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sexta-feira, 10 de setembro de 2010

Quem tem, brilha!

Extasiado, não existe outra palavra.

Se contra o Grêmio a palavra era decepção com os dois pontos perdidos infantilmente em casa, agora a sensação é de euforia incontrolável: ganhar do Santos completo na casa deles e com direito a golaço do Loco Abreu no último minuto, tendo ele sido colocado pelo Joel para mudar a cara da partida... definitivamente as coisas estão mudando (positivamente) e pro lado do Botafogo.

Destaques para a muralha Jéééfferson, pra Marcelo Mattos, pro Loco Abreu e pro papai Joel que acertou mais uma vez na substituição - que, confesso, critiquei quando foi realizada. Mas, justiça seja feita, todo o time jogou bem, marcando, mordendo, lutando. Caio, Cajá e Edno são titulares disfarçados de banco; do Loco Abreu nem se fala. Agora sim temos um elenco e não apenas um time. Agora sim vai!

A diferença pode se resumir nas palavras do santista Edu Dracena: o Santos está jogando no "Eu" e esquecendo do "nós". É o ego atrapalhando a rede, literalmente o estufar da rede... mas isso é papo para meu outro blog.

No Botafogo impera o coletivo, a Constelação Gloriosa que assim ressalta o brilho de cada Estrela Solitária.

Enfim, estou, como todo bom alvinegro deve estar, nas estrelas...

Andei meio sumido, trabalhando (também nos bastidores da CG)... vem novidade por aí.

Mas hoje a novidade é toda do Loco Abreu: bateu os santistas até no TT (trending topics) do Twitter - eles bem que tentaram tirar onda colocando Bostafogo no topo do TTBr, mas perderam até nisso; e ainda não conseguiram emplacar os demais tópicos, "bobo, feio e cara de mamão".

E, em homenagem a nosso craque, ídolo e garoto propaganda do supermercado La Palmas, algumas fotos do feito memorável de hoje.

Chapéu uruguaio legítimo - última moda em Santos.



Com a chegada da frente fria a campanha Botafogo Solidário através de seu embaixador Loco Abreu não deixou por menos: aplicou um lençol com estilo para o goleiro Rafael dormir quentinho.


Registro: tá com pinta, tá pintando...

Seremos campeões.

Domingo vou levar foguetes e bandeiras, não vai ser de brincadeira ele vai ser campeão... todo mundo no Engenhão!

SAN

K!

segunda-feira, 21 de setembro de 2009

13. empate do Glorioso

Agora começamos nossa ressurreição. Conquistamos o número da sorte de empates, agora é só vitória daqui pra frente.

Jogo sob forte chuva, mas mesmo assim, nada do Fogo se apagar. Se não fosse por, MAIS UMA VEZ, não marcarem penalidade a nosso favor sairiamos com os três pontos da Vila Belmiro.

Com certeza, não podemos nos balizar nisto: precisamos ganhar para sair desta desconfortável situação, mas há alento. Com poucas vitórias já podemos nos incluir na Sul-Americana do próximo ano. Com uma arrancada triunfal quem sabé até algo mais: Libertadores qualquer dia 'tamo' aí. (Nunca gostei de cantar 'qualquer dia', é muito vago!)

Fato é que a sorte volta a sorrir pra gente: goleiro seguro, Jéééfferson conta com a sorte e com suas traves para fechar nosso gol. E o fez novamente neste jogo com defesas e saídas precisas.



O jogo nem teve bom nível de futebol, mas a edição - apesar de não mostrar a penalidade sofrida por André Lima, mas confirmada pela matéria da própria Globo.com, serve para vermos que no final da história fomos iguais, senão melhores que os santistas.

Tá na hora de ganhar, Glorioso!

SAN

K1

sábado, 13 de junho de 2009

Agora vai

Escalação estranha, gente esquisita se passando por jogador de futebol e eu tava legal, não se vende mais birita.

Mas fato é que o Glorioso foi superior durante todo o jogo e só não fez mais porque o ataque alvinegro ou é muito aquém do que se precisa para ser competitivo ou não está levando sorte mesmo. Ou ambos.

Fato é que Tony perdeu dois gols feitos, Victor Simões se esforçou muito, como sempre, sem levar perigo, como sempre e Laio, apesar de marcar belo gol após drible da vaca no Fábio Costa, também mostrou que segura demais a bola sem ter, contudo, a habilidade para tratá-la com aquele jeito que só quem decide partida de verdade sabe.

A partida, mais que ser decidida por A ou B foi decidida pelo volume de jogo superior do Botafogo. Por mais que possamos dizer que Renan tenha garantido o resultado em uma defesa dificílima no segundo tempo, quando o jogo ainda estava indefinido; por mais que possamos dizer que foi Ney Franco, chamado de burro por parte da torcida por ter colocado Thiaguinho no lugar de Eduardo e não do Alessandro... foi justamente Thiaguinho que rolou muito bem para Batista fazer o dele, com ajuda do desvio da zaga. Registro: Thiaguinho não é reserva, NUNCA!

Teve até carrinho de Lúcio Flávio e a sensação de que nem tudo está perdido e que vem muito mais por aí. A começar pela emoção, pois podemos esperar tudo: uma repentina melhora e acerto rumo à zona da Libertadores - falar de título é estar levitando mais que um palmo do chão - ou um lento agonizar na parte de baixo da tabela.

Se for pela união demonstrada ao final do jogo pelos jogadores que se reuniram no meio de campo e dos dirigentes, que foram prestigiar o treinador a coisa me parece que vai. E a torcida, que em alguns momentos se mostrava impaciente, vai junto: inflamou depois do primeiro gol e apoiou sem parar até o final - foram quase 7mil, muito pouco para o eterno glorioso.

Como disse o ilustre alvinegro Hélio de la Peña no blog dele: "já trouxeram o Michael, agora só falta o Suel pra ser tudo como antes".

Breve reflexão: um clube que tem uma baleia como símbolo e é chamado de Peixe só se pode desconfiar, não?

Pra finalizar, fico com o clássico: 'ééééé, Garrincha é melhor que Pelé!'

E é mesmo.

Saudações AlviNegras,

K1

sábado, 18 de outubro de 2008

Perrengue! Não mereciamos isto.

E era pro título ser diferente. Tinha tudo para ser.

Podia ser: Tem coisas que só acontecem ao Botafogo.

Ou também: É por isso que sou Botafogo!

"Hein?", você deve estar pensando que estou meio avariado e abalado, quiça louco com esta derrota - a segunda vitória do Santos fora de casa neste campeonato! - ou algo deste naipe, mas de fato, no meio disso tudo, não tenho do que reclamar.

É por isso que sou Botafogo!

Tudo começou quando eu liguei pra sede de General Severiano hoje e perguntei se ainda vendiam ingressos no Via Parque, pois estava na Barra dando aula. Seguindo a resposta afirmativa de que haveria venda até às 17h dei com os burros n'água às 16h20, o que me deixava já atrasado, pois ainda precisava voltar em casa em Ipanema, trocar de roupa, pegar as estrelas de isopor e partir pro metrô pra depois pular pro trêm e ainda comprar ingresso.

Estava pronto às 17h30: tarde demais para fazer a missão em cima dos trilhos. Resolvi então aproveitar o fato de estar com um carro emprestado e parti pela primeira vez de carro, sozinho pro Engenhão. Isso significou cerveja zero pela primeira vez em um jogo de futebol - como não se vende mais dentro do estádio, acabei nem sentindo tanta falta assim.

Feliz em teoricamente conseguir chegar a tempo e com a consciência cidadã refletindo a maturidade que tanto busco forjar a cada ação encaro um daqueles obstáculos da vida: tendo acabado de passar pelo NorteShopping o carro simplesmente morre em movimento e não gira mais a chave - já havia dado sintomas disto há algum tempo, mas desta vez fora pra valer.

Empurrei quase um quarteirão pela via principal, sendo ajudado por um bicicletista - que disse que só me ajudava porque era alvinegro - e por uma viatura de polícia, que solicitamente, sem ser pedida, segurou o trânsito para eu fazer o retorno empurrando o jipe a entrar no posto.

O posto não tinha cabo para chupeta, o motorista rubro-negro quando perguntado sobre chupeta disse que isto era coisa de tricolor, mas que me desejava sorte, um frentista me cobrara dez reais pra deixar o carro ali, o outro resolveu empurrar com mais uns meninos da região pra fazer o possante pegar no tranco.

Pegou. Mas bastava tentar ligar farol, rádio ou algo parecido que o carro dava sinais de que iria morrer ali mesmo. Sentiria falta dos limpadores de pára-brisa na volta.

E apagado subi a rua que levava ao Engenhão, onde parei no estacionamento do setor Visa, pois quanto menos voltas desse melhor, afinal o carro podia parar a qualquer momento e a essa altura a partida já havia começado.

Como a vida me levou até lá, aproveitei e fui tirar uma foto do busto de Garrincha, que havia sido colocado lá há poucos instantes. Não somente tirei a foto como reencontrei o assessor de imprensa do Botafogo, amigo de meu amigo, de quem comentei em um dos primeiros posts aqui do blog. Não é que o cara me reconheceu e após saber que ainda necessitaria comprar o ingresso e ouvir o meu relato que agora compartilho com vocês, ficou sensibilizado com minha saga e me convidou para ficar no setor Visa.

Pois não apenas assisti à partida ali, da cadeira 33 da primeira fileira, na boca da saída do vestiário, como pude acompanhar um Botafogo decente no primeiro tempo e apagado no segundo.

O destaque da partida para mim - com defesas espetaculares e saídas seguras - foi o Renan, que tem demonstrado que está a altura da titularidade. Mas foi o que disse para ele no final: tudo vem com o tempo, no compasso certo.

Do outro lado, destaque para o goleiro Fábio Costa, que pegou tudo e mais um pouco.

Mas apesar dos destaques terem sido os goleiros, não se pode dizer que o Botafogo jogou bem. Principalmente na segunda etapa, quando voltou sonolento, sem pegada.

Ouso dizer que tudo começou a sair dos eixos quando perdemos nosso maestro, lesionado. Tomara que possa jogar na terça.

Entrou o Zárate, que muito voluntarioso, raçudo e com alguns bons toques no ataque não fez nada demais, tendo perdido duas importantes chances, uma delas nas quais ele precisaria ter apenas 5 quilos a menos pra apenas se jogar na bola, que cruzara caprichosamente a pequena área.

Mas se o tom com o hermano ainda é de 'aceitação', tudo muda quando começo a falar de Ney Franco e suas duas outras substituições:

Wellington Paulista, que apesar de caindo, vinha jogando bem quando de pé, sendo o único que ameaçava de fato a meta santista e Carlos Alberto, que apesar de firuleiro e fominha era, com a saída de Lúcio Flávio, o único que dava maior qualidade no meio, tendo boa visão de jogo - apesar de ter perdido perigosamente a bola em dois lances individuais excessivamente fominhas.

Mas enfim, ao menos ambos são jogadores, estavam ligados.

Lucas Silva e Marcelinho que entraram mostraram duas coisas: que o primeiro pode voltar ao México e que o segundo pode voltar pra onde veio.

O primeiro não se destacou para mim mais do que quando perdeu infantilmente a bola em jogada tranquila no meio campo, reflexo da desatenção e falta de ritmo de jogo, mas isso não deve ser desculpa, principalmente porque pelo video no youtube se esperava ao menos um chute a gol. E nada.

Pior do que nada é a furada de Marcelinho, jogada-exemplo do futebol deste cidadão que não pode servir de opção séria para se virar uma partida: é por demais limitado, por mais que esforçado. Aliás, falando nisso, por que não colocar o Fábio? E o Alexsandro?

A que ponto chegamos? Ter que perguntar por que não colocar Fábio, Alexsandro...

Bem, quanto ao jogo foi mais ou menos isso. Não tenho como falar do gol do Santos, pois estava gritando pro Wellington Paulista me jogar a camisa dele. Fiquei sem a camisa e sem ver o gol, que acabei de ver agora na globo.com: que golaço.

Deu a impressão de que se o Renan não tivesse dado aquele passo pra frente antes da batida ele poderia ter alcançado a bola; ainda mais se fosse pulando pra fora, ao invés de pular com o corpo pra dentro, devido ao passo pra frente que havia dado. Todavia, bola dificílima e mérito do camisa 10 santista.

E falando em mérito, na saída pude tirar mais fotos com o busto e com o totem do Garrincha, além de ter a felicidade de encontrar, conversar e fotografar com boa parte do time. Alguns, como Lopes e Thiaguinho passaram sem eu perceber ou ter tempo de chegar para abordar. Mas Renan, Jorge Henrique, Zárate, Renato Silva, além do eterno craque alvinegro Maurício foram todos muito simpáticos e solícitos - fiquei realmente impressionado com o carinho e paciência de cada um deles.

E olha que precisaram, pois eram algumas pessoas pedindo autógrafo e fotos, nem todos, é verdade, com uma máquina tão lenta e que dava erro toda hora como a minha. Mas as fotos saíram e vão online daqui a pouco. Via-se, nuns mais, noutros menos, felicidade em estar ali, respirando Botafogo.

Teve torcedor xingando e querendo agredir o Thiaguinho - a meu ver de forma completamente injustificada -, mas foi prontamente reprimido por uma torcedora símbolo das Guerreiras AlviNegras, que ameaçou: se falar mais uma besteira dessas, leva um catiripapo.

E tudo acabou por se apaziguar, dando vez a um comentário de um simpático senhor que me confundira com ex-jogador do clube. Jorge, que lembrava a escalação do time de '58 e disse que o de '68 fora o melhor, soltou a pérola da noite: "ele ainda vai ver muita coisa pela frente", completando depois com a memória da final de '71 contra o Fluminense, mais um roubo do tricolor das Laranjeiras - gol do Barcelona! -, na qual vagava perdido pela Praça da Bandeira.

E quando eu estava lá, perdido em meio a pensamentos a cerca do resultado e a devaneios com a imagem do 'Anjo das pernas tortas', esperando solitário a saída dos jogadores, fui abordado pela equipe do EsporTVisão da TVBrasil para responder sobre 'se a seleção brasileira tem jogadores no Brasil para substituirem os estrangeiros'. A pergunta, um pouco tendenciosa, colocava a 'culpa' pela convocação de estrangeiros no Dunga, mas pelo que me lembre há muito tempo a base da seleção é européia, não?

Enfim, falemos da seleção de nossos corações estelares e solitários! Temos agora que torcer pelo empate entre Coritiba e Goiás amanhã, quando seremos mais do que nunca 'vascaínos desde pequenos'. O Vitória pode perder ou empatar com o Fluminense, ganhar não, senão complica por nosso lado também.

Como sempre, fomos Robin Hood, ganhando dos grandes e entregando o ouro para os que estão abaixo na tabela.

No blog amigo Mundo Botafogo o Rui já dá como certo ficarmos ali na mediocridade entre o nono e o décimo-segundo lugar.

Sou mais otimista: acredito ainda em Libertadores. Ainda faltam 8 rodadas e com cinco vitórias o G4 é uma realidade a meu ver. Se o Internacional acredita e está atrás, por que nós não acreditariamos?

Temos que apoiar. E meter na cabeça de Ney Franco que Marcelinho e cia. não são solução pra virar jogo: nem aqui, nem na Argentina.

Vamos fazer nosso papel: vamos lotar o Engenhão!

E terça, torcer em frente à TV. Pra cima dos hermanos!

SAN

K1

Obrigação de vencer!

Em 14 jogos longe da Vila Belmiro, a equipe venceu uma única vez, empatou quatro e perdeu nove, segundo matéria da globo.com.

Não tem como não dar Botafogo amanhã. Até porque, como disse um integrante da comunidade da Constelação Gloriosa no Orkut, em idéia para faixa: Se Pelé foi Rei... Garrincha é Deus.

Mas uma notícia me preocupou: Jogadores não concentram antes de partida contra o Santos devido a atraso de dois meses de salários - mudança na rotina do Alvinegro foi decidida em comum acordo com a diretoria.

Agora, me pergunto: o que a não-concentração pode ajudar na questão do pagamento? Pode sim, prejudicar determinados rendimentos em campo, pois sabemos que os jogadores não são tão profissionais assim quanto gostariamos e quanto o somos em nossas respectivas profissões.

Um agravante é que da reunião política não saiu consenso e devemos mesmo ter dois candidatos disputando o pleito. Tenho evitado escrever aqui sobre política, bem como tenho tentado me manter o máximo afastado, mas o que sei é que não se pode rachar o que vem consolidando o clube. E a notícia de hoje é preocupante neste sentido. Há muita fanfarronice em alguns e pouca habilidade diplomática em outros; há os que são inclusive questionáveis em termos éticos.

O que não podemos esquecer é que o Botafogo de hoje não é o Botafogo de 1995. Apesar da carência de títulos, evoluimos - graças também àquela época, verdade seja dita - e passamos do amadorismo para o semi-profissionalismo. Digo semi, porque na pelada das quartas eu jogo com um amigo que trabalhou diretamente ligado ao patrocínio do Botafogo e que me confirmou que ao invés da coisa ser feita pelos profissionais de ambas as partes interessadas, tudo foi resolvido nas instâncias superiores politicamente, ao invés de se fazer algo sustentável profissionalmente.

Enfim, detalhes preocupantes, mas que não devem sob hipótese alguma tirar o foco do time e da torcida do que realmente importa: vencer neste sábado e pegar o Estudantes na terça embalado.

Segunda tá prometido a primeira parcela dos atrasados: vamos matar o jogo lá pra ganhar mais força pra cá!

Saudações AlviNegras,

K1

sexta-feira, 17 de outubro de 2008

Vitória alvinegra - eu acredito!

Estarei lá amanhã. E você?

Temos que fazer o nosso papel de torcedor, lotar o Engenhão e apoiar o Glorioso para ajudar o time a concretizar a meta em campo: derrotar o peixe e nos aproximarmos do pelotão de frente, para, no momento certo, arrancarmos nossa vaga no G4. E se derem bobeira, algo mais...

VAMOS LOOOTAAAAAAR, O ENGENHÃÃÃO: TORCER! GRITAR! É CAMPEÃO!

SAN

K1

domingo, 13 de julho de 2008

Cheiro podre: e não é de peixe.

Incrível como sabemos entregar um jogo ganho.

Após um primeiro tempo arrasador, onde fizemos 2x0, conseguimos a façanha de deixar o Santos empatar. E não adianta reclamar que o segundo gol deles fora irregular: de fato o atacante deles estava em impedimento, mas se fazemos os gols que não poderiamos perder, como aquele do Jorge Henrique, cara-a-cara com o Fábio Costa, não precisamos reclamar ou ficar à mercê dos erros alheios.

A zaga andou falhando novamente e não foi apenas nos gols. Castillo também andou soltando uma bolas. Vanderlei chutando cruzado pra fora ao invés de tocar para o companheiro livre escorar e marcar aquele que seria nosso gol da vitória.

Vanderlei?

Pois é, também fiquei surpreso quando o vi relacionado. Mais ainda quando o vi entrando. Parece que vai ganhar sobrevida com o Ney Franco. Sei não. E o Alexsandro? Pelo que me consta são 7 atacantes no elenco agora. Será que não darão jeito? Wellington Paulista desencantou na última partida e marcou um golaço nessa: que volte à velha forma.

Resta saber o que faz um time deixar outro empatar, mesmo quando tem domínio do jogo. E o pior é que quando eles fizeram o primeiro deles eu tive aquela sensação de que ia feder.

Temia o pior, mas ao final, saimos da baixada santista com um empate medíocre, do nível do atual elenco.

Ou a diretoria contrata reforços, ou de fato iremos acompanhar o time do quase caindo. Incrível como a motivação e o poder psicológico são fatores determinantes: com este mesmo grupo estavamos chegando a tudo. Agora acompanharemos a tabela de ponta-cabeça.

Pro próximo jogo, contra o Ipatinga, no Engenhão, vamos lotar para empurrar o time para cima. Quem sabe não pega no embalo, engrena de vez e recuperamos para chegarmos em condições de disputar a Libertadores.

SAN

K1

quinta-feira, 10 de julho de 2008

E Geninho não resiste à derrota para o Vitória

Em reunião com a diretoria, técnico é demitido após lamentável atuação e desastrosa derrota para o Vitória da Bahia.

Vágner Mancini (Vitória), PC Gusmão (Figueirense), Dorival Júnior (Coritiba), Ney Franco (sem clube) e até mesmo Cuca (Santos) são alguns nomes cotados.

Dentre esses nomes todos os que mais me agradam, nesta ordem são: Vágner Mancini (Vitória), Dorival Júnior (Coritiba) - entre os quais pra mim há empate técnico de preferência -, PC Gusmão (Figueirense) e Ney Franco (sem clube).

Sinceramente, não acho salutar tentar trazer o Cuca de volta neste momento. Para ele voltar teriamos que lhe oferecer um elenco à altura.

Cuca é hours concours e deve ser preservado para quando formos disputar de fato algo e não ficarmos sangrando na meiuca.

Pela lógica, devemos ficar com o Ney Franco, que está sem clube e com quem seria mais fácil acertar.

A preferência da diretoria, segundo informações do Lance!, é por PC Gusmão. A da torcida, manifesta em enquete do mesmo site, é claramente por Cuca, com 47% no momento em que escreve estas parcas paicas.

Na mesma matéria, leio que "Vágner Benazzi, da Portuguesa, teria pedido um salário de R$ 100 mil mais autonomia total para gerir o futebol, o que foi negado pelos cartolas alvinegros. Ele está descartado."

Sinceramente? Gostei. Não da postura da diretoria, mas da atitude dele. Se é para ser responsabilizado pelo desempenho do time, que tenha total gerência sobre o futebol - fato que deve ter entrado em choque com o interesse das empresas ability da vida.

Por outro lado, entendo a postura da diretoria: vai que é um desses que quer transformar o Glorioso em celeiro para seus craques e fazer caixa em cima? (comentário maldoso: mudariam-se apenas os que se aproveitam!)

O próximo confronto é justamente contra o Santos do mestre Cuca e a diretoria terá que agir rápido para não deixar o time sem comando por muito tempo.

Fé na Estrela, sua Luz alva nos conduzirá para fora desta negra escuridão destes cinzentos dias,

SAN

K1

quinta-feira, 26 de junho de 2008

Vende 5 e traz o André Lima - Campanha Glorioso Já!

Fraternidade Estelar!

Após ler que não temos bala na agulha para trazer o nosso xodó André Lima de volta - o Hertha Berlin quer entre 800mil e hum milhão, enquanto nós estariamos acenando com apenas 100 mil; o que nos mostra que necessitamos saber fazer melhor negócios, já que ele deveria estar ao nosso alcance ou pelo menos mais próximo, uma vez que saiu daqui bombando e está agora esquentando banco - e que Inter, São Paulo e Santos estão interessados em sua contratação, resolvi me mobilizar e criar a campanha: vende 5 e traz o André Lima.

Mas não pode vender o Diguinho! Alessandro e Carlos Alberto são bem-vindos se mantidos também, mas Diguinho é o mais fundamental dos três na minha opinião.

Os 5 vendáveis para trazer o André Lima de volta

- Abedi
- Adriano Felício
- Marcelinho
- +2 (Bruno Costa/Vanderlei/Fabio/Edson - pode escolher!)

Outra alternativa é pedir para o Eike trazer o André Lima por conta e bolso próprios!

Alea jacta est!

SAN

K1