 1 de março de 2010

Sem acomodação e com muito trabalho pela frente

O título do post resume o espírito alvinegro no segundo turno do carioca: empenho para garantir a Taça Rio e evitar as finais.

O trauma das garfadas recentes acende no Glorioso o espírito vencedor de ir inclusive contra os interesses econômicos que preferem, claro, a finalíssima em dois jogos - mais renda, mais mamata.

E mamata é que não teremos na Taça Rio, pois a julgar pelos placares da rodada, bem como pela atuação do Americano, cada partida será uma final para o Glorioso. O jogo foi duro, mas o time todo aguerrido - bolas na trave e fator amuleto decisivo.

Mas os jogadores, titulares e reservas, se mostram empenhados e com futebol crescente.

E, pela primeira vez em anos, temos, além de um time razoável - bom ataque e goleiro, zaga decente e meio ainda por desejar -, um banco que realmente tem peças de reposição, encorajando-me a dizer que este ano será diferente. Quando chegar o MacNally Torres ou o Maicosuel, aí ninguém segura a gente.

A julgar pela estrela de Joel e pela estrela de Caio, a Constelação brilhará Gloriosa em uma só vibração: Estrela Solitária, campeã mais que centenária, eterna.

SAN

K1

quinta-feira, 28 de maio de 2009

Gloriosa transparência alvinegra

É isso que peço: o título! 

Do brasileiro 2009 e deste post: transparência.

Não somos idiotas, vamos cansando e começando a duvidar das pessoas que conduzem nosso futebol.

Conheci o presidente Maurício Assumpção pessoalmente e não tenho duvida de sua capacidade e competência, bem como do restante da diretoria, a ressaltar o Professor Miguel Angelo da Luz, que está trabalhando muito para erguer os esportes olímpicos e ocupar positivamente o Engenhão.

Lamento, contudo, não poder dizer o mesmo de Ney Franco e, agora, do até então coerente André Silva. Dizer que estamos lutando pelo título é fazer piada com nossa cara ou demonstrar que não tem acompanhado os demais times ou, ainda pior, acompanhar e não saber avaliar corretamente a situação. Campeonato brasileiro é longo, precisa de recursos humanos para dar conta... e se não temos nem um time de primeira linha, melhor nem citar o banco.

E, falando de recurso humano: Ney Franco reclamou outro dia da qualidade. Bem, foi ele quem trouxe ou aprovou todos os nomes, não? E não venha me falar de dinheiro, pois tem gente igualmente em conta com mais qualidade, basta procurar direito.

A isto se soma o fato de estar queimando nosso junior Rodrigo Dantas: onde já se viu cometer a irresponsabilidade de dizer que ele é a nova promessa, substuirá Maicosuel a altura e blábláblá - olha que nem me lembro mais de tantos adjetivos que foram usados para inflar o garoto, que de tanta responsabilidade mal conseguia andar devido ao peso nas costas...

Tem o caso do Lucas Silva, que entra com moral de "um dos melhores atacantes do Brasil" e agora passa a ser um dos cogitados a ir pro Santos num 3 por 1 estranho por Lucio Flavio seguindo o critério de que "quem não estiver bem no Botafogo pode ser liberado para o Santos." Mas ele não era um dos craques do Brasil, como não vem recebendo chance e agora vai ser negociado?

Por fim, a gota d'água: analisar positivamente o empate com o Santo André e a última derrota para o Grêmio.

Se ainda formos lembrar da final da Taça Rio, onde o time jogou que nem time pequeno, tipo Ipatinga... e a insistência com o Emerson?

Ney, serei Franco: abre teu olho que a Estrela merece mais.

SAN

K1

domingo, 19 de abril de 2009

A razão venceu a emoção e nós perdemos a batalha - nunca a guerra!

Deu a lógica da razão financeira: em um jogo onde havia interesses de diversos lados contra o interesse do Botafogo, imperou a razão no lugar da emoção; é a vitória do pragmatismo sobre a emoção.

O Botafogo, apático no segundo tempo nem sequer lembrava o time do showcolate. Jogamos no primeiro e só; no segundo apenas demos o gol ao Flamengo, em bisonho gol contra de nosso zagueiro Emerson, que só é titular no time do Ney Franco, pois só faltava esta de hoje para confirmar que Wellington é muito mais jogador e zagueiro que ele.

Mas o problema não foi somente este. Reinaldo não entrou no jogo, Victor Simões foi mais que discreto, apagado com breves lampejos de mediocridade - como naquela bola açucarada recebida de Juninho e que foi inexplicavelmente chutada com o calcanhar do pé 'errado'.

Os únicos que levavam perigo foram Juninho, em uma bela falta que quase alcança o ângulo do Flamengo, e Maicosuel, que carimbou a trave novamente no mesmo lugar aonde acertara a penalidade perdida na quinta.

Do lado do Flamengo quem levava mais perigo era o juiz, que insistia em marcar faltas perto da grande área do Botafogo, além de ignorar as mesmas quando os papéis se invertiam.

Enfim, temos um problema crônico que é a falta de ligação dos 3 atacantes com a saída e bola, em suma: não temos meio-campo e por isto que não temos tido boa posse de bola quando a peleja é um pouco mais acirrada.

Mas, voltando ao jogo em si: jogamos em pé de igualdade e ainda fizemos o gol da vitória - deles. Ou seja, não tem nada perdido. E na próxima não tem R$4 milhões pra convencer ninguém a fazer dois jogos, como teve gente levantando na saída. Ou que os jogadores fizeram corpo mole, entregaram o jogo e nem disfarçaram. Ou que a origem e laços de nossos atacantes tenham interferido na qualidade e resultado de nosso trio outrora tão competente.

Agora, sentiremos falta do Thiaguinho, expulso nos acréscimos por entrada dura no Juan - aliás, muitas faltas ali naquele espaço, onde o chuveirinho pra área é mortal - como podemos perceber na jogada do gol contra e em ínumeras outras ocasiões em outros jogos passados.

Isso tudo para dizer que o alvinegro não deve deixar de ir e tampouco se deixar influenciar pela pressão psicológica da torcida rubro-negra: fizemos um bom número, apesar de termos nos calado no segundo tempo. A torcida tem que incentivar sem parar, principalmente porque 1 x 0 não é placar definitivo e porque é nestes casos que o time mais precisa de apoio.

Precisamos lotar o Maraca nas duas partidas que se seguem. Não tem nada perdido, vamos levantar a cabeça e encarar o desafio de frente.

É como disse a faixa das torcidas: O Botafogo é nossa fortaleza, sua torcida nunca se renderá!

SAN - seremos campeões

Klaus

sexta-feira, 3 de abril de 2009

É... apesar de tudo, tenho fé!

A coisa não parecia nada boa: Madureira um a zero e nada do Glorioso conseguir encaixar o jogo, mesmo tendo amplo domínio.

E o gol do tricolor suburbano aconteceu no único ataque realizado por eles no primeiro tempo, em uma grave falha da defesa, que deixou Renan vendido, adiantado no lance.

Não se pode culpá-lo por este gol: a bola foi colocado como se com a mão no ângulo por aquele que já nos deu muita alegria e que eu gostaria de ver de volta em nosso time - muito melhor que Diego e Jean Carioca: Alex Alves, que inclusive declarou sentir algo "único" por reencontrar a torcida. Vale a pena lembrar os 5 gols em uma partida durante a temporada 2004-2005.

Mesmo debaixo da trave seria impossível nosso goleiro catar a bola: devemos muito mais reclamar da defesa, que deixou o adversário avançar em meio a marcação e rolar para o matador suburbano receber e tocar sozinho no ângulo.

Quando a coisa tava preta, com inúmeras oportunidades perdidas e sem horizonte para a Estrela alvorescer, eis que surge escanteio e uma certeza interior: fariamos o empate, que deveria ser comemorado com Steinhaeger. Fiz a promessa-profecia para o sempre fiel e alvinegro Vavá e o resultado não foi outro. Nos olhamos e confidenciamos: faremos três gols hoje. Fui obrigado a tomar do Steinhaeger e mais um chopp para comemorar o gol de Leandro Guerreiro.

Algo me dizia que se passassemos pelo Madureira seriamos campoeões. Será? Registro esta intuição.

E não é que antes de sacramentar o terceiro, ainda deu tempo de ambos os times empatarem de 2 a 2 - com o Madureira fazendo primeiro?

E olha que Reinaldo, que fez o segundo, perdeu um gol cara-a-cara. E o adversário fez um gol da intermediária, de novo - aliás, está virando tradição: chuta pro gol que o Renan aceita. Vamos resolver isto o quanto antes! É o terceiro ou quarto gol defensável que ele leva em 3 ou 4 partidas.

Por fim, quando tudo parece perdido, Tulio Souza, desacreditado por todos, até pelo fato da imensa maioria não saber pelo que passou em 2008 (síndrome de Gilmore - infecção rara no pubis), faz o terceiro e sacramenta a vitória na última jogada, partindo para calar a boca da torcida que o hostilizara. Ambos com razão.

A certeza da conquista da Taça começa a conquistar nossa mente-coração, pois apesar de jogar mal o time mostrou força de vontade e espírito de superação, fazendo o gol - que pode ter sido o do título - no último minuto, algo que normalmente vem acontecendo ao contrário. Ou seja, revertemos mais este quadro ao nosso favor.

Acertando a contenção em termos de meio-campo e zaga e a defesa dos chutes de longa distância podemos realmente almejar resultados representativos na Taça Rio e evitar a grande final.

Agora é hora de lotarmos o Engenhão. Vamos simbora, pro Engenhão: torcer, gritar, é campeão!

SAN

K1

domingo, 29 de março de 2009

Tudo sob controle - mesmo? Não inventa, Ney!

Perder a invencibilidade, de virada e com duas falhas da zaga e uma já tradicional ajuda do juíz aos 45 minutos do segundo tempo é motivo suficiente para azedar o final de semana. Mas algo me faz sair animado do clássico.

Em três oportunidades durante o dia eu pressenti e comentei que iríamos perder de 2 x1 este jogo, dando o troco na final e reiniciando a escrita de não perder em campo para o time da cartola por mais e próximos três anos. Inclusive um amigo tricolor comentara que podiamos levar esta, contanto que deixassemos a vitória na final para eles - comentário ao qual retruquei dizendo que havia previsto o mesmo, só que ao contrário. Que se cumpra minha profecia: sejamos campeões em cima do Fluminense, com gol de Victor Simões e Maicosuel.

Senão pensemos: melhor hora não havia para a escrita ser quebrada. Se ganhássemos deles - como sempre o fazemos quando a disputa é no campo e sem a conveniente ajuda do juiz que marca falta inexistente aos 45 min - iríamos entrar na disputa da final contra eles de salto alto, não é verdade? É bom o time encarar suas limitações.

Mas chega também, ?

Chega de armar o time errado e perder o meio de campo como o fizemos no primeiro tempo, onde só nos defendemos. Maicosuel é homem de ligação e chegada, sem ele no meio ficamos com um bloco defendendo-se como pode, com inúmeros, infrutíferos e perigosos chutões que nem iam tanto pra frente assim, possibilitando algumas jogadas perigosas daqueles cuja torcida grita tão fino que mesmo em maioria absoluta não era escutada direito. Grita que nem macho: foi o que os poucos alvinegros presentes fizeram, apoiando sem parar.

Aqui dou razão ao Reinaldo: cadê a torcida? Perder em número para a torcida do Flu, pequeninha é piada da época do fusquinha. Vamos mobilizar pros caras sentirem a pressão e serem motivados.

Se bem que a motivação é financeira e ela dita a regra dos dois jogos na final de campeonato para dar renda extra para os clubes envolvidos. Não é a toa que nosso time não é a sombra daquele campeão da Taça Guanabara.

Se querem levar também a Taça Rio tem que se esforçar mais: como perderam bolas bobas hoje, tanto no meio campo, quanto no ataque. E a defesa, sólida durante todo o jogo deu duas bobeadas cruciais: deixou o menino e rápido Alan dominar, girar, avançar e chutar no canto pra marcar o primeiro. Aqui jaz a pergunta: foi tão no canto a ponto de não ser defensável? É momento de questionar tudo.

E como é que a barreira me abre assim? Vacilo com o Renan, por outro lado também foi relativamente perto dele... enfim, fácil culpar o goleiro, mas o fato é que a defesa deu mole porque não ganhávamos nada no meio campo e não tinhamos chegada ao ataque, isolado e improdutivo.

Nosso gol saiu de uma jogada sensacional de Maicosuel, que derrubado, converteu a penalidade existente com uma belíssima paradinha - magistral. Ah se o time fossem 11 dele!

Melhorou no segundo tempo, quando voltamos a jogar taticamente como nas melhores exibições até aqui, com Maicosuel - o melhor junto com Thiaguinho - como homem de ligação e o mediano Diego no ataque - se até Reinaldo estava perdendo gol feito, porque ele também não podia cometer suas lambanças? Mas tudo isto deixa um registro: NÃO INVENTA NEY!

E outro: precisamos de banco para o ataque e para o meio, urgente! E botar gente rápida na defesa - aliás, o que aconteceu com a marcação, deixamos muiiiitos espaços hoje.

De resto foi isso, que tiremos de fato uma lição disto tudo e ganhemos a Taça Rio para evitar infartos coletivos.

E mais: pro Brasileiro e pra Sul-Americana, bem como Copa do Brasil este nível apresentado desde a final da Taça Guanabara não serve nem pro início.

Vamos ganhar FOGO!

SAN

K1

segunda-feira, 9 de junho de 2008

E o mar do Cuca ainda não está para Peixe

Enquanto isto, no Santos, nosso eterno Cuca estréia com derrota para o Vitória, mais uma vez sendo prejudicado pelo mesmo árbitro que nos tirou a Taça Guanabara e, consequentemente, o Campeonato Carioca, uma vez que ganhamos a Taça Rio.

Agora, o mais impressionante é ver o despreparo do comentarista, que insistiu em dizer que a expulsão era justa, que o jogador havia mentido e só por isto merecia a expulsão, que blablablaegodecomentaristablabla... ficou metendo o pau um tempão e ao final se retratou mal e porcamente, menos em prol da honestidade para com o jogador e muito mais para salvar a sua pele e não papar mosca num claro lance de simulação ou, no mínimo, exagero. Vale a pena ver o vídeo até o final, onde se encontra o clímax de tudo.

Essa mídia e o seu ego. Deveriam ser mais responsáveis com a informação e comentários que emitem, já que são formadores de opinião e moldam a vox populi.

Pior do que esse árbitro acima mencionado, só o que ganhou o jogo para o Cruzeiro em cima do Vasco, claramente prejudicado. Impossível defender, sequer explicar o que motivou o referido cidadão a apitar uma cobrança em dois toques na pequena área do Vasco que acabou resultando em gol. Eurico já convocou protesto pacífico na frente da sede do STJD - eles se mexem rápido por lá.

Excessos de todos os lados... to sentindo que vem muito mais por aí.

SAN

K1