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segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

Por que perdemos? Pra quem perdemos? Quando perdemos?

O ano que começou eufórico, terminou melancólico.

Essa afirmação forte é parcialmente verdade.

Primeiro, porque começamos o ano com um sacode vascaíno - que só nos fez bem.

Segundo, porque terminar em quinto ou sexto tanto faz.

Fato é que agora temos que torcer para o Goiás para nos vingar duplamente: o Grêmio ficar de fora da Libertadores e o Flamengo não disputar a Sul-Americana; porque, convenhamos, passar por tudo isto só para no final disputar o mesmo campeonato que eles, #falaserio.

Vingancinhas medíocres a parte - até porque o Grêmio e o Renato Gaúcho merecem! - vamos responder às perguntas do título que não querem calar:

Por que perdemos?

Podemos arrumar mil desculpas, mas a verdade nua e crua é que não tinhamos reservas à altura e perdemos metade do time com contusões. Simplesmente, quem entrou não deu conta do recado.

Mas mais do que isto: não tivemos em 2010, um meio-campo bem armado. Desde o Carioca nosso time tem defesa - que começa com um graaaande goleiro - e tem ataque, mas não tem liga, não tem a ocupação positiva do centro que traz o controle do jogo. E aí nem acho que seja só culpa dos jogadores não, acho que o Joel podia ter trabalhado melhor isto.

Pra quem perdemos?

Ora, para nós mesmos. Empatar do jeito que empatamos e perder jogos no finalzinho como perdemos, ainda mais jogos como o do Internacional, contra os reservas!

Mas aqui, duas colocações:

1 - Eram reservas querendo mostrar serviço para serem relacionados para Dubai. Então tinha muita coisa em jogo sim.

2 - Essa semana uns #failmenguistas me confessaram que por muitos anos tremiam ao jogar contra o Botafogo. Que o Botafogo era mestre de fazer gol no final dos jogos, de não desistir nunca.

Precisamos recuperar isto. Recuperar nossa essência gloriosa e parar de dar abrigo para chinelinho e descompromissados.

Perdemos porque não soubemos enquadrar nossos talentos para que rendessem mais, como o fez o Muricy com o Fred, por exemplo. Aliás, belos exemplos que pretendo homenagear ao final do post.

Aliás, importante frisar que se tivessemos ganho e o Goiás confirmar o título, a frustração talvez fosse maior, quando nem deveria ser assim: façamos o nosso, porque fazendo o nosso, não dependemos de ninguém.

Quando perdemos?

Nos empates em casa. Em casa é hora de conquistar três pontos e correr pro abraço.

Precisamos abraçar a "disciplina que fascina". A jogar com garra para superar as adversidades, a manter o carro nos trilhos para jogar e render sempre, como o Conca, por exemplo. Enquanto isto, Jobson...

Ficam meu parabéns principalmente para a postura ética, os princípios, o caráter e o trabalho de Muricy Ramalho e Conca, sem dúvida, bons exemplos para a sociedade e que devem ser seguidos.

O segredo do campeonato tricolor? Contaram com a Estrela do Glorioso para levantar a taça. ~:P

Apesar de ter torcido para o Cruzeiro do nosso Cuca e do Wellington Paulista, fiquei feliz pela minha vó e por meu estimado e saudoso avô, que estão felizes com esta vitória tricolor.

Que possamos pensar grande, tendo fala coerente e ação grandiosa, pois até a reabertura do Maraca teremos mais renda.

Ao invés de contratar meio time de desconhecidos, contrata 3 a 5 craques. Laterais e meias, por favor.

Conquistamos o Carioca, fomos bem no Brasileiro, mas vamos pra mais!

Está na hora de levar o Glorioso para brilhar internacionalmente.

É nosso destino. Cumpra-se!

SAN

K1

sexta-feira, 30 de abril de 2010

É campeão - com ou sem atraso!

O grito saiu.

Com ou sem atraso de 3 - injustos - anos e com alguns dias para ser postado.

Não, não parei na transfusão de sangue, tampouco não tive um ataque do coração: como disse logo após à derrota, desculpem, humilhação perante ao Vasco, a quem até agradeci, não se pode ficar surpreso depois de tanta certeza registrada em post e na alma. Fé estampada na cara!

Demorei pra postar não porque me faltou voz ou juízo, mas mesmo em meio ao título assombrou-me leve tristeza: ao chegar em GS pra comemorar o título, uma ratazana mão leve furtou meu celular e com ele, apenas um aparelho, todas as fotos e videos - minha memória e espelho da grande final, no qual refletia semblante quase infantil. Por isto não teremos registros multimídia, apenas lembranças eternas do jogo número 5mil do Glorioso, onde o freguês voltou - agora o bicho voltou a ser certo.

Passado o desgosto amargo em meio ao doce sonho realizado, volto a atenção e os olhos à Constelação Gloriosa, que promete surpresa para o campeonato brasileiro.

E parece que a diretoria também. E só me interessa uma mágica deles: que tragam o Magosuel de volta. Com ele é Brasileiro e Libertadores!

Enquanto isto não se concretiza, vale ressaltar nossos heróis, em especial o incansável Herrera - que fique aqui, onde é seu lugar; abro o olho Coréia! -, o Loco Abreu - precisa dizer mais com este apelido e aquela penalidade? Uh, aceita! Bruno -, e Jééééfferson, nossa muralha de gelo e concreto armado pra nos defender até na lama onde chafurda o imperador da Chatuba, 'tá me ouvindo, Adriano?

Joel fez bem em ficar onde o coração manda, afinal, o dinheiro compra tudo, menos a ética e o sono feliz e campeão.

Vamos juntos, somos fortes, rumo ao Bi-Brasileiro, sem hexa de frescura!

Seremos campeões,

SAN

K1

domingo, 18 de abril de 2010

Fé na vitória

Irmandade Alvinegra, Estrela Solitária desta Constelação Gloriosa,

chegou a hora da Estrela, como diria Clarice Lispector.

São inúmeros os sinais que confirmam aquilo que eu já cantei assim da chegada do Joel (aqui e confirmado aqui) e que os Trapalhões profetizavam: seremos campeões de 2010.

É tanto sinal que vou tentar me lembrar de todos.

Do mais óbvio treino cheio e arquibancadas alvinegras esgotadas - enquanto eles nem compraram a metade - à sutil presença de uma bandeira do Glorioso no meio da rua no meio da semana quando comento com o taxista que determinada coisa era um presente divino - a sincronicidade me fez lembrar o saudoso Armando Nogueira: o Botafogo é uma predestinação celestial.

Enquanto escrevo este post, converso com uma flamenguista amiga, tentando convencê-la de que pega mal deixar no MSN uma farsa (Mengo Hexa) - quando confirmo minha fé na vitória mesmo perante a prepotência urubesca, abro meu twitter e leio no primeiro tweet:
There Is A Light That Never Goes Out.

Veja esta foto, quando comprava tinta para o rosto e para cartazes.


E o que falar dos números?

Tem 13 anos que o Joel foi campeão carioca pelo Botafogo, tendo como seu talismã o Dimba - qualquer semelhança com o Caio não é mera coincidência, é sincronicidade junguiana. ;)

Tem 21 anos que ganhamos do Flamengo na final, acabando com uma nhaca de 21 anos - momento ideal de acabarmos com a nhaca recente também.

2006, nosso último título carioca, Lúcio Flávio não jogou - como esse ano.

E são atualmente 13 seguidores da Constelação.


Superstição? Não! Apenas fatos intangíveis que tornamos realidade com nossa fé e apoio incondicionais.


O senhor lá sabe o que é torcer pelo Botafogo? O Botafogo não é pra qualquer um!


E com as palavras de nosso grande poetinha, Vinicius Glorioso de Moraes, despeço-me na fé da vitória.


Seremos campeões e repetiremos esta gloriosa cena em frente a General Severiano.

SAN
K1

terça-feira, 9 de março de 2010

Apático? Sumido!

O Botafogo não foi derrotado pelo Fluminense.

O Botafogo não entrou em campo, isto sim é a verdade que não quer calar.

Como também não quer calar o grito dentro de mim: Joel, arruma esse meio-campo que não dá combate e não arma nada!

E vamos, pelamordedeus, ter alternativas às bolas rifadas de qualquer maneira pra frente, obrigando nossos bravos homens de frente a se desdobrar pra conseguir sobrar com uma bola respingada, torta e quadrada. Não tem atacante de seleção, hermano habilidoso ou talismã glorioso que dê jeito nisso.

Ponto pro Cuca que armou o time direitinho pra nos anular.

E interrogação pro time que não vingou, não lutou, não amou nosso manto.

Confesso que quando entrei no maraca e vi a torcida tricolor em maior número, reunida e cantando uníssona, enquanto a nossa, em menor número ainda estava separada em pseudo-facções que buscam mais cantar seus gritos de guerra do Fogo ao invés de juntar suas forças em prol do glorioso, senti que não seria uma noite de estrelas: o céu estava nublado.

Isto tudo me levou a criar o manual do torcedor glorioso Botafogo 2.0 - vamos ver quando consigo escrever tudo e torcer para que seja bem aceito: ao mesmo tempo irá reforçar as TO's e o Botafogo.

Por fim, pra falar do jogo: perdemos quando podiamos perder, como disse o Joel.

Podem dar print: encararemos os tricolores na final da Taça Rio e seremos campeões, reeditando 1997 e a Taça Guanabara deste ano.

TREME! TREME! TREME que isso aqui é BOTAFOGO!

SAN

K1

segunda-feira, 1 de março de 2010

Sem acomodação e com muito trabalho pela frente

O título do post resume o espírito alvinegro no segundo turno do carioca: empenho para garantir a Taça Rio e evitar as finais.

O trauma das garfadas recentes acende no Glorioso o espírito vencedor de ir inclusive contra os interesses econômicos que preferem, claro, a finalíssima em dois jogos - mais renda, mais mamata.

E mamata é que não teremos na Taça Rio, pois a julgar pelos placares da rodada, bem como pela atuação do Americano, cada partida será uma final para o Glorioso. O jogo foi duro, mas o time todo aguerrido - bolas na trave e fator amuleto decisivo.

Mas os jogadores, titulares e reservas, se mostram empenhados e com futebol crescente.

E, pela primeira vez em anos, temos, além de um time razoável - bom ataque e goleiro, zaga decente e meio ainda por desejar -, um banco que realmente tem peças de reposição, encorajando-me a dizer que este ano será diferente. Quando chegar o MacNally Torres ou o Maicosuel, aí ninguém segura a gente.

A julgar pela estrela de Joel e pela estrela de Caio, a Constelação brilhará Gloriosa em uma só vibração: Estrela Solitária, campeã mais que centenária, eterna.

SAN

K1

terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

É campeão! Eu já sabia!

É campeão! Eu já sabia! Basta ler aqui. E aqui.

O time ainda carece de algumas melhorias, mas o Joel arrumou a casa e trouxe a auto-estima alvinegra de volta.

Não teve pra ninguém. É tudo nosso.

Agora, depois da ressaca da Guanabra, é tentar evitar o óbvio: uma final - de interesse econômico para todos os envolvidos.

Vamos ganhar a Taça Rio e acabar com essa palhaçada logo: é nossa quinta final consecutiva.

É como eu gritei no domingo: TREME! TREME! TREME que isso aqui é BOTAFOGO!

E me perdoem postar sobre nosso bicampeonato somente agora: mas segunda foi dia de ressaca e terça, até aqui, foi pra recuperar o trabalho que deixei de fazer na segunda. Coisa de campeão, mas que não pode dar mole não!

Vamos com tudo, esse ano é tudo nosso! PQP, eu quero carioca e a Copa do Brasil! E o Brasileiro!

Se forem notar, tem mística para tal, me acompanhem:

13 anos depois, Joel volta para ser campeão - em cima do Vasco.

21 anos depois do título de `89, temos a chance de acabar com mais um jejum, este de 3 vices - e provavelmente contra o Flamengo (ou Vasco), quer apostar?

Os Trapalhões, como noticiado, profetizaram - veja no final do video.

É só seguir o trabalho bem feito e com seriedade que não teremos nem trapalhadas e nem nos farão mais de palhaços: porque dessa vez até tentaram, mas nada nos impediu!

É Glorioso, é campeão!

SAN

K1

sábado, 20 de fevereiro de 2010

Reflexões pré-jogo

Que será um jogão, não tenho dúvidas.

A única dúvida que tenho é por qual motivo continuam afirmando que nosso problema é a defesa, quando claramente é nosso meio-campo que não dá a devida proteção e combate.

Acerta a cozinha, Joel, que eu tô com fome de títulos!

Seremos campeões, amanhã todo mundo no maraca, APOIO INCONDICIONAL!

SAN

K1

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

Vamos ganhar! Épico APOIO INCONDICIONAL

A vibe era de vitoriosos guerreiros do clã alvinegro.

Em todos meus anos de maraca, engenhão, caio martins, portuguesa e outros confins NUNCA VI E SENTI NADA IGUAL!

Começou simbólico, com a faixa de protesto contra os mesmos jogadores de sempre sendo retirada a pedidos da própria torcida - forjava-se ali a união que a tudo e todos vence.


A entrada do time em campo foi recebida com o BLACK HELL que encheu de fumaça, piscas e sinalizadores a nossa arquibancada verde - a amarela ainda espera por você, que lê este post e não tem comparecido. Chegou a hora de lotarmos o maraca.

Mas BOTAFOGO nunca foi quantidade, sempre foi qualidade e intensidade. Estavamos em MENOR NÚMERO, mas tinhamos MAIOR PRESENÇA.

E isto cada um dos torcedores tinha de sobra - como a garra do time em campo: se faltou na técnica, conquistou na vontade e na seriedade do trabalho, afinal, do nosso lado ninguém "pulou carnaval".

Cada um de nós gritava e pulava, se conectava ao time de maneira ímpar, tornando-nos uma só Estrela que brilhou e ofuscou até a tentativa - reincidente - do juíz de nos prejudicar: o critério de faltas e amarelos era mais do que duvidoso, era tendencioso.

Do futebol pouco vou falar, pois pouco compareceu. Do lado de lá a cachaça e a sapucaí fizeram a mira atravessar o samba. Do lado de cá a falta de um meio campo mais presente e consistente nos fazia dar chutões esperançosos que buscavam ligar a defesa ao ataque através da cabeça de Loco Abreu e do coração guerreiro de Herrera - bravos e habilidosos combatente celestiais.

Mas a noite era de Marcelo Cordeiro, que além de marcar o primeiro gol, corria e cruzava; foi também de Jefferson, nosso gigante arqueiro, seguro, preciso e decisivo; e de Lucio Flavio, que alçou boas bolas para a área - inclusive a que resultou no primeiro gol - e lutou, por mais que falte a ele um companheiro ali no meio para dividir a responsabilidade.

E responsabilidade é algo que o jovem Caio tira de letra, metendo entre as canetas e levando duras faltas - nenhuma sendo punida com amarelo -, pois parte pra dentro - ainda mais inflamado pela torcida, que ensandecida clamava por seu nome.

E dos gritos da torcida em APOIO INCONDICIONAL vinha a certeza de uma vitória épica de superação.

Quando tomamos o gol em um vacilo do competente zagueiro Fabio Ferreira em bola no ataque, dando contra-ataque à escória, da arquibancada veio a certeza de escrevermos uma nova história: VAMOS GANHAR!

Simples assim. VAMOS GANHAR!

Não importa o gol levado, as faltas roubadas, desopilamos tudo, estavamos de almas lavadas; prontos para ascendermos aos céus do olimpo futebolístico e acendermos como estrelas que somos.

Brilhante é a união das Estrelas Solitárias em Gloriosa Constelação.

Domingo, eu, você e todos os alvinegros vamos ao Maracanã... é um dever cívico de todo glorioso.

Tiramos a nhaca do urubu, agora o "Bicho certo" voltou.

SAN - seremos campeões

K1

domingo, 7 de fevereiro de 2010

Sentiu a pinta de campeão?

É uma mancha alvinegra que está se alastrando, sorrateiramente se transformando em pinta, solidificando-se como campeão. A pintura da vez tem assinatura extensa: 5x2 contra o Resende.

Tem muito o que melhorar, como o próprio disse, mas Joel já deu uma boa melhora no time.

E eu gosto assim, desacreditado e na semifinal - pra tirar qualquer peso.

Em `92 e `07 tinhamos o melhor time e deu no que deu. Agora somos a zebra dos 4 grandes, aquele em que não se leva fé... mas quanto mais escura a noite, mais brilham as estrelas.

Ainda mais na quarta-feira de cinzas, onde as peças-chave do Flamengo ainda se recuperam do carnaval. Cabe ao nosso time se concentrar.

E é por isto tudo que eu preferia ter vencido de menos. Pra ficar mais com o pé no chão e desacreditado.

Mas quis o destino que Loco desencantasse. E olha que eu cantei a bola de que Marcelo Cordeiro e Wellington Junior fariam cada um o seu. Pode perguntar pro meu primo Caio que tava junto e não me deixa mentir.

Com esse padrão diferente do habitual - bolas altas na área - o Botafogo tem que treinar cruzamento (Lucio Flavio, Marcelo Cordeiro e Alessandro) e mudar seu padrão de jogo, porque o cara é matador: olha que ainda perdeu mais dois... como no Madureira.

Caio se mostrou ainda jogador de segundo tempo, mas pode surpreender se jogar ao lado do Lucio Flavio, fazendo a função do Maicosuel - que ouvi dizer, está perto de voltar, faltando só o Eike apoiar.

É carnaval, vamos sonhar. E nas cinzas da quarta ressurgir como Fênix, árvore de Fogo! que nos vingará da goleada na final: seremos campeões.

Pode dar print!

SAN

K1

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

Pegou, mordeu e meteu de quatro!

Papai Joel é isso aí, faz Alessandro jogar um bolão, arruma a defesa e mete de quatro no pequeno bicho-papão do Carioca 2010, o Madureira. É mais um degrau rumo ao título, TREZE anos depois de ter nos dado o carioca!

Mas pé no chão: falta arrumar o meio, que ainda tá avacalhado. Chegaremos embalados às semifinais e vitoriosos nas finais.

Contudo, precisamos apoiar mais. O público presente hoje vaiava e xingava mais que cantava o hino e apoiava o time. E olha que estavamos ganhando, hein.

A personalidade do Lucio Flavio não é de receber vaias e se superar: ele precisa de apoio. E porque precisamos dar apoio para ele? Porque não temos ninguém melhor que ele no banco e porque ele é um de nossos jogadores mais caros, além de saber jogar bola, só precisa se encontrar. E não é com vaias que ajudaremos.

Notem que também concordo que foi só ele sair e o Caio - que é PHODDA! -entrar que metemos 3 gols em 20 minutos.

Mas, repito, sou contra vaiarmos.

Quer reclamar? Escreve pro Botafogo, pra imprensa, faz um blog, entra nas comunidades do orkut, vai lá em GS na diretoria e nos treinos, mas, uma vez em campo, todo mundo ali é BOTAFOGO e vaiar o cara é dar força pro adversário.

Alessandro e Eduardo fizeram boa partida, temos que lhes dar o devido crédito.

Como a todo o time que melhorou muito de produção. Vamos juntos, somos fortes. Seremos campeões,

SAN - Apoio Incondicional!

K1 - que gosta do Engenhão, nossa casa, mas que estava morrendo de saudades do maraca e de ficar no seu lugar cativo de sempre, encontrando os amigos que só vê ali, no mesmo lugar, apoiando o Glorioso.

domingo, 31 de janeiro de 2010

O Botafogo tá uma coisa de Louco!

Em todos os sentidos.

Cheguei ao Engenhão - Stadium Rio é o #$^#$^#, se quiser chamar de outro nome que seja de Arena Estelar Nilton Santos - anestesiado: sabia que haveria dor. E o sofrimento durou até o fim, quando nos último 5 minutos nos libertamos e ao grito de gol ao acreditarmos em nosso potencial.

Devido ao intenso trânsito dos blocos de Ipanema, pisei na Leste Inferior exatamente no gol do América e após ler a faixa "Inferno Rubro". Seria outro Inferno, como o contra o Vasco?

Minha fé me dizia que não. E por mais que o time individual e coletivamente me quisesse provar o contrário, tinha a certeza da vitória. Confio na Estrela. E na capacidade de superação do Ser humano.

Alessandro, este injustiçado, se superou. Todo mundo sabe das limitações dele, mas poucos reconhecem sua dedicação e respeito à camisa do Botafogo. Ontem ele corria, combatia e salvou, sozinho, 3 bolas com claro perigo de gol.

Lucio Flavio, bem, precisa chegar mais junto - atenuante o fato de jogar relativamente fora de sua posição.

Cajá deixou um pouco a desejar. Renan foi muito bem. Como também foram Herrera e LoucoAbreu - que cabeçada plástica. Quando ele subiu o grito se avolumou em meu espírito.

E o que gritar do Caio?

Campeão! Este é o espírito. Ajudou na defesa, acreditou em seu potencial, partiu pra cima, confiou e guardou - pra mim, o nome do jogo.

Agora, fé não combina com cegueira: ganhamos porque era o América. Temos uma avenida ali pelo lado do Alessandro que precisa ser melhor defendida. E nosso sistema defensivo... sei não, gostei apenas do Fábio Ferreira; acho o Antonio Carlos... sei não.

Fato é que se fosse Flamengo, Fluminense ou Vasco a coisa tava preta pro nosso lado. E é nessa escuridão que brilham mais as estrelas. É correndo por fora que venceremos.

Ontem foi apenas um degrau rumo ao título.

Tem que acreditar - toda bola é bola. Todo jogo é campeonato.

Seremos campeões. Podem dar print.

SAN

K1

quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

Tigres de Bengala

E ainda bem, porque se não fosse assim a apertada vitória não teria acontecido tão grande era o nervosismo do time e a insegurança da fraca e deficitária defesa alvinegra.

O ataque está bem - temos só que ver em relação aos reservas, se estão à altura - o meio precisa melhorar, as laterais também e a defesa, bem, ou muda ou vamos pro fundo do poço.

Mas vamos ao jogo.

No Itahy, vascaínos e flamenguistas, por mais insólito que isto pareça, me esperavam para zoar. Eram os mesmos vascaínos que eu havia zoado nos 4x0 do ano passado e que convidei a comer bacalhau conosco.

Aos 14min grande jogada que resulta em glorioso gol do guerreiro Herrera.

Aos 20min Alessandro prova porque é tão execrado: deixa passar bola na pequena área que quase resulta em gol adversário. Aliás, me lembrou as jogadas de nosso zagueiro Antonio Carlos, outro que deixa a bola passar de uma maneira inexplicável - e quando se tem Dodô na cola, já viu, né?

A defesa de fato sente falta de Juninho - e a vinda de Renato Silva seria bem-vinda: Antonio Carlos está aquém. Como Fahel está aquém do Diguinho que foi pro Flu. Flu que quer ser o Botafogo, pois já está querendo contratar outro alvinegro, André Lima. Se for pra lá vai "alemãozar".

Aos 31min sufoco tomado em bola cruzada. Nossa defesa é uma baba e não é de moça, moça não toma uma enfiada de 6 e pede mais.

Aos 36min Lucio Flavio mostra porque irrita a torcida: bate a falta, de novo, na cabeça do defensor do Tigres, dando-lhes a chance do contra-ataque.

Aos 39min o atacante do Tigres cabeceia, sozinho, com perigo sobre o gol em mais uma falha da zaga.

Aos 40min saída ridícula, defesa corajosa - instantes entre o inferno e o céu para nosso arqueiro Jefferson. Acabou se machucando e cedendo, 4 minutos de paralisação depois, lugar ao Renan, em quem confio, mas que está sem ritmo de jogo.

Terminamos o primeiro tempo ganhando, mas não convencendo, com a certeza de um bom ataque e uma péssima defesa.

Só no show do intervalo pude ver como o Jefferson agarrou muito, já desde os primeiros minutos, que havia perdido devido à zoação alheia.

E como fiquei feliz em ver Wellington Paulista fazer o gol do Cruzeiro na Libertadores. Gosto dele como jogador e como pessoa, ele e sua família sempre foram corretos conosco, demonstrando muito carinho.

Aos 3min do segundo tempo vemos como falta qualidade no meio: em jogada rápida de Loco e Herrera, alguém do meio (foi rápido, não deu pra ver quem) ao invés de passar pra frente, volta todo o jogo, dando tempo para o Tigres se rearmar.

O segundo gol sai aos 6min em bela jogada iniciada por Lucio Flavio - que teve boa e decisiva participação nos dois gols - e que na tabela de cabeça em cabeça na área acaba na testada pro gol de Antonio Carlos.

Mas nem os 2x0 deram tranquilidade ao time que perde Leandro Guerreiro expulso aos 23min por entrada forte e com travas altas, por mais que tenha pego na bola primeiro.

Aos 33min Herrera perde gol feito após lindo cruzamento de Marcelo Cordeiro.

Junior, do SporTv, comenta e acerta: Joel terá que acertar a frágil defesa alvinegra.

Aos 41min falta cobrada com categoria. Renan resvala na bola que passa pela barreira, exatamente pelo Alessandro que se abaixa e deixa a bola encontrar o ângulo.

Aos 47min do segundo tempo toca forte, perde a bola e a vantagem do contra-ataque; isso depois da bola caprichosamente bater em nosso travessão em cabeçada perigosa do Tigres.

Enfim, ganhamos. Mais 3 pontos rumo ao título.

Eu acredito.

SAN

K1

segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

Obrigado, Vasco!

Fomos atropelados por aqueles que ao menos usam cinto de segurança.

Obrigado Vasco por nos fazer dois favores:

1 - ajudaram a tirar o mediano Estevam (11 vitórias, 8 empates, 11 derrotas)

Nenhum técnico escala dois jogadores sem entrosamento em clássico, ainda mais quando já se perde de 3x0.

Nenhum técnico observa imóvel (atônito, melhor dizendo) o time perder um jogador da função do Eduardo logo no início do jogo, já perdendo, leva mais 2, 3, 4... até 6 e não muda nada até o intervalo. Aí vai e tira o jogador cuja estréia foi a mais esperada, queimando-o e ao seu substituto, ambos sem ritmo e sem entrosamento.

Nenhum técnico dá uma entrevista e diz que 6x0 é um acidente de percurso e que o melhor é que ninguém se machucou! (Quer dizer que pra ser um desastre, calamidade ou algo assim tinha que alguém morrer ou amputar a perna? RESPEITO! Isso aqui é BOTAFOGO, não é Barueri não!)

Nenhum técnico culpa apenas a zaga e queima seus zagueiros dizendo que o (zagueiro) que está de fora (por estrear) será a salvação (colocando um baita peso), quando seu esquema retranqueiro de time pequeno e inabilidade de escalar e de substituir é que são os responsáveis - o erro foi do time como um todo (exceto do Herrera!), principalmente do meio de campo que levou um baile.

Botafogo é Glorioso, nunca mediano!

2 - mostraram pra diretoria que não devem mesquinhar com ídolo e craque

Parece que o Loco Abreu custa o dobro do Dodô - bem, acompanhamos o clássico. Precisa dizer mais alguma coisa?

Ah sim, duas:

Ei, Vasco, vai tomar no cú!

Botafogo até morrer!

SAN

K1

sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

Botafogo nas alturas e até debaixo d`água

Comprei o ingresso 16h de bicicleta na Lagoa, voei para casa. Antes fui tirar dinheiro, quando passo pelo Itahy, a chuva despenca e me leva ao chopp.

Morreria em 20 reais e abandonaria o Glorioso? Ainda mais por causa daquele pequeno dilúvio e presságio do fim dos dias? Nem pensar! Jamais.

Lagoa entupida. Plano B: metro+trem ao invés de dois ônibus.

Cantagalo, Central e... trem com defeito após inúmeros atrasos. Saldo?

Quase 30 minutos de espera e a perda completa do primeiro tempo.

Felicidade apenas por não ter visto Lucio Flavio perder "bisonhamente" (sic) a penalidade.

Aliás, boa a tática do goleiro ficar fechando completamente um canto e observar o pé do batedor - Lucio Flavio caiu na malandragem: cnutou crente que o goleiro iria pular que nem um doido no canto aberto: tem mais bobo no futebol não, o mundo já perdeu a inocência há muito, Lucio Flavio.

No segundo tempo voltamos - segundo meu primo Bruno "El, Ael" - melhor e passamos de pressionados a pressionar.

De fato, pressionamos bem, faltando chutes a gol e a precisão nas tabelas - LF além da perda da penalidade ainda deveu bom futebol: tem que se cuidar, pois Renato Cajá pode ocupar seu lugar, afinal, entrou e mostrou habilidade e disposição.

Disposição, teu nome é Herrerra - como se apresenta bem o hermano que, diga-se de passagem, teve seu nome aclamado à bater nossa segunda penalidade: converteu com personalidade quando o Glorioso já vencia pela magra e perigosa vantagem de um tento e estava com um jogador a mais em campo após justa expulsão do defensor friburguense em falta dura e desleal.

E nosso primeiro gol saiu em jogada primorosa, nascida de um passe açucarado de Eduardo (!) para Renato Cajá, que domina driblando e invadindo a área tomando o tempo do zagueiro e avançando no espaço, penetrando na área e fazendo um golaço em chute cruzado - tal qual se encontravam nossos dedos.

No final, festa conclamando ao Domingo, com direito à gritos de guerra hostilizando Dodô - Íh, tá maneiro, o Dodô só quer dinheiro! -, exaltando Herrerra - Ô Dodô, vai ... quem tem Herrerra não precisa de você! -, gritos anunciando e prometendo um belo espetáculo em campo.

Domingo este time e Estevam tem a primeira prova de Fogo: que atuem como Jefferson, absoluto - mesmo quando comete penalidade infantil, conta com a sorte da trave na cobrança. Trave que nos salvaria também uma segunda vez.

Goleiro bom e time campeão tem essas sortes.

Domingo, faça sua Estrela brilhar, vá ao Engenhão e dê seu apoio incondicional.

SAN

K1

domingo, 17 de janeiro de 2010

Retorno Glorioso

Poderia falar isto da volta dos posts neste espaço, mas seria pretensão.

O título se refere mesmo à vitória por 3 a 2 em cima do Macaé em noite inspirada de Herrera, Lucio Flavio e do novo capitão e muralha Jefferson - a defesa no ângulo ainda se repete como replay em minha mente: que reflexo, que atenção, que colocação.

Novas caras, muita empolgação e algumas estréias ainda por vir. O time promete. Em todos os sentidos; acho até que fazemos (E levamos!) a final, dessa vez contra o Vasco... quem viver, verá.

A defesa e o meio defensivo ainda precisam melhorar, mas o ataque e o gol estão, creio eu, seguros. E isto é um belo começo. Agora é dar sequência.

Sequência que não dei ao blog no final da temporada passada por inúmeros motivos, resumidos em um: era emoção - ou melhor, emoções - demais.

Óbvio que estava lá na "final" contra o Palmeiras. O que foi aquele gol deles que quase nos calou? Que a temporada 2010 seja Gloriosa e sem este tipo de emoção e situação!

A diretoria fez a parte dela, se livrou dos sangue-sugas urubus e trouxe gente de qualidade, investiu e agiu bem a meu ver. Agora é nossa vez.

Vamos apoiar o time, quinta happy hour é no Engenhão!

SAN

K1