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segunda-feira, 13 de abril de 2009

Páscoa Gloriosa: bacalhau ao chocolate alvinegro

Sábado de ressurreição do espírito alvinegro!

A torcida estava em número bem menor: nunca vi tão pouco alvinegro em clássico com tanto vascaíno. Mas o que eles tinham de quantidade, nós tivemos de qualidade - nas arquibancadas, multiplicando nossas vozes, e em campo, dominando por completo o jogo.

Confesso que ainda acho que estamos com algum problema no meio-de-campo, mas isto não foi questão em uma noite inspirada de Maicosuel, que marcou dois, sendo o primeiro o gol mais bonito do campeonato - um dos mais bonitos do ano, fato.

Tão belos foram os gols e tão envolventes as jogadas, que poder-se-ia afirmar se tratar de um showcolate alvinegro.

Leandro Guerreiro anulou Carlos Alberto e sobrou em campo. Thiaguinho polivalente e rápido teve sua boa atuação premiada com o segundo gol, debaixo das pernas do Tiago, goleiro vascaíno. Com a contusão de Thiaguinho entrou nossa prata-da-casa, o menino Gabriel que, pra mostrar que está à altura do titular, ainda fez um golaço, enganando Tiago em um chute quase sem ângulo quando todos imaginavam que ele iria cruzar. Victor Simões não fez o dele, mas deu passes precisos e açucarados para o segundo e o quarto gol. Lógico que todo o time esteve bem, com destaque ainda para o Wellington, pra mim titular absoluto em nossa zaga. Pra irmos direto ao assunto, falemos de quem é hoje o maior craque do Rio e que determinou a supremacia alvinegra: Maicosuel.

O primeiro dele foi uma obra-prima: drible de letra em um, come noutro e bola lá onde aquela coruja que visitou o Vasco Barra durante a semana dorme. O segundo dele, quarto e último do time, foi um preciso toque na saída do goleiro cruzmaltino após enfiada na medida de Victor Simões.

Minha profecia mostrava indícios de se realizar, principalmente depois que surgiu no céu uma estrela solitária logo na saída de bola no primeiro tempo. As 4 cervejas no pré-jogo também estimularam minha superstição, reforçada pelo fato de ter comprado no intervalo duas camisas 10 - de Maicosuel - para meus melhores amigos: meu gato e meu cão, ambos do Fogão!

Mas nem tudo seguiu como visto em minha visão: o Fluminense não fez a parte dele e o império do Mal fará a final da Taça Rio e do Estadual conosco - que ambos sejam no próximo domingo. Nada melhor que ser campeão da Taça Rio E do Campeonato Carioca em cima do Flamengo.

Já tem MSN de amigo flamenguista com os dizeres de que seremos "mais um timinho tri-vice".

Tenho certeza de que se a torcida do Glorioso comparecer venceremos, estou confiante.

Seremos campeões!

SAN

K1

sexta-feira, 3 de abril de 2009

É... apesar de tudo, tenho fé!

A coisa não parecia nada boa: Madureira um a zero e nada do Glorioso conseguir encaixar o jogo, mesmo tendo amplo domínio.

E o gol do tricolor suburbano aconteceu no único ataque realizado por eles no primeiro tempo, em uma grave falha da defesa, que deixou Renan vendido, adiantado no lance.

Não se pode culpá-lo por este gol: a bola foi colocado como se com a mão no ângulo por aquele que já nos deu muita alegria e que eu gostaria de ver de volta em nosso time - muito melhor que Diego e Jean Carioca: Alex Alves, que inclusive declarou sentir algo "único" por reencontrar a torcida. Vale a pena lembrar os 5 gols em uma partida durante a temporada 2004-2005.

Mesmo debaixo da trave seria impossível nosso goleiro catar a bola: devemos muito mais reclamar da defesa, que deixou o adversário avançar em meio a marcação e rolar para o matador suburbano receber e tocar sozinho no ângulo.

Quando a coisa tava preta, com inúmeras oportunidades perdidas e sem horizonte para a Estrela alvorescer, eis que surge escanteio e uma certeza interior: fariamos o empate, que deveria ser comemorado com Steinhaeger. Fiz a promessa-profecia para o sempre fiel e alvinegro Vavá e o resultado não foi outro. Nos olhamos e confidenciamos: faremos três gols hoje. Fui obrigado a tomar do Steinhaeger e mais um chopp para comemorar o gol de Leandro Guerreiro.

Algo me dizia que se passassemos pelo Madureira seriamos campoeões. Será? Registro esta intuição.

E não é que antes de sacramentar o terceiro, ainda deu tempo de ambos os times empatarem de 2 a 2 - com o Madureira fazendo primeiro?

E olha que Reinaldo, que fez o segundo, perdeu um gol cara-a-cara. E o adversário fez um gol da intermediária, de novo - aliás, está virando tradição: chuta pro gol que o Renan aceita. Vamos resolver isto o quanto antes! É o terceiro ou quarto gol defensável que ele leva em 3 ou 4 partidas.

Por fim, quando tudo parece perdido, Tulio Souza, desacreditado por todos, até pelo fato da imensa maioria não saber pelo que passou em 2008 (síndrome de Gilmore - infecção rara no pubis), faz o terceiro e sacramenta a vitória na última jogada, partindo para calar a boca da torcida que o hostilizara. Ambos com razão.

A certeza da conquista da Taça começa a conquistar nossa mente-coração, pois apesar de jogar mal o time mostrou força de vontade e espírito de superação, fazendo o gol - que pode ter sido o do título - no último minuto, algo que normalmente vem acontecendo ao contrário. Ou seja, revertemos mais este quadro ao nosso favor.

Acertando a contenção em termos de meio-campo e zaga e a defesa dos chutes de longa distância podemos realmente almejar resultados representativos na Taça Rio e evitar a grande final.

Agora é hora de lotarmos o Engenhão. Vamos simbora, pro Engenhão: torcer, gritar, é campeão!

SAN

K1

domingo, 15 de março de 2009

Acertando a casa, fora

Um, dois, três, quatro. E podiamos ter feito mais se não fosse a boa atuação do goleiro do Cabofriense, que salvou alguns gols claros e feitos, evitando que Victor Simões assumisse a artilharia.

Destaque para a estréia com gol de Renato, que além do tento ainda chutou duas boas bolas e apareceu bem na partida, prometendo ser uma boa peça, senão até titular.

Mas quem arrebentou na partida foram Maicosuel, Victor Simões e Thiaguinho. O primeiro fez um golaço de falta e ainda realizou inúmeras jogadas dignas de registro e menção. Nosso artilheiro pitbull fez dois e quase deixou mais outros três, além de ter lutado muito lá na frente. E Thiaguinho além do primoroso cruzamento para o primeiro gol, de cabeça, do Pitbull.

A ressaca da bacalhoada indigesta parece ter passado, mas ainda vejo necessidade de melhoras: é que não dá para se pautar por Cabofriense e demais pequenos do Rio, com todo respeito. Estou pensando em Brasileiro e Sul-Americana e quero ser campeão. Nossa zaga precisa ser mais ágil.

Aqui vale o registro: Leandro Guerreiro está sobrando em campo. Como joga bem, se antecipa, dá o bote certo, se apresenta, além de ser um líder nato identificável até na postura... já Emerson e Juninho me preocupam pela lentidão e por algumas bolas que não poderiam perder do jeito que perderam neste jogo que aqui comentamos.

Gostei da postura da diretoria e da comissão no entre-jogos.

Sobre a contratação de goleiro: acho desnecessária, pois confio em todos que nos servem atualmente. Exceto se formos dispensar o Castillo: ai os goleiros de Cabofriense e Macaé aparecem como bons candidatos pelo que mostraram nessa rodada. Mas trocar um goleiro de seleção - mesmo que uruguaia - por 'promessas', tendo goleiros formados na base, por mais que jovens... sei não: temos que preservar os juniores, mas qual motivo de contratar mais um? Será que vamos perder um de nossos dois principais?

SAN

K1

sexta-feira, 6 de março de 2009

A Estrela brilha - a beira do caos - no estádio Mané Garrincha

A classificação veio e sem necessidade de jogo de volta.

O time foi bravo e combativo, mas não acho que tenha sido um jogo fácil. Foi sim bastante truncado, disputado e com duas traves a favor do Dom Pedro e uma a nosso favor, além dos dois gols que nos botaram na próxima fase.

Julgo que perdemos muitos gols que podiam nos dar uma tranquilidade maior: quando o juiz ainda resolveu dar três minutos de acréscimo, confesso ter sido tomado por um leve temor.

Destaco novamente a participação de Leandro Guerreiro, nosso samurai, Reinaldo, que apesar de perder dois gols, fazer um e carimbar a trave, mostrou que tem estrela, Maicosuel e Fahel. Thiaguinho também mostrou disposição.

Se perdemos Reinaldo por um lado, ganhamos a volta de Victor Simões. Torço para Jean Carioca continuar subindo de produção.

Vamos, vamos meu Fogão!

Copa do Brasil, eu serei campeão!

SAN

K1

domingo, 1 de fevereiro de 2009

Botafogo 100% Glorioso

Gostei do que vi. Principalmente no segundo tempo, quando só deu Botafogo. E uma leve saudade do Maestro Lúcio Flávio batendo penalidade. De resto, saí satisfeito. Toque rápido, recompondo bem e, mais uma vez, Renan mostrando que dá conta do recado. Gostei do ataque e também gostei do Fahel, para mim, titular - não sei no lugar de quem.

Destaque para as 100 partidas de Leandro Guerreiro com a camisa alvinegra: "quem sabe não jogo mais 100 partidas com esta camisa". Se depender da boa partida realizada, por que não?

Outro destaque foi a bronca e a mexida do técnico Ney Franco, que admitiu a sorte por termos ido ao vestiário tendo êxito parcial de um tento a nosso favor. De fato, temos time e somos clube para ganhar de mais e desde o início, com todo o respeito aos demais clubes do Rio. Precisamos exercer nossa superioridade estelar e gloriosa.

Nosso goleiro foi 'bastante' - ou melhor, bem - exigido no primeiro tempo, quando ainda deixamos o Mesquita jogar e inclusive acertar a trave, ou melhor, o travessão. No segundo nem apareceu: nem Renan, nem Mesquita. E nós ainda perdemos uma penalidade a nosso favor, que retribuiu à trave o gol salvo na primeira etapa.

De resto, alguns chutões da defesa para a frente, que costumeiramente me incomodariam, mas que dessa vez resultaram no primeiro gol do jogo e do Reinaldo com a camisa 7 alvinegra, fazendo declarar ter sido um gol no estilo 'Túlio Maravilha' e que irá honrar a mística da camisa. Tenho fé, gostei do que vi. Ele e Victor Simões se entendem bem e jogam partindo para dentro.

O primeiro gol foi isso: chutão de Juninho para frente, bola quicando até a grande área adversária, Victor Simões acreditando no lance se antecipando ao zagueiro e resvalando na bola, goleiro vendido 'pulando pouco' e tocando de leve nela e Reinaldo aparecendo do nada no enquadramento para meter o pé naquela que já estava a caminho do gol.

O segundo, no segundo tempo, veio de bola cruzada por Léo Silva que tabelara com Alessandro e que encontrou Victor Simões na disposição de um belo meio-carrinho para empurrar a bola para o fundo da rede mesquitense.

E Reinaldo ainda poderia ter ampliado a vantagem no saldo de gols sobre os urubu-negros, que ganharam de apenas 1x0 do Volta Redonda e, mesmo assim, receberam mais destaque na mídia que nós, que assumimos a liderança. Mas nem vale perder tempo em reclamar da FlaPress, né?

Fato é que nosso atacante bateu forte e no alto. Tão alto que estourou no travessão e tão forte que a bola chegou a quase sair da grande área. Pergunta que não quer calar: quem é o batedor oficial do time? Maicosuel? Aliás, joga fácil, mas precisa ter coragem de chutar a gol. Teve um lance no qual ele ficou cara-a-cara e resolveu dar aquele drible a mais: vamos chutar, vamos fazer gol!

O time está engrenando, vamos ver no que vai dar. Os céticos dizem que dá para o gasto no Carioca e vai ficar difícil no Brasileiro. Eu sempre me empolgo, então melhor não comentar.

Comentário vale a enquete relâmpago: 50% acham que estreiamos acima da média, 50% abaixo da média. Porque o Botafogo é assim, preto ou branco!

E na quinta, vamos simbora, pro Engenhão: Torcer! Gritar! É Campeão!

Botafogo 100% Glorioso rumo à justiça de ser o verdadeiro Tri-Carioca!

SAN

K1

domingo, 25 de janeiro de 2009

Glorioso realismo

Conversei hoje com meu tio - responsável por eu ter revelado minha Gloriosa essência -, alvinegro dos bons, do tipo realista doa-a-quem doer, pé-no-chão. Foi taxativo: 'com esse time que está aí, do jeito que está brigaremos para não cair no brasileiro'.

E no Carioca?

'No classificaremos apenas com sorte para as finais. Mas basta pegar o Zé Roberto pela frente que ele deixa todos pra trás e prontos para serem internados: nossa defesa é muito ruim'.

Suas palavras em maioria encontraram eco em mim: já comentara de como acho Leandro Guerreiro mal aproveitado ali atrás. Muito melhor seria ele no meio, tornando-o mais combativo. Atrás não tem o 'cacoete', como disse meu tio.

No post sobre o jogo já questionara: Emerson? Lento, sem impulso... e Juninho, bem, poderia ser o líbero e tal, mas o fato é que precisamos de alguém mais ágil. As bolas pelo alto, como vimos no jogo contra o fraco Boavista, cujos gols foram marcados em falhas gritantes de marcação. Não pode o atacante deles ganhar daquela maneira de nossa defesa: ele pulou meio corpo a mais. Não pode o rebote sobrar livre nem dentro e nem perto da grande área - por mais competente que tenha sido o chute, um golaço, todos os peladeiros sabem do que falo.

E na linha do que o Fernando Gonzaga comentou no post abaixo, meu tio completa: Léo Silva (e Emerson) é banco!

Meu tio segue quebrando as ilusões iniciais: Lucas Silva é um Lúcio Flávio piorado; Eduardo é banco também, pois irresponsável, perde infantilmente a bola e não volta para brigar por ela - deveriam ter mantido o Luciano Almeida, uma opção financeiramente viável, gostava dele também; Reinaldo vira e mexe está machucado, o que é um problema, pois o Diego é lento.

'E o esquema tático do Ney sempre foi esse', dispara meu tio: 'tem é que acertar aquela zaga, levar o Leandro Guerreiro pro meio e liberar o ataque, senão não vamos conseguir nada'. Ele não elogiou, mas deu pra perceber que, como eu, acha que o sistema ofensivo é o que pode nos dar mais alegrias este ano.

Enfim, o ápice da conversa foi a frase de meu tio: 'uma folha salarial de hum milhão e cem, hum milhão e poucos é folha de time que briga para não cair. Não é para nos iludirmos. O pessoal até que contratou direito, dentro da nossa realidade'.

Eu, como otimista que sou, lembro que a realidade se molda de acordo com as nossas vontades, de nosso pensamento: basta realizarmos as transformações necessárias dentro que isto se espelhará fora.

Atenção à defesa, combate no meio, precisão no ataque e seja o que o Glorioso quiser!

SAN

K1

sábado, 24 de janeiro de 2009

Vamos que vamos! Levantar a taça vamos!

Não tem atraso burocrático na inscrição do Jean Carioca; não tem cotovelada de Thiaguinho; nem a lesão de Reinaldo - provocado por um irresponsável treino em meio à um dilúvio, colocando nosso investimento em risco! Nem o Leandro Guerreiro de líbero, posição na qual não atuou bem ano passado pelo que me lembre.

Nenhum desses auto-boicotes clássicos do Botafogo nos fará ficar de fora da final e levantar o título que, por direito e justiça, foi nosso nos últimos dois anos. Seremos tetra-morais.

Nada irá nos segurar. Nem a saudade do Jorge Henrique que está arrebentando no Corinthians, nem a falta de jogadas ensaiadas da era Cuca.

Começamos zerados, sem peso, prontos para subir e brilhar em nosso lugar de direito!

Que tenhamos uma Boavista do alto da tabela!

SAN

K1 - imbuído daquele espírito Glorioso de começo de temporada!

segunda-feira, 15 de setembro de 2008

Ah, Botafogo! ACORDA!

Podiamos, mais do que estar na terceira posição, estar a 4 pontos do líder apenas.

Mas novamente deixamos escapar a oportunidade de encostarmos no Grêmio. Para piorar o São Paulo está perigosamente em nosso cola e até empata em número de pontos.

Mas vamos aos fatos.

Jogar com três atacantes até pode ser uma boa - o que nem achei o caso, pois perdiamos todas no meio-campo, com Leandro Guerreiro perdido, em um dos primeiros erros táticos que vi Ney Franco cometer -, mas apenas se Gil fosse de fato 'fator gol' e Wellington Paulista parasse de ficar caindo e de fazer falta: tanto cai-cai que o juíz não marcou penalidade clara de Clêmer faltando uns 15 minutos para acabar a partida - exatamente aos 31 do segundo tempo. Mas isto não justifica a derrota, convenhamos: jogamos mal.

O time parece não ter entrado em campo.

Não era o Glorioso das 13 partidas invictas, a Estrela do G4. Lúcio Flávio não entrou em campo, esquivando-se da responsabilidade de armar as jogadas e até de combater, sinal de que o time iria mal, a começar pelo Leandro Guerreiro completamente perdido no combate - o meio de campo era colorado praticamente durante toda partida, com o gigante Guiñazo soberano - Renato Silva perdendo bola infantil no meio-campo e com dificuldade em recuperar o compasso, o que levou ao erro grosseiro de Castillo que saiu atrasado do gol, possibilitou o cruzamento e o toque para o gol livre: se tivesse ficado no gol penso que a bola seria facilmente defensável, digo até interceptável.

Ouso fazer o mesmo comentário no segundo gol: sem sair afobado pra cima do atacante, teria tido condições melhores para a defesa. Mas justiça seja feita: foi um baile do ataque do Internacional, que deixou Leandro Guerreiro caido na grande área após explorar as costas de toda nossa lateral direita, com todos seus jogadores completamente envolvidos.

Todavia cresce em mim o clamor 'Renan titular já'!

Tudo começou errado quando Wellington Paulista perdeu gol invadindo sozinho a área de Clêmer com menos de 5 minutos do primeiro tempo. Aos 41 minutos foi a vez de André Luis cabecear sozinho pra fora em jogada ensaiada iniciada por Lúcio Flávio em um de seus poucos acertos no jogo.

Aliás, foi dele, André Luis, o gol alvinegro, após grande jogada de Jorge Henrique - o melhor no ataque alvinegro -, que ainda precisa de um matador à altura para formar uma dupla decente de ataque.

André Luis também foi expulso no final, após levantar um jogador colorado. Sinceramente, acho que foi justo, mas também foi um 'desconto', pois os gaúchos estavam batendo muito e o juíz conivente 'deixando o jogo correr'.

Poderiamos ficar aqui comentando inúmeras jogadas de maior ou menor expressão, mas o fato é um só: para sermos campeões precisamos aproveitar as oportunidades, fazer valer a nossa supremacia.

Se não tivessemos perdido os dois pontos contra o Vasco, os dois contra o Naútico e os três contra o Internacional estariamos empatados na liderança com o Grêmio.

Mas isto também serve de incentivo: basta fazermos o nosso que chegaremos. Ainda temos umas 13 rodadas pela frente. Meu palpite é que se ganharmos 8 ou 9 seremos campeões.

Próximo jogo é contra a Portuguesa, última colocada, lá em Sampa: tá na hora de mostrar de fato ao que veio e deixar de lado de vez o estigma de Robin Hood - ao menos o lado de tirar dos ricos/grandes e entregar para os pobres/pequenos; acertar o alvo, o título, pode e deve fazer parte de nossa história esse ano.

Nossa parte temos que fazer: apoiar incondicionalmente.

SAN

K1

quinta-feira, 24 de julho de 2008

Goleada e um detalhe importante

Mais que ganhar de 4 x0 contra o Atlético Mineiro, a vitória de hoje teve pontos importantes para se comemorar e ressaltar.

Antes, as críticas, para caminharmos de maneira ascendente também neste post.
  • O ataque não pode perder gols feitos da maneira que vem fazendo. Se não fizerem falta em uma partida, podem fazer falta no computo geral - hoje foi a noite de Wellington Paulista perder um gol incrível, jogou contudo bem o restante da partida, se movimentando e sofrendo a penalidade e a falta que levou César Prates a ser expulso.
  • Lúcio Flávio precisa chamar para si a responsabilidade, parece cansado; agora, justiça seja feita, ninguém bate penalidade como ele.
  • O time não repetiu o jogo envolvente, de toques e rapidez.

De resto, só elogio, com destaque ao Diguinho, sempre imbatível na marcação e ao Renato Silva, antecipando como ninguém.

Vale ressaltar - e isto é o mais importante - que o time não fez corpo mole e se empenhou em golear ao invés de se retrair para garantir o resultado. Esse é o detalhe que faz toda diferença: mesmo ganhando, partimos pra dentro. E cabia mais!

As substituições de Ney Franco foram confiantes, acreditando não somente na vitória, mas em um resultado convincente, sem contar com o tato em não queimar nosso maestro, tendo substituído de maneira prudente, primeiro mexendo no ataque, recompondo a lateral - Thiaguinho já havia levado o amarelo e estava com dores na perna -, depois recompondo o meio: no lugar do Zé Carlos entrou o Gil, fazendo com que o Túlio fosse para a lateral; no lugar do Thiaguinho entrou o Jorge Henrique; mais um pouco entrando Leandro Guerreiro no lugar do Lúcio Flávio.

Resultado: o time está com banco e pode dar de fato alegrias se continuar a jogar pra cima, sem se acomodar, buscando sempre vitórias convincentes.

Ponto positivo também para o técnico Ney Franco que na derrota para o São Paulo ressaltou os aspectos positivos e hoje já alertou para os aspectos negativos, mostrando uma condução equilibrada e estrategista, além de surpreender colocando o time para jogar ofensivamente.

Sul-americana e zona da Libertadores: eu acredito!

SAN

K1

domingo, 8 de junho de 2008

Apoio Incondicional - O momento requer equilíbrio e união.

Apoio Incondicional não é não questionar e criticar, mas o fazê-lo da maneira certa, na hora correta e para o interlocutor adequado.

Já tem torcedor colocando na mesma lista negra André Luis, Wellington Paulista, Leandro Guerreiro com Abedi, Marcelinho, Adriano Felício - alto lá! Estes não se comparam com aqueles.

É por isto que o equilíbrio é necessário, para não misturarmos o joio com o trigo - e assim estragarmos toda nossa colheita.

SAN

K1