sexta-feira, 11 de julho de 2008
Deu o óbvio: Ney Franco é o novo técnico
Como havia indicado dois posts atrás, Ney Franco era o mais cogitado a meu ver simplesmente por estar sem clube e isto facilitar em muito a negociação. Seu currículo também é direitinho e se não buscar retrancar pode nos fazer voltar a vencer.
Pelo tom e escolha de palavras podem perceber que não estou entusiasmado: e de fato não o estou. Tinha uns 3 na frente em termos de preferência. E parece que não sou apenas eu: no momento em que escrevo este post a enquete contabiliza 10 opiniões em menos de 24h com votos distribuídos para todos, exceto Ney Franco, que não conta com a preferência de nenhum dos leitores com participação ativa nas enquetes deste blog.
Confira a enquete e seus resultados bem distribuídos:
Vágner Mancini (Vitória)
3 (30%)
PC Gusmão (Figueirense)
3 (30%)
Dorival Júnior (Coritiba)
1 (10%)
Ney Franco (sem clube)
0 (0%)
Cuca (Santos)
3 (30%)
Até o Cuca recebeu mais votos e foi inclusive sondado pela diretoria, dizendo que voltaria somente em 2009 - atitude prudente que mantém respeito mútuo. Quero ele de volta no comando do time, mas sei que não é o momento.
O Vágner Mancini seria ideal, mas não acertou - seria difícil, conduziu o Vitória à vice-liderança até aqui. ponto positivo que aceitou conversar e pode ser um bom nome para o futuro.
PC Gusmão traiu uma vez, negou a primeira tentativa e agora negou de novo. Por mim, pode passar longe futuramente também.
Sobre contato com o Dorival Júnior sei tampouco quanto soube do contato feito com o Roberto Fernandes (Atlético Paranaense). Havia gostado da postura do Vágner Benazzi.
Mas então veio o Ney. Todavia, como sempre, apoio incondicional! Só não vá me encher o time de volantes e jogar retrancado!
SAN
K1
Vanderlei sai por tabela
É isso que não entendo. Se o cara é bom, por que não fica? E se não é bom, por que é contratado?
Será que só renderia com o Geninho? Em três jogos, um como titular, nenhum gol. Mas isto também pode não ser indicativo.
Enfim, não sou contra a partida dele não, o Glorioso precisa de mais, mas vale o questionamento.
SAN
K1
quinta-feira, 10 de julho de 2008
E Geninho não resiste à derrota para o Vitória
Vágner Mancini (Vitória), PC Gusmão (Figueirense), Dorival Júnior (Coritiba), Ney Franco (sem clube) e até mesmo Cuca (Santos) são alguns nomes cotados.
Dentre esses nomes todos os que mais me agradam, nesta ordem são: Vágner Mancini (Vitória), Dorival Júnior (Coritiba) - entre os quais pra mim há empate técnico de preferência -, PC Gusmão (Figueirense) e Ney Franco (sem clube).
Sinceramente, não acho salutar tentar trazer o Cuca de volta neste momento. Para ele voltar teriamos que lhe oferecer um elenco à altura.
Cuca é hours concours e deve ser preservado para quando formos disputar de fato algo e não ficarmos sangrando na meiuca.
Pela lógica, devemos ficar com o Ney Franco, que está sem clube e com quem seria mais fácil acertar.
A preferência da diretoria, segundo informações do Lance!, é por PC Gusmão. A da torcida, manifesta em enquete do mesmo site, é claramente por Cuca, com 47% no momento em que escreve estas parcas paicas.
Na mesma matéria, leio que "Vágner Benazzi, da Portuguesa, teria pedido um salário de R$ 100 mil mais autonomia total para gerir o futebol, o que foi negado pelos cartolas alvinegros. Ele está descartado."
Sinceramente? Gostei. Não da postura da diretoria, mas da atitude dele. Se é para ser responsabilizado pelo desempenho do time, que tenha total gerência sobre o futebol - fato que deve ter entrado em choque com o interesse das empresas ability da vida.
Por outro lado, entendo a postura da diretoria: vai que é um desses que quer transformar o Glorioso em celeiro para seus craques e fazer caixa em cima? (comentário maldoso: mudariam-se apenas os que se aproveitam!)
O próximo confronto é justamente contra o Santos do mestre Cuca e a diretoria terá que agir rápido para não deixar o time sem comando por muito tempo.
Fé na Estrela, sua Luz alva nos conduzirá para fora desta negra escuridão destes cinzentos dias,
SAN
K1
Momento de reflexão e decisão
Mandar todo mundo tomar ... vergonha na cara, partir pra grosseria e ficar revoltado com Deus e o mundo; ou
Respirar, redobrar a fé em nós mesmos, agradecer a Deus por sermos alvinegros - esta dádiva de termos nascidos assim Gloriosos, deixarmo-nos conduzir pelo brilho da Estrela e com sua Luz refletir o que está acontecendo para encontrarmos a saída.
Opto, como sempre o tenho feito, por respirar e meditar sobre, pois revolta e violência nunca levaram muito longe, por mais que tais sentimentos às vezes afloresçam no íntimo de cada um de nós, devemos ser mais fortes e sábios que estes impulsos primitivos. Afinal, somos de estirpe celeste, devemos nos comportar como tal.
Fato
Há muito, mas muito tempo não levamos uma sova tamanha, estando o time completamente perdido em campo e sem organização para reagir, por mais que tenhamos visto empenho e força.
Variáveis
a) Treinador - é o responsável por dar o conjunto e as diretrizes ao time em um planejamento tático
b) Time e elenco - são os responsáveis por executar o planejado e, em última instância alcançar as glórias
c) Tocida - são os responsáveis por apoiarem incondicionalmente o time, inclusive criticando construtivamente
d) Diretoria - é a responsável pelo planejamento estratégico, garantindo ao nível tático-técnico as armas e ferramentas necessárias
Interpretações
a) O time é o mesmo da Era Cuca, com elenco limitado, mas o quase campeão se tranformou no quase no chão.
b) O que antes vinha sendo o forte deste ano, a defesa, parece um queijo suíço
c) O que era o forte há mais de um ano, o ataque, parou de agir
d) O que antes sustentava o orgulho alvinegro, o futebol bonito e convincente, desapareceu e dá a graça apenas em poucos lampejos
O que é necessário é entender quando isto tudo começou.
Com a chegada de Geninho? De certo este não soube manter o nível e está aquém, ao menos na condução deste grupo, que o Cuca.
Mas não podemos nos prender a isto.
Cuca chegava apenas ao quase porque não tinha elenco que desse sustentação ao seu planejamento tático, que por sua vez não conseguia dar vazão ao planejamento estratégico da diretoria, que não contratou corretamente para este ano, entregando ao Botafogo um elenco aquém da ascenção obtida no ano de 2007 - fomos um dos três times com maior público. Se investissemos corretamente no elenco, continuariamos lotando os estádios, algo longe de acontecer hoje em dia.
A torcida, por mais que tenha pecado aqui e acolá, tem feito seu papel e não pode ser cobrada, apenas incentivada a comparecer e torcer sem parar pelo Botafogo, não por este técnico ou aquele jogador.
E, em se tratando de jogadores, alguns estão bem abaixo do que se espera. Por que será?
Não podemos culpar o Geninho pelo Ferrero fazer duas faltas ridículas, pelo Wellington Paulista ficar tanto tempo sem fazer gols, pelo Jorge Henrique passar mais tempo em vôo e caído do que produzindo. E estou falando de nossos melhores. Nem vou citar os demais com receio de ser injusto. Tanto quanto se foi injusto com o Cuca na Copa do Brasil ou será que foi dele a culpa do Zé Carlos trocar o lado e a altura na hora de bater a penalidade e fazê-lo de maneira tão displicente?
O que podemos cobrar do treinador são jogadas ensaiadas, conjunto, motivação, solidez tática e física. A execução é exlusivamente responsabilidade dos jogadores.
Resoluções
a) mudar o técnico
b) contratar elenco - jogadores que sejam reforços, não remendos
c) fazer promoção para lotar o Engenhão para fazer renda com a massa e a massa fazer o time render
Simples assim.
Dizer que o Vitória estava em noite inspirada é a mais pura verdade, mas não posso fazer a justa enaltação da conquista baiana, pois tenho medo de que isto camufle todas as nossas falhas. Por mais inspirado que tenham sido, 5 a 2 não é placar para nosso Glorioso.
A cena emblemática do jogo é a quem o endiabrado Marquinhos, do Vitória, está cercado por 3 alvinegros e ainda consegue realizar a jogada - parecia de fato haver 3x mais jogadores do Vitória em campo, mesmo com todo o empenho desorganizado do Glorioso.
E não adianta ler que Diguinho acha que o time dará a volta por cima após a goleada: isto é obrigação. Tal qual é deixar de ir à boite em meio ao campeonato; isto é questão de profissionalismo. Parece que o próprio Botafogo está se boicotando.
Castillo não pegaria aquela bola nem com 10 cm a mais - o cara não nunca mais acerta aquele chute - e quase pegou a primeira penalidade. A segunda nem existiu - foi fora da área! -, mas independente disto, fica o esporro: Que m3rd4 é essa Ferrero? Duas penalidade no mesmo jogo?
E na primeira, uma puxada ridícula de camisa, acintosa - cara-de-pau de nossos jogadores ainda ficarem reclamando. Se é homem de fazer a falta, sejam homens de encarar as conseqüências. Foco na vitória - pra cima deles e sem chororô.
De bom ontem apenas a quebra do jejum de Wellington Paulista. Que volte a fazer muitos gols e a nos dar muitas alegrias. Wellington Paulista, nós gostamos de você!
Está faltando o Mestre Cuca na cozinha do Botafogo! Ou alguém que dê um tempero de vencedor a esse feijão do Fogão. Do jeito que está, é sopa pro adversário e restos e migalhas pra gente.
O olé da torcida baiana dava um aperto na gola do manto, uma dor no peito. Sou alvinegro, não tem jeito.
Com fome de títulos e sede de vitórias, no soro da fé e posologia do apoio incondicional,
SAN
K1
quarta-feira, 9 de julho de 2008
Resultado da 5.enquete - Fora Geninho?
Vamos aos números das respostas à pergunta "Fora Geninho?":
Sim - 10 (71%)
Não - 4 (28%)
Total - 14 pessoas
Praticamente 3/4 querem a cabeça do Geninho, a grosso modo apenas 1 em cada 4 alvinegros que opinaram ainda tem tolerância. Fica a dúvida se depois da boa atuação e da convincente vitória diante do vice-líder Grêmio o resultado da enquete seria o mesmo.
Deixe sua opinião nos comentários. Você acha que o resultado da enquete mudaria se fosse feita hoje, depois da vitória?
SAN
K1
sexta-feira, 4 de julho de 2008
Semana de mudanças
Vou nem me prender aqui a mais um Maracanazzo, dessa vez tricolor, porque, por mais que tenha zoado, devemos reconhecer que chegaram com méritos à final e jogaram com raça. A postura do Renato, apesar de arrogante - podia ser um pouco menos, menos, beeem menos - penso ter sido fator fundamental para o time conseguir ter 'buscado o resultado' nos confrontos decisivos contra os maiores do continente.
Nem o nosso discurso mega-respeitador que mal transparece nossa vontade de vencer, nem a arrogância e empáfia deles moldades em palavras: o meio termo é o ideal. In medium virtus est - a virtude está no meio, já diziam os gregos e os romanos. Fica aqui o reconhecimento e os parabéns aos tricolores, que pecaram apenas por deixar o artilheiro dos gols bonitos no banco por tempo demais.
E falando nele, Dodô, já tem alvinegro eufórico pedindo a volta dele. Sinceramente? Não sei. Sinto-me meio 'mulher de malandro' quando ouso pensar nisso. E não sei como isso impactaria psicologicamente no grupo e na torcida, que, afinal, o brindou com a maior vaia da história do maracanã. E de que adianta termos um baita atacante se o técnico é retranqueiro?
Aliás, técnico que já se encontra na corda-bamba. Rumores indicam que um insucesso ou até uma má atuação contra o Grêmio este domingo já derrubariam Geninho. De fato, confesso que não me empolga seu trabalho. Não vejo padrão de jogo, empenho do time - e olha que normalmente quando muda técnico assim existe um pique de produtividade e energia de todos em busca de mostrar o seu trabalho. O que mais assusta é que Geninho tem escalado o que o Glorioso tem de melhor, ao menos no papel. Como destaque, ressalto a volta de Ferrero - antes tarde do que nunca!
Com esta mudança - será que só por causa dela? - quem perdeu lugar foi o zagueiro Bruno Costa, que não apenas foi pro banco, mas foi diretamente devolvido para o Boavista. Não achava ele com condições de titular, mas devolver assim de cara? A imprensa afirma que ele não chegou a ter chance. Discordo. Fora titular em 4 partidas e jogou mais 2, num total de 8 possíveis. Fato é que não agradou a torcida que tem em Ferrero e André Luís seus xerifões. Daí a não ser nem banco... até porque temos o intocável Renato Silva, que de fato tem se superado - mas que me passa às vezes uma insegurança devido à sua afobação quando levemente pressionado ao receber uma bola. Ainda penso que - já que tava aqui - podia ser opção no banco.
Quem nem no banco fica mais, passando a integrar o time B que vai à Suiça jogar uns amistosos na tentativa de se desfazer de uns encalhes e arrumar uma verba para melhorarmos as contratações na janela que se abrirá são: Marcelinho e Adriano Felício. O primeiro já se mostra insatisfeito há muito tempo - tanto quanto a torcida com seu futebol até aqui apresentado. O segundo até hoje não fez o que necessita para se manter em nosso time: gols. Sendo assim que consigam, de coração, ter sucesso em seus caminhos mesmo longe da condução da Estrela Solitária.
E pra relativamente longe foi o Abedi, que também não vingou no Botafogo, mas de quem gosto de graça e para quem torço por dias melhores no Juventude.
Reforço que pode estrear é o Lucas Silva. O vídeo abaixo demonstra que tem bom potencial. Está ligado à ability e veio da segunda divisão do campeonato mexicano. Ex-pedreiro, deve estar tranquilo com a pedreira quem vem pela frente. Sucesso no Glorioso.
Pra finalizar os comentários da mudança, os pêsames para todos os envolvidos na tragédia da boate Baronetti - que já não é de hoje é um antro de confusão. Não vou nem entrar no mérito do fato do filho de uma promotora precisar de um segurança pra lidar com pessoas de seu meio - uma coisa é precisar de segurança para viver, refém da posição social da mãe, concordo, outra coisa é ter um capanga armado pra se meter em briga de boate. Pronto, falei.
Mas o que queria mesmo abordar é a irresponsabilidade do Diguinho e do Eduardo. Sobrou pro Eduardo, que ainda não conseguiu se firmar e, além de ter recebido as mesmas punições que Diguinho, ainda foi parar no time B. Injusto. A punição deve ser a mesma para os dois. Eduardo ainda é garoto, precisa ser enquadrado com zelo, tem potencial e não precisa ser negociado por causa deste episódio. Diguinho por sua vez teve boa atuação, mas acho que isto não vem ao caso: profissionalismo tem que estar acima disto; respeito ao clube mais ainda! Será que as ofertas européias já o fizeram balançar mais que os sons das pistas?
De tudo isto, fica a impressão de que estamos 'perdendo peso', ficando mais leves deixando o elenco mais enxuto e tirando uma nhaca que começou há quase um ano com o caso do Dodoping e culminou no episódio da calcinhas.
O que não pode é ficar fazendo coro com falácias da imprensa e ficar reforçando um pensamento medíocre de que se está abalado. Tem que parar com isso e recobrar os brios. Auto-confiança é fundamental. Túlio afirmou que "estamos com medo de errar e por isso perdemos". Pois então ousem. Como diria o filósofo escandinavo Soren Kirkegaard: "Ousar é perder o equilíbrio momentaneamente, não ousar é perder-se para sempre".
Já perdemos nossa ofensividade, já perdemos nosso jogo encantador. Tá na hora de recuperar nosso terreno, se lançar a uma nova fase e entrarmos novamente em nossa gloriosa órbita.
E pra isso o apoio incondicional da torcida é fundamental: não vamos ao estádio por esse time. Vamos ao estádio pelo Glorioso. É a torcida que demonstra a grandeza de um clube, quão acima dos acontecimentos externos e das paixões ele está: essa sim é a maior declaração de amor que podemos dar.
LOTAR e INCONDICIONALMENTE APOIAR!
SAN
K1
segunda-feira, 30 de junho de 2008
Entra quem mesmo? A torcida!
Mas colocando a cabeça no lugar e analisando a situação à Luz de nossa Estrela, vejamos:
- Técnico melhor vai cobrar uma grana. Quem é que poderia vir? Não adianta trocar pra pior - como o que já fizemos e que acabou sendo comprovado neste jogo contra o Fluminense. Com o Cuca ganhamos do time titular 3x. Sem mais, muito menos menos.
- O ataque está inoperante, o meio pouco cria, os volantes pouco mordem... estamos em um apagão onde quem faz a diferença se esconde em sua própria sombra e some no nada em que se tornou este time. Nem dá mais pra ver o vulto daquele escrete que começou bem o ano.
Será que a culpa é só do Geninho - que escala defensivamente e pede a contratação do Vanderlei? Será que a culpa é dos salários atrasados - que desmotivam? Será que a culpa é da diretoria - que contrata mal e tem péssima diplomacia com a torcida? Será que a culpa é da torcida - que comparece em pouco número e, presente, pouco apoia?
Muitas perguntas, a maioria das respostas fora do alcance de minha compreensão. A única coisa que posso dizer é que de tudo isso, nós, torcedores alvinegros, podemos mudar apenas uma realidade: a de nós mesmos, a da nossa torcida.
Chegou a hora de lotarmos os estádios e apoiar por amor ao Glorioso - independente da vitória, independente do treinador, independente da posição da tabela; com a certeza de nossas Glórias. É nessas horas que a Estrela mais precisa da gente para recuperar o seu brilho. Nós somos o brilho da Estrela Solitária. Cada um de nós é responsável por fazê-la brilhar.
Então dá uma polida em sua auto-estima alvinegra, tira a poeira de sua bandeira e vá apoiar incondicionalmente o Glorioso.
SANK1
Resultado da 4.enquete - Você aprova o trabalho do Geninho até aqui?
Vale lembrar que nas 3 oportunidades que tivemos ganhamos as 3 - e do time deles que está na final da Libertadores! A diferença está no banco - mas vou parar de escrever para não influenciar.
Vou analisar - da maneira mais imparcial possível - os dados apresentados pela enquete, que pela primeira vez possibilitou o voto em mais de uma opção.
Vamos aos dados e à análise sem mais delongas:
Você aprova o trabalho do Geninho até aqui?
Sim - 2 (14%)
Não - 7 (50%)
Sim, mas preferia o Cuca - 3 (21%)
Não, mas é melhor que o Cuca - 1 (7%)
Não, preferia o Cuca - 3 (21%)
Total de participações - 14
Soma dos Sim: 5 (35%)
Soma dos Não: 11 (78%)
Duas pessoas marcaram mais de uma opção. Mesmo antes do fiasco do maraca o trabalho do Geninho já não agradava, pois o Não seco, que independe do fato do Geninho ser melhor ou pior que o Cuca, teve 7 votos, 50%. Isto basta para deixar qualquer outra análise em segundo plano.
Vale ressaltar que caiu a participação nas enquetes, mesmo tendo aumentado a visitação no site. Aproveito então para pedir maior participação.
No blog e nos estádios. É nesses momentos que o Glorioso mais precisa de você.
SAN
K1
Fora Geninho?!?
É praticamente o mesmo time que teve o mesmo Fluminense como freguês nas demais três oportunidades neste ano. O mesmo não, pois nas outras vezes era o time principal que está disputando a final da Libertadores. Esse que jogou conosco hoje é o saco de pancada do Brasileirão.
Time armado todo defensivamente contra um bando de jovens cuja meta era o empate, fato evidenciado pela cera feita em inúmeros momentos.
E ainda tenho que ler que "por causa da má atuação, Geninho comemora empate".
Comemorar empate? FORA GENINHO!
Fora todo e qualquer pensamento medíocre que não vê que é necessário de firmeza no comando.
Podem falar o que quiser do Renato Gaúcho - também não acho ele um bom treinador -, mas ele está dando um exemplo de como se deve motivar time e torcida: passa uma confiança que vai convencendo até os mais céticos. É a fé movendo montanhas.
A 'era Geninho' nem pegou os candidatos de fato a título, pois enfrentamos apenas times combalidos ou medianos: perdemos ou passamos sufoco em todos eles. Coritiba jogava com 6 reservas; Internacional estava de técnico novo e havia acabado de perder o seu xodô, o que evidenciava claramente a falta de organização, mas nem assim; Portuguesa, bem é a Lusa Paulista, é nossa obrigação vencê-la; agora esse fiasco contra os 'meninos' do Renato.
E reclamavam do Cuca. Ele tirava leite de pedra, dava padrão de jogo, tinha visão de jogo, armava a gente ofensivamente.
O apito do juíz mal acabou de ecoar quando surgiu das arquibancadas do maraca o clamor popular "ô-ô-ô-ô-ô-ô-ô-ô-Fora Geninho", seguido da suplica em forma de adoração "olê-olê-olê-olá-CUCA-CUCA".
A enquete da semana não poderia ser outra.
SAN
K1
domingo, 22 de junho de 2008
Sábio técnico-profeta

Geninho não sabe mais o que é penetrar pelo meio, nem o que vêm pela frente, mas sabe muito bem o que virá por trás caso perca para o Fluminense, nosso maior freguês esse ano e que jogará com time reserva.
SAN
K1
Fluminense será a prova de FOGO de Geninho
Afinal, é a prova de Fogo do Geninho: "eu espero um Fluminense muito forte"
Vamos lá. Esta é mais uma frase de efeito retórico para amenizar qualquer preju que possa vir a acontecer no confronto - tática clássica de não menosprezar o adversário e se eximir de qualquer peso maior no caso de resultado negativo.
Aqui gostaria de fazer algumas ressalvas:
1 - Vencemos o time titular do Fluminense 3x esse ano
2 - O time reserva tem sido o saco de pancadas do Brasileiro
3 - Não espere, resolva!
4 - Ponto positivo afirmar que o resultado de vitória interessa pela gente, não pela maneira que o adversário vem jogar contra a gente
5 - Ponto negativo afirmar que a vitória é importante devido aos dois últimos resultados negativos
6 - Vitória é sempre importante e apenas ela nos interessa
SAN
K1
"Não me lembro muito de penetração pelo meio" - alguém avisa pro Geninho que o André Lima sabe como se faz. E está negociável!
"concordo que a torcida queira resultado"
A chamada do vídeo é enganosa. O repórter ou se deixou levar pela retórica, sendo conivente, ou não entende nada de dialética mesmo.
Quando Geninho diz que "concordo que a torcida queira resultado" é apenas para emendar um rosário de desculpas incompententes, pois vejamos:
- "eles [torcida] tem que entender que o momento não é propício, você procura no mercado e a gente tem procurado, a diretoria tem procurado... não adianta você trazer para cá um jogador igual ou inferior ao que você tenha, só para mostrar atividade..."
Alguém avisa pra ele que o André Lima está quase indo pro Internacional. Ou será que ele acha que nosso ataque está bem? Que André Lima é igual aos que nós temos? Peraí, momento não é propício? Tem momento para contratação no futebol globalizado de hoje? Tem vários campeonatos em fase final e jogadores sendo negociados. E melhor que Marcelinho, Adriano Felício e cia. tem aos montes por aí.
Por fim, lembro que ganhavamos e chegamos a todas as finais até aqui com esse time aí mesmo. Que faltava elenco, sim, faltava, mas não faltava aquela certeza de que estávamos engrenando. Essa certeza, pra mim, inexiste hoje em dia. Ficar lamentando pelo segundo jogo consecutivo que poder-se-ia ter enfiado uma goleada, não fosse a brilhante atuação do goleiro adversário é enaltecer os méritos alheios em demasia e pormenorizar por demais nossos erros.
- "eu espero um Fluminense muito forte"
Vamos lá. Esta é mais uma frase de efeito retórico para amenizar qualquer preju que possa vir a acontecer no confronto - tática clássica de não menosprezar o adversário e se eximir de qualquer peso maior no caso de resultado negativo. Aqui gostaria de fazer algumas ressalvas:
- Vencemos o time titular do Fluminense 3x esse ano
- O time reserva tem sido o saco de pancadas do Brasileiro
- Não espere, resolva!
- Ponto positivo afirmar que o resultado de vitória interessa pela gente, não pela maneira que o adversário vem jogar contra a gente
- Ponto negativo afirmar que a vitória é importante devido aos dois últimos resultados negativos
- Vitória é sempre importante e apenas ela nos interessa
- "não me lembro muito de penetração pelo meio"
Ressalto a lúcida análise do desempenho medíocre de nosso ataque, que viveu apenas das jogadas laterais e sofreu com jogadas paradas aquém do patamar qualitativo necessário. Alguém tem que relembrar ao Geninho como se f#%$# com o adversário: penetra pelo meio e mete lá no fundo. Chama o André Lima que ele te mostra como se faz Geninho!
- "o pessoal do meio tem que chegar por trás... nós temos jogadores de qualidade para fazer essa penetração"
Eu não sei não. Há muito que não temos a gana de meter 5 sem tirar de dentro. Quando fazemos um gol parece que estamos satisfeitos, não partimos pra cima pra fazer barba, cabelo e bigode. Tá na hora de se impor e partir com tudo pra cima, pra dentro e de ladinho nos adversários.
Foi mal, mas é que tá f&%#$.
Quando acabo de ver o vídeo ainda vejo o thumbnail da era Cuca, com o título "Perdemos muita coisa, mas o principal a gente ganhou, que foi o jogo" - ai que saudades de quase ganhar o campeonato. Agora nem jogo estamos ganhando - estou alarmado porque enfrentamos apenas equipes medianas e/ou extremamente enfraquecidas.
Quem se salvou e mostrou postura de vencedor, que não se abala, foi o Carlos Alberto: "O torcedor tem sempre razão. Ele nos incentivou até quando foi paciente. Eles pagaram ingresso, e têm direito de vaiar e protestar. "
Vamos ver se a concordância leva a algum lugar. Porque o sinal de alerta, avisado pelo Geninho, já está ligado há mais tempo. Eles é que, a julgar pelas imagens descontraídas e piadas internas - Alessandro zoar o WP pelo jejum, só porque descontou na derrota contra o Inter é de lascar! - não estou se tocando que não estamos mais tropeçando, estamos levando uma rasteira no início do campeonato - e não temos Libertadores para nos desculpar.
Só uma reflexão: é esse time aí que vai disputar a Sul-Americana? Tem certeza? Estarei em todos os jogos, apoiando de coração, mas algo me diz que precisamos de reforços urgente e não tem essa de "melhor momento": a hora é agora, ó Botafogo acorda, o topo é nosso lugar.
SAN
K1
sábado, 21 de junho de 2008
Resultado da 3.enquete - Ferrero preterido por algum motivo?
Sim, ele é nosso melhor zagueiro - 5 (27%)
Não, Geninho está observando todo o grupo e ele vem de contusão - 7 (38%)
Sim, acho que tem dedo de empresário na história - 6 (33%)
Não, os zagueiros estavam dando conta do recado e Ferrero não é tão alto assim - 0 (0%)
Conclusões a quais cheguei:
60% acha que ele estava sendo de fato preterido. Desses praticamente metade compartilhava desta opinião por considerá-lo nosso melhor zagueira, outra metade por acreditar que tem dedo de empresário na história. Como ambas são não-excludentes, presumo que reforcem uma a outra.
38% deram - dentro do espírito de apoio incondicional - crédito ao trabalho do Geninho e afirmaram que este ainda estava observando o plantel disponível. Ainda bem que não demorou muito para colocá-lo de volta ao time. Com a saída forçada de André Luís, vulgo Sagat, o nome de Ferrero era incontestavelmente o melhor.
Os 0% da opção "os zagueiros estavam dando conta do recado" indicam a certeza da dúvida quanto à nossa defesa composta por Renato Silva, Edson e Bruno Costa.
Aonde ficaram os 2% restantes não me perguntem - devem ter ido parar no bolso de algum empresário de jogador.
SAN
K1
Taí o que vocês queriam, corneteiros!
Não falo somente por mais uma alarmante derrota em casa, com 3x mais chutes a gol que o adversário. Não falo apenas pelo jejum de 12 jogos do WP. Não falo unicamente por ver os salários atrasados em mais de 60 dias, como há meses não se via. Não falo exclusivamente pela notícia de que nosso xodó e artilheiro com Estrela comprovada pode voltar do futebol alemão direto para o Inter, ao invés de reforçar o Fogão. Não falo restrito ao costume de há muito não perder tantas partidas seguidas, dentro ou fora de casa.
Falo por tudo isso e muito mais.
Falo saudoso de uma época onde eu olhava para o banco e via um grupo mediocre rendendo mais que o esperado porque tinha um treinador de verdade e com brios. Falo de uma época não muito longínquoa, menos de um ano, quando éramos favoritos a tudo e já detentores do título de melhor time do Brasil, sem ao menos levantar uma taça - isso sim é moral.
Mas queriamos mais e deixamos a nossa ganância e falta de humildade serem inflados pela mídia que pelo visto nos concedia nosso valor um dia e o tirava no outro. Ao invés de enxergarmos o crescimento sustentável do valor alvinegro, nos iludimos com o outro de tolo vendido pela FlaPress. Ao invés de uma retórica ancorado em nosso coração glorioso, adotamos um discurso apequenado e medroso, imposto pela pressão externa. Deixamos que nos roubassem em campo, mas principalmente, em nossas almas: não era necessário termos esperança - a última das calamidades retidas na caixa de Pandora. Bastava termos a certeza de nossa evolução e trajetória ascendente e que com fé - o amor da alma gloriosa - e apoio incondicional seriamos todos campeões, mais cedo ou mais tarde. Quiserem os corneteiros que detonaram nosso time e, principalmente, nosso identificado e comprometido treinador, que fossemos campeões mais tarde.
O que nos resta hoje em dia?
Um técnico apático, um ataque cardíaco de tanto perder gols, além de jogadores que não se encontram em campo e dão espaços para os adversários pararem, mirarem, cruzarem e cabecearem; sem contar uma saída quase em falso e uma falta de vontade de se jogar na bola pra defender uma cabeçada que... bem, não quero ser injusto do alto de minha decepção. Até porque quem falhou mesmo foi o defensor que acompanhava o atacante e o deixou cabecear sozinho de cara pro gol e, em último caso, quem deixou aquela bola ser cruzada.
Vou deixar o coração esfriar e voltar a ter a chama moderada do Fogo Eterno; por enquanto ardo de paixão e me consumo por inteiro por saber que a história poderia ser outra.
Se houvesse uma estrutura psicológica do time e, principalmente, da torcida, o que acabaria por refletir na diretoria que contrataria um time de verdade - estádio lotado paga jogadores -, com habilidade e capacidade de decisão: porque técnico tinhamos. Basta ver a diferença de rendimento que o time já apresenta.
O principal exemplo de nossa fase é a melancólica seqüências de destaques da página de notícias do Botafogo na Globo.com:
- Lusa confirma boa fase e bate o Glorioso no Engenhão - desculpem os patrícios paulistanos, mas a Lusa pode estar na fase que for, é nossa obrigação a vencer em casa
- Título de 1989 comemora 19 anos - bacana, emocionante, mas quem vive de passado é museu
- Pesquisa comprova crescimento de torcidas mirins de Flamengo e São Paulo - sinceramente, era para nós estarmos nesse pelotão de frente e isto apenas a nossa auto-estima pode fazer pela gente
- Palermo esteve perto de reforçar o Bota - mais um quase; ridículo isto ser notícia, ainda mais com destaque
- Bebeto se reúne com jogadores e promete empenho para pagar salários - os jogadores também prometem empenho, os torcedores prometem empenho, todo mundo promete. Mas quem é que vai começar a cumprir? O caso André Lima de fato me deixou chateado com os envolvidos.
A situação está tão ruim que mesmo perdendo de 1x0 a chamada principal da página é:
Ataque falha e o Alvinegro tropeça em casa
Jejum de Wellington Paulista chega a 12 jogos e time perde por 2 a 0 para a Portuguesa
Incrível, não?
Indico um acompanhamento psicológico baseado na teoria dos arquétipos, de C.G. Jung, a dispensa de alguns jogadores que já mostraram não se enquadrar nas pretensões do Glorioso de voltar a brilhar como nunca deveria ter deixado de brilhar - a nossa última convocação à seleção comemorou 10 anos recentemente, a contratação do André Lima e de mais 3 jogadores de peso, com currículo vencedor.
Ah sim, quando puder, chama o Cuca de volta. Não precisa ser nenhum Geninho pra ver que a fórmula atual não vai funcionar.
Enquanto isto, nosso dever, enquanto torcida, é lotar o estádio e apoiar incondicionalmente, deixando para criticar construtivamente nos fóruns adequados e de maneira responsável.
SAN
K1
quarta-feira, 18 de junho de 2008
Adaptação?
Em escala ascendente, vamos à preocupante primeiro:
Como é que nosso capitão e maestro justifica uma derrota como a que aconteceu no Beira-Rio como 'fase de adaptação' ao trabalho de Geninho?
Tá certo, sempre existe curva de aprendizado, mas isso não pode servir de desculpa. Aliás, chega de desculpas.
Do outro lado não houve nem tempo de adaptação pela chegada do Tite, quanto mais pela saída do Fernandão - peça-chave e referência colorada.
O que falta é transformar o tão propagado amor e a tão reafirmada identificação em vontade e ação de vencer - individual e coletiva.
E é nestas falas que repousam a felicidade da surpresa:
LF declarou que após se aposentar quer ser diretor do Botafogo.
Pessoa correta ele parece ser. Fará bem ao Glorioso tê-lo conosco também extra-campo.
Mas por enquanto, ajuda a decorar a sala de troféus que já está de bom tamanho. =)
SAN
K1
sábado, 14 de junho de 2008
Ficamos à Beira, do outro lado do Rio da Vitória
Tudo diferente do que está em jogo, literalmente.
O campeonato aparentemente está no seu início - ilusão, pois em pontos corridos todo jogo deveria ser encarado como decisão. Daí já dá para ver que o time está precisando de algo mais, de uma atenção - foco - e vontade a mais. Mais poder de (re)ação, de decisão, de confiança.
Pelo que pude acompanhar, o time até se impôs sem contudo ameaçar o gol - fato ocorrido somente nos últimos 15 minutos. Em suma, esteve mal, individualmente em nossas principais peças e promessas e coletivamente, com nosso técnico demorando para mexer para sufocar o adversário - e não adianta ficar parabenizando o goleiro adversário: tá na hora de olharmos mais pra nós mesmos e acertar internamente o foco para brilhar com todo resplendor em todas as direções, em todas as situações.
Quem é superior tem que exercer sua superioridade, essa é a moral do vencedor.
Enfim, botar mais um atacante somente na segunda metade do segundo tempo é não ter culhão de ganhar uma partida com um a mais e com o Inter desfalcado de suas principais peças. Aliás, temos perdido ou ganho no sufoco - e por pouco - de times claramente inferiorizados de seu real potencial. Vamos abrir o olho, pois não daremos a mesma sorte o campeonato todo.
E ao invés de abrir a carteira para trazer mais um zagueiro do Boavista - que negócio é esse de zagueiros? que negócios é esse com o Boavista? ainda não engoli aquela derrota que os classificou para disputar a Série C - abrir a carteira para investir em reforços (!) de verdade para o meio/armação e ataque.
Unânime é o pedido pela volta do Ferrero e o banco para o Leandro Guerreiro, concordo. Túlio foi criticado por uns, elogiado por outros, mas no balanço ficou a impressão de estar se recuperando da fase ruim e voltando lentamente a ser um bom jogador. Só falta voltar a ter a postura de vencedor e líder - que aliás andam inseparáveis, como cara-e-coroa.
Renan recebeu críticas - de fato falhou no segundo gol -, mas vinha bem nos demais jogos e foi - a meu ver - injustamente preterido no jogo paulista contra o Corinthians, no qual Castillo vacilou no primeiro e falhou clara e drasticamente no segundo gol - o que foi muito pouco comentado, preferindo-se execrar o hoje também execrado Zé Carlos; Castillo tem crédito, mas entrou quando não estava ainda 100% recuperado e no lugar de quem vinha ganhando e passando confiança e a teve, juntamente com a seqüência, quebrada. Por tudo isto, apoio ao Renan, que é goleiro de seleção e merece essa força; afinal, se não fosse o erro cabal do Leandro de tirar a bola a meia altura acertando a cara do Túlio em mais uma comédia palestão da defesa alvinegra, nada disso teria acontecido. Todavia, vale a lembrança: fecha as pernas, senão gluglu!
Quando penso na Sul-Americana e olho pro time, desconfio. Quando olho para o banco, tenho a certeza de que nos faltam peças de qualidade para sermos competitivos e o mesmo espírito ao nada inspirador Geninho - depende de nós passarmos a garra das arquibancadas para o técnico e para o time como um todo: xô, apatia, eu quero é títulos.
Pelo rumo que a coisa tá tomando o quase poderá ser mantido, mas com tabela invertida. Mais um motivo para apoiarmos incondicionalmente em campo e criticar equilibradamente fora dele, não malhando a torto e a direito, mas fortalecendo com soluções e propostas em uma união que só fará bem ao Glorioso, que precisa recuperar o seu brilho novamente, sem depender de um ou outro jogador e sim refletindo a serenidade e força do grupo composto por diretoria, time, comissão técnica e torcida, sempre o fiel da balança e que precisa tomar a medida de apoiar mais, urgentemente.
SAN
K1
sexta-feira, 13 de junho de 2008
Resultado da 2.enquete - contratação do Geninho
O taxista alvinegro afirmara que "se é pra ter esse ultrapassado, preferia o Cuca". E parece que a nação AlviNegra que opinou aqui na Constelação segue o mesmo rumo, pois vejamos os números consolidados referentes à pergunta - "Você aprova a contratação do Geninho?":
Sim - 10 votantes (25%)
Não - 8 votantes (20%)
Sim, mas preferia que viesse outro - 22 votantes (55%)
Pode-se ler este resultado de duas maneiras. A primeira e mais óbvia é a de que 32 aprovam e apenas 8 são contra. Mas há - pela característica de apoio incondicional do grupo que aqui se reúne - uma outra leitura possível: a de que a maioria de 75% gostaria que fosse outro nome. E é esta imensa maioria que o Geninho terá que conquistar com um time competitivo, lutador e, principalmente, vencedor.
Porque diferente de uns AlviNegros aí que reclamam de termos sido apenas quase nos últimos dois anos, eu aceito somente ficar com o título ou mais bem posicionado ao menos do que na era Cuca. Por motivos óbvios, se é que vocês me entendem: se eu fui quase e mudei, tenho que ser melhor ou terei mudado pra pior. Faz sentido, não?
O destaque fica mesmo para o número de participantes, que quase que dobrou em relação à primeira enquete. A redação do blog agradece a atenção e o seu tempo dedicado a participar da Constelação Gloriosa chamada BOTAFOGO.
SAN
K1
quinta-feira, 12 de junho de 2008
Taxista sabe tudo!
Alma lavada, justiça feita - e antes que vocês pensem qualquer coisa, afirmo: menos por termos sido desclassificados pelo Leme do Tietê, mais pela forma como nos trataram, como nos humilharam nas arquibancadas e no vestiário.
A justiça tarda, mas não falha. E é exatamente este o tema deste post.
Na ida ao ensaio fui trocando idéia com um simpático taxista que ficou me contando sobre os artistas mal-humorados que ele volta e meia leva em sua viatura. Fofoca não interessa, todavia, ele fez um comentário que me fez encher o peito de orgulho e a boca de palavras: o BOTAFOGO é diferente.
Comentava que não entendia por que uma determinada rua não recebia o nome e fazia homenagem ao seu ilustre morador em vida, citando o caso da Rua Vinícius de Moraes, do nosso querido poetinha e grandissíssimo AlviNegro - que me perdoem as demais torcidas, mas ser BOTAFOGO é ser intelectual.
Invariavelmente brotou de meu coração e pulsou de minha Estrela o orgulho que tomou corpo em minha boca que proferiu: o BOTAFOGO é diferente. Nós homenageamos o Nilton Santos em vida. Tem até projeto de lei que visa transformar o engenhão em Arena Estelar Nilton Santos, com direito a estátua da Enciclopédia e tudo mais - lindo nome, não?
E daí surgiu um amistoso diálogo de como os brasileiros não dão valor em vida ao que tem. E olha que o Glorioso aprendeu com seus erros e falo aqui do nosso anjo das pernas tortas. Nilton e, em menor escala, Josimar são exemplo de como nos redimimos e estamos de novo em órbita com nossa essência ética - quem conhece a belíssima e tocante história da fusão que resultou em nosso AlviNegro da Estrela Solitária sabe do que falo.
O BOTAFOGO é diferente, só precisa se dar conta disso e assumir que é vanguarda e exemplo para os demais - dentro de campo e além arquibancadas: o fair play, o amor entoado, a ética na conduta, o respeito por todos e a atitude nobre.
O Brasil podia aprender um pouco com o Botafogo, que ainda é tanto Brasil - e ambos podem ser muito mais.
Em tempo: no segundo trecho - entre a Cobal e o Instituto; sim fiz um pit stop para dar um abraço nos amigos - o taxista era AlviNegro, confessou acanhado, se abrindo apenas após a minha ostentação convicta. Seu comentário principal fora: o que é que o Geninho veio fazer aqui. Pra ser ele, preferia o Cuca. Vamos aguardar, mas algo que diz que Taxista sabe tudo!
SAN
K1
quarta-feira, 4 de junho de 2008
Panela só com mestre Cuca?
PANELA não!!!
Que jogue quem estiver melhor!
sexta-feira, 30 de maio de 2008
E veio o Geninho
O grupo precisa ser enquadrado e não ter mais gente passando a mão na cabeça. Tem que jogar os dois tempos e não cansar ou deixar de jogar em um deles. Espero ser surpreendido.
Todavia, quem me conhece, sabe: tá no Botafogo, apoio incondicional.
SAN
K1