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quinta-feira, 3 de junho de 2010

Não se deixem levar pela FLApress!

O título do post era pra ser “Fibra de campeão”.

Mas o segundo tempo desandou o planejamento.  Todavia, nada de “lutar contra o abismo” como tentam incutir mídia impressa e audiovisual. Fomos campeões cariocas sem direito à final contra o “so called” campeão brasileiro.

Enfim, vamos ao jogo.

Primeiro tempo primoroso, pinta de campeão. Entrega, toque de bola, golaços. Amarelo para Fahel: sensação estranha. Apagão na defesa. Gol de Paulo Baier. Intervalo. 

Segundo tempo. Falta batida no ângulo pelo Patético Paranaense. Segundo gol de Paulo Baier – que aliás deveria vir jogar no Glorioso, porque a quantidade de gols que faz na gente só pode ser recalque de não vestir o manto sagrado.

Independente do segundo tempo, onde não nos encontramos depois da primeira – questionável – e muito menos da segunda – justa – expulsão, dá gosto de ver a entrega do time, dando sangue e suor pelo resultado.

Escrevo estas linhas dos 29 minutos do segundo tempo até o final do jogo: mesmo com a derrota, vejo que temos time para lutar pela Libertadores. Com Jobson e Maicosuel, pelo título. Com fé, enxerga-se o horizonte correto.

Não se deixem levar pela FLApressa! Essa FLAprensa que tenta imprimir um regime de urgência em tudo. Que tenham pressa em apurar o env0lvimento do reizinho deles com o narcotráfico e deixem nossos soldados lutar em paz.

Falta talvez um Diguinho em nosso time, porque Fahel... contudo, devemos destacar sua entrega. Só que precisamos de algo mais nesta função. Registre-se: expulsão injusta. Mas era óbvio que Fahel iria ser expulso: todo mundo com um pouco mais de sensibilidade sacou isso. Joel deveria ter mexido antes.

Mesmo com um – e depois dois – a menos, lutamos bravamente e fomos superiores. Só faltou concluir ao gol no segundo tempo. O terceiro gol é o típico gol que só acontece ao Botafaogo. E mesmo assim, afirmo: seremos campeões.

SAN

K1

quinta-feira, 17 de setembro de 2009

Classificando a vitória

A vitória nos garante a classificação - mas não a tranquilidade com este time que demonstrou mais uma vez que falta algo, talvez Maicosuel, única grande alteração em relação ao Carioca, onde havia ao menos um conjunto que seja e um futebol que chegara a encantar.

Essa vitória também garante que Jefferson é nosso titular absoluto e que a era Castillo chega ao fim: é um goleiro caro que está em uma fase complicada - o segundo gol quase entrega o jogo em um frango homérico. Temos Renan e Flavio, além das promessas Milton Raphael e Luis Guilherme. Gosto (muito) do Castillo, mas o custo-benefício dele está ficando fora do aceitável ou, ao menos, do que é interessante para o clube. O que todos os demais devem aprender com ele é como segurar o jogo, ganhar o tempo a nosso favor - isto ele faz como ninguém. Mas banco já!

Garante também que Alessandro é esforçado. E só. Aquele drible que ele levou... Thiaguinho tem sido melhor e Gabriel dá conta do recado - pena perdermos o Michael: demorou tanto pra entrar e agora sai assim... sem muita explicação.

E garante que não podemos nos dar por satisfeitos, tampouco nos iludirmos, pois é apenas uma vitória - é necessário dar sequência a ela com outras. E com o ataque perdendo gol como André Lima, Reinaldo e Victor Simões perderam, sei não - acho que foi a maior queda de rendimento de um campeonato pro outro (no mesmo semestre) que eu vi na vida - em específico o Victor Simões.

Destaque positivo para Lucio Flavio e Juninho, além do Jônatas e Wellington.

Agora é torcer pela telinha no domingo e lotar o Engenhão na outra quarta.

Vamos lotar nossa casa! Libertadores, eu acredito! ;)

SAN

K1

segunda-feira, 10 de agosto de 2009

Time de m... eu não consigo gritar isto.

Por pior que tenha sido, não grito isto, apoio sempre. Não considero correto vaiar um jogador o tempo inteiro. Vaia se a jogada foi ruim e não antes do cara tocar na bola. Tem que apoiar. Senão desestabiliza ainda mais.

Fui com a equipe da Campanha da Acessibilidade, pois havíamos estado em São Januário por ocasião da adesão do Vasco à campanha – parece que não é só nas músicas que nos copiam -, mas neste quesito, da campanha, é positivo e devo confessar, a diretoria do Vasco foi muito atenciosa e competente: Roberto Dinamite e seu corpo de diretoria são um show. Não à toa era botafoguense antes de se firmar no Vasco, sabiam?

Mas só falei disso tudo porque a representante do Ministro e minha amiga de longa data, 'Vicky Vascaína', falou e disse tudo: “Quanto ódio! Vocês não gostam do time de vocês! Tem que apoiar até o fim!”

E nisto concordo com ela. Não podemos desestabilizar ainda mais os jogadores vaiando. Ou o técnico. Até porque, quem virá pro seu lugar?

Deu na ESPN que a diretoria já decretou a saída de Ney Franco e já tem o substituto. Aguardemos.

O que de fato não dá para aguardar é o time deslanchar. E temos time para estar bem acima na tabela.

E torcida também: ontem éramos mais de 12 mil. Depois reclamam...

Mais de 12mil vendo 7 mulheres e um homem abrir um bandeirão de 25x30 metros para divulgar a campanha da Acessibilidade.


Se a vitória não veio por ego e preciosismo na penalidade perdida de André Lima– que saiu chorando de campo (com direito a esporro do Alessandro, afinal André Lima não vinha batendo bem as penalidades nos treinos, como confirmou o próprio técnico alvinegro) -, falta de comando de Lúcio Flávio e Ney Franco e um gol em impedimento do Atlético-PR; ou ainda na segunda penalidade a nosso favor não marcada e as inúmeras chances perdidas pelo nosso ataque, como sempre, ao menos podemos dizer que tivemos uma vitória:

A filha de uma das conselheiras integrantes da campanha havia ido pela primeira vez em um estádio horas antes, em São Januário e quase virou vascaína.



Mesmo perdendo, tenho certeza de que saiu do Engenhão encantada com a beleza da Estrela Solitária e o poder do Fogo, certa de que há mais ali do que ela pode ver. Comprovará.


Estamos na torcida. Aliás, bonito ver nosso ídolos comparecerem para torcer pelo Glorioso.

SAN

K1

quinta-feira, 25 de setembro de 2008

Do intervalo ao segundo tempo: atitude Botafogo!

Nos meiões do intervalo da Globo só os rebaixáveis Fluminense e Vasco. Por que isso? Saí pra lá urucubaca!

Curiosidade: o jogo do Palmeiras é um jogo chique, todo ton-sur-ton em verde-limão. E pra falar dos outros dois brasileiros da noite, Palmeiras e Atlético Paranaense, ambos empatam por enquanto. Nós precisamos vencer. Eles estão com um mistão, nós com nossa força completa.

Nos melhores momentos do intervalo, 4 foram do América de Cali e apenas 1 do Glorioso, que de fato precisa partir mais pra cima: aliás, o de sempre; atacar mais pro gol e menos pro vazio. Vamos vencer, Fogo!

Cena em que Lucio Flavio é escoltado para escanteio. Espero que aqui seja desnecessário garantir a segurança do adversário dessa maneira e que o clube colombiano seja punido.

Começa o Segundo Tempo

Aos 2 minutos e meio falta acintosa em Wellington Paulista e nada, nem marcado foi.

Aos 6, mais uma. Lucio Flavio vai bater. Ensaiada. Que primor! Carlos Alberto perde de cabeça com Wellington Paulista logo atrás. Típico gol que fará falta mais a frente.

Resposta rápida do América de Cali: defesa difícil de Castillo.

Contra-resposta na mesma velocidade: de novo Carlos Alberto desperdiça em bola cruzada e não cortada na área do América de Cali.

Aos 10, dois passos de nossa área, falta a favor do América de Cali: bola no travessão; independente de barreira abrindo, que porrada!

Essas duas estrelas fakes no ombro do América de Cali iludem, mas não ofuscam a Estrela Solitária, Gloriosa sempre!

Aos 16, André Luis leva corretamente o amarelo por levantar o adversário com uma tesoura lateral. Tem nada que aplaudir o juíz, André Luis! Numa dessas ele entende que é ironia e te expulsa e como ficamos?

Apesar de não fazer gol até os 20 minutos, ao menos no segundo tempo o Botafogo está melhor e podemos afirmar que está dominando a partida.

Tá. Só pra quebrar o meu último comentário, gol do América de Cali aos 27 minutos, em rara oportunidade de ataque no segundo tempo. Escanteio batido, cabeceio sozinho pro bico esquerdo da pequena área e chute sem marcação, tampouco defesa no canto oposto de Castillo.

No minuto seguinte estamos no ataque novamente. Mas nada.

30 minutos: falta de ataque de Wellington Paulista.

Aliás, quando nosso ataque irá marcar gols em uma partida, já que todas são decisivas - quer mata-mata, quer pontos corridos?

33. Sai Jorge Henrique, entra Lucas Silva. Sinceramente, não sei o que dizer.

A porção de provolone à milanesa do Itahy não está me tirando o amargo da derrota da boca. Vamos Fogo!

Renato Silva sobe pra tirar de cabeça. Nós estamos perdendo, mas eles é que aumentam o volume de jogo.

38 e clara simulação do América de Cali, mas nada de amarelo. E ainda falta pra eles.

Aos 45 minutos, Ney coloca o Zé Carlos - pra quê? Perder os preciosos últimos minutos? Enfim... e o Zé Carlos mostra ao que veio e que já deu: recém-entrado no lugar de Triguinho não consegue dominar uma bola claramente lançada e relativamente fácil de se dominar.

Mais demora durante a prorrogação. Juíz não dá desconto: 48 e nada mais. Não levou em consideração as substituições. paradas para atendimento, etc.

Etc, blablabla, etc, etc, etc, mais uma derrota, blablabla... o que dizer?

VAMOS GANHAR FOGO!

E olha que segundos antes do jogo eu postara sobre a questão da postura: temos que ter atitude para sermos Gloriosos!

SAN

K1

segunda-feira, 4 de agosto de 2008

conVENCEU de novo

A Estrela Solitária está em órbita ascendente.

Batemos o Furacão em plena Arena por convincentes 3 a 0 e agora partimos para quebrar o tabu dos barrigas verdes: ganhar do Figueirense lá dentro, no Orlando Scarpelli.

Teremos desfalques para a próxima partida: provavelmente uma zaga toda reserva, mas nem isto me preocupa. O time tem demonstrado que agora é um elenco e nem as ausências de Wellington Paulista e Castillo foram sentidas - muito pelo contrário, Gil fez boa partida e Renan defesas excelentes. Além destes ficaram de fora mais três titulares - Alessandro, Triguinho e Carlos Alberto - em um total de cinco desfalques. Mesmo assim ganhamos de três dominando claramente a partida.

Destaque também para Lúcio Flávio, Diguinho e o técnico Ney Franco, todos decisivos para animadora vitória e selecionados para a seleção da 17a. rodada: bom ver nosso maestro decisivo novamente.

A confiança cresce não apenas em nossos corações, mas ganha voz com o estimulado Túlio, que deixou mais uma vez sua marca, e com o vice de futebol Montenegro declarando nossa nova meta: o título brasileiro.

Afinal de contas, estamos na oitava posição e apenas 5 pontos da Zona da Libertadores. Se os outros se descuidarem, por que não?

Vale ressaltar novamente o belo e corajoso trabalho de Ney Franco, elogiado também por Montenegro que ao comparar 2007 e 2008 equiparou os técnicos em sua excelência e ressaltou que agora temos um elenco e não apenas um bom time.

Que isto se comprove em resultados e que foquemos nossos esforços para levantarmos a Sul-Americana e/ou o Brasileiro.

Clarice Lispector deve estar feliz: chegou "A Hora da Estrela"!

SAN

K1