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sexta-feira, 10 de outubro de 2008

Superação, teu nome é Botafogo

Poucos eramos apoiando o time.

Mas este fez valer o manto que vestia e de virada se apoderou do nome do time adversário: Vitória do Botafogo.

E se é de nosso time, não poderia vir sem luta, sem drama, do tipo a desafiar nossa gloriosa fé e amor alvinegros: era uma noite repleta de história, com diversos personagens principais.

Zárate, que se movimentou bem, cabeceou melhor ainda, fez o primeiro seu e do Glorioso na partida e não comemorou com o time em campo, mas com os reservas a beira do gramado, deixando Túlio que cruzara precisa e belamente sem o abraço e agradecimento. Tomara que não seja nenhum problema de relacionamento.

Túlio, que cruzou muito bem e atuou como lateral no lugar do Alessandro, que parece que sentiu e foi sacado pelo Ney Franco, este também um dos personagens de importância.

Ney tem sido destaque não apenas na ousadia durante as partidas, mas no otimismo entre elas. Pensa grande. Arrisca. E tem sido, quase sempre, correspondido. Mostrou peito ao sacar o inexpressível Gil por volta dos 15 do segundo tempo mesmo o tendo colocado lá pelos 35 minutos do primeiro. O jogador parece não ter gostado: foi direto pro chuveiro. Você acha que ele merecia ser substituído?

André Luis, nosso gigante que cabeceou pro terceiro gol quase no ângulo do goleiro Viafara, que fazia dupla com o Biafra - lembram dele? Então, não resisti à piada.

E foi numa das saídas de nosso goleiro-cantor que o personagem de maior destaque se consagrou.

Podia ter sido diferente: foi dos pés dele, Lúcio Flávio que caído pedia falta - você acha que foi? -, que foi roubada a bola que originou o contra-ataque e o gol do Vitória, cujo atacante ficou cara-a-cara com Renan, que não podia fazer nada, estava vendido, mas ao menos poderia ter saído um pouco melhor: foi sem tempo pra cima do atacante adversário, ridiculamente driblado, sem esboçar defesa. Mas durante o restante do jogo garantiu. Gostou da atuação dele?

Mas estavamos falando da atuação de gala que entrou para a história, revertendo um início questionável, tal qual o fez o Botafogo, que virou para 3x1.

O segundo gol foi uma obra de arte: nosso maestro marcou seu 50. gol com o manto sagrado, uma pintura de cobertura, tirando do goleiro adiantado e do zagueiro embaixo da trave que caprichosamente ajudou a colocar a bola nas redes e nosso craque nos braços da torcida.

Voltamos ao G6 e temos que torcer pelo empate entre Goiás e Inter, pela vitória da Portuguesa diante do Coritiba e da vitória do Galo mineiro contra o Flamengo.

Na outra rodada fica melhor ainda, com confrontos entre nossos adversários diretos, chance clara de assumirmos posição vantajosa na tabela.

No jogo dessa rodada do Furacão contra o Fluminense a coisa é pela base da tabela e não nos diz respeito: vai de cada um torcer pelo Furacão ou não. Eu não me incomodaria de ver sendo feita a justiça e acompanhar o tricolor carioca ano que vem jogando a série B como todos fizeram, menos eles, que pularam da terceira direto pra primeira divisão. Mas não investirei mais paicas em assunto de segunda ordem, quinta categoria e terceira divisão.

O próximo jogo, contra o Santos, é vital para as nossas pretensões e a presença de nós, gloriosos alvinegros, no Engenhão é fundamental.

Vá ao Engenhão e leve mais 3 Estrelas Solitárias consigo. Assim fazemos nossa Constelação Gloriosa brilhar como uma gigante Estrela Solitária que ofuscará o peixe no fundo de seu mar de lama e nos alçará aos céus da merecida glória.

Ainda é cedo, temos ainda 9 rodadas pela frente, mas mais que sonhar, é preciso ter fé e atitude de apoio incondicional para realizarmos nossas metas, que nada mais são do que sonhos com deadline.

O próximo é sábado, dia 18.10 , 18:20 horas e quero te ver lá no Engenhão: TORCER! GRITAR! É Campeão!

Saudações AlviNegras,

K1

domingo, 5 de outubro de 2008

E o juíz levou...

"Hold on Dorothy, 'cause Kansas is going bye-bye!"

Essa citação de Matrix que faz por sua vez alusão ao clássico 'E o vento levou' representa muito nossa atual fase:

De um time novamente com promessas de dar alegrias... mais uma vez tropeçamos e estamos 10 pontos atrás do líder. Com 10 rodadas acho que já dá para dizer que o título está muito difícil. Mas ainda dá para salvar o ano com a vaga para a Libertadores e não devemos menosprezar isto e sim lutar com afinco redobrado.

O problema é que agora a crise financeira chegou na mídia e os salários de dois meses não chegaram aos jogadores, dando margem a corretos comentários - mesmo que fora de hora - de que 'quem trabalha, merece receber'.

O que me assusta é que o clube deve uma premiação de R$150mil ao grupo por este ter chegado ao G4.

ABSURDO!

Premiação para chegar e não para se manter? Deveria ser algo conferido no final do torneio, não?

E a torcida não comparece a ponto de não termos renda e sermos sacaneados tendo nosso estádio chamado de 'Vazião'.

Ah sim, mas o post era sobre o jogo... diretamente influenciado pelo juíz por ter expulsado injustamente o Jorge Henrique - alô jurídico, vamos recorrer para ele não ficar de fora no próximo jogo! -, além de não ter marcado algumas importantes faltas perto da área. Mas é o que o Diguinho declarou: não foi a expulsão e sim a desatenção no segundo gol que determinaram a derrota.

E digo mais: no primeiro gol também.

Ney Franco até mexeu correto, botando o time pra cima, mas com as peças de reposição que ele tem... Gil? Zárate?

Ele ainda teve a coragem de elogiar o gordinho argentino, que recebeu comentário no bar de que deveria ter perdido o triplo do peso, pois continua visivelmente acima do peso e abaixo do bom nível do futebol. Lembro-me de 3 jogadas: uma boa matada na qual levou falta por trás; uma boa virada para um sofrível chute, melhor, recuo; e um bisonho toque-lançamento muito forte e muito a frente de nosso lateral.

Fato é que não ameaçamos o gol adversário direito, nosso maestro desafinou e além de não bater bem as faltas deixou de aproveitar uma clara oportunidade na qual ia entrar sozinho na grande área, mas não dominou a bola. Carlos Alberto lutava muito, cutucava o adversário e os deixava loucos - aliás, como são violentos! -, mas fato é que rodava de um lado, rodava do outro e nada. Boa chance mesmo foi a jogada do Alessandro, que comeu um, dois - sim, eles gostam! - e chutou prensado em bola que quase morre no canto oposto do goleiro gremista. Se tem um matador ali metia o bico na bola e corria pro abraço.

Enquanto isso, do nosso lado, Castillo e Renan foram bastante exigidos, com destaque para o segundo que saio muito bem tanto por baixo quanto pelo alto, sem culpa no segundo gol, enquanto que no primeiro, por mais que a bola tenha desviado na zaga, o posicionamento muito a frente tenha impossibilitado Castillo de chegar na bola, que passou muito perto e no raio das bolas defensáveis. De toda maneira, falha maior da defesa que deixou o gremista matar a bola, girar, ajeitar e chutar - assim fica fácil.

Difícil é escrever estas parcas linhas, sabendo que bastava pouca coisa pro cenário ser muiiiito diferente.

A começar pela torcida, que comparecendo apoiaria e incentivaria mais o time, garantindo receita pro clube e pressão nos jogadores, o clube teria as finanças mais sadias, os jogadores estariam mais confiantes e até mesmo 10 pontos do líder não nos fariam sentir este desconforto: afinal, temos dois jogos em casa, onde os 6 pontos são obrigatórios. Com dois tropeços dos líderes a diferença já cai pra 4 pontos novamente. No fundo, tudo é possível!

Então o resumo da ópera é que nada está perdido, mas tudo depende do amor que o alvinegro pode demonstrar, lotando o Engenhão: daí começa uma onda positiva que contagiará a todos.

Faltam 3 confrontos de ida-e-volta na Sul-Americana para sermos campeões. E um pouco mais de atenção para figurarmos entre os que estarão ano que vem na Libertadores e lutar sim por algo mais no brasileiro: se até o Flamengo fala em título, porque nós não?

Vamos pensar e agir grande! Vamos lotar o Engenhão!

Saudações AlviNegras,

K1

quinta-feira, 25 de setembro de 2008

Reflexões no intervalo entre-postagens

Aproveitei o intervalo entre as postagens que completam o relato sobre o jogo para uma série de coisas: dormir, curar a ressaca, pensar em outras coisas, distrair o pensamento com trabalho e outras coisas pessoais, mas em nenhum segundo a pegunta parou de latejar em minha mente: o que se passa, Botafogo?

E o intervalo entre-postagens não mudou o cenário: quando lembro de ontem a ressaca pela terceira derrota consecutiva traz aquele gosto amargo. Quando abro a página do Glorioso na globo.com vejo que Ney Franco lamenta a derrota, que os titulares serão poupados e que nossa opção (?) pro ataque são Gil, Fábio e Lucas Silva. Apenas este último pode salvar nós, gloriosos alvinegros de um ataque fulminante no coração, pois ainda não mostrou ao que veio. Fábio e Gil, pra mim, não me fazem ter mais tanta esperança: torço sim, sempre pra que o jogador acabe queimando minha língua e faço questão de que o faça, mas não posso mais emprestar meu coração a impulsionar os gritos, deixo isto apenas para os pulmões e reservo o mesmo para nutrir meu amor e minha fé pelo Glorioso independente do resultado.

Antes de acabar o intervalo entre postagens e eu transcrever o garrancho de ontem, confesso concordar com o post do blog do PC Vasconcellos, entitulado "A Queda" e que resume-se a análise de que o Glorioso 'Apequena-se no momento em que precisa ser grande'.

E o que mais me preocupa é que o Fluminense não venceu clássicos no Brasileiro deste ano.

S1, da comunidade da Constelação Gloriosa garantiu o seu ingresso e relatou que tinha 5 pessoas na fila: ele e mais 4 tricolores.

Se o time tá assim, imagina sem apoio? Vamos lotar e apoiar sem parar! Critica e tira férias do Botafogo depois do campeonato acabar.

Pro post não ficar grande demais, continuo o de ontem no próximo.

SAN

K1

segunda-feira, 15 de setembro de 2008

Ah, Botafogo! ACORDA!

Podiamos, mais do que estar na terceira posição, estar a 4 pontos do líder apenas.

Mas novamente deixamos escapar a oportunidade de encostarmos no Grêmio. Para piorar o São Paulo está perigosamente em nosso cola e até empata em número de pontos.

Mas vamos aos fatos.

Jogar com três atacantes até pode ser uma boa - o que nem achei o caso, pois perdiamos todas no meio-campo, com Leandro Guerreiro perdido, em um dos primeiros erros táticos que vi Ney Franco cometer -, mas apenas se Gil fosse de fato 'fator gol' e Wellington Paulista parasse de ficar caindo e de fazer falta: tanto cai-cai que o juíz não marcou penalidade clara de Clêmer faltando uns 15 minutos para acabar a partida - exatamente aos 31 do segundo tempo. Mas isto não justifica a derrota, convenhamos: jogamos mal.

O time parece não ter entrado em campo.

Não era o Glorioso das 13 partidas invictas, a Estrela do G4. Lúcio Flávio não entrou em campo, esquivando-se da responsabilidade de armar as jogadas e até de combater, sinal de que o time iria mal, a começar pelo Leandro Guerreiro completamente perdido no combate - o meio de campo era colorado praticamente durante toda partida, com o gigante Guiñazo soberano - Renato Silva perdendo bola infantil no meio-campo e com dificuldade em recuperar o compasso, o que levou ao erro grosseiro de Castillo que saiu atrasado do gol, possibilitou o cruzamento e o toque para o gol livre: se tivesse ficado no gol penso que a bola seria facilmente defensável, digo até interceptável.

Ouso fazer o mesmo comentário no segundo gol: sem sair afobado pra cima do atacante, teria tido condições melhores para a defesa. Mas justiça seja feita: foi um baile do ataque do Internacional, que deixou Leandro Guerreiro caido na grande área após explorar as costas de toda nossa lateral direita, com todos seus jogadores completamente envolvidos.

Todavia cresce em mim o clamor 'Renan titular já'!

Tudo começou errado quando Wellington Paulista perdeu gol invadindo sozinho a área de Clêmer com menos de 5 minutos do primeiro tempo. Aos 41 minutos foi a vez de André Luis cabecear sozinho pra fora em jogada ensaiada iniciada por Lúcio Flávio em um de seus poucos acertos no jogo.

Aliás, foi dele, André Luis, o gol alvinegro, após grande jogada de Jorge Henrique - o melhor no ataque alvinegro -, que ainda precisa de um matador à altura para formar uma dupla decente de ataque.

André Luis também foi expulso no final, após levantar um jogador colorado. Sinceramente, acho que foi justo, mas também foi um 'desconto', pois os gaúchos estavam batendo muito e o juíz conivente 'deixando o jogo correr'.

Poderiamos ficar aqui comentando inúmeras jogadas de maior ou menor expressão, mas o fato é um só: para sermos campeões precisamos aproveitar as oportunidades, fazer valer a nossa supremacia.

Se não tivessemos perdido os dois pontos contra o Vasco, os dois contra o Naútico e os três contra o Internacional estariamos empatados na liderança com o Grêmio.

Mas isto também serve de incentivo: basta fazermos o nosso que chegaremos. Ainda temos umas 13 rodadas pela frente. Meu palpite é que se ganharmos 8 ou 9 seremos campeões.

Próximo jogo é contra a Portuguesa, última colocada, lá em Sampa: tá na hora de mostrar de fato ao que veio e deixar de lado de vez o estigma de Robin Hood - ao menos o lado de tirar dos ricos/grandes e entregar para os pobres/pequenos; acertar o alvo, o título, pode e deve fazer parte de nossa história esse ano.

Nossa parte temos que fazer: apoiar incondicionalmente.

SAN

K1

quinta-feira, 28 de agosto de 2008

Chocolate AlviNegro - ao freguês o que temos de melhor

Aos 27 minutos do primeiro tempo 'virou bagunça' e ficou claro que estava decretado que o jogo já estava liquidado: na saída de bola o juiz nem ligou que Carlos Alberto ainda se encontrava dentro do grande círculo central. E o jogo prosseguiu com uma primorosa atuação do Glorioso:

2 x 0 Atlético Mineiro - E o Botafogo classificado para a próxima fase antes da metade do primeiro tempo - escrevo enquanto vejo o jogo; transcrevo para o blog em seguida.

Dois golaços do Maestro Lúcio Flávio e sua afinada orquestra.

Na volta do segundo tempo, golaço de Jorge Henrique no ângulo para coroar sua centésima partida pelo Glorioso.

Instantes depois Jorge Henrique ainda levou um tapa no rosto em plena grande área e foi impedido de continuar a jogada, mas o juíz nada marcou.

Antes do quarto gol de cabeça de Carlos Alberto, após primoroso cruzamento de Gil, deu tempo de Castillo rebater um chute de fora da área direta e exatamente para o meio da grande área, resultando gol de nosso eterno freguês - já são sete anos sem ganhar: nove vitórias e cinco empates. A favor de nosso guarda-metas uruguaio o fato de ter defendido duas bolas difíceis antes, uma à queima-roupa.

Aos 33 minutos do segundo tempo, Jorge Henrique - vestindo a 23! - recebe primoroso lançamento e é derrubado na área e eis que... pausa enquanto não bate: Giiil, pra fooooooora! PQP! Muiiiito pra fora. Escrevo enquanto vejo o jogo...

Se era pra mudar o batedor, colocasse o Castillo, oras. Gil acaba por ficar estigmatizado - de toda maneira a hora é de apoio, o minuto de paixão.

Logo em seguida à penalidade, Gil pisa na bola e cai 'de maduro' de bunda em lance no qual Carlos Alberto invadia sozinho a grande área atleticana.

Tem certeza de que não querem insistir no Thiago Ribeiro?

E numa bobeada da defesa no pós-perda de penalidade - esse tipo de companheirismo de Lúcio Flávio de ceder a responsabilidade na penalidade não poderá mais aparecer dessa maneira - gol do Freguês, que ainda tomou o quinto gol em escanteio no qual Gil buscou se redimir da penalidade perdida forçando o zagueiro a fazer gol contra, após tentativa de cabeça.

E não adianta me dizer que o Atlético Mineiro estava com reservas, jovens, o que for: poupou o time titular de mais um vexame; poupou o titular de se abalar com a desclassificação indicada no Engenhão com os 3 x 1 Galo.

Pragaalvinegra: São Paulo é desclassificado nos penalidades nos quais Juninho perdeu sua penalidade.

SAN, com muita fé nesse time!

K1

quarta-feira, 27 de agosto de 2008

É isso aí mesmo, e acabou!

É, é isso aí mesmo. Não chega mais ninguém e rezemos para que nos últimos 4 dias de janela de transferência ninguém mais saia.

A sonhada contratação do Thiago Ribeiro - competente atacante de ofício -, foi descartada pela diretoria devido à 'complicada negociação': leia-se, alto custo. Pois apesar de não saber dos valores, digo que valeria o investimento.

Ney Franco, na mesma matéria, elogia - como não poderia deixar de prestigiar - seus 5 atacantes, mas eu reitero: confio apenas em 2 deles e isto já com fé alvinegra. Precisavamos de alguém que realmente resolve e sabe o que é ser campeão e levantar uma taça e estas qualidades o Thiago reunia. Gil, Fábio? Aham...

Mas é isso. Neste mesmo tempo, o Flamengo traz Gonzalo Fierro que não apenas pelo apelido de 'Jovem Pistoleiro', mas principalmente pelos comentários da imprensa especializada chilena e sua importância para a torcida do Colo Colo, promete render.

Tomara, para a gente, que sua faceta de pistoleiro renda mais histórias com pistoleiras em sítios pelo interior deste Brasil varonil. Mas apenas para finalizar: além desta jovem promessa o time da Gávea contratou ainda mais 7 (sete) jogadores, com destaque para Marcelinho Paraíba - que se não é lá grandes coisa, é melhor do que o Souza: ou seja, eles reforçaram seu time de verdade.

Gil é melhor que Wellington Paulista aonde? Fábio? Alexsandro - por aonde anda?

A esperança - temo sempre quando uso esta palavra, prefiro a Fé; sutil e vital a diferença! - alvinegra é Zárate, cuja estréia virou novela mexicana, apesar de ser argentino. Parece que o desenlace da trama ocorre no jogo contra o Náutico: mais um ingrediente para dar o que falar, pois o clima é de revanche para dar o troco. Só não podemos perder a cabeça, nem a razão: basta colocar pressão das arquibancadas para eles sentirem a força e a pragaalvinegra.

Estrela de Luz, que me conduz, Estrela que me faz brilhar!

Pois não sonho, vivo a realidade do Glorioso.

SAN

K1

segunda-feira, 25 de agosto de 2008

Um empate que vale uma derrota e acorda para o restante do campeonato

E o fraco - poder-se-ia afirmar medíocre - time do Vasco empatou aos 44 minutos do segundo tempo em um jogo onde a tônica era simples: ali, daonde eu estava, só vi o Botafogo dominando e atacando e o Vasco se defendendo, sem sequer passar do meio-campo - apenas a Globo.com complicou, dizendo que foi equilibrado.

1 x 1 foi um resultado justo apenas se encararmos o fato de que quem não amplia, leva.

E logo em uma rodada onde tudo conspirou a favor de passarmos uma semana inteira como vice-líderes. Mas o caminho AlviNegro sempre foi assim: árduo, de luta e superação após bobeadas próprias.

Afinal, já diz o nosso hino: não podes perder, perder pra ninguém. E como não se pode ganhar sempre, acabamos volta e meia perdendo para nós mesmos.

E olha que dessa vez a derrota foi um empate.

Devido à desorganização na venda de ingressos de meia - que haviam esgotado em General Severiano durante a semana - em meio ao tumulto causado pela falta de um gradeamento e organização das filas entrei com 7 a 10 minutos de jogo - apesar de ter chegado 17h25 ao maraca.

Soube que o Vasco começou melhor, mas depois que pisei no 'maior do mundo' só vi dar Botafogo. Nosso domínio era amplo e irrestrito. Durante boa parte do jogo o time da colina nem sequer passava de seu meio-campo e suas tentativas eram facilmente desarmadas por nosso competente meio-campo.

Mas a competência faltou no ataque que ainda carece de um homem-gol a altura do restante do elenco. Wellington Paulista até deixou o dele, mas Gil e Fábio provaram mais uma vez que não são solução para a ausência de Jorge Henrique. Tomara que o Zárate resolva, pois até mesmo o Wellington Paulista precisa fazer mais para se dizer titular de um time como o Glorioso Botafogo.

Ademais, jogamos quase metade do segundo tempo sem atacante de ofício, pois Wellington Paulista fora substituído por Fábio, que como o primeiro também se lesionou e teve que ser substituído logo após entrar, queimando uma substituição de Ney Franco, que havia trocado o ineficiente Gil pelo Zé Carlos, passando o endiabrado Carlos Alberto para o ataque.

E foi ali pelo lado do lento Zé Carlos - que muitos ficam chamando de sem-sangue - que o recém-entrado vascaíno Madson usou seu frescor e velocidade para dar uma corrida no Triguinho, que além de cansado esteve mal no apoio à defesa: o resultado foi uma falta perto da grande área e um amarelo, além do gol, claro.

Sobre o gol, ficam três registros:
  1. Se é pra fazer falta, faz no meio-campo. Até uma expulsão teria valido a pena por esses 2 pontos perdidos.
  2. A zaga não pode ser impecável 99,9% do tempo e ter esta falha de atenção na hora do adversário bater a falta.
  3. O goleiro não pode ficar vendido daquele jeito - aqui vale o registro desta ser uma das bolas mais difíceis para o guarda-metas, por se tratar de tiro direto ao gol com alta possibilidade de desvio em um curto espaço e jogada muito rápida. Todavia Castillo estava no canto e deu um passo para o lado, sem objetividade, sem ter tentado interceptar a bola.

Com este tipo de situação, lembrando o fatídico jogo contra o Corinthians em Sampa, onde ele falhou bisonhamente no gol de falta, e com as recentes atuações primorosas de Renan, começo a puxar o coro de "Ah, ah, ah, Renan é titular!" - emendo clamando por espaço no time e/ou banco para o Luciano Almeida e para o Wellington Jr.

Na comunidade do Botafogo no Orkut tem gente criticando e pedindo a cabeça de nosso maestro Lúcio Flávio - meu comentário aqui é o mesmo que lá: sem ele o Glorioso provou que joga pior, ele cadencia o time. E tem umas cabeças a serem pedidas antes: Gil, Fábio, Zé Carlos...

Lúcio Flávio precisa melhorar? Sim, mas não é cornetando com o time invicto e na cola do líder, mostrando disposição e vontade que iremos conseguir algo. A hora é de apoio incondicional. É a vez da torcida mostrar que faz a diferença e que acredita no time: vamos lotar o Engenhão no sábado contra o Náutico e deixar os jogadores deles Aflitos. ;)

Finalizo registrando a saudade do Maracanã: o Engenhão é nossa casa, mas o 'maior do mundo' tem um charme só seu. É bom voltar lá de vez em quando: poderiamos fazer ao menos um jogo por mês lá. Ainda mais que lá tem ambulante vendendo cerveja pelo clandestino preço de R$5 a latinha. É a imperadora falta de organização que atrapalha as coisas - vale o registro da saudade de poder ver o Glorioso tomando uma cervejinha e comendo um amendoim.

Mas o empate que valeu por uma derrota também serviu para nos acordar para o restante do campeonato: seremos vice-líderes em uma ou duas rodadas.

Próxima semana o Grêmio perderá do embalado Vasco; o jogo Cruzeiro e Coritiba - dois que estão na briga com o Glorioso - terminará empatado ou com vitória do Coxa; o Palmeiras tropeçará no Furacão Atlético Paranaense, que necessita de uma vitória para não parar na zona de rebaixamento; o São Paulo empatará ou perderá do Santos; e nós faremos nosso dever de casa.

No sábado é simples:

Vamos simbora, pro Engenhão: Torcer! Gritar! É Campeão!

SAN

K1

quinta-feira, 21 de agosto de 2008

G3 - O Melhor do Rio é AlviNegro e tem Estrela

Mesmo não jogando bem, jogamos o suficiente para ganhar - 1 x 0 Cruzeiro - na pressão, da qual a torcida deve se orgulhar inclusive de fazer parte: os 23mil torcedores presentes apoiaram maciçamente o time, que, se não jogou tão bonito e convincente - errando muitos passes -, ao menos foi lutador até o fim e por isto recompensado. A sorte acompanha a quem se esmera.

Renan mais uma vez mostrou titularidade ao sair bem em bolas altas e fazer uma defesa dificílima no final do jogo, garantindo-nos os três pontos. Precisa apenas ser mais 'malandro', controlar melhor o tempo e a posse.

Edson entrou bem no lugar de Renato Silva. Quem destoou foram Gil, que perdeu duas chances claras de gol, e Carlos Alberto que não lembrou em nada suas atuações passadas. Este último errando muitos passes, firulando e extremamente faltoso e violento. Não entendi por que o Ney Franco não o substituiu. Triguinho e Tiaguinho também erraram muitos passes e cruzamentos.

Ney Franco aliás que está de parabéns pelo trabalho e ousadia. Mexeu bem na equipe após a expulsão do jogador adversário, trocando um meia-defensor por um atacante.

O gol, de penalidade cavada, veio na segunda parte do segundo tempo, que o Cruzeiro jogou boa parte com um jogador a menos. E mereciam ter mais gente expulsa, pois como batiam os cruzeirenses. E como o goleiro Fábio fazia cera na hora de bater os tiros-de-meta - isso até levar um amarelo: a torcida não perdoava e vaiava cada retardo provocado por ele já desde o início do primeiro tempo quando ficou claro a todos a atitude anti-desportiva do referido guarda-metas. O juíz tomou uma atitude apenas no meio do segundo tempo.

E se a penalidade foi duvidosa na que foi marcada, em outras 2 ou 3 situações seria possível facilmente marcar penalidade. Lúcio Flávio bateu com categoria no canto esquerdo do goleiro, seu direito e mesmo o goleiro quase pegando, garantiu o placar, os pontos e a felicidade da torcida que eufórica e confiante saiu cantando o hino por todo o percurso.

Clímax parecido ao nosso gol ocorreu quando o alto-falante do Engenhão anunciou praticamente em seqüência os gols da virada do Inter sobre o Palmeiras, o que nos tornava ali integrantes do G3 e donos de uma cobiçada vaga na Libertadores - Íííííííí, Libertadores ano que vem tamo aí!

Agora, o que acontece com Zárate e com nossa diretoria? Era pra ele ter sua estréia na primeira semana de agosto. No Flamengo, Marcelinho Paraíba chega e joga. Por que com nosso caso é diferente? Quem pagará por esse atraso. Enquanto isso nosso ataque continua perdendo gols por falta de pontaria.

E se o Thiago Ribeiro vier mesmo aí é para sonharmos alto, com o topo.

É para lá, que é o seu lugar, que a Estrela voltará.

SAN

K1

quinta-feira, 14 de agosto de 2008

Sul-Americana - vai começar com as bênçãos de São Jorge

A Sul-Americana enfim vai começar e nos proporcionar a oportunidade de apagar o vexame cometido em 2007. Só depende do novo grupo e de nós torcedores, que devemos lotar o Engenhão para mostrar que a pressão é total, dentro e fora de campo.

Fui comprar o ingresso hoje em GS e pelo que o porteiro falou e eu pude constatar a mobilização tá fraca. Parece que menos que mil pessoas compraram. Segundo a previsão do porteiro não dá mais de 10 mil nesta quinta. Pena, tá na hora de mostrarmos a força do conjunto Glorioso. E não se pode reclamar da entrada: R$5 meia e R$10 inteira na Leste Superior, onde fica inclusive a Constelação Gloriosa, BotaChopp, TES, Fúria e a maioria da galera independente.

Já o time promete.

Parece que o grupo está de fato motivado. Mas meu comentário recai mais sobre uma superstição - e afirmo: Jorge Henrique será o craque da competição e fundamental para o título.

Não somente por ter ficado para honrar o manto sagrado, não apenas por estar jogando uma barbaridade novamente, não obstante ao discurso cheio de confiança no grupo e na conquista, mas principalmente por ter sido inscrito com o número 23 - dia de seu aniversário e também número de São Jorge, que o cobrirá com seu manto, o defenderá com seu escudo e o armará com sua lança para que os inimigos tenham pés, mas não nos alcancem, que tenham mãos, mas não nos toquem, que tenham olhos, mas só nos vejam ao final, erguendo a taça. Anotem, São Jorge Henrique será o fator decisivo.

A 7 mágica de Garrincha ficou para o Gil, que, Deus e o Anjo das pernas tortas queiram, será iluminado e agraciado com o novo número, desencantando no Glorioso e sendo co-autor junto ao nosso Ligeirinho da história que escreveremos ao levantarmos a taça da Sul-Americana.

Bola fora para a diretoria que não conseguiu inscrever Zárate a tempo. Sem comentários. A diretoria deveria pedir ressarcimento parcial pelo prejuízo causado pelo atraso do presidente do USF - Unión Santa Fé, clube anterior de Zárate.

Vamos comparecer e lotar o Engenhão!

SAN

K1

segunda-feira, 11 de agosto de 2008

Botafogo 1 x 0 Palmeiras - encerramos o primeiro turno no G8: pro alto e avante, Glorioso!

Leste lotada. Sul e Norte tomados. E a Oeste 'cheinha': garanto que se a parte superior fosse mais barata, teria sido toda vendida. Se liga diretoria.

Aliás, diretoria que está de parabéns por - ao menos aparentemente e até agora - ter garantido a permanencia de nosso motor e ligeirinho Jorge Henrique, fundamental no gol de hoje. Como sempre acreditando nas jogadas, lutando e, dessa vez, acertando um cruzamento na cabeça do até então lento e ineficaz Zé Carlos, que acabou queimando a minha e centenas de outras línguas que pediam a sua substituição.

Aliás, Ney Franco demorou a substituir o também ineficaz Gil, que saiu vaiado por parte da torcida. Precisamos definitivamente de um matador em nosso time para que este fique 100% em todos os setores, pois a defesa e o meio campo estão quase perfeitos, irretocáveis ao meu ver.

O time definitivamente voltou a acreditar em si e está na luta. A torcida está apoiando mais, gritando nas horas importantes para manter a chama acesa. E como fritamos o 'Porco'. Incansáveis do início ao fim, um empenho de campeão.

O resultado Botafogo 1 x 0 Palmeiras deveria ter sido mais amplo, se o juíz tivesse marcado aquelas 3 penalidades. Duas no primeiro tempo e uma no segundo. No primeiro, o mais acintoso foi o desvio de mão da barreira que estava estranhamente muito próxima à cobrança. O outro de fato não consigo recordar - talvez por não ter visto direito - quem caiu na pequena área, mas presumo que tenha sido o Jorge Henrique, claramente atropelado e puxado. No segundo alguns pediram penalidade no Fábio - a meu ver inexistente -, mas a que eu cito é a que Jorge Henrique, sempre ele, foi nitidamente puxado na pequena área, com menos de 1 minuto de segundo tempo.

Sem a omissão do juíz teriamos finalizado o primeiro turno como melhor do Rio. Aliás, o juíz também deixou de dar um amarelinho pro competente goleiro Marcos, pois para evitar a reposição da bola enquanto ainda estava no ataque alvinegro, este chutou a bola reserva atrasando assim a reposição.

Não tem nada não: para cada injustiça um gol.

Quinta tem cardápio especial no Engenhão: Galo à Sul-Americana, prato que dá para 40mil alvinegros esfomeados por gols e títulos se lambuzarem e lamberem os beiços.

Fica o convite e a certeza de que, de fato, algo maior está reservado à nós: eu creio, acredito e vejo.

SAN

K1

segunda-feira, 4 de agosto de 2008

conVENCEU de novo

A Estrela Solitária está em órbita ascendente.

Batemos o Furacão em plena Arena por convincentes 3 a 0 e agora partimos para quebrar o tabu dos barrigas verdes: ganhar do Figueirense lá dentro, no Orlando Scarpelli.

Teremos desfalques para a próxima partida: provavelmente uma zaga toda reserva, mas nem isto me preocupa. O time tem demonstrado que agora é um elenco e nem as ausências de Wellington Paulista e Castillo foram sentidas - muito pelo contrário, Gil fez boa partida e Renan defesas excelentes. Além destes ficaram de fora mais três titulares - Alessandro, Triguinho e Carlos Alberto - em um total de cinco desfalques. Mesmo assim ganhamos de três dominando claramente a partida.

Destaque também para Lúcio Flávio, Diguinho e o técnico Ney Franco, todos decisivos para animadora vitória e selecionados para a seleção da 17a. rodada: bom ver nosso maestro decisivo novamente.

A confiança cresce não apenas em nossos corações, mas ganha voz com o estimulado Túlio, que deixou mais uma vez sua marca, e com o vice de futebol Montenegro declarando nossa nova meta: o título brasileiro.

Afinal de contas, estamos na oitava posição e apenas 5 pontos da Zona da Libertadores. Se os outros se descuidarem, por que não?

Vale ressaltar novamente o belo e corajoso trabalho de Ney Franco, elogiado também por Montenegro que ao comparar 2007 e 2008 equiparou os técnicos em sua excelência e ressaltou que agora temos um elenco e não apenas um bom time.

Que isto se comprove em resultados e que foquemos nossos esforços para levantarmos a Sul-Americana e/ou o Brasileiro.

Clarice Lispector deve estar feliz: chegou "A Hora da Estrela"!

SAN

K1

segunda-feira, 28 de julho de 2008

Pressão AlviNegra

Só faltou o gol.

Tá certo que na Era Cuca também só faltou o título, só faltava aquele golzinho... se pensarmos neste sentido, nada mudou e não vale empenhar energia em forma de letras juntadas em palavras para descrever a supremacia AlviNegra hoje no Maracanã.

O que faz valer esse post, mais do que manter o registro sempre pós-jogo, é o fato do time ter jogado de maneira vitoriosa, sem se acovardar, partindo pra cima. Até substituir o eficaz Túlio pelo atacante Gil o Ney Franco fez, na busca de traduzir o amplo e indiscutível domínio em gols. Ney Franco está certo em afirmar que 'a partida só não foi perfeita porque não fizemos o gol'.

A FlaPress deve ter visto outro jogo, pois só relata - o tom da matéria não deixa transparecer nossa gloriosa supremacia - nosso domínio no segundo tempo e ainda credita ao adversários diversas chances. O Flamengo não viu a cor da bola no segundo tempo e no primeiro o domínio, a meu ver, também foi mais nosso, sendo que eles tiveram as melhores chances. Fato que - mesmo no segundo tempo - se o adversário tivesse atacante competente teria complicado, pois deixamos alguns espaços (buracos?) em contra-ataques e temos que nos resguardar uma vez que nosso ataque não está com a pontaria afiada.

Foram inúmeras chances desperdiçadas e temos nisto um fator a ser treinado: pontaria e conclusão.

E uma conclusão inevitável a que cheguei foi a de que Lúcio Flávio não pode sair do time. Zé Carlos até ajudou a compor a defesa e a desarmar o adversário, mas não sabe armar e apenas com a entrada do Maestro é que voltamos a ver o 1-2 abrindo espaços. Todavia, apoio a atitude de nosso técnico de sacá-lo do time: isso deve servir de estímulo e mostrar que temos um elenco e que todos tem que dar o máximo de si. Nosso capitão precisa de maior agilidade e de definitivamente chamar para si a responsabilidade.

Ney Franco mostra comando e atitude quando diz que "ninguém tem vaga cativa no time" e que "admite fazer rodízio de jogadores em caso de desgaste físico". Isso de fato é bom pros jogadores e reforça a fé em nosso elenco, fortalecendo-o.

Aliás, o banco hoje estava muito bom, com jogadores de melhor nível do que os que serviam de banco para o Mestre Cuca e sinto que teremos um desempenho crescente em termos de resultados. Precisamos apenas fazer gol. E para tal, temos o Zárate chegando.

Mas a falta de gols, diante da mudança de postura, mais ofensiva, mais confiante, mais BOTAFOGO, chega a ser realmente um detalhe que acertaremos de primeira para estufar as redes do Brasileiro e da Sul-Americana.

Tem coisa maior guardada para nós: conquistaremos a América.

SAN

K1

quinta-feira, 24 de julho de 2008

Goleada e um detalhe importante

Mais que ganhar de 4 x0 contra o Atlético Mineiro, a vitória de hoje teve pontos importantes para se comemorar e ressaltar.

Antes, as críticas, para caminharmos de maneira ascendente também neste post.
  • O ataque não pode perder gols feitos da maneira que vem fazendo. Se não fizerem falta em uma partida, podem fazer falta no computo geral - hoje foi a noite de Wellington Paulista perder um gol incrível, jogou contudo bem o restante da partida, se movimentando e sofrendo a penalidade e a falta que levou César Prates a ser expulso.
  • Lúcio Flávio precisa chamar para si a responsabilidade, parece cansado; agora, justiça seja feita, ninguém bate penalidade como ele.
  • O time não repetiu o jogo envolvente, de toques e rapidez.

De resto, só elogio, com destaque ao Diguinho, sempre imbatível na marcação e ao Renato Silva, antecipando como ninguém.

Vale ressaltar - e isto é o mais importante - que o time não fez corpo mole e se empenhou em golear ao invés de se retrair para garantir o resultado. Esse é o detalhe que faz toda diferença: mesmo ganhando, partimos pra dentro. E cabia mais!

As substituições de Ney Franco foram confiantes, acreditando não somente na vitória, mas em um resultado convincente, sem contar com o tato em não queimar nosso maestro, tendo substituído de maneira prudente, primeiro mexendo no ataque, recompondo a lateral - Thiaguinho já havia levado o amarelo e estava com dores na perna -, depois recompondo o meio: no lugar do Zé Carlos entrou o Gil, fazendo com que o Túlio fosse para a lateral; no lugar do Thiaguinho entrou o Jorge Henrique; mais um pouco entrando Leandro Guerreiro no lugar do Lúcio Flávio.

Resultado: o time está com banco e pode dar de fato alegrias se continuar a jogar pra cima, sem se acomodar, buscando sempre vitórias convincentes.

Ponto positivo também para o técnico Ney Franco que na derrota para o São Paulo ressaltou os aspectos positivos e hoje já alertou para os aspectos negativos, mostrando uma condução equilibrada e estrategista, além de surpreender colocando o time para jogar ofensivamente.

Sul-americana e zona da Libertadores: eu acredito!

SAN

K1

quinta-feira, 17 de julho de 2008

De 4 é mais gostoto - jogando bem então nem se fala.

O título do post já diz tudo: massacramos o Ipatinga.

Ganhamos - 4x0 - de maneira convincente, alegre, contagiante. A torcida, vibrante e eufórica, estava em estado de graça, apoiando o time - e até individualmente, como no caso de Jorge Henrique, quando este caiu sozinho na grande área em meio a mais um ataque fulminante. Também pudera, JH foi um dos melhores em campo e não apenas pelos 2 gols, mas também por sua movimentação, combate e marcação no ataque.

Destaque para outros dois alvinegros:

Wellington Paulista que voltou a ser nosso matador fazendo um golaço e se movimentando, tocando e marcando no ataque muito bem, rápido e eficaz;

Tiaguinho, o nome do jogo: o que jogou este rapaz. Pra mim, perfeito. Foi responsável pelo último passe de TODOS os GOLS: a rolada de bola na medida para o Zé Carlos, a cabeçada no espaço vazio para o WP avançar livre e duas assistências magnânimas para o JH, sendo a primeira após um belíssimo drible pela lateral e a segunda um primor de visão e toque preciso para a pequena área - 50% gol.

Zé Carlos fez um golaço, em jogada ensaiada herdada da era Cuca, mas ao menos pra mim, continua devendo, por errar muitos passes.

A defesa cometeu duas ou três falhas graves, uma delas em uma cabeçada furada fora do tempo da bola que o Renato Silva deu, que... bem, se o Ipatinga jogasse futebol estariamos complicados.

Quem anda precisando mostrar mais por tudo que representa é Lúcio Flávio, que precisa definitivamente chamar mais para si a responsabilidade - parte da torcida, pequena e tímida, mas convicta, o vaiou quando este fora substituído; outro é Castillo, que anda saindo muito mal nas bolas altas.

Gil e Lucas Silva entraram, no que tem que se parabenizar o técnico Ney Franco - que humildemente deu o crédito ao elenco -, pois os colocou exatamente na busca do que lhes falta: ritmo de jogo e sintonia com a equipe. Quando isto estiver equacionado, somado à chegada de Zaráte, podemos olhar mais adiante e sonhar com a América.

Sonhar não custa nada. Tem é que na hora de acordar fazer o sonho virar realidade e isto só se consegue com muito esforço, dedicação e união em prol do objetivo.

Sonhos são metas com deadline.

SAN

K1

terça-feira, 15 de julho de 2008

Bebeto viu o mesmo jogo?

Quando leio que "Bebeto se empolga com exibição contra o Santos e aprova atuação do time", ressaltando "a força do plantel" eu me pergunto se ele viu o mesmo jogo, se tá de sacanagem ou se resolveu, tardiamente, apoiar incondicionalmente para dar ânimo a um psicologicamente enfraquecido time.

Opto, por boa índole, pela terceira opção, mas temo que isto também seja base do discurso de que o ciclo de contratações chegou ao fim. Pra mim ainda falta um meia para substituir o Lúcio Flávio à altura. E deve ser isso mesmo: Bebeto encheu a bola do Gil dizendo que ele veio pra resolver os problemas. Vamos ver, aguardemos na torcida.

Quarta tem Botafogo e Ipatinga: um jogo treino para prepararmos nosso time para a conquista da América. Ney foi Franco em admitir que este é seu sonho e esta é sua meta: sermos campeões da Sul-Americana.

(não resisti ao trocadilho, me perdoem!)

SAN

K1

quarta-feira, 9 de julho de 2008

Semana boa

Após a confiante vitória sobre o Grêmio, onde o time jogou como há muito não jogava, podemos dizer que as últimas mudanças da semana passada deixaram o Glorioso novamente leve e de volta ao rumo.

Isto poderá e deverá se confirmar no jogo de amanhã contra o Vitória, no qual sentiremos novamente o desfalque de Carlos Alberto.

Gil deve estar fechando, mas, sinceramente, não sei o que dizer. Vamos ver como se comporta vestindo o manto. Mesma situação do Zárate, que teve um pequeno entrave, mas que parece estar garantido para o dia 03 de agosto - que é logo ali, depois de amanhã praticamente.

O que me preocupa é a ida da jovem promessa Luis Guilherme como goleiro do time B que vaí à Suiça disputar torneio e tentar fazer caixa. Esse tem que ficar, atenção diretoria! Ainda mais depois de sua declaração que demonstra seu amor pelo clube: "Sempre sonhei com esse momento [de jogar profissionalmente pelo Botafogo], e ele acontecerá fora do Brasil, o que é uma responsabilidade ainda maior. Eu e meus companheiros estaremos levando o nome do Botafogo para o mundo, e isso é motivo de orgulho." Luis Guilherme, você é que nos enche de orgulho com seu talento, simpatia e amor pelo Glorioso.

Quem acho que merece ficar também é o Eduardo, reitero o lembrete! Bem como questiono: onde está Wellington Junior? O cara jogou bem todos os jogos em que entrou. Por que não tem mais chances?

Chance deu o André Luis ao barbeiro que não derrapou e mandou ver um frisado no cabelo do nosso Sagat que volta após suspensão de cabeça nova: ele jura que isso não se refere apenas ao penteado e que vai parar de reclamar da arbitragem. Tomara que isso seja verdade e que o time siga o exemplo dele.

E em se falando de exemplo, Geninho está fazendo a parte dele. Ao menos na fala está colocando o time pra frente, adotando postura ofensiva para recuperação fora de casa. Agora, time ofensivo, com o Geninho, aguardemos a escalação. Pra cima deles, Fogão!

E quem está querendo partir pra cima dos nosso adversários e finalizar sua história futebolística na milésima página de forma gloriosa é nosso eterno Túlio Maravilha. Confira apaixonada entrevista, onde ele revela que quer voltar a jogar no Glorioso e marcar seu milésimo gol e que está livre para vir depois de dezembro de 2008. Por tudo, passado e presente, eu topo! Vamos fazer história juntos novamente.

E, por falar em história, podemos estar reescrevendo a nossa nesse Brasileiro a partir dessa seqüência de jogos fora de casa. A mentalidade, ao menos no discurso, está correta: é melhor uma vitória do que dois empatas. Agora basta juntar a isto nosso hino - não podes perder, perder pra ninguém - e subir como um Foguete rumo ao topo!

SAN

K1