Mostrando postagens com marcador Brasileiro. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Brasileiro. Mostrar todas as postagens

sábado, 27 de setembro de 2008

Túlio neles! Essa é a postura!

Gostei da afirmação do Túlio de que nada está perdido, que lutamos sim pelo título do brasileiro e da Sul-Americana.

Esse é o pensamento!

Mas o pensamento também tem que se tornar ação e é esse domingo que veremos como a coisa se desdobrará!

Pra cima deles, vamos acreditar e fazer a Estrela brilhar!

SAN

K1

segunda-feira, 18 de agosto de 2008

G4+Melhor do Rio

Jogo a jogo, placar a placar cresce em mim uma confiança de que surpreenderemos. Uma vitória contra o Cruzeiro confirmará o que a vitória por 1 x 0 contra o Sport, dentro da casa dele, já apontou: quem sabe...

Por enquanto o que se sabe é que estamos no G4: chegamos! E antes de nossa meta estipulada. De quebra ainda somos melhor do Rio - algo que nos pertence de direito.

Destaques do jogo: Renan, que com excelentes defesas garantiu o resultado; Renato Silva, absoluto, como em todos os demais 31 jogos; Jorge Henrique, incansável e oportunista, forçou bem o gol em cruzamento açucarado de Wellington Paulista. Túlio, como sempre seguro.

Se o bom trabalho do Ney Franco perdurar podemos surpreender: 'quem sabe', como diria a mineirce alvinegra.

Iniciarei aqui uma silenciosa, modesta e despretenciosa contagem: faltam 10.

Vamos simbora, pro Engenhão: Torcer! Gritar! É Campeão!

SAN

K1

segunda-feira, 11 de agosto de 2008

Reforços de peso: se estão 'engatilhados', por que não?

Fiquei um pouco intrigado com a matéria da globo.com na qual o Montenegro garante que Jorge Henrique fica e que, na saída de algum de nossos craques, duas peças de reposição já estariam engatilhados:

"Especula-se que esses dois jogadores sejam o meia-atacante Zé Roberto, atualmente no Schalke 04, da Alemanha, e o atacante Leandro, ex-São Paulo, que defende o Verdy Tokyo." - Globo.com

Imagina esse elenco atual contando com mais esses dois?

O que falta para trazê-los? Tem que investir para ser campeão! Sul-Americana está aí. O Brasileiro pela metade, mas que quanto mais inteiro estivermos, melhor.

Por mim, ninguém sai e ambos entram. E você, o que acha? Eles agregariam, não fariam a diferença ou dividiriam o grupo? Comente.

SAN

K1

segunda-feira, 28 de julho de 2008

Pressão AlviNegra

Só faltou o gol.

Tá certo que na Era Cuca também só faltou o título, só faltava aquele golzinho... se pensarmos neste sentido, nada mudou e não vale empenhar energia em forma de letras juntadas em palavras para descrever a supremacia AlviNegra hoje no Maracanã.

O que faz valer esse post, mais do que manter o registro sempre pós-jogo, é o fato do time ter jogado de maneira vitoriosa, sem se acovardar, partindo pra cima. Até substituir o eficaz Túlio pelo atacante Gil o Ney Franco fez, na busca de traduzir o amplo e indiscutível domínio em gols. Ney Franco está certo em afirmar que 'a partida só não foi perfeita porque não fizemos o gol'.

A FlaPress deve ter visto outro jogo, pois só relata - o tom da matéria não deixa transparecer nossa gloriosa supremacia - nosso domínio no segundo tempo e ainda credita ao adversários diversas chances. O Flamengo não viu a cor da bola no segundo tempo e no primeiro o domínio, a meu ver, também foi mais nosso, sendo que eles tiveram as melhores chances. Fato que - mesmo no segundo tempo - se o adversário tivesse atacante competente teria complicado, pois deixamos alguns espaços (buracos?) em contra-ataques e temos que nos resguardar uma vez que nosso ataque não está com a pontaria afiada.

Foram inúmeras chances desperdiçadas e temos nisto um fator a ser treinado: pontaria e conclusão.

E uma conclusão inevitável a que cheguei foi a de que Lúcio Flávio não pode sair do time. Zé Carlos até ajudou a compor a defesa e a desarmar o adversário, mas não sabe armar e apenas com a entrada do Maestro é que voltamos a ver o 1-2 abrindo espaços. Todavia, apoio a atitude de nosso técnico de sacá-lo do time: isso deve servir de estímulo e mostrar que temos um elenco e que todos tem que dar o máximo de si. Nosso capitão precisa de maior agilidade e de definitivamente chamar para si a responsabilidade.

Ney Franco mostra comando e atitude quando diz que "ninguém tem vaga cativa no time" e que "admite fazer rodízio de jogadores em caso de desgaste físico". Isso de fato é bom pros jogadores e reforça a fé em nosso elenco, fortalecendo-o.

Aliás, o banco hoje estava muito bom, com jogadores de melhor nível do que os que serviam de banco para o Mestre Cuca e sinto que teremos um desempenho crescente em termos de resultados. Precisamos apenas fazer gol. E para tal, temos o Zárate chegando.

Mas a falta de gols, diante da mudança de postura, mais ofensiva, mais confiante, mais BOTAFOGO, chega a ser realmente um detalhe que acertaremos de primeira para estufar as redes do Brasileiro e da Sul-Americana.

Tem coisa maior guardada para nós: conquistaremos a América.

SAN

K1

domingo, 22 de junho de 2008

"Não me lembro muito de penetração pelo meio" - alguém avisa pro Geninho que o André Lima sabe como se faz. E está negociável!

"concordo que a torcida queira resultado"

A chamada do vídeo é enganosa. O repórter ou se deixou levar pela retórica, sendo conivente, ou não entende nada de dialética mesmo.

Quando Geninho diz que "concordo que a torcida queira resultado" é apenas para emendar um rosário de desculpas incompententes, pois vejamos:

  • "eles [torcida] tem que entender que o momento não é propício, você procura no mercado e a gente tem procurado, a diretoria tem procurado... não adianta você trazer para cá um jogador igual ou inferior ao que você tenha, só para mostrar atividade..."

Alguém avisa pra ele que o André Lima está quase indo pro Internacional. Ou será que ele acha que nosso ataque está bem? Que André Lima é igual aos que nós temos? Peraí, momento não é propício? Tem momento para contratação no futebol globalizado de hoje? Tem vários campeonatos em fase final e jogadores sendo negociados. E melhor que Marcelinho, Adriano Felício e cia. tem aos montes por aí.

Por fim, lembro que ganhavamos e chegamos a todas as finais até aqui com esse time aí mesmo. Que faltava elenco, sim, faltava, mas não faltava aquela certeza de que estávamos engrenando. Essa certeza, pra mim, inexiste hoje em dia. Ficar lamentando pelo segundo jogo consecutivo que poder-se-ia ter enfiado uma goleada, não fosse a brilhante atuação do goleiro adversário é enaltecer os méritos alheios em demasia e pormenorizar por demais nossos erros.

  • "eu espero um Fluminense muito forte"

Vamos lá. Esta é mais uma frase de efeito retórico para amenizar qualquer preju que possa vir a acontecer no confronto - tática clássica de não menosprezar o adversário e se eximir de qualquer peso maior no caso de resultado negativo. Aqui gostaria de fazer algumas ressalvas:

  1. Vencemos o time titular do Fluminense 3x esse ano
  2. O time reserva tem sido o saco de pancadas do Brasileiro
  3. Não espere, resolva!
  4. Ponto positivo afirmar que o resultado de vitória interessa pela gente, não pela maneira que o adversário vem jogar contra a gente
  5. Ponto negativo afirmar que a vitória é importante devido aos dois últimos resultados negativos
  6. Vitória é sempre importante e apenas ela nos interessa
  • "não me lembro muito de penetração pelo meio"

Ressalto a lúcida análise do desempenho medíocre de nosso ataque, que viveu apenas das jogadas laterais e sofreu com jogadas paradas aquém do patamar qualitativo necessário. Alguém tem que relembrar ao Geninho como se f#%$# com o adversário: penetra pelo meio e mete lá no fundo. Chama o André Lima que ele te mostra como se faz Geninho!

  • "o pessoal do meio tem que chegar por trás... nós temos jogadores de qualidade para fazer essa penetração"

Eu não sei não. Há muito que não temos a gana de meter 5 sem tirar de dentro. Quando fazemos um gol parece que estamos satisfeitos, não partimos pra cima pra fazer barba, cabelo e bigode. Tá na hora de se impor e partir com tudo pra cima, pra dentro e de ladinho nos adversários.

Foi mal, mas é que tá f&%#$.

Quando acabo de ver o vídeo ainda vejo o thumbnail da era Cuca, com o título "Perdemos muita coisa, mas o principal a gente ganhou, que foi o jogo" - ai que saudades de quase ganhar o campeonato. Agora nem jogo estamos ganhando - estou alarmado porque enfrentamos apenas equipes medianas e/ou extremamente enfraquecidas.

Quem se salvou e mostrou postura de vencedor, que não se abala, foi o Carlos Alberto: "O torcedor tem sempre razão. Ele nos incentivou até quando foi paciente. Eles pagaram ingresso, e têm direito de vaiar e protestar. "

Vamos ver se a concordância leva a algum lugar. Porque o sinal de alerta, avisado pelo Geninho, já está ligado há mais tempo. Eles é que, a julgar pelas imagens descontraídas e piadas internas - Alessandro zoar o WP pelo jejum, só porque descontou na derrota contra o Inter é de lascar! - não estou se tocando que não estamos mais tropeçando, estamos levando uma rasteira no início do campeonato - e não temos Libertadores para nos desculpar.

Só uma reflexão: é esse time aí que vai disputar a Sul-Americana? Tem certeza? Estarei em todos os jogos, apoiando de coração, mas algo me diz que precisamos de reforços urgente e não tem essa de "melhor momento": a hora é agora, ó Botafogo acorda, o topo é nosso lugar.

SAN

K1

sábado, 21 de junho de 2008

Taí o que vocês queriam, corneteiros!

Pois bem, acho que agora já deu pra ver como será nosso Brasileiro: novamente o campeonato do quase. A diferença que agora estaremos no grupo dos quase rebaixados. E torçam por isto, viu.

Não falo somente por mais uma alarmante derrota em casa, com 3x mais chutes a gol que o adversário. Não falo apenas pelo jejum de 12 jogos do WP. Não falo unicamente por ver os salários atrasados em mais de 60 dias, como há meses não se via. Não falo exclusivamente pela notícia de que nosso xodó e artilheiro com Estrela comprovada pode voltar do futebol alemão direto para o Inter, ao invés de reforçar o Fogão. Não falo restrito ao costume de há muito não perder tantas partidas seguidas, dentro ou fora de casa.

Falo por tudo isso e muito mais.

Falo saudoso de uma época onde eu olhava para o banco e via um grupo mediocre rendendo mais que o esperado porque tinha um treinador de verdade e com brios. Falo de uma época não muito longínquoa, menos de um ano, quando éramos favoritos a tudo e já detentores do título de melhor time do Brasil, sem ao menos levantar uma taça - isso sim é moral.

Mas queriamos mais e deixamos a nossa ganância e falta de humildade serem inflados pela mídia que pelo visto nos concedia nosso valor um dia e o tirava no outro. Ao invés de enxergarmos o crescimento sustentável do valor alvinegro, nos iludimos com o outro de tolo vendido pela FlaPress. Ao invés de uma retórica ancorado em nosso coração glorioso, adotamos um discurso apequenado e medroso, imposto pela pressão externa. Deixamos que nos roubassem em campo, mas principalmente, em nossas almas: não era necessário termos esperança - a última das calamidades retidas na caixa de Pandora. Bastava termos a certeza de nossa evolução e trajetória ascendente e que com fé - o amor da alma gloriosa - e apoio incondicional seriamos todos campeões, mais cedo ou mais tarde. Quiserem os corneteiros que detonaram nosso time e, principalmente, nosso identificado e comprometido treinador, que fossemos campeões mais tarde.

O que nos resta hoje em dia?

Um técnico apático, um ataque cardíaco de tanto perder gols, além de jogadores que não se encontram em campo e dão espaços para os adversários pararem, mirarem, cruzarem e cabecearem; sem contar uma saída quase em falso e uma falta de vontade de se jogar na bola pra defender uma cabeçada que... bem, não quero ser injusto do alto de minha decepção. Até porque quem falhou mesmo foi o defensor que acompanhava o atacante e o deixou cabecear sozinho de cara pro gol e, em último caso, quem deixou aquela bola ser cruzada.

Vou deixar o coração esfriar e voltar a ter a chama moderada do Fogo Eterno; por enquanto ardo de paixão e me consumo por inteiro por saber que a história poderia ser outra.

Se houvesse uma estrutura psicológica do time e, principalmente, da torcida, o que acabaria por refletir na diretoria que contrataria um time de verdade - estádio lotado paga jogadores -, com habilidade e capacidade de decisão: porque técnico tinhamos. Basta ver a diferença de rendimento que o time já apresenta.

O principal exemplo de nossa fase é a melancólica seqüências de destaques da página de notícias do Botafogo na Globo.com:


  1. Lusa confirma boa fase e bate o Glorioso no Engenhão - desculpem os patrícios paulistanos, mas a Lusa pode estar na fase que for, é nossa obrigação a vencer em casa
  2. Título de 1989 comemora 19 anos - bacana, emocionante, mas quem vive de passado é museu
  3. Pesquisa comprova crescimento de torcidas mirins de Flamengo e São Paulo - sinceramente, era para nós estarmos nesse pelotão de frente e isto apenas a nossa auto-estima pode fazer pela gente
  4. Palermo esteve perto de reforçar o Bota - mais um quase; ridículo isto ser notícia, ainda mais com destaque
  5. Bebeto se reúne com jogadores e promete empenho para pagar salários - os jogadores também prometem empenho, os torcedores prometem empenho, todo mundo promete. Mas quem é que vai começar a cumprir? O caso André Lima de fato me deixou chateado com os envolvidos.

A situação está tão ruim que mesmo perdendo de 1x0 a chamada principal da página é:

Ataque falha e o Alvinegro tropeça em casa
Jejum de Wellington Paulista chega a 12 jogos e time perde por 2 a 0 para a Portuguesa

Incrível, não?

Indico um acompanhamento psicológico baseado na teoria dos arquétipos, de C.G. Jung, a dispensa de alguns jogadores que já mostraram não se enquadrar nas pretensões do Glorioso de voltar a brilhar como nunca deveria ter deixado de brilhar - a nossa última convocação à seleção comemorou 10 anos recentemente, a contratação do André Lima e de mais 3 jogadores de peso, com currículo vencedor.

Ah sim, quando puder, chama o Cuca de volta. Não precisa ser nenhum Geninho pra ver que a fórmula atual não vai funcionar.

Enquanto isto, nosso dever, enquanto torcida, é lotar o estádio e apoiar incondicionalmente, deixando para criticar construtivamente nos fóruns adequados e de maneira responsável.

SAN

K1